1. Relatório revela aumento de políticas de controle do tabaco que podem salvar vidas

    O último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a epidemia mundial de tabagismo, publicado na quarta-feira, 19 de julho de 2017, revela um aumento no número de países que implementaram políticas de controle do tabaco, que vão desde proibições de publicidade até áreas livres do fumo. Aproximadamente 4,7 bilhões de pessoas - 63% da população mundial - estão protegidas por ao menos uma medida integral de controle do tabaco, número que quadruplicou desde 2007, quando só um bilhão de pessoas (15% da população mundial) estavam protegidas. As estratégias para aplicar essas ações têm salvado milhões de pessoas de uma morte prematura. No entanto, a indústria do tabaco continua prejudicando os esforços dos governos para implementar plenamente as intervenções de vida e de economia de custos, de acordo com o novo relatório da OMS sobre a epidemia mundial de tabaco 2017.

  2. 'Vigilância Epidemiológica Hospitalar' é tema de pesquisa da ENSP

    A vigilância em saúde tem papel fundamental na identificação, resposta e controle às doenças e agravos em saúde, bem como monitoramento dos perfis de morbi-mortalidade. Em particular, a Vigilância Epidemiológica Hospitalar (VEH) foi instituída pelo Ministério da Saúde, em agosto de 2010, como forma de melhorar a vigilância em saúde, a partir da visão hospitalar, com aplicação de incentivos financeiros para implantação e manutenção dessa ação estratégica. A pesquisa da aluna de Mestrado Profissional em Saúde Pública da ENSP, Maria Beatriz Ruy, orientada pela pesquisadora Maria Angélica Borges dos Santos, foi ao encontro desse tema e teve como objetivo avaliar a rede de núcleos de VEH, segundo modelos de vigilância e financiamento no Brasil entre 2008-2016. Os resultados do estudo apontam aumento do número de núcleos de VEH no período de 2014 a 2016, momento de mudança do modelo de vigilância, de sentinela para base populacional. "Isso aconteceu, provavelmente, em virtude de mais flexibilidade dos gestores locais em indicar os hospitais mais convenientes ou com maior necessidade de monitoramento", disse a aluna.

  3. Roda de Conversa aborda a prevenção de acidentes de trabalho

    O Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP) promoverá, nesta sexta-feira, 28 de julho, mais uma atividade do projeto Roda de Conversa. Dessa vez, a discussão será em torno da prevenção de acidentes de trabalho, em alusão ao Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, lembrado em 27 de julho. O intuito é que o debate motive os trabalhadores a conhecer mais sobre a data e a legislação de segurança do trabalho. Em sua 32ª edição, o projeto Roda de Conversa busca enriquecer e ampliar as discussões sobre ambiente, saúde e trabalho. O encontro, marcado para as 8h30 na sala de espera do Ambulatório do Cesteh, contará com a presença dos trabalhadores em processo de avaliação de saúde no Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e será aberto a todos os interesssados no tema. Para participar da atividade, não é necessária a inscrição prévia.

  4. Pesquisadora fala sobre Infecções Sexualmente Transmissíveis, resistência aos medicamentos e cenário brasileiro

    Monica Malta, pesquisadora do Departamento de Ciências Sociais da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz) e da Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, fala sobre o crescimento das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), a eficácia das ações de prevenção, o cenário brasileiro, os problema atuais e as estratégias futuras no enfrentamento de resistências aos medicamentos.

  5. Mestrado Profissional em Vigilância em Saúde do Trabalhador promove aula aberta nesta quinta-feira (27/7)

    O Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP) promoverá, no dia 27 de julho, aula aberta do Mestrado Profissional em Vigilância em Saúde do Trabalhador com o tema Estratégias de Vigilância em Saúde do Trabalhador relacionadas ao amianto, silíca e benzeno: Por onde caminhamos? A atividade contará com a participação de Regina Dal Castel Pinheiro, do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Santa Catarina (Cerest/SC), Fátima Sueli Neto Ribeiro, professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e Simone Alves do Santos, diretora técnica da Divisão de Saúde do Trabalhador, do Centro de Vigilância Sanitária e Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest/SP). A atividade, marcada para às 13h30, no salão internacional da ENSP, é aberta a todos os interessados e não necessita de inscrição prévia. O pesquisador do Cesteh/ENSP Luiz Carlos Fadel mediará o debate, que será coordenado pelas pelas também pesquisadoras do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador, Ana Maria Cheble Braga e Simone Oliveira. 

  6. Aula inaugural celebra 35 anos do Curso de Saúde Mental da ENSP

    No dia 3 de agosto, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) promoverá duas atividades para marcar o 35º ano do Curso de Especialização em Saúde Mental e Atenção Psicossocial, coordenado pelo pesquisador Paulo Amarante. Na primeira delas, na parte da manhã, às 9 horas, haverá a aula inaugural Guerra às Drogas e Pós-Democracia, a ser proferida pelo doutor em Direito e membro da Associação dos Juízes pela Democracia Rubens Casara, no salão internacional da ENSP. No segundo momento, haverá a divulgação de vídeos inéditos sobre Michel Foucault. Os eventos são abertos e não há necessidade de inscrição prévia.

     

  7. Indústria do tabaco prejudica esforços dos governos para combater fumo, denuncia OMS

    Cerca de 4,7 bilhões de pessoas - 63% da população mundial - estão protegidas por pelo menos uma medida de controle do tabaco, número que quadruplicou desde 2007, quando apenas 1 bilhão de indivíduos estavam resguardados do cigarro por políticas integrais. O avanço é destaque do novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a epidemia de tabagismo, divulgado na quarta-feira (19). Apesar dos progressos, a agência da ONU alerta: a indústria do tabaco continua prejudicando os esforços dos governos para implementar plenamente intervenções que são capazes de salvar vidas e reduzir os custos trazidos pelo consumo de cigarros.

  8. CNS se reunirá na Fiocruz

    O Conselho Nacional de Saúde se reunirá fora de Brasília pela primeira vez em sua história. O encontro, que acontecerá entre os dias 9 e 11 de agosto, na Fiocruz, reunirá diversas unidades da Fundação, entre elas a Escola Nacional de Saúde Pública, para discutir temas relevantes e urgentes como a atenção básica, os direitos dos usuários de saúde, o desenvolvimento sustentável, entre outros, além da possibilidade de estreitar laços com os conselheiros, mostrando os produtos e serviços que têm a oferecer ao Sistema Único de Saúde. Também estarão na pauta de discussões a 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde e a 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres. "Diante da conjuntura política, de crise institucional, política e econômica do país e de todas as ameaças ao SUS, é muito importante para a Fiocruz sediar uma reunião do Pleno do CNS. A Escola terá a oportunidade de acolher os conselheiros mostrar nossos processos de formação, investigação e nossa área de atenção e serviços”, afirmou o diretor da ENSP/Fiocruz, Hermano Castro.

  9. ENSP recebe representante da Wellcome Trust nesta quarta-feira (26/7)

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) receberá, nesta quarta-feira, 26 de julho, o representante da Wellcome Trust, João Rangel de Almeida. A visita, marcada para 14 horas no salão internacional da Escola, tem o intuito de estreitar a cooperação entre as instituições. Na opinião do diretor da ENSP, Hermano Castro, é uma oportunidade para apresentação de propostas de pesquisas e outras possibilidades de parceria com a instituição internacional. O encontro é voltado aos membros do Conselho Deliberativo, ao Colegiado de Pesquisa e Ensino, bem como aos demais interessados. 

  10. Cuidado em domicílio: ACS são legítimos mobilizadores sociais, mas não é o suficiente para garantir seu reconhecimento

    Era uma visita domiciliar de rotina. Mas a agente comunitária de saúde Haíla Rangel Pimenta percebeu que o gatinho ao pé da mesa tinha uma grande ferida no olho esquerdo. Durante o café, ela também notou uma lesão no braço da dona da casa, algo como um pequeno furúnculo - pelo menos foi assim que a senhora tentou desconversar naquele dia. Háila não se convenceu e marcou uma consulta da moradora com a médica do Posto de Saúde da Família Maria Cristina, em Mesquita, município da Baixada Fluminense, onde atua desde 2010. O atendimento revelou esporotricose - micose que pode afetar homens e animais, especialmente os felinos. "Voltei à comunidade com o enfermeiro, conversei com o restante da equipe, fizemos pesquisas. No dia seguinte, estávamos com uma palestra pronta. Depois, saímos colando cartazes alertando sobre os cuidados e acabamos descobrindo inúmeros outros casos na região", lembra Háila.