link para a página principal do portal
Tamanho da Letra   menor ou maior
formulário de busca
Responsabilidade Social

A Assessoria de Cooperação Social da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ACS/ENSP) foi criada com o intuito de atuar em territórios urbanos densamente povoados e marcados por diferentes formas de violência social, com foco em Manguinhos, localizado no entorno do campus da Fiocruz, no Rio de Janeiro. Nosso desafio é possibilitar uma aproximação entre esses territórios e o capital técnico científico da ENSP, no sentido de buscar alternativas conjuntas de promoção territorializada da saúde e participação popular. Nossa atuação estimula o tecido social local, por meio da educação popular em saúde, trazendo uma formação crítica em relação ao modelo de desenvolvimento acumulador e concentrador de riquezas. As iniciativas da sociedade civil e governos contra situações de violência social e por melhorias na qualidade de vida impulsionam a atuação da ACS/ENSP na produção de tecnologias sociais. Assim, estimulamos processos de identificação, construção e sistematização de tecnologias sociais que envolvam a comunidade local e possam ser replicadas em territórios vulnerabilizados.

Notícias

Pesquisadores debatem formas de aprimorar a vigilância do óbito materno, infantil e fetal

A Escola Nacional de Saúde Pública, em mais uma edição do Centro de Estudos Miguel Murat Vasconcelos, abordou um tema desafiante para os serviços de saúde e a sociedade civil do país como um todo: a redução da mortalidade materna, infantil e fetal. A necessidade de melhorar a informação sobre tais mortes, identificar a magnitude, as causas e os fatores que as determinam foram discutidos pelas pesquisadoras Célia Landmann Szwarcwald, do Icict/Fiocruz, Sônia Lansky, do Comitê de Prevenção do Óbito Materno, Fetal e Infantil da Secretaria Municipal de BH, e Sonia Duarte de Azevedo Bittencourt, da ENSP. "A mortalidade por complicações da gravidez, parto ou puerpério é considerada como uma causa de morte altamente evitável e tem sido foco de esforços nacionais e internacionais dirigidos à sua redução. Entretanto, o monitoramento dos avanços alcançados nessa redução da mortalidade materna tem sido problemático no país", avaliou a pesquisadora do Icict durante sua apresentação.

Ceensp debaterá vigilância do óbito materno, infantil e fetal

A redução da mortalidade materna, infantil e fetal no Brasil é ainda um desafio para os serviços de saúde e a sociedade civil como um todo. Uma das estratégias importantes para combater esse problema é a atuação conjunta de profissionais de saúde qualificados para desenvolver a vigilância de óbitos e de outros atores para exercer o controle social por meio dos comitês de mortalidade. Com esta premissa, o Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos da ENSP debaterá, no dia 17 de junho, a Vigilância do óbito materno, infantil e fetal e atuação em Comitês de Mortalidade. O encontro, marcado para 13h30, no salão internacional da Escola, receberá como expositores Célia Landmann Szwarcwald (pesquisadora do Icict/Fiocruz), Sônia Lansky (representante do Comitê de Prevenção do Óbito Materno, Fetal e Infantil da Secretaria Municipal de BH), Maria Esther Albuquerque Vilela (representante da coordenação-geral da Saúde das Mulheres do Ministério da Saúde) e Sonia Duarte de Azevedo Bittencourt (pesquisadora da ENSP). A atividade é aberta a todos os interessados e não é necessária inscrição prévia.

Centro de Estudos Miguel Murat debate fatores associados ao absenteísmo

Absenteísmo é a ausência do funcionário no ambiente de trabalho, sejam por atrasos ou faltas constantes, muitas vezes associadas a problemas de saúde. É com este foco que a ENSP promove a quarta atividade de 2015 do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos. Para abordar o tema Fatores associados ao absenteísmo e possíveis intervenções foram convidadas a professora da Faculdade de Saúde Pública da USP Frida Marina Fischer e a coordenadora do Laboratório de Educação em Ambiente e Saúde do IOC/Fiocruz, Lúcia Rotenberg. O Ceensp está marcado para o dia 13 de maio, a partir das 14 horas, no salão internacional da Escola e é aberto a todos os interessados.

Ceensp debate acesso a medicamentos para doenças raras

Números, equações, fórmulas: basta olhar um prédio bem construído, uma ponte, uma ferrovia, para nos darmos conta da inegável contribuição da matemática em nosso dia a dia. Mas ainda que ela dê conta de boa parte das atividades humanas, a vida se espalha por pontos cegos, buracos negros, regiões fronteiriças em que a lógica tradicional não penetra. Um desses casos é o tratamento medicamentoso para pacientes com doenças raras. Pelo fato delas atingirem, como o próprio nome sugere, um número pequeno de pessoas, os cálculos para que o fornecimento remédios seja incluído no Sistema Único de Saúde não podem seguir os mesmos modelos de outras doenças. Possíveis soluções, avanços legais e científicos, entre outras variáveis desse tema complexo, foram discutidos durante o segundo Ceensp de 2015, no dia 25 de março, que teve por título Medicamentos para doenças raras: eficiência econômica versus equidade social.

Agenda
  • Nenhum agendamento cadastrado
 
Terça, 4 de Agosto de 2015

ENSP NA WEB

facebook twitter Instagram youtube

Este portal é regido pela Política de Acesso Aberto ao Conhecimento,
que busca garantir à sociedade o acesso gratuito, público e aberto ao conteúdo integral de toda obra intelectual produzida pela Fiocruz.


Creative Commons License

O conteúdo deste portal pode ser utilizado para todos os fins não comerciais, respeitados e reservados os direitos morais dos autores.