1. XII Ciclo de Debates - Conversando sobre a ESF terá início em 15 de maio

    Na semana de 15 a 19 de maio, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca promoverá a XII edição do Ciclo de Debates - Conversando sobre a Estratégia de Saúde da Família. Em 2017, o evento coincide com o início da 13ª turma da Residência Multiprofissional em Saúde da Família, e as discussões terão como base temáticas importantes da política macroeconômica, da política de saúde e da própria ESF, abordando seus conceitos, práticas, desafios e potências. "O ciclo de debates é um espaço para privilegiarmos a discussão sobre saúde em um contexto de desmonte das políticas públicas e ataques aos processos democráticos inclusivos". O evento é aberto a todos os interessados e as inscrições devem ser feitas dia 15/5. O certificado será concedido aos participantes que comparecerem a todos os dias de atividade.

  2. XII Ciclo de Debates - Conversando sobre a ESF terá início em 15 de maio

    Na semana de 15 a 19 de maio, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca promoverá a XII edição do Ciclo de Debates - Conversando sobre a Estratégia de Saúde da Família. Em 2017, o evento coincide com o início da 13ª turma da Residência Multiprofissional em Saúde da Família, e as discussões terão como base temáticas importantes da política macroeconômica, da política de saúde e da própria ESF, abordando seus conceitos, práticas, desafios e potências. "O ciclo de debates é um espaço para privilegiarmos a discussão sobre saúde em um contexto de desmonte das políticas públicas e ataques aos processos democráticos inclusivos". O evento é aberto a todos os interessados e as inscrições devem ser feitas dia 15/5. O certificado será concedido aos participantes que comparecerem a todos os dias de atividade.

  3. Aviso prévio: 'Radis' debate a reforma trabalhista que o Governo quer emplacar

    A edição n°176 de maio de 2017 da Revista Radis, disponível on-line, aborda como temas de capa a reforma trabalhista, a terceirização e a precarização. Conforme o editorial da publicação, o trabalho e o ambiente e as condições em que é realizado, o emprego, o salário e os direitos dos trabalhadores são questões essenciais de saúde pública, na medida em que interferem diretamente no processo de determinação social da saúde e do adoecimento humano, por isto, a aprovação da reforma trabalhista do governo Temer por uma insensível maioria de 296 dos 473 presentes à sessão plenária da Câmara dos Deputados, às 22h29 da noite do dia 26 de abril de 2017, representa uma catástrofe sanitária. "Entre as alterações criticadas estão a diminuição da competência dos sindicatos, inclusive na proteção dos trabalhadores em casos de homologação de rescisões contratuais; a permissão de acordos individuais para a definição de bancos de horas e jornadas de trabalho, mesmo que exaustivas; a possibilidade de impedimento ao acesso à Justiça na forma de acordos extrajudiciais irrevogáveis e arbitragem das relações de trabalho sem a participação da Justiça do Trabalho. A criação do trabalho intermitente, com recebimento apenas por horas ou dias, legaliza para as empresas contratar o "bico" sem a perspectiva de qualquer direito trabalhista, dizem os entrevistados. Cai a proteção atual ao trabalho de 30 horas semanais, como em telemarketing e outros, e se amplia o trabalho parcial e a adoção do teletrabalho, sem previsão de horas extras e outros direitos". Esta mudança radical na regulação das relações de trabalho, feita à revelia da sociedade, salienta o editorial, por não ter sido submetida a ela como proposta em processo eleitoral democrático, representa a demolição das leis de proteção ao trabalho, que resultaram de lutas históricas dos trabalhadores de todo o mundo. 

  4. Aviso prévio: 'Radis' debate a reforma trabalhista que o Governo quer emplacar

    A edição n°176 de maio de 2017 da Revista Radis, disponível on-line, aborda como temas de capa a reforma trabalhista, a terceirização e a precarização. Conforme o editorial da publicação, o trabalho e o ambiente e as condições em que é realizado, o emprego, o salário e os direitos dos trabalhadores são questões essenciais de saúde pública, na medida em que interferem diretamente no processo de determinação social da saúde e do adoecimento humano, por isto, a aprovação da reforma trabalhista do governo Temer por uma insensível maioria de 296 dos 473 presentes à sessão plenária da Câmara dos Deputados, às 22h29 da noite do dia 26 de abril de 2017, representa uma catástrofe sanitária. "Entre as alterações criticadas estão a diminuição da competência dos sindicatos, inclusive na proteção dos trabalhadores em casos de homologação de rescisões contratuais; a permissão de acordos individuais para a definição de bancos de horas e jornadas de trabalho, mesmo que exaustivas; a possibilidade de impedimento ao acesso à Justiça na forma de acordos extrajudiciais irrevogáveis e arbitragem das relações de trabalho sem a participação da Justiça do Trabalho. A criação do trabalho intermitente, com recebimento apenas por horas ou dias, legaliza para as empresas contratar o "bico" sem a perspectiva de qualquer direito trabalhista, dizem os entrevistados. Cai a proteção atual ao trabalho de 30 horas semanais, como em telemarketing e outros, e se amplia o trabalho parcial e a adoção do teletrabalho, sem previsão de horas extras e outros direitos". Esta mudança radical na regulação das relações de trabalho, feita à revelia da sociedade, salienta o editorial, por não ter sido submetida a ela como proposta em processo eleitoral democrático, representa a demolição das leis de proteção ao trabalho, que resultaram de lutas históricas dos trabalhadores de todo o mundo. 

  5. Aviso prévio: 'Radis' debate a reforma trabalhista que o Governo quer emplacar

    A edição n°176 de maio de 2017 da Revista Radis, disponível on-line, aborda como temas de capa a reforma trabalhista, a terceirização e a precarização. Conforme o editorial da publicação, o trabalho e o ambiente e as condições em que é realizado, o emprego, o salário e os direitos dos trabalhadores são questões essenciais de saúde pública, na medida em que interferem diretamente no processo de determinação social da saúde e do adoecimento humano, por isto, a aprovação da reforma trabalhista do governo Temer por uma insensível maioria de 296 dos 473 presentes à sessão plenária da Câmara dos Deputados, às 22h29 da noite do dia 26 de abril de 2017, representa uma catástrofe sanitária. "Entre as alterações criticadas estão a diminuição da competência dos sindicatos, inclusive na proteção dos trabalhadores em casos de homologação de rescisões contratuais; a permissão de acordos individuais para a definição de bancos de horas e jornadas de trabalho, mesmo que exaustivas; a possibilidade de impedimento ao acesso à Justiça na forma de acordos extrajudiciais irrevogáveis e arbitragem das relações de trabalho sem a participação da Justiça do Trabalho. A criação do trabalho intermitente, com recebimento apenas por horas ou dias, legaliza para as empresas contratar o "bico" sem a perspectiva de qualquer direito trabalhista, dizem os entrevistados. Cai a proteção atual ao trabalho de 30 horas semanais, como em telemarketing e outros, e se amplia o trabalho parcial e a adoção do teletrabalho, sem previsão de horas extras e outros direitos". Esta mudança radical na regulação das relações de trabalho, feita à revelia da sociedade, salienta o editorial, por não ter sido submetida a ela como proposta em processo eleitoral democrático, representa a demolição das leis de proteção ao trabalho, que resultaram de lutas históricas dos trabalhadores de todo o mundo. 

  6. O barato que sai caro: 'Radis' debate os planos de saúde populares

    A matéria de capa da edição 175 de abril de 2017 da Revista Radis, disponível on-line, detalha a proposta do Ministério da Saúde (MS), construída com empresas de seguro e planos de saúde, e traz a avaliação de entidades que não foram chamadas para esta discussão, como o Conselho Nacional de Saúde, o Conselho Federal de Medicina, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor. Segundo a publicação, a proposta de planos populares, recém-encaminhada pelo governo Michel Temer para avaliação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a princípio pode até parecer uma daquelas promoções irresistíveis, mas os especialistas alertam que quem se encantar pelo anúncio vai acabar recebendo menos do que espera. 

  7. O barato que sai caro: 'Radis' debate os planos de saúde populares

    A matéria de capa da edição 175 de abril de 2017 da Revista Radis, disponível on-line, detalha a proposta do Ministério da Saúde (MS), construída com empresas de seguro e planos de saúde, e traz a avaliação de entidades que não foram chamadas para esta discussão, como o Conselho Nacional de Saúde, o Conselho Federal de Medicina, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor. Segundo a publicação, a proposta de planos populares, recém-encaminhada pelo governo Michel Temer para avaliação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a princípio pode até parecer uma daquelas promoções irresistíveis, mas os especialistas alertam que quem se encantar pelo anúncio vai acabar recebendo menos do que espera. 

  8. Feminicídio em debate no Dia Internacional da Mulher

    Feminicídio. Essa é a abordagem da matéria da revista Radis sobre a cobertura de assassinato em Campinas, ocorrido em 1° de janeiro de 2017, que a ENSP destaca no Dia Internacional da Mulher. "A mídia e a sociedade brasileira se viram diante de um crime brutal, que expôs a relação direta entre o discurso misógino na sociedade e o assassinato de mulheres", diz a revista. Em Campinas, São Paulo, Sidnei Ramis de Araújo, de 46 anos, invadiu a casa onde sua ex-mulher celebrava o Ano Novo com a família e abriu fogo. Isamara Filier, de 41 anos, e mais 11 pessoas morreram, incluindo outras 8 mulheres e o filho do casal, de apenas 8 anos. Em seguida, o atirador se matou. "O assassino deixou algumas cartas e áudios sobre sua atitude. O caso repercutiu amplamente na imprensa, embora poucos veículos tenham relatado o crime como feminicídio, crime de ódio baseado no gênero. O termo, popularizado pela autora feminista Diana E. H. Russel, em 1976, é a mais grave forma de violência contra a mulher e passou a constar na legislação brasileira como crime hediondo desde a Lei 13.104, de 2015". De acordo com a matéria, o conteúdo da carta, divulgado textualmente, em trechos ou na íntegra, não deixava dúvida que se tratava de discurso de ódio. A intenção estava mais do que declarada: "Pegar o máximo de vadias da família juntas" (sic). A expressão "vadia" foi usada repetidas vezes se referindo à ex-esposa e suas parentes, às mulheres em geral, e até à Lei Maria da Penha (11.340/2006), que cria mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher, além dos ataques às feministas que foram feitos. No discurso da carta, a violência se "justificaria" pelo fato de a mãe ter conseguido a guarda do filho em um processo que incluiu acusações de abuso sexual do pai contra a criança. Isamara teria registrado seis queixas contra ele ao longo de dez anos, entre 2005 e 2015, por agressão e ameaça. 

  9. Animais de laboratório é o tema da revista ‘Radis’ de março

    A matéria de capa da edição n°174 de março de 2017 da Revista Radis, disponível on-line, debate o porquê de a pesquisa científica ainda necessitar das cobaias, e das inovações que podem substituí-las por alternativas tecnológicas. "Esses estudos envolvem uma discussão ética e, muitas vezes, alvo de polêmica são realmente necessários?, questiona a reportagem. "Ninguém opta por usar animais havendo métodos alternativos validados e comprovadamente eficazes para aquele teste. Mas ainda hoje, apesar da evolução tecnológica, não existem alternativas válidas para todos os estudos que precisam ser realizados", disse à Radis a médica veterinária Carla de Freitas Campos, diretora do Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos (ICTB/Fiocruz). 

  10. Feminicídio em debate no Dia Internacional da Mulher

    Feminicídio. Essa é a abordagem da matéria da revista Radis sobre a cobertura de assassinato em Campinas, ocorrido em 1° de janeiro de 2017, que a ENSP destaca no Dia Internacional da Mulher. "A mídia e a sociedade brasileira se viram diante de um crime brutal, que expôs a relação direta entre o discurso misógino na sociedade e o assassinato de mulheres", diz a revista. Em Campinas, São Paulo, Sidnei Ramis de Araújo, de 46 anos, invadiu a casa onde sua ex-mulher celebrava o Ano Novo com a família e abriu fogo. Isamara Filier, de 41 anos, e mais 11 pessoas morreram, incluindo outras 8 mulheres e o filho do casal, de apenas 8 anos. Em seguida, o atirador se matou. "O assassino deixou algumas cartas e áudios sobre sua atitude. O caso repercutiu amplamente na imprensa, embora poucos veículos tenham relatado o crime como feminicídio, crime de ódio baseado no gênero. O termo, popularizado pela autora feminista Diana E. H. Russel, em 1976, é a mais grave forma de violência contra a mulher e passou a constar na legislação brasileira como crime hediondo desde a Lei 13.104, de 2015". De acordo com a matéria, o conteúdo da carta, divulgado textualmente, em trechos ou na íntegra, não deixava dúvida que se tratava de discurso de ódio. A intenção estava mais do que declarada: "Pegar o máximo de vadias da família juntas" (sic). A expressão "vadia" foi usada repetidas vezes se referindo à ex-esposa e suas parentes, às mulheres em geral, e até à Lei Maria da Penha (11.340/2006), que cria mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher, além dos ataques às feministas que foram feitos. No discurso da carta, a violência se "justificaria" pelo fato de a mãe ter conseguido a guarda do filho em um processo que incluiu acusações de abuso sexual do pai contra a criança. Isamara teria registrado seis queixas contra ele ao longo de dez anos, entre 2005 e 2015, por agressão e ameaça.