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PROPOSTA INTEGRADA DE MINIMIZAÇÃO DO USO DE AGROTÓXICOS EM COMUNIDADES AGRÍCOLAS RURAIS DO MUNICÍPIO DE TERESÓPOLIS.

Departamento: DSSA - DEPARTAMENTO DE SANEAMENTO E SAÚDE AMBIENTAL

Programa de pós-graduação: SAÚDE PÚBLICA

Linha: SANEAMENTO E SAÚDE AMBIENTAL - PSP

Grupo: DESENVOLVIMENTO LOCAL, DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE E DO AMBIENTE E HABITAÇÃO SAUDÁVEL

Subárea de Conhecimento: 4.06.02.00-1

Descrição do projeto:
Projeto de Intervenção da aluna Arlete Soares Maia Nunes, aluna do Curso de Especialização em Promoção de Espaços Saudáveis e Sustentáveis com orientação da professora do curso, Márcia Moisés.
Márcia Moisés é pesquisadora da ENSP/FIOCRUZ, docente e orientadora do CEESS e do CEESPSA do DSSA/ENS/FIOCRUZ.
É aluna do Doutorado em Saúde Pública da ENSP/FIOCRUZ/2008 com a orientação do Professor Jorge Mesquita Huet Machado e co-orientação do Professor Frederico Peres no projeto Reflexões sobre a vigilância dos agrotóxicos no Brasil.

Projeto da aluna Arlete Soares Maia Nunes com orientação de Márcia Moisés.
PROPOSTA INTEGRADA DE MINIMIZAÇÃO DO USO DE AGROTÓXICOS EM COMUNIDADES AGRÍCOLAS RURAIS DO MUNICÍPIO DE TERESÓPOLIS.
DESAFIOS PARA AS VIGILÂNCIAS EM SAÚDE DO TRABALHADOR E AMBIENTAL E PARA A EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL

Resumo
Introdução:Teresópolis tem uma população de 138.081 habitantes(censo/2000) e uma economia calcada na produção agrícola e no turismo. A pactuação para ser objeto de pesquisa do trabalho desenvolvido pelo Ministério da Saúde no Programa de Vigilância Ambiental em Saúde de Populações Expostas a Solos Contaminados ocorreu devido a ter mais de 100 mil habitantes, sendo desenvolvido junto à Secretaria Municipal de Saúde.Objetivos:Identificar os problemas de contaminação na saúde do trabalhador em áreas agrícolas devido ao uso abusivo de agrotóxicos; obter informações sobre os mais utilizados e formas de prevenção; incentivar soluções locais e replicá-las. Método: O estudo está calcado em pesquisas documental e de campo com utilização de questionário, ficha de campo da SVS/MS, georreferenciamento, entrevistas, observações, dados do SINAN e da Divisão Municipal de Vigilância Epidemiológica(DVE).Resultados: Foram cadastradas no SISSOLO de 2006 a 2008, 32 propriedades, caracterizadas como áreas com populações sob risco de exposição e solo potencialmente contaminado. A comunidade agrícola, em sua maioria pertence às classes média e baixa e uma minoria, sem renda mínima, trabalha para os donos das terras. Dados obtidos com utilização da ficha da SVS direcionada para o agricultor registram que nas áreas visitadas não ocorreram estudos anteriores.Foram identificados os agrotóxicos em uso nas propriedades pelas entrevistas e cadastrados no SISSOLO: Afalon, Censor, Cercobin, Decis, Deltaphos, Dithane, Folisuper, Glifosato, Karate, Lorsban, Malathion, Roundup, Tamaron, Gramoxone, Manzart e Folidol. Os dados obtidos sobre intoxicação exógena no SINAN e conferidos com a DVE de 2006 até 04/2009 registram 26 casos. Conclusão: Sugere-se verificar a dimensão do problema e a necessidade de políticas públicas integradas para a definição de estratégias e a criação de instrumentos de gestão. Propor ações intersetoriais aonde os profissionais de várias áreas atuem na capacitação da população agrícola através de ofertas de alternativas, sem utilização de agrotóxicos ou com sua minimização; credenciar um posto de recolhimento previamente licenciado e; preparar os estudantes de medicina da Fundação Educacional Serra dos Órgãos para diagnosticar as intoxicações exógenas. O trabalho terá continuidade como um Projeto de Curso de Especialização da ENSP/FIOCRUZ.

Natureza:

  • Pesquisa

Ano do início do projeto: 2008

Ano do fim do projeto: 2010

Coordenador: MÁRCIA MOISÉS

Participante Aluno:

 
Quinta, 21 de Novembro de 2019

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