1. Fiocruz detecta presença de vírus zika com potencial de infecção em saliva e urina

    Estudo pioneiro da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), órgão vinculado o Ministério da Saúde, constatou a presença do vírus zika ativo (com potencial de provocar a infecção) em amostras de saliva e de urina. A evidência inédita, que sugere a necessidade de investigar a relevância destas vias alternativas de transmissão viral, foi constatada pelo Laboratório de Biologia Molecular de Flavivírus do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). A descoberta foi anunciada em entrevista coletiva na sexta-feira (5/2) no campus da Fiocruz em Manguinhos, no Rio de Janeiro.

  2. Portais do governo aderem à campanha contra o Aedes

    Nesta quinta-feira (4/2), os sites oficiais do governo aderiram à campanha nacional de combate ao Aedes e zika vírus. Os usuários que acessarem os portais federais observarão imagens de três mosquitos voando na tela do computador ou dos dispositivos móveis utilizados para navegação. Ao posicionar o cursor sobre o mosquito e clicar sobre ele, o leitor será direcionado ao site oficial da ação. A previsão é que todos os sites do Governo Federal entrem na campanha, lançada no dia 27. A ação já pode ser visualizada no Portal ENSP. #ZikaZero

  3. Radis amplia o foco do debate sobre o Aedes aegypti

    A  edição n°161 de fevereiro de 2016 da Revista Radi, disponível on-line, destaca a tríplice epidemia viral de dengue, chikungunya e zica, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. "A possibilidade de alguns casos de zika evoluírem para complicações neurológicas como a síndrome de Guillan-Barré, e, desde novembro passado, a constatação de que a infecção pelo vírus durante a gravidez tem relação direta com uma outra epidemia, a de casos de microcefalia, entre outros comprometimentos da zika congênita, tornou a atual crise sanitária uma prioridade para além do campo da saúde, acordando as autoridades e preocupando toda a população", alerta o editorial da publicação. A matéria de capa critica a ideia do mosquito como o “inimigo número um”, porque é mais eficaz modificar as condições que propiciam a proliferação do mosquito do que focar diretamente nele, afirmam pesquisadores e sanitaristas entrevistados. "O que permite a infestação dos mosquitos nas cidades brasileiras é a ausência de saneamento e de oferta contínua de água, acúmulo de lixo, falta de drenagem e de limpeza pública, falta de cuidados dentro e fora das casas para eliminar qualquer acúmulo de água parada."

  4. Supervisora de enfermagem do CSEGSF comenta novo calendário de vacinação

    O calendário nacional de vacinação sofreu mudanças em 2016. De acordo com Ministério da Saúde, as alterações serão anotadas nas cadernetas nas próximas campanhas de imunização. A oferta da hepatite B será ampliada para idosos. Em reportagem para o Canal Saúde, da Fiocruz, a supervisora de enfermagem do Centro de Saúde Germano Sinval Faria (CSEGSF/ENSP), Slete Ferreira, explicou que a vacina da hepatite B era ministrada até 49 anos e verificou-se que, com a continuidade das atividades sexuais dos idosos, esse foi um dos motivos para a ampliação da oferta da vacina.

  5. Programa discute os fatores que interferem na escolha do parto

    A pesquisadora Silvana Granado, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), participou, na última sexta-feira, do programa Tema Livre, da Rádio Nacional, que debateu os fatores que interferem na escolha pelo tipo de parto e o alto número de cesarianas no país. A pesquisadora, que comentou os resultados da pesquisa Nascer no Brasil: Inquérito Nacional sobre Parto e Nascimento, também falou sobre o elevado número de cesarianas e das intervenções obstétricas durante o trabalho de parto em mulheres brasileiras. O programa também discutiu o papel dos médicos e de outros profissionais como as doulas.

  6. Calendário de vacinação do país tem mudanças em 2016

    Os postos de saúde de todo o país já estão com novo calendário de vacinação para 2016. Estão sendo alteradas doses de reforço para vacinas infantis contra meningite e pneumonia, além do esquema vacinal da poliomielite e o número e doses da vacina de HPV, que não será mais necessária a terceira dose. As mudanças, realizadas pelo Ministério da Saúde, começaram a valer na primeira semana de janeiro de 2016.

  7. Zika vírus: Que caminhos tomar para controlar a epidemia e como lidar com suas consequências?

    Muitas são as opiniões a respeito da epidemia de microcefalia e das doenças vetoriais relacionadas ao Aedes aegypti, principalmente após a OMS declarar emergência mundial por microcefalia. Maiores ainda são as associações que vêm surgindo como consequências desse grave surto. Pesquisadores, instituições científicas e o governo correm contra o tempo em busca de soluções e estratégias eficientes para seu enfrentamento. No entanto, o que ficará quando a crise passar? Quem sofrerá suas consequências? Especialistas apontam caminhos, debatem possibilidades; a população sofre, e já se fala no comprometimento de uma geração inteira - os chamados filhos da zika. Complicações neurológicas como a síndrome de Guillan-Barré, o aborto, as consequências para a saúde e o ambiente, em especial na população mais vulnerável, e o desenvolvimento de uma vacina estão entre os pontos mais preocupantes. E, para completar, na cidade do Rio de Janeiro, que receberá os Jogos Olímpicos 2016, há preocupação com a chegada dos visitantes internacionais e delegações. A ENSP quer saber o que você pensa sobre o futuro do Brasil frente ao zika vírus. Responda à pergunta e participe do mais novo tema do Blog Saúde em Pauta. Escreva! Dê sua opinião!

  8. Nova edição do boletim do Cecovisa já está disponível on-line

    Já está disponível on-line a nova edição do boletim do Centro Colaborador em Vigilância Sanitária da ENSP. A publicação divulga o informativo do Centro Brasileiro de Informação sobre Medicamentos (Cebrim/CFF). Ainda destaca que a Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro abriu sindicância para apurar prejuízo de R$2 milhões, resultado do desperdício de mais de 7 mil unidades de próteses vencidas pertencentes ao governo do estado.

  9. Zika e microcefalia são emergência de saúde internacional, declara OMS

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta segunda-feira (1/2) que o recente cluster (agrupamento) de distúrbios neurológicos e malformações neonatais reportados na região das Américas constitui uma emergência de saúde pública de importância internacional. Isso ocorreu após o Comitê de Emergência, convocado no marco do Regulamento Sanitário Internacional, ter concluído que há forte suspeita de uma relação causal entre este cluster e a doença do vírus zika. Essa situação constitui um 'evento extraordinário' e uma ameaça à saúde pública de outras partes do mundo.