1. Austeridade mata: ‘Radis’ de fevereiro alerta sobre cortes orçamentários que afetam os mais pobres

    A revista Radis n° 185, de fevereiro de 2018, chama a atenção para a radicalização do programa do Governo Federal focado no ajuste fiscal. Na avaliação de especialistas entrevistados pelo editor Adriano De Lavor, além dos cortes já aprovados em programas como o Farmácia Popular, e as já previstas consequências das reformas trabalhista e previdenciária e da aprovação, em 2016, da Emenda Constitucional que congela gastos públicos por até 20 anos, mais recentemente o “ajuste justo” recomendado pelo Banco Mundial (Bird), em relatório produzido a pedido do Governo Federal, também repercutirá nas condições de saúde do brasileiro e na própria sobrevivência do Sistema Único de Saúde. Mas qual será o impacto da aplicação de políticas de austeridade na saúde das pessoas? "Políticas de austeridade acentuam os efeitos perversos das crises econômicas sobre a saúde, pois reduzem os orçamentos públicos em períodos de demandas ampliadas devido às repercussões do desemprego e redução de renda sobre o estado de saúde da população”, alertou a pesquisadora Lígia Giovanella, do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da ENSP.

  2. Austeridade mata: ‘Radis’ de fevereiro alerta sobre cortes orçamentários que afetam os mais pobres

    A revista Radis n° 185, de fevereiro de 2018, chama a atenção para a radicalização do programa do Governo Federal focado no ajuste fiscal. Na avaliação de especialistas entrevistados pelo editor Adriano De Lavor, além dos cortes já aprovados em programas como o Farmácia Popular, e as já previstas consequências das reformas trabalhista e previdenciária e da aprovação, em 2016, da Emenda Constitucional que congela gastos públicos por até 20 anos, mais recentemente o “ajuste justo” recomendado pelo Banco Mundial (Bird), em relatório produzido a pedido do Governo Federal, também repercutirá nas condições de saúde do brasileiro e na própria sobrevivência do Sistema Único de Saúde. Mas qual será o impacto da aplicação de políticas de austeridade na saúde das pessoas? "Políticas de austeridade acentuam os efeitos perversos das crises econômicas sobre a saúde, pois reduzem os orçamentos públicos em períodos de demandas ampliadas devido às repercussões do desemprego e redução de renda sobre o estado de saúde da população”, alertou a pesquisadora Lígia Giovanella, do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da ENSP.

  3. Fora do padrão: Matéria da 'Radis' trata do aumento de diagnósticos de transtornos psiquiátricos e o uso massivo de medicamentos

    Uma das matérias de destaque da revista Radis de janeiro de 2018, produzida pelos jornalistas Bruno Dominguez e Elisa Batalha, abordou o aumento de diagnósticos de transtornos psiquiátricos e o uso massivo de medicamentos que ameaçam a autonomia e o direito à singularidade. É o caso da  americana Laura Delano que viaja o mundo contando sua história para explicar os efeitos da padronização, patologização e medicalização da vida. Ela esteve no Brasil entre os dias 30 de outubro e 1º de novembro para participar do seminário “A Epidemia das Drogas Psiquiátricas: Causas, Danos e Alternativas”, realizado na ENSP. Ela está há sete anos sem tomar nenhum dos 19 medicamentos prescritos para os vários transtornos mentais “incuráveis”, diagnosticados ao longo de sua jornada pelo sistema de saúde mental norte-americano. “Não estou aqui para dizer que médicos psiquiatras ou medicamentos são maus, mas para dizer que a sociedade está construída em cima de histórias poderosas que moldam o sentido da nossa existência — e algumas dessas histórias estão nos ferindo”, ressalva. 

  4. Fora do padrão: Matéria da 'Radis' trata do aumento de diagnósticos de transtornos psiquiátricos e o uso massivo de medicamentos

    Uma das matérias de destaque da revista Radis de janeiro de 2018, produzida pelos jornalistas Bruno Dominguez e Elisa Batalha, abordou o aumento de diagnósticos de transtornos psiquiátricos e o uso massivo de medicamentos que ameaçam a autonomia e o direito à singularidade. É o caso da  americana Laura Delano que viaja o mundo contando sua história para explicar os efeitos da padronização, patologização e medicalização da vida. Ela esteve no Brasil entre os dias 30 de outubro e 1º de novembro para participar do seminário “A Epidemia das Drogas Psiquiátricas: Causas, Danos e Alternativas”, realizado na ENSP. Ela está há sete anos sem tomar nenhum dos 19 medicamentos prescritos para os vários transtornos mentais “incuráveis”, diagnosticados ao longo de sua jornada pelo sistema de saúde mental norte-americano. “Não estou aqui para dizer que médicos psiquiatras ou medicamentos são maus, mas para dizer que a sociedade está construída em cima de histórias poderosas que moldam o sentido da nossa existência — e algumas dessas histórias estão nos ferindo”, ressalva. 

  5. Tuberculose: Corrida contra o tempo

    Novos desenvolvimentos científicos, apoio comunitário e vacina são recursos urgentes para deter o avanço da tuberculose. No número 184, de janeiro de 2018, a Revista Radis traz a reportagem Corrida contra o tempo. A reportagem aponta que associada à pobreza e miséria extrema, a tuberculose atinge em maior número pessoas que vivem em classes sociais desfavorecidas. Agora, os pesquisadores observam que ela já avança sobre outras camadas da população. Informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que foram notificados mais de 10 milhões de novos casos em 2015, e 1,5 milhão de pessoas morreram.  Os dados mostram que, em sua maioria, a tuberculose mata moradores de países em desenvolvimento. Leia a reportagem completa. 

  6. Tuberculose: Corrida contra o tempo

    Novos desenvolvimentos científicos, apoio comunitário e vacina são recursos urgentes para deter o avanço da tuberculose. No número 184, de janeiro de 2018, a Revista Radis traz a reportagem Corrida contra o tempo. A reportagem aponta que associada à pobreza e miséria extrema, a tuberculose atinge em maior número pessoas que vivem em classes sociais desfavorecidas. Agora, os pesquisadores observam que ela já avança sobre outras camadas da população. Informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que foram notificados mais de 10 milhões de novos casos em 2015, e 1,5 milhão de pessoas morreram.  Os dados mostram que, em sua maioria, a tuberculose mata moradores de países em desenvolvimento. Leia a reportagem completa. 

  7. Revista Radis de janeiro está no ar

    A epidemia das drogas psiquiátricas, os riscos para a saúde e o ambiente provocados pelo uso do mercúrio e a importância de melhorar as condições de vida da população para combater a tuberculose estão entre os temas abordados na primeira edição de 2018 da Revista Radis (nº 184 - janeiro 2018). A matéria de capa destaca a realização, na ENSP, do seminário internacional sobre a Epidemia das Drogas Psiquiátricas, que revelou que o aumento do diagnóstico de distúrbios e do uso de drogas psiquiátricas não levou à redução da carga de doenças mentais, e recebeu convidados como o jornalista americano Robert Whitaker, que investiga estratégias mercadológicas da indústria de medicamentos, e o professor finlandês Jaakko Seikkula, da Universidade de Jyvãskyä. A Radis de janeiro de 2018 traz ainda reportagens sobre o VIII Congresso Interno da Fiocruz, os avanços, desafios e retrocessos relacionados à Aids e a importância do serviço de fonoaudiologia no SUS. Confira a edição completa.

  8. ‘Radis’ alerta sobre os impactos negativos da nova Política Nacional de Atenção Básica

    A revista Radis de dezembro (número 183) já está disponível e traz como assunto principal a preocupação com a redução da Atenção Básica de Saúde. "A nova Política Nacional de Atenção Básica (Pnab), adotada pelo governo Michel Temer numa articulação dos gestores à revelia do Conselho Nacional de Saúde, submete o cuidado na Saúde à política econômica pautada na retirada de recursos das políticas sociais e serviços públicos para assegurar compromissos com o mercado financeiro." De acordo com especialistas entrevistados pela revista, as mudanças vão impactar no funcionamento de equipes e impor restrições ao trabalho. A Pnab modificada em 2011 já permitia a criação das chamadas equipes de Atenção Básica (EAB), reduzidas a um médico e enfermeiro, o que foi muito criticado. No entanto, na avaliação de Celina Boga, médica do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria/ENSP, a mudança contemplava outros formatos de Estratégia Saúde da Família e incluía equipes especializadas no atendimento da população em situação de rua, por exemplo. 

  9. ‘Radis’ alerta sobre os impactos negativos da nova Política Nacional de Atenção Básica

    A revista Radis de dezembro (número 183) já está disponível e traz como assunto principal a preocupação com a redução da Atenção Básica de Saúde. "A nova Política Nacional de Atenção Básica (Pnab), adotada pelo governo Michel Temer numa articulação dos gestores à revelia do Conselho Nacional de Saúde, submete o cuidado na Saúde à política econômica pautada na retirada de recursos das políticas sociais e serviços públicos para assegurar compromissos com o mercado financeiro." De acordo com especialistas entrevistados pela revista, as mudanças vão impactar no funcionamento de equipes e impor restrições ao trabalho. A Pnab modificada em 2011 já permitia a criação das chamadas equipes de Atenção Básica (EAB), reduzidas a um médico e enfermeiro, o que foi muito criticado. No entanto, na avaliação de Celina Boga, médica do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria/ENSP, a mudança contemplava outros formatos de Estratégia Saúde da Família e incluía equipes especializadas no atendimento da população em situação de rua, por exemplo. 

  10. Entrevista: Projeto busca preservar a Memória da Saúde Pública do Brasil

    Há 63 anos, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) realiza pesquisas na área de saúde pública, abre caminhos para inovação e produz grande volume de conhecimentos. Entretanto, com o passar do tempo, alguns documentos de pesquisa e da história da saúde pública podem se degradar, desaparecer ou até mesmo caírem no esquecimento, o que gera prejuízos imensuráveis para a memória da instituição e da saúde brasileira. Ciente dessa situação, a Escola, em parceria com a Casa de Oswaldo Cruz (COC), criou o projeto Memórias ENSP. A iniciativa se contrapõe a esse processo negativo e promove esforços para identificar, preservar e divulgar documentos resultantes das pesquisas realizadas nos centros e departamentos da instituição.