1. O ronco da fome: 'Radis' debate a possível volta do Brasil ao Mapa da Fome

    "A vida já esteve melhor para Dona Ciça e pelo menos outros 2,5 milhões de brasileiros que podem ter cruzado de volta a linha da pobreza. Apenas três anos após deixar de figurar entre os países que integram o Mapa da Fome - relatório produzido pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO/ONU) -, o Brasil corre o risco de retornar a essa lista nada honrosa." Dona Ciça é Cícera João da Silva, uma das entrevistadas pela repórter Ana Cláudia Peres para a matéria de capa da revista Radis nº 186, de março de 2018, a quem contou que "tem medo de quase nada nesta vida", mas "tem medo da fome". A advertência sobre a fome no Brasil, feita pelo diretor geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva, reforça o alerta disparado seis meses antes por um grupo de 20 entidades da sociedade civil brasileira que divulgaram um documento apontando na mesma direção. A "volta da fome" também será o tema da aula inaugural da ENSP, em 12/3, para a qual foram convidados Ana Maria de Castro, socióloga do Ifcs/UFRJ e filha de Josué de Castro; Francisco Menezes, do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), Daniel Carvalho de Souza, filho de Betinho e que prossegue com seu trabalho na Ação da Cidadania; e Maria Emília Pacheco, da Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase). 

  2. O ronco da fome: 'Radis' debate a possível volta do Brasil ao Mapa da Fome

    "A vida já esteve melhor para Dona Ciça e pelo menos outros 2,5 milhões de brasileiros que podem ter cruzado de volta a linha da pobreza. Apenas três anos após deixar de figurar entre os países que integram o Mapa da Fome - relatório produzido pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO/ONU) -, o Brasil corre o risco de retornar a essa lista nada honrosa." Dona Ciça é Cícera João da Silva, uma das entrevistadas pela repórter Ana Cláudia Peres para a matéria de capa da revista Radis nº 186, de março de 2018, a quem contou que "tem medo de quase nada nesta vida", mas "tem medo da fome". A advertência sobre a fome no Brasil, feita pelo diretor geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva, reforça o alerta disparado seis meses antes por um grupo de 20 entidades da sociedade civil brasileira que divulgaram um documento apontando na mesma direção. A "volta da fome" também será o tema da aula inaugural da ENSP, em 12/3, para a qual foram convidados Ana Maria de Castro, socióloga do Ifcs/UFRJ e filha de Josué de Castro; Francisco Menezes, do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), Daniel Carvalho de Souza, filho de Betinho e que prossegue com seu trabalho na Ação da Cidadania; e Maria Emília Pacheco, da Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase). 

  3. Austeridade mata: ‘Radis’ de fevereiro alerta sobre cortes orçamentários que afetam os mais pobres

    A revista Radis n° 185, de fevereiro de 2018, chama a atenção para a radicalização do programa do Governo Federal focado no ajuste fiscal. Na avaliação de especialistas entrevistados pelo editor Adriano De Lavor, além dos cortes já aprovados em programas como o Farmácia Popular, e as já previstas consequências das reformas trabalhista e previdenciária e da aprovação, em 2016, da Emenda Constitucional que congela gastos públicos por até 20 anos, mais recentemente o “ajuste justo” recomendado pelo Banco Mundial (Bird), em relatório produzido a pedido do Governo Federal, também repercutirá nas condições de saúde do brasileiro e na própria sobrevivência do Sistema Único de Saúde. Mas qual será o impacto da aplicação de políticas de austeridade na saúde das pessoas? "Políticas de austeridade acentuam os efeitos perversos das crises econômicas sobre a saúde, pois reduzem os orçamentos públicos em períodos de demandas ampliadas devido às repercussões do desemprego e redução de renda sobre o estado de saúde da população”, alertou a pesquisadora Lígia Giovanella, do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da ENSP.

  4. Austeridade mata: ‘Radis’ de fevereiro alerta sobre cortes orçamentários que afetam os mais pobres

    A revista Radis n° 185, de fevereiro de 2018, chama a atenção para a radicalização do programa do Governo Federal focado no ajuste fiscal. Na avaliação de especialistas entrevistados pelo editor Adriano De Lavor, além dos cortes já aprovados em programas como o Farmácia Popular, e as já previstas consequências das reformas trabalhista e previdenciária e da aprovação, em 2016, da Emenda Constitucional que congela gastos públicos por até 20 anos, mais recentemente o “ajuste justo” recomendado pelo Banco Mundial (Bird), em relatório produzido a pedido do Governo Federal, também repercutirá nas condições de saúde do brasileiro e na própria sobrevivência do Sistema Único de Saúde. Mas qual será o impacto da aplicação de políticas de austeridade na saúde das pessoas? "Políticas de austeridade acentuam os efeitos perversos das crises econômicas sobre a saúde, pois reduzem os orçamentos públicos em períodos de demandas ampliadas devido às repercussões do desemprego e redução de renda sobre o estado de saúde da população”, alertou a pesquisadora Lígia Giovanella, do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da ENSP.

  5. Austeridade mata: ‘Radis’ de fevereiro alerta sobre cortes orçamentários que afetam os mais pobres

    A revista Radis n° 185, de fevereiro de 2018, chama a atenção para a radicalização do programa do Governo Federal focado no ajuste fiscal. Na avaliação de especialistas entrevistados pelo editor Adriano De Lavor, além dos cortes já aprovados em programas como o Farmácia Popular, e as já previstas consequências das reformas trabalhista e previdenciária e da aprovação, em 2016, da Emenda Constitucional que congela gastos públicos por até 20 anos, mais recentemente o “ajuste justo” recomendado pelo Banco Mundial (Bird), em relatório produzido a pedido do Governo Federal, também repercutirá nas condições de saúde do brasileiro e na própria sobrevivência do Sistema Único de Saúde. Mas qual será o impacto da aplicação de políticas de austeridade na saúde das pessoas? "Políticas de austeridade acentuam os efeitos perversos das crises econômicas sobre a saúde, pois reduzem os orçamentos públicos em períodos de demandas ampliadas devido às repercussões do desemprego e redução de renda sobre o estado de saúde da população”, alertou a pesquisadora Lígia Giovanella, do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da ENSP.

  6. Fora do padrão: Matéria da 'Radis' trata do aumento de diagnósticos de transtornos psiquiátricos e o uso massivo de medicamentos

    Uma das matérias de destaque da revista Radis de janeiro de 2018, produzida pelos jornalistas Bruno Dominguez e Elisa Batalha, abordou o aumento de diagnósticos de transtornos psiquiátricos e o uso massivo de medicamentos que ameaçam a autonomia e o direito à singularidade. É o caso da  americana Laura Delano que viaja o mundo contando sua história para explicar os efeitos da padronização, patologização e medicalização da vida. Ela esteve no Brasil entre os dias 30 de outubro e 1º de novembro para participar do seminário “A Epidemia das Drogas Psiquiátricas: Causas, Danos e Alternativas”, realizado na ENSP. Ela está há sete anos sem tomar nenhum dos 19 medicamentos prescritos para os vários transtornos mentais “incuráveis”, diagnosticados ao longo de sua jornada pelo sistema de saúde mental norte-americano. “Não estou aqui para dizer que médicos psiquiatras ou medicamentos são maus, mas para dizer que a sociedade está construída em cima de histórias poderosas que moldam o sentido da nossa existência — e algumas dessas histórias estão nos ferindo”, ressalva. 

  7. Fora do padrão: Matéria da 'Radis' trata do aumento de diagnósticos de transtornos psiquiátricos e o uso massivo de medicamentos

    Uma das matérias de destaque da revista Radis de janeiro de 2018, produzida pelos jornalistas Bruno Dominguez e Elisa Batalha, abordou o aumento de diagnósticos de transtornos psiquiátricos e o uso massivo de medicamentos que ameaçam a autonomia e o direito à singularidade. É o caso da  americana Laura Delano que viaja o mundo contando sua história para explicar os efeitos da padronização, patologização e medicalização da vida. Ela esteve no Brasil entre os dias 30 de outubro e 1º de novembro para participar do seminário “A Epidemia das Drogas Psiquiátricas: Causas, Danos e Alternativas”, realizado na ENSP. Ela está há sete anos sem tomar nenhum dos 19 medicamentos prescritos para os vários transtornos mentais “incuráveis”, diagnosticados ao longo de sua jornada pelo sistema de saúde mental norte-americano. “Não estou aqui para dizer que médicos psiquiatras ou medicamentos são maus, mas para dizer que a sociedade está construída em cima de histórias poderosas que moldam o sentido da nossa existência — e algumas dessas histórias estão nos ferindo”, ressalva. 

  8. Tuberculose: Corrida contra o tempo

    Novos desenvolvimentos científicos, apoio comunitário e vacina são recursos urgentes para deter o avanço da tuberculose. No número 184, de janeiro de 2018, a Revista Radis traz a reportagem Corrida contra o tempo. A reportagem aponta que associada à pobreza e miséria extrema, a tuberculose atinge em maior número pessoas que vivem em classes sociais desfavorecidas. Agora, os pesquisadores observam que ela já avança sobre outras camadas da população. Informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que foram notificados mais de 10 milhões de novos casos em 2015, e 1,5 milhão de pessoas morreram.  Os dados mostram que, em sua maioria, a tuberculose mata moradores de países em desenvolvimento. Leia a reportagem completa. 

  9. Tuberculose: Corrida contra o tempo

    Novos desenvolvimentos científicos, apoio comunitário e vacina são recursos urgentes para deter o avanço da tuberculose. No número 184, de janeiro de 2018, a Revista Radis traz a reportagem Corrida contra o tempo. A reportagem aponta que associada à pobreza e miséria extrema, a tuberculose atinge em maior número pessoas que vivem em classes sociais desfavorecidas. Agora, os pesquisadores observam que ela já avança sobre outras camadas da população. Informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que foram notificados mais de 10 milhões de novos casos em 2015, e 1,5 milhão de pessoas morreram.  Os dados mostram que, em sua maioria, a tuberculose mata moradores de países em desenvolvimento. Leia a reportagem completa. 

  10. Revista Radis de janeiro está no ar

    A epidemia das drogas psiquiátricas, os riscos para a saúde e o ambiente provocados pelo uso do mercúrio e a importância de melhorar as condições de vida da população para combater a tuberculose estão entre os temas abordados na primeira edição de 2018 da Revista Radis (nº 184 - janeiro 2018). A matéria de capa destaca a realização, na ENSP, do seminário internacional sobre a Epidemia das Drogas Psiquiátricas, que revelou que o aumento do diagnóstico de distúrbios e do uso de drogas psiquiátricas não levou à redução da carga de doenças mentais, e recebeu convidados como o jornalista americano Robert Whitaker, que investiga estratégias mercadológicas da indústria de medicamentos, e o professor finlandês Jaakko Seikkula, da Universidade de Jyvãskyä. A Radis de janeiro de 2018 traz ainda reportagens sobre o VIII Congresso Interno da Fiocruz, os avanços, desafios e retrocessos relacionados à Aids e a importância do serviço de fonoaudiologia no SUS. Confira a edição completa.