Ministério da Saúde

Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca

Pós-Graduação em saúde pública e meio ambiente

O Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente iniciou suas atividades em 2006 e tem seus cursos credenciados pela Capes. Saiba mais

Destaque

Inscrições abertas para Doutorado em Saúde, Ambiente e Sociedade

Formar doutores capacitados a conduzir pesquisas em áreas específicas e para docência no ensino superior e na pós-graduação, comprometidos com uma visão contemporânea da temática regional, nacional e internacional nas áreas de Saúde Coletiva, Medicina Tropical e Saúde da Criança e da Mulher, é o principal objetivo do curso de Doutorado em Saúde, Ambiente e Sociedade, oferecido oor meio de consórcio entre os Programas de Pós-Graduação em Saúde Pública, Epidemiologia em Saúde Pública e Saúde Pública e Meio Ambiente da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), o Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e o Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e da Mulher do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz). Os interessados devem se inscrever até 9 de fevereiro na Plataforma Siga.

Pesquisa analisa intervenção educacional na avaliação da exposição a agrotóxicos

No dia 28 de novembro, defesa de tese de doutorado em Saúde Pública e Meio Ambiente O papel de uma intervenção educacional na avaliação da exposição a agrotóxicos na área agrícola de Serrinha do Mendanha, por Daniel Santos Souza, a partir das 13 horas, na sala 405 do prédio da ENSP. 

Pesquisa analisa diagnóstico de entero parasitos em areia de praias

No dia 31 de outubro, defesa de tese de doutorado em Saúde Pública e Meio Ambiente Diagnóstico de entero parasitos em areia de praias por métodos de biologia molecular, por Ludimila Santos Amaral, a partir das 9h30, na sala 407 da sala da ENSP. 

Condições de água, solo e rios de Manguinhos (RJ) são impróprias, diz pesquisa da ENSP

Uma pesquisa da ENSP sobre as condições sanitárias da água residencial, do solo peridomiciliar e dos rios Faria-Timbó, Jacaré e Canal do Cunha das comunidades do território de Manguinhos, no Rio de Janeiro, detectou que 73% das amostras de água coletadas de filtros e galões apresentaram-se impróprias e 27% estavam próprias, pelo padrão de potabilidade, que deve ter ausência de coliformes totais e de Escherichia Coli, segundo a portaria 2.914/11 do Ministério da Saúde. Das amostras de água coletadas nas torneiras, 69% estavam impróprias e 31% das amostras encontraram-se próprias. O estudo de autoria da aluna do mestrado em Saúde Pública e Meio Ambiente, Natasha Berendonk Handam, sob orientação  da pesquisadora Adriana Sotero Martin, fez coletas de água residencial nas treze comunidades de Manguinhos, totalizando 134 residências. "Nessa região, os serviços de água e de esgoto não chegaram na mesma velocidade em que se deram as construções das casas e vielas, de forma que grande parte dos domicílios possui fornecimento de água da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) ligado de forma clandestina, geralmente próximo aos canos de esgoto, o que pode contaminar tanto a água que chega a estes moradores quanto, também, aos que recebem a água pelos encanamentos da Cedae", informa a aluna.

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