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Tuberculose em População Carcerária do Estado do Rio de Janeiro: Prevalência e Subsídios para Formulação de Estratégia de Controle

Departamento: não informado

Programa de pós-graduação: SAÚDE PÚBLICA

Linha: ENSINO

Grupo: DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS E CUIDADOS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

Subárea de Conhecimento: 4.06.02.00-1

Descrição do projeto:
A tuberculose é um grande problema de saude pública nas prisões do Rio de Janeiro. As estratégias recomendadas para o controle da TB em prisões, relativamente bem estabelecidas para países industrializados onde a incidência de TB é menos elevada, não são claras para países de alta e média endemicidade como o Brasil. O objetivo desta tese é contribuir para a reformulação das estratégias de controle, especialmente no que se refere à detecção ativa de casos. A fim de melhor avaliar a situação epidemiológica, realizamos inquéritos radiológicos seguidos de testes bacteriológicos em três unidades prisionais (n=3014) que mostraram taxas de prevalência de 4,6%, 6,3% e 8,6%, respectivamente, uma heterogeneidade que parece associada ao fato dos detentos serem alocados em função da comunidade de origem onde a freqüência de TB varia. Tendo como referência o método radiológico, avaliamos a performance de vários métodos de rastreamento baseados em elementos anamnésticos e clínicos (tosse>3semanas, escore proposto pela OMS, presença de ao menos um sintoma, escore por nós desenvolvido a partir de nossos dados) que se mostraram decepcionantes. Baseados nestes estudos e em outros adicionais (epidemiológicos, bio-matemáticos e psico-sociológico) dos quais participamos, propomos um programa de luta contra a TB que, em complemento às recomendações nacionais, inclui medidas específicas adaptadas ao contexto carcerário no que se refere especialmente à participação efetiva não só de detentos e profissionais de saúde, mas também de agentes de segurança penitenciária e outros membros da comunidade carcerária , estratégias detecção de casos no momento do ingresso na prisão e durante o encarceramento, acompanhamento individualizado do tratamento, vigilância epidemiológica. Sabemos que este programa terá muito mais sentido se acompanhado da melhoria das condições de encarceramento e que sua aplicação implica em forte vontade política para que o direito dos detentos a saúde seja efetivamente respeitado

Natureza: não informado

Ano do início do projeto: 2004

Ano do fim do projeto: 2007

Coordenador: LUIZ ANTONIO BASTOS CAMACHO

 
Terça, 12 de Novembro de 2019

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