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Súmula

Toda atenção à ataxia

Doença de caráter progressivo, ainda sem cura e sem estatísticas oficiais no país, a ataxia é periodicamente tema de um encontro que já está em sua 15ª edição, promovido pela Associação Brasileira de Ataxias Hereditárias e Adquiridas (Abahe). O último encontro foi realizado (26/5) em Pindamonhangaba, SP, abordando as diversas terapias que podem proporcionar melhor qualidade de vida a quem tem a doença. As ataxias podem ser hereditárias — como a Doença de Machado Joseph, que surge na fase adulta e tem maior ocorrência mundial — ou adquiridas, por abuso de álcool ou drogas, intoxicação medicamentosa e por metais pesados ou disfunções do sistema neuroimunológico. De acordo com a Abahe, fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, fisiatria, além de suporte psicológico e de tratamentos alternativos e naturais, devem fazer parte do dia a dia de quem tem a doença. A pessoa com ataxia tem andar cambaleante, falta de coordenação motora, dificuldades na fala e na deglutição e perda de equilíbrio. O intelecto não é atingido. A Abahe reúne portadores de ataxias e presta suporte aos familiares, amigos e cuidadores, por meio de encontros, parcerias, convênios e disseminação de informações. Ver mais no site da associação (www.abahe.org.br).

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