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Responsabilidade Social

A Assessoria de Cooperação Social da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ACS/ENSP) foi criada com o intuito de atuar em territórios urbanos densamente povoados e marcados por diferentes formas de violência social, com foco em Manguinhos, localizado no entorno do campus da Fiocruz, no Rio de Janeiro. Nosso desafio é possibilitar uma aproximação entre esses territórios e o capital técnico científico da ENSP, no sentido de buscar alternativas conjuntas de promoção territorializada da saúde e participação popular. Nossa atuação estimula o tecido social local, por meio da educação popular em saúde, trazendo uma formação crítica em relação ao modelo de desenvolvimento acumulador e concentrador de riquezas. As iniciativas da sociedade civil e governos contra situações de violência social e por melhorias na qualidade de vida impulsionam a atuação da ACS/ENSP na produção de tecnologias sociais. Assim, estimulamos processos de identificação, construção e sistematização de tecnologias sociais que envolvam a comunidade local e possam ser replicadas em territórios vulnerabilizados.

Notícias

Conselho da Fiocruz aprova orçamento 2016 e reafirma não haver política de demissões

Após mais um movimento de pressão do coletivo de trabalhadores da Fiocruz - formado por servidores, terceirizados, alunos e bolsistas -, aos gestores da instituição, o Conselho Deliberativo da Fundação ratifica que não haverá política de demissões em decorrência das limitações orçamentárias nos termos do Decreto n. 8.540/2015. Após o CD nos dias 28 e 29/1 para apreciar o orçamento de 2016, a Presidência da Fiocruz reafirmou que "as necessárias economias a serem realizadas não devem recair sobre os trabalhadores terceirizados". No dia 28, os integrantes do coletivo realizaram o enterro simbólico do decreto e, depois, seguiram em marcha até a Residência Oficial da Fiocruz para entregar o abaixo-assinado com mais de mil assinaturas pela suspensão imediata das demissões na Fundação. Além dos cortes, o coletivo pressiona a instituição na busca pela reversão das demissões já implementadas e, ainda, fomenta a criação de espaços institucionais de decisões participativas.

Em defesa da Saúde Pública num contexto de emergência sanitária, ENSP diz não à restrição orçamentária na Fiocruz

O Conselho Deliberativo da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, reunido na terça-feira, 12 de janeiro, realizou uma análise conjuntural do cenário atual em que se encontra a Saúde Pública brasileira, à luz de uma possível restrição orçamentária do setor em pleno momento de emergência sanitária, caracterizada pela preocupante evolução dos casos de microcefalia e outras doenças congênitas associadas à exposição materna ao zika vírus. O CD ENSP considerou que qualquer supressão orçamentária na ENSP e na Fiocruz neste momento, levando em conta as restrições orçamentárias impostas nos últimos anos, significa trazer enormes prejuízos para o campo sanitário brasileiro.

Pesquisadores debatem formas de aprimorar a vigilância do óbito materno, infantil e fetal

A Escola Nacional de Saúde Pública, em mais uma edição do Centro de Estudos Miguel Murat Vasconcelos, abordou um tema desafiante para os serviços de saúde e a sociedade civil do país como um todo: a redução da mortalidade materna, infantil e fetal. A necessidade de melhorar a informação sobre tais mortes, identificar a magnitude, as causas e os fatores que as determinam foram discutidos pelas pesquisadoras Célia Landmann Szwarcwald, do Icict/Fiocruz, Sônia Lansky, do Comitê de Prevenção do Óbito Materno, Fetal e Infantil da Secretaria Municipal de BH, e Sonia Duarte de Azevedo Bittencourt, da ENSP. "A mortalidade por complicações da gravidez, parto ou puerpério é considerada como uma causa de morte altamente evitável e tem sido foco de esforços nacionais e internacionais dirigidos à sua redução. Entretanto, o monitoramento dos avanços alcançados nessa redução da mortalidade materna tem sido problemático no país", avaliou a pesquisadora do Icict durante sua apresentação.

Ceensp debaterá vigilância do óbito materno, infantil e fetal

A redução da mortalidade materna, infantil e fetal no Brasil é ainda um desafio para os serviços de saúde e a sociedade civil como um todo. Uma das estratégias importantes para combater esse problema é a atuação conjunta de profissionais de saúde qualificados para desenvolver a vigilância de óbitos e de outros atores para exercer o controle social por meio dos comitês de mortalidade. Com esta premissa, o Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos da ENSP debaterá, no dia 17 de junho, a Vigilância do óbito materno, infantil e fetal e atuação em Comitês de Mortalidade. O encontro, marcado para 13h30, no salão internacional da Escola, receberá como expositores Célia Landmann Szwarcwald (pesquisadora do Icict/Fiocruz), Sônia Lansky (representante do Comitê de Prevenção do Óbito Materno, Fetal e Infantil da Secretaria Municipal de BH), Maria Esther Albuquerque Vilela (representante da coordenação-geral da Saúde das Mulheres do Ministério da Saúde) e Sonia Duarte de Azevedo Bittencourt (pesquisadora da ENSP). A atividade é aberta a todos os interessados e não é necessária inscrição prévia.

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Quinta, 11 de Fevereiro de 2016

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