Estudo aborda saúde de médicos de UTI neonatal
O trabalho e a saúde dos médicos que atuam numa Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital público neonatal. Esse foi o assunto abordado por Ana Paula Ferreira da Rocha, em sua dissertação de mestrado em Saúde Pública pela ENSP, apresentada no dia 21 de maio. Segundo ela, as principais consequências dessa atividade para os médicos são, principalmente, alterações sobre a saúde mental (psicológica) e queixas sobre o sono, o humor, cefaléia e alterações musculares. "O objetivo da pesquisa era conhecer as estratégias de defesa usadas por esses profissionais para manter a saúde num trabalho tão hostil. O que chamou a atenção foi a comprovação da automedicação e autodiagnóstico nessa classe", alertou.

Após dois anos à frente do Escritório da Fiocruz na África, o pesquisador da ENSP, José Luiz Telles renova seu projeto de coordenação e traça novos planos para a atuação e legitimação do Escritório no continente. Apesar de cinco anos de atuação, o Escritório ainda caminha na busca por protagonismo e reconhecimento institucional. Segundo Telles, existem grandes desafios externos, porém ultrapassar as barreiras internas da própria Fundação e suas unidades técnico-científicas para ganhar legitimidade tem sido a principal tarefa.
Gastão Wagner, sanitarista e professor do Departamento de Medicina Preventiva e Social da Unicamp, fala ao Informe ENSP sobre a situação atual e as propostas para o Sistema Único de Saúde (SUS).









