1. Diferentes aspectos da febre amarela norteiam encontro na ENSP

    Pesquisadores da área de epidemiologia discutiram as diversas questões que cercam o aumento dos casos de febre amarela no país. A vacinação consciente e a melhor organização da vigilância em saúde foram alguns dos temas levantados pelos participantes do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos da ENSP (Ceensp) A expansão da febre amarela Silvestre: desafios e perspectivas. As apresentações do coordenador de Controle de Doenças da Secretaria de Estado de São Paulo, Marcos Boulos, da pesquisadora do Departamento de Endemias Samuel Pessoa da ENSP Andréa Sobral, do consultor científico de Bio-Manguinhos Reinaldo de Menezes Martins, e da coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI/SVS/MS), Carla Domingues já estão disponíveis, na íntegra, no canal da ENSP no youtube. O encontro foi realizado em 19 de abril, na Escola. Confira!

  2. Ceensp discutirá expansão da febre amarela no país

    Para discutir os desafios e perspectivas da expansão da febre amarela silvestre no país, a Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz) receberá, no âmbito do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos, quatro especialistas para debater os aspectos de controle, vigilância e imunização da doença. A atividade, a ser realizada nesta quarta-feira (19/4), das 9h às 16 horas, terá dois momentos de discussão, com presença do coordenador de Controle de Doenças da Secretaria de Estado de São Paulo, Marcos Boulos, e da pesquisadora da ENSP Andréa Sobral, na parte da manhã. Na mesa que terá início às 13 horas, estarão presentes o consultor científico de Bio-Manguinhos Reinaldo de Menezes Martins e a coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI/SVS/MS), Carla Domingues. "Os palestrantes abordarão aspectos da transmissão da FAS, da vacina e das estratégias de vacinação em distintos cenários. Apesar de aparente diminuição de casos, na ultima semana, é importante  debater as ações de saúde pública no controle da doença", afirmou o coordenador do Ceensp e pesquisador da ENSP, Fernando Verani. O Ceensp é aberto ao público e não há necessidade de inscrição prévia. O encontro será gravado e, posteriormente, disponibilizado no canal da ENSP no youtube.

  3. Fiocruz orienta sobre vacina de febre amarela em idosos

    Desde que a epidemia de febre amarela começou no início do ano, há preocupação com relação aos idosos e muitas dúvidas surgiram nas redes sociais. A vacina febre amarela de Bio-Manguinhos é de vírus vivos, obtida por atenuação da subcepa 17DD do vírus da doença, cultivado em ovos de galinha embrionados livres de germes patogênicos. Sendo uma vacina viva, alguns grupos etários precisam tomar precauções específicas, como as pessoas com 60 anos ou mais. Outro grupo etário é formado por crianças abaixo de seis meses. Neste caso, a imunização é contraindicada.

  4. Pesquisadores da ENSP comentam cobertura vacinal da febre amarela

    Os pesquisadores Eduardo Maranhão e José Fernando Verani, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), destacaram, em depoimento ao Informe ENSP, a importância da cobertura vacinal para evitar a transmissão da febre amarela. Os especialistas comentaram a matéria publicada no jornal O Globo, dia 10/3, com o diretor do Instituto Evandro Chagas, Pedro Fernando da Costa Vasconcelos, na qual ele afirma que o surto atual poderia ter sido evitado com a imunização de crianças de até um ano. Confira. 

  5. Opas/OMS atualiza alerta epidemiológico sobre febre amarela no Brasil e Bolívia

    A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) divulgou na sexta-feira (17/2) uma atualização de alerta epidemiológico sobre a febre amarela nas Américas. Neste ano, Colômbia, Bolívia, Peru e Brasil têm notificado casos da doença. O Ministério da Saúde da Bolívia notificou um caso de febre amarela com resultado positivo para IgM pela técnica ELISA. O paciente - turista do sexo masculino, 28 anos e não vacinado - chegou ao país em 8 de janeiro de 2017 e em 9 de janeiro seguiu para o município de Caranavi, onde provavelmente adquiriu a infecção. Em 28 de janeiro ele foi tratado em um hospital local e mais tarde transferido para cuidados particulares no Chile, recebendo alta em 13 de fevereiro. Durante o período provável de infecção, o caso permaneceu na Bolívia. A doença é endêmica no país, mas desde de 2013 foram notificados apenas casos isolados.

  6. Febre Amarela: especial da Agência Fiocruz de Notícias

    O aumento do número de casos de febre amarela em 2017 despertou a atenção das autoridades em Saúde do país. Combatida por Oswaldo Cruz no início do século 20 e erradicada dos grandes centros urbanos desde 1942, a doença voltou a assustar os brasileiros, com a proliferação de casos de febre amarela silvestre neste verão. Na última segunda-feira (30/1), o Ministério da Saúde confirmou 568 casos suspeitos, registrados em Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e São Paulo. Do total, 430 casos permanecem em investigação, 107 foram confirmados e 31 descartados. Das 113 mortes notificadas, 46 foram confirmadas, 64 permanecem em investigação e 3 foram descartadas. Confira, na seção criada pela Agência Fiocruz de Notícias, os dados atualizados da doença, as entrevistas, os eventos promovidos pela Ficoruz e as orientações sobre prevenção e imunização. 

  7. 'Febre amarela preocupa, mas ainda não é o momento de pensar no pior'

    Na opinião do pesquisador Paulo Chagastelles Sabroza, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, o quadro é preocupante quando o assunto é febre amarela (FA), mas o cenário poderá ser muito pior se "ocorrer a urbanização da febre amarela e a epizootia dos macacos se alastrar pelas matas de galeria dos estados de São Paulo ou Espírito Santo e chegar às matas de litoral dos estados da Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, onde vivem milhões de pessoas, e grandes grupos populacionais de macacos". Ainda assim, ele afirma que ainda não é o momento de pensar nesse "cenário caótico".