1. Cadernos de Saúde Pública: primeira edição de 2018 destaca hipercompetitividade e integridade em pesquisa

    O primeiro fascículo de 2018 do Cadernos de Saúde Pública (volume 34, janeiro de 2018) encontra-se disponível no site da revista. Para este ano, o tema "Abraçando a diversidade" é o escolhido para as fotos de capa, e o editorial Hipercompetitividade e integridade em pesquisa destaca a complexidade das publicações científicas e seu papel enquanto principal veículo de disseminação de resultados de projetos de pesquisa. O texto, assinado pelas editoras Cláudia Medina Coeli, Luciana Dias de Lima e Marilia Sá Carvalho, reforça que boas práticas editoriais permitem que "as revistas contribuam para a promoção da integridade na pesquisa e a valorização da ciência", mas alerta também para procedimentos indesejados que levam ao excesso de publicação de resultados positivos, baixa reprodutibilidade e falta de transparência no relato de estudos, o que "diminui o valor da contribuição científica para a sociedade", afirmam. 

  2. Cadernos de Saúde Pública: primeira edição de 2018 destaca hipercompetitividade e integridade em pesquisa

    O primeiro fascículo de 2018 do Cadernos de Saúde Pública (volume 34, janeiro de 2018) encontra-se disponível no site da revista. Para este ano, o tema "Abraçando a diversidade" é o escolhido para as fotos de capa, e o editorial Hipercompetitividade e integridade em pesquisa destaca a complexidade das publicações científicas e seu papel enquanto principal veículo de disseminação de resultados de projetos de pesquisa. O texto, assinado pelas editoras Cláudia Medina Coeli, Luciana Dias de Lima e Marilia Sá Carvalho, reforça que boas práticas editoriais permitem que "as revistas contribuam para a promoção da integridade na pesquisa e a valorização da ciência", mas alerta também para procedimentos indesejados que levam ao excesso de publicação de resultados positivos, baixa reprodutibilidade e falta de transparência no relato de estudos, o que "diminui o valor da contribuição científica para a sociedade", afirmam. 

  3. 'Cadernos de Saúde Pública' lança último número de 2017

    Encerrando o ano de 2017, o Cadernos de Saúde Pública lança o seu vol.33 n.12 fazendo um balanço das publicações do ano. A inovação ficou por conta da proposição de um estágio em editoria para os alunos de doutorado da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. As vagas foram abertas em junho e obtiveram 14 inscrições, e após entrevistas, cinco alunos foram selecionados, contemplando três diferentes programas de pós-graduação. "Trata-se, portanto, de um aprender fazendo", afirmam as editoras do CSP Marilia Sá Carvalho, Cláudia Medina Coeli e Luciana Dias de Lima. Elas consideraram a duração do estágio, apenas quatro meses, curta. "Somente agora, já no final do ano, eles conseguem ajudar de fato nas tarefas de editoria. E por isso, pretendemos mantê-los por mais um semestre. E abriremos vagas novamente em 2018!", saudaram. Os estagiários Giselle Goulart de Oliveira Matos, José Rodolfo Mendonça de Lucena, Laís Picinini Freitas, Mario Jorge Sobreira da Silva e Suelen Carlos de Oliveira estão gratos pela oportunidade. "Os bastidores da publicação científica, entendido e divulgado como uma grande 'caixa preta' por muitos estudantes e pesquisadores, é, na verdade, um lugar simplesmente fascinante para quem tem a oportunidade de conhecê-lo. A dedicação exercida por quem faz editoria é algo extraordinário e admirável", opinam.

  4. 'Cadernos de Saúde Pública' lança último número de 2017

    Encerrando o ano de 2017, o Cadernos de Saúde Pública lança o seu vol.33 n.12 fazendo um balanço das publicações do ano. A inovação ficou por conta da proposição de um estágio em editoria para os alunos de doutorado da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. As vagas foram abertas em junho e obtiveram 14 inscrições, e após entrevistas, cinco alunos foram selecionados, contemplando três diferentes programas de pós-graduação. "Trata-se, portanto, de um aprender fazendo", afirmam as editoras do CSP Marilia Sá Carvalho, Cláudia Medina Coeli e Luciana Dias de Lima. Elas consideraram a duração do estágio, apenas quatro meses, curta. "Somente agora, já no final do ano, eles conseguem ajudar de fato nas tarefas de editoria. E por isso, pretendemos mantê-los por mais um semestre. E abriremos vagas novamente em 2018!", saudaram. Os estagiários Giselle Goulart de Oliveira Matos, José Rodolfo Mendonça de Lucena, Laís Picinini Freitas, Mario Jorge Sobreira da Silva e Suelen Carlos de Oliveira estão gratos pela oportunidade. "Os bastidores da publicação científica, entendido e divulgado como uma grande 'caixa preta' por muitos estudantes e pesquisadores, é, na verdade, um lugar simplesmente fascinante para quem tem a oportunidade de conhecê-lo. A dedicação exercida por quem faz editoria é algo extraordinário e admirável", opinam.

  5. 'Cadernos de Saúde Pública' lança último número de 2017

    Encerrando o ano de 2017, o Cadernos de Saúde Pública lança o seu vol.33 n.12 fazendo um balanço das publicações do ano. A inovação ficou por conta da proposição de um estágio em editoria para os alunos de doutorado da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. As vagas foram abertas em junho e obtiveram 14 inscrições, e após entrevistas, cinco alunos foram selecionados, contemplando três diferentes programas de pós-graduação. "Trata-se, portanto, de um aprender fazendo", afirmam as editoras do CSP Marilia Sá Carvalho, Cláudia Medina Coeli e Luciana Dias de Lima. Elas consideraram a duração do estágio, apenas quatro meses, curta. "Somente agora, já no final do ano, eles conseguem ajudar de fato nas tarefas de editoria. E por isso, pretendemos mantê-los por mais um semestre. E abriremos vagas novamente em 2018!", saudaram. Os estagiários Giselle Goulart de Oliveira Matos, José Rodolfo Mendonça de Lucena, Laís Picinini Freitas, Mario Jorge Sobreira da Silva e Suelen Carlos de Oliveira estão gratos pela oportunidade. "Os bastidores da publicação científica, entendido e divulgado como uma grande 'caixa preta' por muitos estudantes e pesquisadores, é, na verdade, um lugar simplesmente fascinante para quem tem a oportunidade de conhecê-lo. A dedicação exercida por quem faz editoria é algo extraordinário e admirável", opinam.

  6. 'Cadernos de Saúde Pública' lança último número de 2017

    Encerrando o ano de 2017, o Cadernos de Saúde Pública lança o seu vol.33 n.12 fazendo um balanço das publicações do ano. A inovação ficou por conta da proposição de um estágio em editoria para os alunos de doutorado da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. As vagas foram abertas em junho e obtiveram 14 inscrições, e após entrevistas, cinco alunos foram selecionados, contemplando três diferentes programas de pós-graduação. "Trata-se, portanto, de um aprender fazendo", afirmam as editoras do CSP Marilia Sá Carvalho, Cláudia Medina Coeli e Luciana Dias de Lima. Elas consideraram a duração do estágio, apenas quatro meses, curta. "Somente agora, já no final do ano, eles conseguem ajudar de fato nas tarefas de editoria. E por isso, pretendemos mantê-los por mais um semestre. E abriremos vagas novamente em 2018!", saudaram. Os estagiários Giselle Goulart de Oliveira Matos, José Rodolfo Mendonça de Lucena, Laís Picinini Freitas, Mario Jorge Sobreira da Silva e Suelen Carlos de Oliveira estão gratos pela oportunidade. "Os bastidores da publicação científica, entendido e divulgado como uma grande 'caixa preta' por muitos estudantes e pesquisadores, é, na verdade, um lugar simplesmente fascinante para quem tem a oportunidade de conhecê-lo. A dedicação exercida por quem faz editoria é algo extraordinário e admirável", opinam.

  7. Ceensp discutiu Integridade em Pesquisa

    Em mundo que vê crescer a cada dia sua produção científica, com a profusão de artigos e a difusão de informações em escala global, quais os desafios que se apresentam para pesquisadores, instituições e publicações no tocante às questões éticas, técnicas, de propriedade intelectual, entre outras? Integridade em Pesquisa, problemas e desafios na condução e relato de estudos científicos foi o tema do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos da ENSP (Ceensp) do dia 29 de novembro, realizado no contexto do Seminário de Ensino ENSP 2017. Coordenado pela professora Cláudia Medina Coeli, do Instituto de Saúde Coletiva da UFRJ e editora do Cadernos de Saúde Pública da ENSP, a atividade contou com a palestra de Rosemary Shinkai, da Faculdade de Odontologia da Puc-RS e primeira integrante brasileira do COPE (Comitê de ética em Publicações, na sigla em inglês).

  8. Seminário Internacional da ENSP debate sobre os sistemas de saúde da América Latina

    Agendas e Reformas dos Sistemas de Saúde na América Latina foi um dos temas debatidos durante o seminário internacional promovido pelo Programa de Pós-graduação em Saúde Pública (PPGSP/ENSP), e organizado pelas docentes Cristiani Vieira e Luciana Dias de Lima, da ENSP, em 11/12. Na ocasião, foi lançado o volume 33 suplemento 2 de Cadernos de Saúde Publica (CSP/ENSP), que enfoca a mesma questão do evento. À tarde, as pesquisadoras Célia Almeida, da Escola; Monica Uribe-Gómez, da Universidade Nacional de Colômbia; e Oliva López-Arellano, da Universidad Autônoma Metropolitana-Xochimilco, México, compuseram a mesa, coordenada por Luciana Dias de Lima. O debate contribuiu para o entendimento de que, nas décadas de 1980/1990, os Estados latino-americanos passaram por processos de liberalização econômica e de democratização, com implicações para as políticas sociais. O suplemento temático de CSP, enfatiza que a eleição de governos de centro-esquerda em alguns países, nos anos 2000, suscitou expectativas de mudanças nos modelos de desenvolvimento havendo na região experiências positivas da redução das desigualdades. Entretanto, em meados da década de 2010, evidencia-se uma nova inflexão em várias nações latino-americanas, cujo cenário passa a se caracterizar por instabilidade econômica e política, ascensão de governos de perfil neoliberal e neoconservador, ameaças à democracia e a direitos sociais.

  9. Ajuste fiscal e injustiças em saúde - comentário de pesquisadora da ENSP ao relatório do Banco Mundial 2017

    A pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, Lígia Giovanella, critica, no comentário abaixo, as assertivas pró-ajuste do governo brasileiro, apresentadas e defendidas no relatório Um Ajuste Justo: Análise da eficiência e da equidade do gasto público no Brasil, do Banco Mundial, em especial, no que se refere ao capítulo sobre o financiamento do setor da Saúde. O comentário resultou da participação da pesquisadora em um debate sobre o documento, realizado no Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) em 6 de Dezembro de 2017. "Embora o documento seja difundido em um envoltório técnico e científico, o cunho é em seu cerne, político", inicia Ligia. Segundo ela, o texto enfatiza as supostas ineficências do setor Saúde para defender os cortes, desconsiderando o subfinanciamento crônico a que está submetido. A pesquisadora aponta que o documento nega as heterogeneidades sociodemográficas nacionais e a determinação social dos processos saúde-doença.

  10. Ajuste fiscal e injustiças em saúde - comentário de pesquisadora da ENSP ao relatório do Banco Mundial 2017

    A pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, Lígia Giovanella, critica, no comentário abaixo, as assertivas pró-ajuste do governo brasileiro, apresentadas e defendidas no relatório Um Ajuste Justo: Análise da eficiência e da equidade do gasto público no Brasil, do Banco Mundial, em especial, no que se refere ao capítulo sobre o financiamento do setor da Saúde. O comentário resultou da participação da pesquisadora em um debate sobre o documento, realizado no Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) em 6 de Dezembro de 2017. "Embora o documento seja difundido em um envoltório técnico e científico, o cunho é em seu cerne, político", inicia Ligia. Segundo ela, o texto enfatiza as supostas ineficências do setor Saúde para defender os cortes, desconsiderando o subfinanciamento crônico a que está submetido. A pesquisadora aponta que o documento nega as heterogeneidades sociodemográficas nacionais e a determinação social dos processos saúde-doença.