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A ENSP desenvolve, como marco estratégico de uma Escola de Governo, diversas atividades no âmbito da cooperação internacional, ações essas alinhadas às políticas de relações internacionais do Ministério da Saúde, em particular no que diz respeito ao protagonismo das ações de cooperação Sul-Sul. Toma como conceito-chave a construção de uma Cooperação Estruturante em Saúde, modelo esse centrado no apoio ao fortalecimento dos sistemas de saúde dos países parceiros, no sentido de gerar capacidades locais capazes de responder às mudanças na atenção e na promoção da saúde nessas nações em processo de desenvolvimento. | saiba mais |

Notícias

Ceensp debate acesso a medicamentos para doenças raras

Números, equações, fórmulas: basta olhar um prédio bem construído, uma ponte, uma ferrovia, para nos darmos conta da inegável contribuição da matemática em nosso dia a dia. Mas ainda que ela dê conta de boa parte das atividades humanas, a vida se espalha por pontos cegos, buracos negros, regiões fronteiriças em que a lógica tradicional não penetra. Um desses casos é o tratamento medicamentoso para pacientes com doenças raras. Pelo fato delas atingirem, como o próprio nome sugere, um número pequeno de pessoas, os cálculos para que o fornecimento remédios seja incluído no Sistema Único de Saúde não podem seguir os mesmos modelos de outras doenças. Possíveis soluções, avanços legais e científicos, entre outras variáveis desse tema complexo, foram discutidos durante o segundo Ceensp de 2015, no dia 25 de março, que teve por título Medicamentos para doenças raras: eficiência econômica versus equidade social.

Ceensp debaterá índigenas nas estatísticas de saúde brasileira

Apesar de contar com uma população muito diversificada e com um crescimento importante nos últimos anos, segundos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os indígenas no Brasil ainda sofrem com desigualdades sociais que acabam afetando a saúde dessa sociedade. É com este foco que a ENSP promoverá a terceira atividade do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos, no dia 8 de abril, com o tema Indígenas nas estatísticas nacionais de saúde. Para debater a questão foram convidados os pesquisadores da Escola Andrey Moreira Cardoso e Carlos Coimbra Jr. e a pesquisadora do IBGE Nilza Pereira. O encontro está marcado para 13h30, no salão internacional da ENSP e é aberto a todos os interessados.

Ceensp debaterá medicamentos para doenças raras (alteração de local)

O Centro de Estudos da ENSP de 25/3 terá como tema Medicamentos para doenças raras, eficiência econômica versus equidade social. São consideradas raras doenças crônicas sérias, degenerativas e que normalmente colocam a vida em risco; doenças incapacitantes, que comprometem a qualidade de vida devido à falta de autonomia; doenças em que o nível de dor e de sofrimento do indivíduo e da sua família é elevado; e doenças para as quais não existe uma cura efetiva, mas os sintomas podem ser tratados para melhorar a qualidade de vida e a esperança de vida. A atividade será coordenada pelo pesquisador da ENSP Claudio Cordovil que recentemente assinou artigo sobre o assunto. Marcado para 13h30, na sala 410 da Escola, o Ceensp contará com a participação dos professores da Faculdade de Medicina da Uerj Denizar Vianna e Fernando Aith e da representante do Instituto Canguru Marlene Sturm. O encontro é aberto a todos os interessados e não necessita inscrição prévia. 

ENSP participa de documento sobre enfrentamento à Doença do Vírus Ebola

O grande temor da população em relação à Doença do Vírus Ebola se acalmou, pois, no Brasil, não há risco premente de uma epidemia. Porém pesquisadores e profissionais de saúde continuam buscando soluções relacionadas às questões de vigilância epidemiológica desta doença. Para tanto, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) promoveu um seminário sobre o enfrentamento à doença causada por esse vírus. A pesquisadora da ENSP e coordenadora do Núcleo de Biossegurança da Escola, Telma Abdalla de Oliveira Cardoso, esteve presente no encontro realizado em Moçambique, na África, como uma das representantes brasileiras. Entre os principais pontos discutidos estavam a necessidade de reforçar a capacidade nacional de recursos humanos do setor saúde e de vigilância epidemiológica relacionadas à doenças infecto-parasitárias, e o fortalecimento dos sistemas de comunicação e informação efetivas para a orientação dos cidadãos.

 
Domingo, 3 de Maio de 2015

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