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A ENSP desenvolve, como marco estratégico de uma Escola de Governo, diversas atividades no âmbito da cooperação internacional, ações essas alinhadas às políticas de relações internacionais do Ministério da Saúde, em particular no que diz respeito ao protagonismo das ações de cooperação Sul-Sul. Toma como conceito-chave a construção de uma Cooperação Estruturante em Saúde, modelo esse centrado no apoio ao fortalecimento dos sistemas de saúde dos países parceiros, no sentido de gerar capacidades locais capazes de responder às mudanças na atenção e na promoção da saúde nessas nações em processo de desenvolvimento. | saiba mais |

Notícias

Pesquisadores debatem formas de aprimorar a vigilância do óbito materno, infantil e fetal

A Escola Nacional de Saúde Pública, em mais uma edição do Centro de Estudos Miguel Murat Vasconcelos, abordou um tema desafiante para os serviços de saúde e a sociedade civil do país como um todo: a redução da mortalidade materna, infantil e fetal. A necessidade de melhorar a informação sobre tais mortes, identificar a magnitude, as causas e os fatores que as determinam foram discutidos pelas pesquisadoras Célia Landmann Szwarcwald, do Icict/Fiocruz, Sônia Lansky, do Comitê de Prevenção do Óbito Materno, Fetal e Infantil da Secretaria Municipal de BH, e Sonia Duarte de Azevedo Bittencourt, da ENSP. "A mortalidade por complicações da gravidez, parto ou puerpério é considerada como uma causa de morte altamente evitável e tem sido foco de esforços nacionais e internacionais dirigidos à sua redução. Entretanto, o monitoramento dos avanços alcançados nessa redução da mortalidade materna tem sido problemático no país", avaliou a pesquisadora do Icict durante sua apresentação.

Ceensp debaterá vigilância do óbito materno, infantil e fetal

A redução da mortalidade materna, infantil e fetal no Brasil é ainda um desafio para os serviços de saúde e a sociedade civil como um todo. Uma das estratégias importantes para combater esse problema é a atuação conjunta de profissionais de saúde qualificados para desenvolver a vigilância de óbitos e de outros atores para exercer o controle social por meio dos comitês de mortalidade. Com esta premissa, o Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos da ENSP debaterá, no dia 17 de junho, a Vigilância do óbito materno, infantil e fetal e atuação em Comitês de Mortalidade. O encontro, marcado para 13h30, no salão internacional da Escola, receberá como expositores Célia Landmann Szwarcwald (pesquisadora do Icict/Fiocruz), Sônia Lansky (representante do Comitê de Prevenção do Óbito Materno, Fetal e Infantil da Secretaria Municipal de BH), Maria Esther Albuquerque Vilela (representante da coordenação-geral da Saúde das Mulheres do Ministério da Saúde) e Sonia Duarte de Azevedo Bittencourt (pesquisadora da ENSP). A atividade é aberta a todos os interessados e não é necessária inscrição prévia.

Centro de Estudos Miguel Murat debate fatores associados ao absenteísmo

Absenteísmo é a ausência do funcionário no ambiente de trabalho, sejam por atrasos ou faltas constantes, muitas vezes associadas a problemas de saúde. É com este foco que a ENSP promove a quarta atividade de 2015 do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos. Para abordar o tema Fatores associados ao absenteísmo e possíveis intervenções foram convidadas a professora da Faculdade de Saúde Pública da USP Frida Marina Fischer e a coordenadora do Laboratório de Educação em Ambiente e Saúde do IOC/Fiocruz, Lúcia Rotenberg. O Ceensp está marcado para o dia 13 de maio, a partir das 14 horas, no salão internacional da Escola e é aberto a todos os interessados.

Ceensp debate acesso a medicamentos para doenças raras

Números, equações, fórmulas: basta olhar um prédio bem construído, uma ponte, uma ferrovia, para nos darmos conta da inegável contribuição da matemática em nosso dia a dia. Mas ainda que ela dê conta de boa parte das atividades humanas, a vida se espalha por pontos cegos, buracos negros, regiões fronteiriças em que a lógica tradicional não penetra. Um desses casos é o tratamento medicamentoso para pacientes com doenças raras. Pelo fato delas atingirem, como o próprio nome sugere, um número pequeno de pessoas, os cálculos para que o fornecimento remédios seja incluído no Sistema Único de Saúde não podem seguir os mesmos modelos de outras doenças. Possíveis soluções, avanços legais e científicos, entre outras variáveis desse tema complexo, foram discutidos durante o segundo Ceensp de 2015, no dia 25 de março, que teve por título Medicamentos para doenças raras: eficiência econômica versus equidade social.

 
Sábado, 29 de Agosto de 2015

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