Ministério da Saúde

Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca

Pós-Graduação em saúde pública e meio ambiente

O Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente iniciou suas atividades em 2006 e tem seus cursos credenciados pela Capes. Saiba mais

Destaque

Pesquisa analisa evolução nutricional de lactentes nascidos prematuros

No dia 4 de julho, apresentação de dissertação de mestrado em Saúde Pública e Meio Ambiente Evolução nutricional de lactentes nascidos prematuros, acompanhados durante o primeiro ano de vida, no ambulatório de seguimento de um hospital de referência do Rio de Janeiro, por Daiana Belen Lopez, a partir das 9 horas, na sala 41 do prédio do Cesteh/ENSP. 

Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente da ENSP se pronuncia sobre saída dos EUA do Acordo do Clima

Poucos dias antes da data estabelecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas como o Dia Mundial do Meio Ambiente - lembrado em 5 de junho -, o presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, anunciou a saída do país do Acordo do Clima. A notícia caiu como uma bomba em todo o mundo, visto que o acordo tem o propósito de controlar e gerir melhor os efeitos globais, regionais e locais da mudança do clima. Celebrado em Paris em dezembro de 2015, o acordo representa um grande avanço global, pois, praticamente, todos os países do mundo assumiram o compromisso de reduzir emissões de gases contribuintes para o efeito estufa (GEE), com o objetivo de manter o aquecimento global médio abaixo de 2 ºC neste século. O Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública e Meio Ambiente da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), na pessoa da professora Martha Barata, elaborou uma carta na qual reflete sobre o impacto do anúncio realizado pelo presidente da Nação que muito contribui para a mudança do clima. Confira, a seguir, a carta da professora Martha Barata, pesquisadora do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), que trabalha com o tema desde 1994.

Pesquisa estuda efeitos genotóxicos da exposição a benzeno em trabalhadores

Estudar os efeitos genotóxicos decorrentes da exposição crônica a benzeno oriundos ambientalmente e ocupacionalmente dos vapores de gasolina foi o objetivo da pesquisa da aluna do Doutorado em Saúde Pública e Meio Ambiente da ENSP, Isabele Campos Costa Amaral, sob orientação das pesquisadoras Ariane Leites Larentis, Paula de Novaes Sarcinelli e Rita de Cássia Oliveira da Costa Mattos. Foi feita a comparação de uma população formada por trabalhadores expostos ocupacionalmente ao benzeno em baixas doses oriundos de postos revendedores de combustíveis da zona oeste do Rio de Janeiro, localizados na Área de Planejamento AP 5.3 do município do RJ, que compreende os bairros de Paciência, Santa Cruz e Sepetiba, e uma população exposta ambientalmente ao benzeno, sendo formada por trabalhadores das portarias terceirizados da Diretoria de Administração do Campus da Fiocruz.

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