1. Caso TKCSA: manifestantes farão ato contra licenciamento ambiental de siderúrgica

    O movimento "Pare TKCSA" convocou um ato para esta quarta-feira, 28 de setembro, em frente ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea/RJ).O protesto pedirá que o órgão não conceda o licenciamento ambiental à siderúrgica. Apesar de estar há anos em atividade, provocando, em suas ações, danos à saúde da população e ao ambiente, a Companhia Siderúrgica do Atlântico opera sem esse licenciamento a partir de um Termo de Ajustamento de Conduta. A Fiocruz, e em particular a ENSP, e a Escola Politécnica em Saúde Joaquim Venâncio têm atuado ativamente no caso e produziram um relatório em que demonstram, extensamente, os danos que a TKCSA vem provocando, causando com sua poluição doenças respiratórias, expelindo material cancerígeno e destruindo a pesca artesanal na Baía de Sepetiba.  Leia, a seguir, o release completo do ato desta quarta, enviado pelo movimento "Pare TKCSA".

  2. Experiências distintas, objetivos iguais: fórum luta por justiça ambiental

    O momento político e social que vivemos no país afeta diretamente o direito democrático, impactando na população que sofre com a ausência de políticas públicas e ambientais que garantam um bem viver para todos. Essa foi a tônica do Encontro Estadual do Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social no Rio, realizado na ENSP e que reuniu pesquisadores, estudantes, moradores da periferia, militantes de movimentos sociais e entidades que lutam por direitos no Brasil, trazendo uma diversidade de pensamentos, entre revelações, reflexões e dados científicos. Organizado pelo Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social, o encontro buscou congregar iniciativas comuns para o desenvolvimento de redes de pessoas ou governos na busca por políticas ambientais, além de preparar uma agenda prévia para os fóruns regionais e nacional de mudanças climáticas que acontecerão ainda em 2016.

  3. Caso TKCSA: segunda parte do seminário criticou modelo de mineração em vigor no Brasil

    Durante o seminário que discutiu, ao longo do último dia 29 de março, o caso TKCSA, a siderúrgica que vem sendo acusada de causar danos à saúde e ao ambiente na região de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, foi algumas vezes chamada simplesmente de TK - parte da sigla que se refere ao grupo alemão Tyssenkrupp. Noutras ocasiões, pesquisadores e integrantes de movimentos sociais se referiram à fábrica como CSA, que significa Companhia Siderúrgica do Atlântico. Embora as duas abreviações da sigla estejam corretas, elas não são precisas num aspecto crucial: não apontam a Vale como uma das proprietárias da siderúrgica. A menção ao nome da megamineradora brasileira ganha importância quando se lembra que a Samarco, dona da barragem que se rompeu no ano passado em Minas Gerais e causando um dos maiores acidentes ambientais da história do Brasil, também é de propriedade da Vale. Dispostos a analisar a atividade da TKCSA dentro do contexto maior da produção mundial de commodities e as consequentes injustiças ambientais decorrentes do modelo adotado na América Latina, uma das mesas da parte da tarde no seminário questionou, diante dos desastres que temos assistido, a validade desse modelo. A discussão foi precedida de uma mesa que abordou outros aspectos econômicos e jurídicos do caso TKCSA.

  4. Caso TKCSA: seminário discutiu flexibilização das leis ambientais e danos à saúde

    Há seis anos, começava a funcionar, em Santa Cruz, um bairro pobre e afastado do Rio de Janeiro, a Companhia Siderúrgica do Atlântico. Fruto de uma parceria entre o grupo alemão Tyssenkrupp e a brasileira Vale, a TKCSA chegou envolta em discursos laudatórios, que destacavam sua capacidade de geração de empregos e as benesses que traria para a comunidade local. No dia seguinte à inauguração da fábrica, porém, uma chuva de prata caiu sobre a Baía de Sepetiba. Era o primeiro indício de que, em vez do prometido progresso, a siderúrgica trazia consigo o atraso de um modelo de produção predatório que sacrifica a vida em nome do lucro. Os danos à saúde, causados pela poluição, a diminuição da atividade pesqueira e outros impactos causados pela TKCSA foram registrados em um extenso relatório organizado pela Fiocruz. Elaborado em 2011, o texto foi reapresentado num grande seminário, no dia 29 de março. Organizado em parceria com a Defensoria do Estado do Rio de Janeiro, a ONG PACS e a UFRJ, o evento serviu para discutir a flexibilização da legislação ambiental, que tem permitido à TKCSA funcionar sem licença ambiental com base em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

  5. Seminário debate flexibilização das leis ambientais no caso TKCSA

    No dia 29 de março, será realizado, no auditório térreo da ENSP, o seminário Caso TKCSA: flexibilização do licenciamento ambiental em saúde. O evento irá discutir a flexibilização da legislação ambiental no Brasil a partir de um caso emblemático. Desde o início da década, a Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA) vem atuando sem licença, a partir de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), provocando danos para a população que vive e trabalha em seu entorno, na Zona Oeste do Rio. A Fiocruz, por intermédio da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz) e da Escola Politécnica em Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), vem atuando no caso, e um relatório já foi elaborado demonstrando os impactos à saúde que a siderúrgica provoca.

  6. Exposição de fotos denuncia abusos da TKCSA em Santa Cruz

    A ENSP recebe, na próxima segunda-feira, 21 de março, a exposição Baia de Sepetiba e Santa Cruz – Em busca de um futuro legal.  A mostra de fotografias, que ficará exposta no saguão da Escola, denuncia os abusos que a Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA) vem promovendo na Zona Oeste do Rio desde 2010, operando sem licença legal e causando danos à saúde, ao ambiente e à economia dos que vivem em seu entorno. A exposição acontece uma semana antes de um seminário organizado pela ENSP em conjunto com a Escola Politécnica em Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), a Defensoria Pública do Estado do Rio - com quem a ENSP firmou parceria no ano passado - e o Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (PACS). No evento, a ser realizado em 29 de março, será feita a reapresentação do relatório elaborado pela Fiocruz sobre as ações da TKCSA em Santa Cruz.

  7. Relatório reafirma correlação entre material expelido pela TKCSA e impactos na saúde

    Três anos depois do primeiro relatório da Fiocruz sobre os impactos socioambientais e de saúde decorrentes da instalação e operação da empresa ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA) em Santa Cruz, no Rio de Janeiro, a Fundação elaborou um novo relatório, com uma análise atualizada dos problemas. Produzido por um Grupo de Trabalho da Fiocruz instituído em 2011 e formado por especialistas de diferentes áreas e unidades, o documento complementa o anterior, feito por pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp) e da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV), ambas da Fiocruz.