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Centro de Estudos da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca

Rio, 25/04/2015

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Notícias

Indígenas: censos aprimoram descrição da população e expõem desafios

Com um contingente populacional de 896 mil indígenas (0,4% da população total), 505 terras (12,5% do território brasileiro), 305 etnias e 274 línguas, segundo o Censo Demográfico 2010, é inegável reconhecer o aprimoramento dos instrumentos de coleta nas pesquisas que envolvem a população indígena. No entanto, conforme debateram os palestrantes do Centro de Estudos Miguel Murat, realizado na ENSP, em 8/4, que abordou os Indígenas nas estatísticas nacionais de saúde, ampliar o olhar sobre as questões indígenas também significa expor as iniquidades, os principais problemas de saúde e as vulnerabilidades que acometem essa população. "Nós, demógrafos e pesquisadores, de modo geral, ainda temos muitas perguntas a serem respondidas", admitiu a pesquisadora do IBGE Nilza Pereira, que conduziu o Ceensp na companhia dos pesquisadores da ENSP Andrey Moreira Cardoso, Ricardo Ventura e Carlos Coimbra.

Ceensp debaterá índigenas nas estatísticas de saúde brasileira

Apesar de contar com uma população muito diversificada e com um crescimento importante nos últimos anos, segundos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os indígenas no Brasil ainda sofrem com desigualdades sociais que acabam afetando a saúde dessa sociedade. É com este foco que a ENSP promoverá a terceira atividade do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos, no dia 8 de abril, com o tema Indígenas nas estatísticas nacionais de saúde. Para debater a questão foram convidados os pesquisadores da Escola Andrey Moreira Cardoso e Carlos Coimbra Jr. e a pesquisadora do IBGE Nilza Pereira. O encontro está marcado para 13h30, no salão internacional da ENSP e é aberto a todos os interessados.

Ceensp debate acesso a medicamentos para doenças raras

Números, equações, fórmulas: basta olhar um prédio bem construído, uma ponte, uma ferrovia, para nos darmos conta da inegável contribuição da matemática em nosso dia a dia. Mas ainda que ela dê conta de boa parte das atividades humanas, a vida se espalha por pontos cegos, buracos negros, regiões fronteiriças em que a lógica tradicional não penetra. Um desses casos é o tratamento medicamentoso para pacientes com doenças raras. Pelo fato delas atingirem, como o próprio nome sugere, um número pequeno de pessoas, os cálculos para que o fornecimento remédios seja incluído no Sistema Único de Saúde não podem seguir os mesmos modelos de outras doenças. Possíveis soluções, avanços legais e científicos, entre outras variáveis desse tema complexo, foram discutidos durante o segundo Ceensp de 2015, no dia 25 de março, que teve por título Medicamentos para doenças raras: eficiência econômica versus equidade social.

Ceensp debaterá índigenas nas estatísticas de saúde brasileira

Apesar de contar com uma população muito diversificada e com um crescimento importante nos últimos anos, segundos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os indígenas no Brasil ainda sofrem com desigualdades sociais que acabam afetando a saúde dessa sociedade. É com este foco que a ENSP promoverá a terceira atividade do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos, no dia 8 de abril, com o tema Indígenas nas estatísticas nacionais de saúde. Para debater a questão foram convidados os pesquisadores da Escola Andrey Moreira Cardoso e Carlos Coimbra Jr. e a pesquisadora do IBGE Nilza Pereira. O encontro está marcado para 13h30, no salão internacional da ENSP e é aberto a todos os interessados.

Ceensp debaterá medicamentos para doenças raras (alteração de local)

O Centro de Estudos da ENSP de 25/3 terá como tema Medicamentos para doenças raras, eficiência econômica versus equidade social. São consideradas raras doenças crônicas sérias, degenerativas e que normalmente colocam a vida em risco; doenças incapacitantes, que comprometem a qualidade de vida devido à falta de autonomia; doenças em que o nível de dor e de sofrimento do indivíduo e da sua família é elevado; e doenças para as quais não existe uma cura efetiva, mas os sintomas podem ser tratados para melhorar a qualidade de vida e a esperança de vida. A atividade será coordenada pelo pesquisador da ENSP Claudio Cordovil que recentemente assinou artigo sobre o assunto. Marcado para 13h30, na sala 410 da Escola, o Ceensp contará com a participação dos professores da Faculdade de Medicina da Uerj Denizar Vianna e Fernando Aith e da representante do Instituto Canguru Marlene Sturm. O encontro é aberto a todos os interessados e não necessita inscrição prévia. 

 

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