1. 'Cadernos de Saúde Pública' destaca o combate às desigualdades

    Já está disponível a edição de julho da revista Cadernos de Saúde Pública (vol. 34 n.7). Em destaque, os 30 anos do SUS. "O contexto de crise política e ameaças de desmonte do Estado e dos direitos sociais, nos fazem refletir sobre a urgência da construção de propostas alternativas que possam combater as desigualdades em suas múltiplas dimensões e determinações."

  2. 'Cadernos de Saúde Pública' destaca o combate às desigualdades

    Já está disponível a edição de julho da revista Cadernos de Saúde Pública (vol. 34 n.7). Em destaque, os 30 anos do SUS. "O contexto de crise política e ameaças de desmonte do Estado e dos direitos sociais, nos fazem refletir sobre a urgência da construção de propostas alternativas que possam combater as desigualdades em suas múltiplas dimensões e determinações."

  3. 'Provocações em relação ao peso corporal afetam adolescentes de baixa renda', revela pesquisa

    Um estudo, em 10 escolas públicas de São Paulo, revelou a insatisfação com o tamanho corporal que afeta o peso de adolescentes, principalmente do sexo feminino. De acordo com a pesquisa, na adolescência, nota-se preocupação crescente com a imagem corporal, levando a comparações influenciadas pelos conceitos sociais de atratividade, geralmente tipificados por um corpo magro. As 253 meninas entrevistadas relataram que foram provocadas por 38,5% de seus familiares e 40,6% de seus colegas. Em relação à provocação familiar, a maior prevalência foi de irmãos (55,7%), mães (40,9%) e pais (18,2%). 
     

  4. 'Cadernos de Saúde Pública' de maio faz balanço sobre a pesquisa da ENSP Nascer no Brasil

    Há quatro anos, a pesquisa Nascer no Brasil lançou os primeiros resultados, com o panorama do parto e nascimento no país, caracterizado por excessivas intervenções. Debates aconteceram na comunidade acadêmica, no ambiente profissional e na sociedade em geral, gerando iniciativas. É o que aborda o volume 34 número 5 da revista Cadernos de Saúde Pública, que tem editorial assinado pela coordenadora da pesquisa, Maria do Carmo Leal, da ENSP. No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), foi lançado o programa Rede Cegonha. Outro destaque é o Programa de Formação em Vigilância do Óbito Materno, Infantil e Fetal para Atuação dos Comitês de Mortalidade na modalidade de ensino à distância (EAD). Um avanço expressivo também foi o estudo Nascer nas Prisões. Duas medidas jurídicas tomadas posteriormente aos resultados vieram a beneficiar esse grupo social: a proibição do uso de algemas durante o parto (Lei no 13.434/2017) e a prisão domiciliar para presas não condenadas, gestantes ou com filhos até 12 anos ou com deficiência (Supremo Tribunal Federal - Habeas Corpus Coletivo de fevereiro de 2018). Em 2017, o Ministério da Saúde lançou um projeto de aprimoramento e inovação no cuidado e ensino em obstetrícia e neonatologia, denominado Apice-On, objetivando melhorar a formação clínica e a gestão do cuidado na especialidade. 

  5. 'Cadernos de Saúde Pública' de maio faz balanço sobre a pesquisa da ENSP Nascer no Brasil

    Há quatro anos, a pesquisa Nascer no Brasil lançou os primeiros resultados, com o panorama do parto e nascimento no país, caracterizado por excessivas intervenções. Debates aconteceram na comunidade acadêmica, no ambiente profissional e na sociedade em geral, gerando iniciativas. É o que aborda o volume 34 número 5 da revista Cadernos de Saúde Pública, que tem editorial assinado pela coordenadora da pesquisa, Maria do Carmo Leal, da ENSP. No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), foi lançado o programa Rede Cegonha. Outro destaque é o Programa de Formação em Vigilância do Óbito Materno, Infantil e Fetal para Atuação dos Comitês de Mortalidade na modalidade de ensino à distância (EAD). Um avanço expressivo também foi o estudo Nascer nas Prisões. Duas medidas jurídicas tomadas posteriormente aos resultados vieram a beneficiar esse grupo social: a proibição do uso de algemas durante o parto (Lei no 13.434/2017) e a prisão domiciliar para presas não condenadas, gestantes ou com filhos até 12 anos ou com deficiência (Supremo Tribunal Federal - Habeas Corpus Coletivo de fevereiro de 2018). Em 2017, o Ministério da Saúde lançou um projeto de aprimoramento e inovação no cuidado e ensino em obstetrícia e neonatologia, denominado Apice-On, objetivando melhorar a formação clínica e a gestão do cuidado na especialidade.