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O projeto de criação de uma Escola de Governo em Saúde na ENSP foi iniciado no ano de 1996, tendo sido concebido, originalmente, como "um conjunto de iniciativas que colaborassem para a consolidação do Sistema Único de Saúde, com mais eficácia, eficiência, equidade e efetividade, aportando projetos inovadores relacionados ao seu aperfeiçoamento." A partir desses princípios básicos, o ensino, a pesquisa e a cooperação com o Sistema de Saúde reuniram-se numa nova concepção, voltada a fortalecer o papel da ENSP como uma instituição-chave na formação de quadros qualificados para o setor saúde e no apoio ao desenvolvimento de sistemas e serviços de saúde no país. Ou seja, seu papel enquanto uma Escola de Governo. | saiba mais |

Notícias

Centro de Estudos debate as ações de vigilância do campo da saúde durante os jogos olímpicos

Uma série de ações em saúde e vigilância sanitária já estão sendo implementadas na cidade do Rio de Janeiro visando os jogos olímpicos, que ocorrerão no mês de agosto. Todo o planejamento é realizado em conjunto com o estado e município do Rio de Janeiro, integrando atendimento e vigilância epidemiológica. O Brasil vai receber visitantes de todas as partes do mundo e cada um traz em sua bagagem também seus vírus e bactérias. Mas será que estamos preparados para fazer esse controle? Nossa Vigilância Sanitária já tomou medidas efetivamente preventivas? O que pode acontecer? Para debater essas e outras questões, o Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos retorna para mais um encontro, no dia 27 de abril, com o tema A atuação das vigilâncias do campo da saúde nas Olimpíadas de 2016. Marcado para 13h30, no salão internacional da Escola, o Ceensp conta com as participações de Cláudio Henriques (Devit/SVS), Arnaldo Lassance (ENSP/Fiocruz) e Rodolfo Nunes (Anvisa). Na ocasião, ocorrerá o lançamento do jogo educativo Vigilância Sanitária nos Eventos de Massa.

Zika congênita: doença já é uma epidemia, mas ainda precisa ser desvendada

?Sem novo aporte tecnológico, não há como controlar o vetor em curto prazo, ou seja, continuaremos a sofrer com epidemias no Brasil?, disse o pesquisador da Fiocruz Mato Grosso do Sul Rivaldo Venâncio da Cunha sobre o agravamento da incidência de zika congênita no país. Ele adverte, ainda, que a maioria dos problemas está fora da governabilidade do setor saúde. O debate com Rivaldo, a médica do Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) Sheila Moura Pone e a pesquisadora do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Patricia Carvalho de Sequeira ocorreu durante o Centro de Estudos Miguel Murat Vasconcelos da ENSP intitulado O estado da arte sobre a epidemia do zika vírus: o que sabemos e ainda precisamos saber, realizado na Escola. 

ENSP recebe o economista Carlos Lessa na abertura de seu ano letivo

Para iniciar o ano letivo de 2016, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca vai debater A cidade e a Saúde em sua aula inaugural. A atividade, marcada para o dia 9 de março, a partir das 13h30, contará com a palestra do economista e ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Carlos Lessa, que presidiu a instituição durante o governo Lula no ano de 2003. A aula magna marca o começo das atividades dos quatro Programas de Pós-Graduação da Escola: Saúde Pública, Saúde Pública e Meio Ambiente, Epidemiologia em Saúde Pública e Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva. O evento é aberto a todos os interessados e não necessita de inscrição prévia.

Conselho da Fiocruz aprova orçamento 2016 e reafirma não haver política de demissões

Após mais um movimento de pressão do coletivo de trabalhadores da Fiocruz - formado por servidores, terceirizados, alunos e bolsistas -, aos gestores da instituição, o Conselho Deliberativo da Fundação ratifica que não haverá política de demissões em decorrência das limitações orçamentárias nos termos do Decreto n. 8.540/2015. Após o CD nos dias 28 e 29/1 para apreciar o orçamento de 2016, a Presidência da Fiocruz reafirmou que "as necessárias economias a serem realizadas não devem recair sobre os trabalhadores terceirizados". No dia 28, os integrantes do coletivo realizaram o enterro simbólico do decreto e, depois, seguiram em marcha até a Residência Oficial da Fiocruz para entregar o abaixo-assinado com mais de mil assinaturas pela suspensão imediata das demissões na Fundação. Além dos cortes, o coletivo pressiona a instituição na busca pela reversão das demissões já implementadas e, ainda, fomenta a criação de espaços institucionais de decisões participativas.

 
Domingo, 1 de Maio de 2016

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