Ministério da Saúde

Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca

Pós-Graduação em saúde pública

Notícias

Mestrado ENSP: cinco trabalhos serão apresentados nesta quarta-feira (30/3)

Na quarta-feira, 30 de março, cinco dissertações de mestrado serão apresentadas na ENSP, duas no programa de Saúde Pública, uma no programa de Bioética, Etica Aplicada e Saúde Coletiva e duas no pragama de Saúde Pública e Meio Ambiente. Confira!

Estudo analisa Programa Nacional de Melhoria do Acesso e a Qualidade da Atenção Básica

No dia 24 de março, apresentação da dissertação de mestrado acadêmico em Saúde Pública Atributos da Atenção Primária nas regiões de saúde: uma análise dos dados do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica, por Juliana Gagno Lima, na sala 407 da ENSP, a partir das 9h30.

Trabalhos de mestrado em Saúde Pública são apresentados na ENSP em 28/3

Nesta segunda feira, 28 de março, duas dissertações de mestrado acadêmico em Saúde Pública serão apresentadas na ENSP. Confira os temas, alunos e orientadores.

Confira a aula magna de Carlos Lessa na abertura do ano letivo da ENSP

A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca recebeu, em 9 de março, o economista e ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Carlos Lessa, para a aula magna de abertura dos quatro Programas de Pós-Graduação da ENSP ? Saúde Pública, Saúde Pública e Meio Ambiente, Epidemiologia em Saúde Pública e Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva ? em 2016, com o tema A cidade e a saúde. Durante sua exposição, o palestrante dissertou sobre a necessidade de se repensar o modelo atual de crescimento das cidades, a importância de se estudar a Constituição de 1988 nas instituições de ensino e destacou: ?Nem tucanos nem petistas conseguiram colocar o centro do debate no capítulo dos direitos humanos da Constituição, porque o avanço da globalização foi muito rápido. Por que foi apagada a lucidez do constituinte de 1988? Porque não interessa à lógica do desenvolvimento do capital a existência de projetos humanitários na periferia?.

Resultado da eleição no Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública

Nos dias 21 e 22 de março, no horário de 9h às 17hs, foi realizada a votação para a eleição das candidatas aos cargos de coordenadora e coordenadoras adjuntas do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública, bem como dos três representantes docentes na Comissão de Pós-Graduação (CPG-SP). Participaram do processo eleitoral 103 docentes (63,2% do universo de eleitores). A chapa única Diálogo e Compromisso, constituída por Cristiani Vieira Machado, Edinilsa Ramos de Souza e Simone Santos Oliveira foi eleita com o total de 95 votos (92% do total de votos). Os (as) candidatos(as) a membros da Comissão de Pós-Graduação tiveram a seguinte votação: Margareth Portela, 68 votos (66%); Cosme Marcelo Furtado, 61 votos (59,2%); e Mônica Martins, 52 votos (51%), sendo eleitos como os três mais votados. Também receberam votos Marly Marques, com 50 (48,5%) e Rosana Magalhães, com 46 votos (44,7%).

Estudo analisa o cuidado centrado no paciente nos serviços de saúde

No dia 14 de março, apresentação da dissertação de mestrado acadêmico em Saúde Pública O cuidado centrado no paciente (na pessoa?) nos serviços de saúde: as estratégias utilizadas pelos governos, por Patricia Helena Goulart Gomes, na sala 404 da ENSP, a partir das 14 horas.

As lúcidas obsessões de Carlos Lessa

Uma constituição avançada em direitos humanos, mas que nunca saiu do papel. Um modelo de desenvolvimento urbano que rouba às pessoas as horas mais preciosas de suas vidas. Esses são alguns dos temas que o economista Carlos Lessa, convidado para proferir a aula magna do ano letivo da ENSP, realizada em 9 de março, abordou em sua fala, com a persistência de quem profere um alerta. Na opinião do professor, é preciso resgatar a Constituição de 1988 e trazê-la para o centro dos debates nacionais, e necessário que estejamos atentos para resistir aos avanços do capital sobre o tempo de não trabalho das pessoas. Aos 79 anos, o ex-reitor e professor emérito da UFRJ e ex-presidente do BNDES trouxe para a exposição, cujo tema era A Cidade e a Saúde, sua experiência e saber, mas, sobretudo, a disposição e coragem para dizer o que pensa.

Estigma pode agravar sofrimento mental, revela pesquisa da ENSP

"O estigma, como expressão da violência, interfere na relação saúde e doença e pode agravar o sofrimento mental e gerar complicações orgânicas, como alergias e náuseas.? É o que revela a aluna Raquel Silva Barretto, em sua dissertação de mestrado em Saúde Pública da ENSP, sob orientação da pesquisadora Ana Elisa Bastos Figueiredo. A pesquisa, considerada inovadora, teve como objetivo estudar a percepção dos profissionais de saúde mental sobre a questão em relação aos pacientes com transtornos mentais internados em Unidade Psiquiátrica de um hospital geral do município do Rio de Janeiro. Seis profissionais da equipe de saúde mental - psiquiatras e enfermeiros - responderam a uma entrevista e apresentaram maior compreensão sobre violência, ao passo que não demonstraram familiaridade com o termo estigma, segundo Raquel. "Apesar disso, houve concordância sobre a relação do estigma com a violência. Reconhecem que esse fenômeno é presente em suas práticas profissionais, e o estigma como expressão da violência se dá de forma naturalizada, sendo difícil identificá-la no âmbito institucional."

Copyright 2006 ENSP/FIOCRUZ. Todos os direitos reservados.