1. ENSP recebe representantes do CDC para discutir resultados de projetos sobre HIV/Aids e zika

    No dia 5 de dezembro, a equipe de trabalho da pesquisadora Marly Marques da Cruz, docente do Departamento de Endemias Samuel Pessoa (Densp/ENSP/Fiocruz) e integrante do Laboratório de Avaliação de Situações Endêmicas Regionais (Laser/Densp), reuniu-se com representantes do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) para apresentar o andamento dos projetos de pesquisa sobre Zika e HIV/Aids. Tais ações fazem parte do Acordo de Cooperação firmado entre ENSP/Fiocruz/Fiotec e CDC, com a parceria do Ministério da Saúde de Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde. 

  2. MPRJ assina com a Fiocruz convênio para estudos sobre a saúde da população carcerária

    O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Assessoria de Direitos Humanos e de Minorias (ADHM/MPRJ), assinou, na terça-feira (5/12), convênio com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para a realização de pesquisas visando à melhoria das condições de saúde nas prisões do Estado. Inicialmente, o plano de trabalho priorizará duas linhas de pesquisa: a saúde materno-infantil, incluindo atenção pré-natal, parto e assistência às crianças, e o estudo de óbitos da população carcerária, com a identificação de suas causas.

  3. Fiocruz e MP-RJ celebram acordo para melhoria da saúde nas prisões

    Nesta sexta-feira, dia 1º de dezembro, o Ministério Público do Rio de Janeiro promoverá o seminário Violência Obstétrica no Brasil: gestação e parto no cárcere, em iniciativa que marcará o convênio da cooperação técnica firmada entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o MP-RJ. O objetivo é contribuir, através de pesquisas e assessoria técnica, para melhoria das condições de saúde nas prisões do Estado do Rio de Janeiro. As pesquisadoras da ENSP Maria do Carmo Leal e Alexandra Roma Sanchez, coordenadoras da pesquisa Nascer nas Prisões, participarão da atividade.

  4. Documentário produzido por organizações comunitárias em parceria com Unidades Fiocruz foi lançado terça-feira (3/10)

    Com roteiro construído coletivamente por alunos da rede pública do Rio de Janeiro, pesquisadores e ativistas ambientais, o documentário "É Rio ou Valão?" teve na tarde da última terça-feira (3/10) o seu lançamento oficial. Financiado com recursos do edital Capes-ANA, o produto audiovisual venceu o certame em 2015 com a proposta de ser uma ferramenta educacional para colégios do ensino médio do Estado do Rio. O filme passou por uma fase de testagem junto a instituições escolares previamente selecionadas, e teve sua versão final exibida no auditório do Museu da Vida, no Campus Manguinhos da Fiocruz, no começo da semana. "É Rio ou Valão?" trata dos processos de degradação ambiental identificados na sub-bacia do canal do Cunha, uma das mais poluídas da Baía de Guanabara. Para falar sobre o assunto, o documentário investiga as dinâmicas e interações vivas estabelecidas entre população local, governança dos territórios, políticas públicas de saneamento (ou a ausência delas), passando pelo impacto provocado pela atividade de grandes indústrias, e pelos usos populares dos recursos hídricos nessas nas sub-bacias hidrográficas.

  5. Oficinas regionais debatem revisão da atual Política Nacional de Educação Permanente em Saúde

    A Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde do Ministério da Saúde (SGTES/MS) está promovendo a revisão da atual Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Serão realizadas cinco oficinas, uma por região do país. Considerando o papel protagonista das Escolas de Saúde Pública na formação para o Sistema Único de Saúde (SUS) e a importância da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) no direcionamento das ações para a educação na saúde, o Ministério convida toda a Redescola a participar das oficinas.

  6. Encontro debate perspectivas futuras da RedeEscola e acreditação do lato sensu

    O Grupo de Condução da Rede Brasileira de Escolas de Saúde Pública (RedeEscola) se reuniu na ENSP/Fiocruz, nos dias 18 e 19 de setembro, para discutir o projeto de acreditação pedagógica e a estratégia de formação de 600 novos sanitaristas, em 10 estados do Brasil. Também esteve na pauta a sustentabilidade da Secretaria Técnica Executiva (STE), o Encontro Nacional 2017, a revisão e redirecionamento das estratégias do projeto Qualidade na Assistência com Inclusão: em busca de um agir comunicativo para melhoria da gestão e a Mostra Saúde É Meu Lugar. A ENSP recebeu, nos dias 26, 27 e 28 de setembro, uma equipe de avaliadores externos para analisar o Curso de Especialização em Gestão e Tecnologias do Saneamento. Em outubro, será a vez do curso de Promoção da Saúde e Desenvolvimento Social, ambos da ENSP.
     

  7. Feminicídio: 'O que não se nomeia, não se discute', destaca juíza em palestra

    A violência contra a mulher e o feminicídio têm raízes sociais e funcionam como uma mensagem às demais mulheres que confrontam a ideia de subordinação, destacou a juíza Adriana Mello, titular do 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), durante a palestra Feminicídio - Uma análise sociojurídica da violência contra a mulher, que aconteceu na ENSP, em 18 de setembro. Realizado em parceria com o Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural da Escola Nacional de Saúde Pública (Dihs/ENSP/Fiocruz), o evento da série Futuros do Brasil, do Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz, foi mediado pela coordenadora do Dihs/ENSP, Maria Helena Barros. Ponto culminante da violência contra a mulher, o feminicídio deriva principalmente da assimetria de poder nas relações domésticas, explicou Adriana. "Muitas vezes, tentativas da mulher no sentido de romper com uma relação de poder desigual desencadeiam a violência, visto que o homem atua para punir e corrigir o comportamento feminino, conduzindo a mulher de volta ao lugar de subordinação historicamente estabelecido para ela", observou, destacando a diferença entre o feminicídio e outros tipos de assassinatos de mulheres. 

  8. Feminicídio será tema de palestra na ENSP em 18 de setembro

    A cada hora e meia, uma mulher é vítima de feminicídio no Brasil, segundo o estudo Violência Contra a Mulher: Feminicídios, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em 2013. O feminicídio - tipo de homicídio praticado contra a mulher especificamente devido à condição de gênero - ocorre diariamente, atinge a todas as classes e é hoje um dos maiores problemas de saúde pública do país. Para discutir os desafios do cenário brasileiro e traçar perspectivas, o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE-Fiocruz) e o Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural (Dihs/ENSP/Fiocruz), convidaram a juíza Adriana Ramos de Mello, titular do 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), para ministrar a palestra Feminicídio - Uma análise sociojurídica da violência contra a mulher. O evento, que integra mais uma atividade do Centro de Estudos Giuliano Suassuna, do Dihs, e da série 'Futuros do Brasil', será realizado em 18 de setembro, às 13h30, no salão internacional da ENSP.

  9. Feminicídio será tema de palestra na ENSP em 18 de setembro

    A cada hora e meia, uma mulher é vítima de feminicídio no Brasil, segundo o estudo Violência Contra a Mulher: Feminicídios, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em 2013. O feminicídio - tipo de homicídio praticado contra a mulher especificamente devido à condição de gênero - ocorre diariamente, atinge a todas as classes e é hoje um dos maiores problemas de saúde pública do país. Para discutir os desafios do cenário brasileiro e traçar perspectivas, o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE-Fiocruz) e o Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural (Dihs/ENSP/Fiocruz), convidaram a juíza Adriana Ramos de Mello, titular do 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), para ministrar a palestra Feminicídio - Uma análise sociojurídica da violência contra a mulher. O evento, que integra mais uma atividade do Centro de Estudos Giuliano Suassuna, do Dihs, e da série 'Futuros do Brasil', será realizado em 18 de setembro, às 13h30, no salão internacional da ENSP.

  10. Feminicídio será tema de palestra na ENSP em 18 de setembro

    A cada hora e meia, uma mulher é vítima de feminicídio no Brasil, segundo o estudo Violência Contra a Mulher: Feminicídios, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em 2013. O feminicídio - tipo de homicídio praticado contra a mulher especificamente devido à condição de gênero - ocorre diariamente, atinge a todas as classes e é hoje um dos maiores problemas de saúde pública do país. Para discutir os desafios do cenário brasileiro e traçar perspectivas, o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE-Fiocruz) e o Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural (Dihs/ENSP/Fiocruz), convidaram a juíza Adriana Ramos de Mello, titular do 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), para ministrar a palestra Feminicídio - Uma análise sociojurídica da violência contra a mulher. O evento, que integra mais uma atividade do Centro de Estudos Giuliano Suassuna, do Dihs, e da série 'Futuros do Brasil', será realizado em 18 de setembro, às 13h30, no salão internacional da ENSP.