1. 'Cadernos de Saúde Pública' de maio faz balanço sobre a pesquisa da ENSP Nascer no Brasil

    Há quatro anos, a pesquisa Nascer no Brasil lançou os primeiros resultados, com o panorama do parto e nascimento no país, caracterizado por excessivas intervenções. Debates aconteceram na comunidade acadêmica, no ambiente profissional e na sociedade em geral, gerando iniciativas. É o que aborda o volume 34 número 5 da revista Cadernos de Saúde Pública, que tem editorial assinado pela coordenadora da pesquisa, Maria do Carmo Leal, da ENSP. No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), foi lançado o programa Rede Cegonha. Outro destaque é o Programa de Formação em Vigilância do Óbito Materno, Infantil e Fetal para Atuação dos Comitês de Mortalidade na modalidade de ensino à distância (EAD). Um avanço expressivo também foi o estudo Nascer nas Prisões. Duas medidas jurídicas tomadas posteriormente aos resultados vieram a beneficiar esse grupo social: a proibição do uso de algemas durante o parto (Lei no 13.434/2017) e a prisão domiciliar para presas não condenadas, gestantes ou com filhos até 12 anos ou com deficiência (Supremo Tribunal Federal - Habeas Corpus Coletivo de fevereiro de 2018). Em 2017, o Ministério da Saúde lançou um projeto de aprimoramento e inovação no cuidado e ensino em obstetrícia e neonatologia, denominado Apice-On, objetivando melhorar a formação clínica e a gestão do cuidado na especialidade. 

  2. 'Cadernos de Saúde Pública' de maio faz balanço sobre a pesquisa da ENSP Nascer no Brasil

    Há quatro anos, a pesquisa Nascer no Brasil lançou os primeiros resultados, com o panorama do parto e nascimento no país, caracterizado por excessivas intervenções. Debates aconteceram na comunidade acadêmica, no ambiente profissional e na sociedade em geral, gerando iniciativas. É o que aborda o volume 34 número 5 da revista Cadernos de Saúde Pública, que tem editorial assinado pela coordenadora da pesquisa, Maria do Carmo Leal, da ENSP. No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), foi lançado o programa Rede Cegonha. Outro destaque é o Programa de Formação em Vigilância do Óbito Materno, Infantil e Fetal para Atuação dos Comitês de Mortalidade na modalidade de ensino à distância (EAD). Um avanço expressivo também foi o estudo Nascer nas Prisões. Duas medidas jurídicas tomadas posteriormente aos resultados vieram a beneficiar esse grupo social: a proibição do uso de algemas durante o parto (Lei no 13.434/2017) e a prisão domiciliar para presas não condenadas, gestantes ou com filhos até 12 anos ou com deficiência (Supremo Tribunal Federal - Habeas Corpus Coletivo de fevereiro de 2018). Em 2017, o Ministério da Saúde lançou um projeto de aprimoramento e inovação no cuidado e ensino em obstetrícia e neonatologia, denominado Apice-On, objetivando melhorar a formação clínica e a gestão do cuidado na especialidade. 

  3. 'Cadernos de Saúde Pública' de maio faz balanço sobre a pesquisa da ENSP Nascer no Brasil

    Há quatro anos, a pesquisa Nascer no Brasil lançou os primeiros resultados, com o panorama do parto e nascimento no país, caracterizado por excessivas intervenções. Debates aconteceram na comunidade acadêmica, no ambiente profissional e na sociedade em geral, gerando iniciativas. É o que aborda o volume 34 número 5 da revista Cadernos de Saúde Pública, que tem editorial assinado pela coordenadora da pesquisa, Maria do Carmo Leal, da ENSP. No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), foi lançado o programa Rede Cegonha. Outro destaque é o Programa de Formação em Vigilância do Óbito Materno, Infantil e Fetal para Atuação dos Comitês de Mortalidade na modalidade de ensino à distância (EAD). Um avanço expressivo também foi o estudo Nascer nas Prisões. Duas medidas jurídicas tomadas posteriormente aos resultados vieram a beneficiar esse grupo social: a proibição do uso de algemas durante o parto (Lei no 13.434/2017) e a prisão domiciliar para presas não condenadas, gestantes ou com filhos até 12 anos ou com deficiência (Supremo Tribunal Federal - Habeas Corpus Coletivo de fevereiro de 2018). Em 2017, o Ministério da Saúde lançou um projeto de aprimoramento e inovação no cuidado e ensino em obstetrícia e neonatologia, denominado Apice-On, objetivando melhorar a formação clínica e a gestão do cuidado na especialidade. 

  4. 'Violência por parceiro íntimo' é tema de artigo publicado pelo Cadernos de Saúde Pública

    O estudo Violência por parceiro íntimo: perfil dos atendimentos em serviços de urgência e emergência nas capitais dos estados brasileiros, das pesquisadoras Leila Posenato Garcia, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, e Gabriela Drummond Marques da Silva, da Universidade de Brasília, descreveu o perfil dos atendimentos a vítimas de violência por parceiro íntimo em serviços de urgência e emergência vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS) e investigou diferenças entre os sexos. Para elas, trata-se de um problema de saúde pública que apresenta grande magnitude e com importantes consequências sobre a saúde dos indivíduos, das famílias e da comunidade, embora seja prevenível. "Além das lesões físicas, esse tipo de violência pode causar transtornos mentais, prejudicar o desempenho educacional ou econômico, propiciar a adoção de práticas sexuais não seguras, reduzir as habilidades de vinculação parental, e aumentar comportamentos de risco à saúde, como o abuso de drogas e álcool, entre outros", alertaram.

  5. 'Violência por parceiro íntimo' é tema de artigo publicado pelo Cadernos de Saúde Pública

    O estudo Violência por parceiro íntimo: perfil dos atendimentos em serviços de urgência e emergência nas capitais dos estados brasileiros, das pesquisadoras Leila Posenato Garcia, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, e Gabriela Drummond Marques da Silva, da Universidade de Brasília, descreveu o perfil dos atendimentos a vítimas de violência por parceiro íntimo em serviços de urgência e emergência vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS) e investigou diferenças entre os sexos. Para elas, trata-se de um problema de saúde pública que apresenta grande magnitude e com importantes consequências sobre a saúde dos indivíduos, das famílias e da comunidade, embora seja prevenível. "Além das lesões físicas, esse tipo de violência pode causar transtornos mentais, prejudicar o desempenho educacional ou econômico, propiciar a adoção de práticas sexuais não seguras, reduzir as habilidades de vinculação parental, e aumentar comportamentos de risco à saúde, como o abuso de drogas e álcool, entre outros", alertaram.

  6. 'Cadernos de Saúde Pública' de abril destaca a saúde dos imigrantes

    Foi lançada a revista Cadernos de Saúde Pública de abril de 2018 (vol.34 n.4) com o tema Imigração, saúde global e direitos humanos. A pesquisadora Miriam Ventura, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, assina o editorial da publicação destacando a condição de saúde dos imigrantes como um aspecto central para a sua inserção e integração à sociedade por exigir compreender o processo saúde, doença e cuidado desses grupos, e refletir sobre as respectivas responsabilidades dos Estados. Para ela, explorar a articulação e vinculação entre direitos humanos e saúde global pode ser uma chave para avançar nas questões de saúde imigratórias, e fortalecer o argumento de que a saúde das pessoas deve ser sustentada por um esforço coletivo internacional, cooperativo e sem fronteiras, que permita a reorganização dos países e uma governança em saúde, que ultrapasse as ações de controle das epidemias e pandemias. “Espera-se que essa proposta fortaleça as recomendações internacionais em prol dos sistemas universais de saúde e das necessárias mudanças de políticas e práticas de saúde locais em relação aos imigrantes”, salienta ela.
     

  7. 'Mulheres no mundo da ciência' é tema do Cadernos de Saúde Pública de março

    A revista Cadernos de Saúde Pública (vol.34 n.3), de março de 2018, traz um debate bem atual para a pauta científica. Com o tema Mulheres no mundo da ciência e da publicação científica, as editoras da publicação Marilia Sá Carvalho, Claudia Medina Coeli e Luciana Dias de Lima observam que as "lutas feministas que se expressaram nas passeatas quando da posse do presidente americano, explicitamente misógino, e na resistência das brasileiras em defesa do direito ao aborto já tão limitado. O movimento se capilarizou e permitiu que viessem à tona diversos casos de abusos sexuais. As mulheres se fortaleceram para denunciar, compartilhando suas experiências". Conforme o editorial da revista, "também entre cientistas, como não poderia ser diferente, denúncias de abuso apontam relações de poder que se estabelecem entre orientador e orientanda, entre cientista sênior e jovem em início de carreira, que levam a situações tão graves como as já mencionadas, afastando inúmeras e promissoras jovens mulheres da carreira acadêmica". As três editoras do 'Cadernos' reforçam que estimular a igualdade de gênero é um compromisso da publicação.

  8. 'Cadernos' promove o próximo Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva

    A revista Cadernos de Saúde Pública de fevereiro (vol. 34 n. 2) convoca para o 12° Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrascão 2018), a ser realizado de 26 a 29 de julho, na Fundação Oswaldo Cruz do Rio de Janeiro, com o lema Defender o SUS, os Direitos Sociais e a Democracia. O presidente da Abrasco, Gastão Wagner de Souza Campos, assina o editorial da publicação, onde diz que o Brasil vive um período histórico difícil, de instabilidade política, insegurança jurídica, crise econômica, ataque sistemático aos direitos sociais e trabalhistas, às políticas e às universidades públicas, privilégios crescentes ao mercado e cortes no orçamento, inclusive para a ciência e tecnologia. “Os agentes que comandam esse movimento regressivo, e que pretendem anular a Constituição Federal de 1988 e subordinar classes e agrupamentos sociais subalternos, são os mesmos que, historicamente, sempre se opuseram à distribuição de renda e ao aprofundamento da democracia.” Para ele, a crise do país é também resultado da postura inadequada de partidos políticos e de movimentos sociais que tiveram papel decisivo na constituição do Sistema Único de Saúde (SUS), dos direitos civis, sociais e políticos. “Para se repensar o Brasil se faz necessário refletirmos sobre a organização e práticas da reforma sanitária, das entidades de representação e dos movimentos sociais como um todo.”

  9. 'Cadernos' promove o próximo Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva

    A revista Cadernos de Saúde Pública de fevereiro (vol. 34 n. 2) convoca para o 12° Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrascão 2018), a ser realizado de 26 a 29 de julho, na Fundação Oswaldo Cruz do Rio de Janeiro, com o lema Defender o SUS, os Direitos Sociais e a Democracia. O presidente da Abrasco, Gastão Wagner de Souza Campos, assina o editorial da publicação, onde diz que o Brasil vive um período histórico difícil, de instabilidade política, insegurança jurídica, crise econômica, ataque sistemático aos direitos sociais e trabalhistas, às políticas e às universidades públicas, privilégios crescentes ao mercado e cortes no orçamento, inclusive para a ciência e tecnologia. “Os agentes que comandam esse movimento regressivo, e que pretendem anular a Constituição Federal de 1988 e subordinar classes e agrupamentos sociais subalternos, são os mesmos que, historicamente, sempre se opuseram à distribuição de renda e ao aprofundamento da democracia.” Para ele, a crise do país é também resultado da postura inadequada de partidos políticos e de movimentos sociais que tiveram papel decisivo na constituição do Sistema Único de Saúde (SUS), dos direitos civis, sociais e políticos. “Para se repensar o Brasil se faz necessário refletirmos sobre a organização e práticas da reforma sanitária, das entidades de representação e dos movimentos sociais como um todo.”

  10. 'Cadernos' promove o próximo Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva

    A revista Cadernos de Saúde Pública de fevereiro (vol. 34 n. 2) convoca para o 12° Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrascão 2018), a ser realizado de 26 a 29 de julho, na Fundação Oswaldo Cruz do Rio de Janeiro, com o lema Defender o SUS, os Direitos Sociais e a Democracia. O presidente da Abrasco, Gastão Wagner de Souza Campos, assina o editorial da publicação, onde diz que o Brasil vive um período histórico difícil, de instabilidade política, insegurança jurídica, crise econômica, ataque sistemático aos direitos sociais e trabalhistas, às políticas e às universidades públicas, privilégios crescentes ao mercado e cortes no orçamento, inclusive para a ciência e tecnologia. “Os agentes que comandam esse movimento regressivo, e que pretendem anular a Constituição Federal de 1988 e subordinar classes e agrupamentos sociais subalternos, são os mesmos que, historicamente, sempre se opuseram à distribuição de renda e ao aprofundamento da democracia.” Para ele, a crise do país é também resultado da postura inadequada de partidos políticos e de movimentos sociais que tiveram papel decisivo na constituição do Sistema Único de Saúde (SUS), dos direitos civis, sociais e políticos. “Para se repensar o Brasil se faz necessário refletirmos sobre a organização e práticas da reforma sanitária, das entidades de representação e dos movimentos sociais como um todo.”