1. 'Radis' divulga novas ações de prevenção contra a febre amarela

    Apesar de ser uma doença conhecida, prevenível por vacinação, as abordagens contra a febre amarela não evitaram o aumento de 50,8% no número de casos em 2018 em relação a 2017. Some-se a isso o risco confirmado de reurbanização da doença, que mobiliza ativistas e especialistas para a divulgação de informações confiáveis e a necessidade de convencer a população a se vacinar. Radis apresenta, a seguir, um guia atualizado sobre a febre amarela, com base em orientações fornecidas por pesquisadores em oficina ministrada para jornalistas, no mês de março. Na pauta, os estudos sobre o novo medicamento, avaliações sobre a eficácia da vacina e a defesa da imunização - medida comprovada de prevenção do retorno da doença às cidades. Leia a reportagem completa da Radis, n° 187. 

  2. Febre amarela: 10 milhões ainda precisam se vacinar

    O Ministério da Saúde reforça a importância da população procurar os postos de vacinação nas novas áreas de risco de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. De acordo com o boletim epidemiológico publicado na última quarta-feira (11/4), que traz as informações enviadas pelos gestores locais, os três estados ainda estão com a cobertura bem abaixo da meta, que é 95%. A cobertura da campanha em curso no Rio de Janeiro está com 40,9%, a Bahia está com 55% e São Paulo com 52,4% da população-alvo vacinada. A vacina está disponível nos postos de saúde. O período de alta da doença segue até maio. Ao todo, a campanha nesses estados busca imunizar 23,8 milhões de pessoas.

  3. Guia sobre febre amarela tem a colaboração da Fiocruz

    O Ministério da Saúde elaborou uma cartilha com instruções sobre a doença para auxiliar profissionais e gestores que atuam em unidades básicas de saúde localizadas em regiões com surtos constatados. O documento contou com a colaboração de quatro pesquisadores do Instituto Nacional de Infectologia (INI/Fiocruz) em sua redação: André Siqueira, José Cerbino Neto, Juliana Arruda de Matos e Marília Santini de Oliveira.O Ministério da Saúde elaborou uma cartilha com instruções sobre a doença para auxiliar profissionais e gestores que atuam em unidades básicas de saúde localizadas em regiões com surtos constatados. O documento contou com a colaboração de quatro pesquisadores do Instituto Nacional de Infectologia (INI/Fiocruz) em sua redação: André Siqueira, José Cerbino Neto, Juliana Arruda de Matos e Marília Santini de Oliveira.

  4. Vacina de febre amarela será ampliada para todo o país

    Todo o território brasileiro será área de recomendação para vacina contra a febre amarela. A ampliação, anunciada na terça-feira (20/3) pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, será feita de forma gradual, iniciando neste ano e sendo concluída até abril de 2019. A medida é preventiva e tem como objetivo antecipar a proteção contra a doença para toda população em caso de um aumento na área de circulação do vírus. A parceria entre o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Biomanguinhos/Fiocruz) com o laboratório Libbs Farmacêutica, em São Paulo, pretende aumentar a capacidade de produção da vacina de febre amarela. A expectativa é que o laboratório passe a fornecer vacinas ao Ministério da Saúde a partir do segundo semestre deste ano. Atualmente, Biomanguinhos/Fiocruz é o maior produtor da vacina de febre amarela do mundo.

  5. Febre amarela: instituições se reúnem para planejar ações de enfrentamento da doença

    Alinhar novas estratégias de atuação conjunta visando fortalecer a pesquisa, o desenvolvimento e inovação, no estado de Minas Gerais e no país, para o enfrentamento da febre amarela foi o objetivo de uma reunião realizada na manhã desta segunda-feira (12/3), na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig). Articulado pela Fiocruz Minas e a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), o encontro contou com a presença de dirigentes das duas instituições e ainda da Fapemig, da Secretaria de Estado de Planejamento de Minas Gerais (Seplag-MG), da Fundação Ezequiel Dias (Funed) e do Hospital Eduardo de Menezes, da rede Fhemig. Também estiveram presentes representantes da Presidência da Fiocruz e da Coordenação de Vigilância e Laboratórios de Referência, além dos diretores de Bio-Manguinhos e do Instituto Nacional de Infectologia (INI). Pela Fiocruz Minas, participaram a direção e o Núcleo de Desenvolvimento Tecnológico (NIT).

  6. Vacina contra febre amarela em gestantes, lactantes e lactentes

    A população tem acompanhado as notícias sobre o surto de febre amarela que, segundo as últimas estatísticas brasileiras, apresenta o maior número de casos dos últimos 30 anos. Isso tem gerado dúvidas e preocupações sobre quem pode, quem deve e quem não pode nem deve receber a vacina. De acordo com a recomendação do Ministério da Saúde (MS), a vacina contra a febre amarela não é indicada para crianças menores de 6 meses, lactantes de crianças com até 6 meses de idade e gestantes. Segundo a pediatra do Banco de Leite Humano do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) Marlene Roque Assumpção, o bebê menor de 6 meses pode ser contaminado pelo vírus atenuado da doença, usado na fabricação do imunizante, “caso a mãe do lactente, menor de 6 meses, receba o imunizante, essa transmissão se dá através do leite materno e pode causar efeito adverso, como a encefalite viral,” destaca a pediatra.

  7. Febre amarela é o tema do Sala de Convidados

    O Brasil confirmou 545 casos de febre amarela, com 164 mortes, entre julho de 2017 e fevereiro deste ano. Os dados são do mais recente boletim divulgado pelo Ministério da Saúde na última quarta-feira, 21 de fevereiro. O levantamento reúne as informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde de todo o país. Depois de Minas Gerais, que começou uma campanha de vacinação no ano passado, os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia iniciaram suas campanhas este ano. Para dar conta da demanda, foi adotada a estratégia de fracionar a dose da vacina, o que garante a imunização por, pelo menos, oito anos. O Ministério da Saúde estuda ampliar a vacinação contra febre amarela para todo o país ainda em 2018.

  8. Saúde divulga novos números de casos de febre amarela (21/2)

    O Ministério da Saúde atualizou, nesta quarta-feira (21/2), as informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde sobre a situação da febre amarela no país. No período de monitoramento (de 1º de julho/2017 a 20 de fevereiro de 2018), foram confirmados 545 casos de febre amarela no país, sendo que 164 vieram a óbito. Ao todo, foram notificados 1.773 casos suspeitos, sendo que 685 foram descartados e 422 permanecem em investigação neste período.