1. Tuberculose: Corrida contra o tempo

    Novos desenvolvimentos científicos, apoio comunitário e vacina são recursos urgentes para deter o avanço da tuberculose. No número 184, de janeiro de 2018, a Revista Radis traz a reportagem Corrida contra o tempo. A reportagem aponta que associada à pobreza e miséria extrema, a tuberculose atinge em maior número pessoas que vivem em classes sociais desfavorecidas. Agora, os pesquisadores observam que ela já avança sobre outras camadas da população. Informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que foram notificados mais de 10 milhões de novos casos em 2015, e 1,5 milhão de pessoas morreram.  Os dados mostram que, em sua maioria, a tuberculose mata moradores de países em desenvolvimento. Leia a reportagem completa. 

  2. Tuberculose: Corrida contra o tempo

    Novos desenvolvimentos científicos, apoio comunitário e vacina são recursos urgentes para deter o avanço da tuberculose. No número 184, de janeiro de 2018, a Revista Radis traz a reportagem Corrida contra o tempo. A reportagem aponta que associada à pobreza e miséria extrema, a tuberculose atinge em maior número pessoas que vivem em classes sociais desfavorecidas. Agora, os pesquisadores observam que ela já avança sobre outras camadas da população. Informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que foram notificados mais de 10 milhões de novos casos em 2015, e 1,5 milhão de pessoas morreram.  Os dados mostram que, em sua maioria, a tuberculose mata moradores de países em desenvolvimento. Leia a reportagem completa. 

  3. Revista Radis de janeiro está no ar

    A epidemia das drogas psiquiátricas, os riscos para a saúde e o ambiente provocados pelo uso do mercúrio e a importância de melhorar as condições de vida da população para combater a tuberculose estão entre os temas abordados na primeira edição de 2018 da Revista Radis (nº 184 - janeiro 2018). A matéria de capa destaca a realização, na ENSP, do seminário internacional sobre a Epidemia das Drogas Psiquiátricas, que revelou que o aumento do diagnóstico de distúrbios e do uso de drogas psiquiátricas não levou à redução da carga de doenças mentais, e recebeu convidados como o jornalista americano Robert Whitaker, que investiga estratégias mercadológicas da indústria de medicamentos, e o professor finlandês Jaakko Seikkula, da Universidade de Jyvãskyä. A Radis de janeiro de 2018 traz ainda reportagens sobre o VIII Congresso Interno da Fiocruz, os avanços, desafios e retrocessos relacionados à Aids e a importância do serviço de fonoaudiologia no SUS. Confira a edição completa.

  4. ‘Radis’ alerta sobre os impactos negativos da nova Política Nacional de Atenção Básica

    A revista Radis de dezembro (número 183) já está disponível e traz como assunto principal a preocupação com a redução da Atenção Básica de Saúde. "A nova Política Nacional de Atenção Básica (Pnab), adotada pelo governo Michel Temer numa articulação dos gestores à revelia do Conselho Nacional de Saúde, submete o cuidado na Saúde à política econômica pautada na retirada de recursos das políticas sociais e serviços públicos para assegurar compromissos com o mercado financeiro." De acordo com especialistas entrevistados pela revista, as mudanças vão impactar no funcionamento de equipes e impor restrições ao trabalho. A Pnab modificada em 2011 já permitia a criação das chamadas equipes de Atenção Básica (EAB), reduzidas a um médico e enfermeiro, o que foi muito criticado. No entanto, na avaliação de Celina Boga, médica do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria/ENSP, a mudança contemplava outros formatos de Estratégia Saúde da Família e incluía equipes especializadas no atendimento da população em situação de rua, por exemplo. 

  5. ‘Radis’ alerta sobre os impactos negativos da nova Política Nacional de Atenção Básica

    A revista Radis de dezembro (número 183) já está disponível e traz como assunto principal a preocupação com a redução da Atenção Básica de Saúde. "A nova Política Nacional de Atenção Básica (Pnab), adotada pelo governo Michel Temer numa articulação dos gestores à revelia do Conselho Nacional de Saúde, submete o cuidado na Saúde à política econômica pautada na retirada de recursos das políticas sociais e serviços públicos para assegurar compromissos com o mercado financeiro." De acordo com especialistas entrevistados pela revista, as mudanças vão impactar no funcionamento de equipes e impor restrições ao trabalho. A Pnab modificada em 2011 já permitia a criação das chamadas equipes de Atenção Básica (EAB), reduzidas a um médico e enfermeiro, o que foi muito criticado. No entanto, na avaliação de Celina Boga, médica do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria/ENSP, a mudança contemplava outros formatos de Estratégia Saúde da Família e incluía equipes especializadas no atendimento da população em situação de rua, por exemplo. 

  6. Entrevista: Projeto busca preservar a Memória da Saúde Pública do Brasil

    Há 63 anos, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) realiza pesquisas na área de saúde pública, abre caminhos para inovação e produz grande volume de conhecimentos. Entretanto, com o passar do tempo, alguns documentos de pesquisa e da história da saúde pública podem se degradar, desaparecer ou até mesmo caírem no esquecimento, o que gera prejuízos imensuráveis para a memória da instituição e da saúde brasileira. Ciente dessa situação, a Escola, em parceria com a Casa de Oswaldo Cruz (COC), criou o projeto Memórias ENSP. A iniciativa se contrapõe a esse processo negativo e promove esforços para identificar, preservar e divulgar documentos resultantes das pesquisas realizadas nos centros e departamentos da instituição.

  7. Nada paga um sorriso: 'Radis' alerta para o possível desmonte do Programa de Saúde Bucal do SUS

    A edição n°182 de novembro de 2017 da revista Radis, disponível on-line, traz como reportagem de capa um dos problemas mais marcantes da saúde bucal no Brasil: a perda dos dentes. Também chamada de edentulismo ou mutilação dentária, essa ocorrência aponta para a necessidade de se pensar a saúde bucal pelo ponto de vista da integralidade — da prevenção e promoção até os cuidados de reabilitação, explica o repórter Luiz Felipe Stevanim, autor da matéria. Ele enfoca o caso de Sueli Lopes de Oliveira, vendedora ambulante de Campinas (SP), que começou a usar uma prótese dentária, e narra um pouco da mudança em sua rotina, marcada por anos de vergonha por ter que levar as mãos à boca para esconder o sorriso. “As pessoas não vão mais correr de mim”, conta, ao se referir aos olhares e reações que faziam com que ela se sentisse menos gente. De acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saúde Bucal de 2010, 69% dos brasileiros adultos necessitam de prótese, sendo a maioria prótese parcial em um maxilar (41%). Mas, aprovada em 31 de agosto, pela Comissão Intergestores Tripartite (CIT), com apoio do ministro da Saúde, Ricardo Barros, a nova Política Nacional de Atenção Básica prevê que o governo federal possa financiar equipes que têm apenas médico, enfermeiro e técnico ou auxiliar de enfermagem — portanto, sem Equipes de Saúde Bucal (ESB).

  8. Memórias: projeto preserva registros e resgata história da ENSP

    Revisitar o passado por meio da preservação, organização e divulgação da documentação científica e pedagógica dos departamentos, centros e núcleos de pesquisa da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca é o objetivo do projeto Memórias da ENSP. Desenvolvido no âmbito da Coordenação de Comunicação Institucional por iniciativa da Direção da Escola, o projeto utiliza uma base de dados para reunir e divulgar, pela internet, documentos institucionais e pessoais relacionados às pesquisas desenvolvidas nos 63 anos da Ensp. 

  9. #Pelavidadasmulheres: 'Radis' de outubro expõe as marcas da violência contra a mulher

    2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres, realizada em agosto de 2017, reuniu cerca de 1.800 participantes e discutiu temas como a legalização do aborto, o desmonte da saúde pública, as diferentes formas de opressão, assédio e violência contra as mulheres e o feminicídio - crime que custa a vida de uma mulher a cada duas horas no país. O evento, tema da reportagem de capa da Revista Radis 181 (outubro 2017), também recebeu destaque no editorial da publicação. "Há desigualdade entre homens e mulheres. Mas há, ainda, mais discriminação e invisibilidade caso elas sejam pobres, negras, indígenas, lésbicas, trans ou de baixa escolaridade, por exemplo", afirma o texto. A Radis n.181 apresenta reportagens sobre o projeto "Refugiados de Belo Monte", o documentário "Eu + 1: uma jornada de saúde mental na Amazônia", a ameaça de extinção da Renca e os destaques da semana comemorativa de aniversário de 63 anos da ENSP. Acesse a publicação.
     

  10. 'Radis' de setembro debate o drama dos refugiados

    Disponível on-line, a edição n°180 de setembro de 2017 da revista Radis destaca o drama da migração forçada, suas implicações na saúde e as perspectivas de futuro dos refugiados no Brasil. Para a Radis, a expulsão de milhões de pessoas de seus territórios em função de guerras, perseguições políticas, étnicas, religiosas, de gênero ou orientação sexual, problemas econômicos e socioambientais é a questão humanitária mais aguda no planeta, a somar-se às questões crônicas de desigualdade, miséria e injustiça social. O editor Adriano De Lavor, autor da reportagem de capa, com arte do design Felipe Plauska, fala sobre vidas dilaceradas por desagregação familiar e ruptura com vínculos territoriais e culturais, com relatos de luta pela vida e superação. Além dos refugiados, ele ouviu pesquisadores e profissionais que se especializaram nesse acolhimento, embora não exista política pública definida para a situação.