1. Entre a angústia e a força: 'Radis' de junho fala das histórias de trabalhadores do SUS perante a pandemia da Covid-19

    A revista Radis de junho traz relatos de quem está na linha de frente do Sistema Único de saúde (SUS) no enfrentamento à Covid-19. Na reportagem de Luiz Felipe Stevanim, o médico Pedro Campana disse que “a grande angústia é a gente não saber quando isso vai diminuir ou acabar.  Acredito que só se resolverá quando a gente tiver uma vacina eficaz”. O enfermeiro Cleilton Paz  ressalta que “muito aprendizado tem se dado em meio à luta, muita solidariedade também”. Já a agente comunitária de saúde Ana Iara de Souza acredita no potencial transformador da educação em saúde.

  2. Painel discute os idosos e temas transversais em meio à pandemia da Covid-19

    Como a chegada da Covid-19 no Brasil acentuou os preconceitos e os estereótipos em relação aos idosos, ao mesmo tempo em que intensificou um cenário de desproteção social a essa população? As tensões impostas pela pandemia, como o medo de contaminação e a falta de recursos, fizeram emergir alguns debates, entre os quais os idosos têm sido considerados uma das principais preocupações. Considerados como grupo de risco para a doença, o preconceito contra eles apareceu ou, de acordo com alguns especialistas, foi acentuado.

  3. Os vulneráveis: 'Radis' debate a Covid-19 e a perversa desigualdade social e econômica entre as classes sociais

    A reportagem de Luiz Felipe Stevanim questiona: Ficar em que casa?. A expansão da pandemia de Covid-19 pelas favelas, periferias e interiores do Brasil escancarou a perversa desigualdade social e econômica entre as classes sociais, naturalizada e aceita por grande parte da sociedade e das instituições do Estado, o que representa uma barreira às recomendações de higiene básica, distanciamento físico e permanência em casa, alerta a Radis. O Conselho Nacional de Saúde (CNS) alerta sobre a necessidade de especial proteção a grupos em situação de vulnerabilidade ou em risco como as pessoas em situação de rua, com sofrimento ou transtorno mental, com deficiência, vivendo com HIV/aids, LGBTI+, população indígena, negra e ribeirinha e trabalhadores do mercado informal, como catadores de lixo, artesãos, camelôs e prostitutas.

  4. Acervo de David Capistrano Filho, precursor do SUS, é doado à Fiocruz

    O legado do líder estudantil, médico, jornalista, autor e editor de livros, articulador político, conferencista e, sobretudo, sanitarista, David Capistrano Filho, importante ator da reforma sanitária, em breve, estará acessível a pesquisadores e demais interessados com a cessão do seu acervo para a Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz). Ele é reconhecido como um dos responsáveis pela elaboração do texto que deu origem ao capítulo sobre o SUS na Constituição de 1988. Confira a reportagem de Lisiane Morosini, da revista Radis.

  5. 'Radis' de abril acompanha atendimento da Unidade Básica de Saúde Fluvial Vila de Ega, Amazonas

    A reportagem de capa da revista Radis, de abril de 2020, de autoria do editor Adriano de Lavor, acompanha parte da viagem da Unidade Básica de Saúde Fluvial Vila de Ega, em Tefé, no Amazonas. “Em pouco mais de um ano e meio de trabalho, os resultados já são aparentes: além da melhoria de alguns indicadores, é positivo o retorno da população: “O maior retorno é a população que dá”, relata Maria Adriana Moreira, secretária de Saúde de Tefé.

  6. Site da 'Radis' inaugura seção especial sobre Covid-19

    O site do Programa Radis preparou uma seção especial sobre o Covid-19, onde estão reunidas reportagens, dicas e links úteis. Em destaque estão as primeiras matérias publicadas na Radis sobre o novo coronavírus, a reportagem de capa da edição 210 (março de 2020) – com explicações sobre a origem da pandemia, as ações preparatórias no SUS, o papel da Fiocruz na resposta à pandemia e um glossários com os principais termos relacionados à crise de saúde pública -, links institucionais sobre o assunto, além de conteúdos que serão publicados próxima edição da revista.

  7. Números crescentes de câncer destacam perigo da obesidade e importância do diagnóstico precoce

    Em reportagem de Adriano de Lavor, da revista Radis, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou estimativa que prevê 625 mil novos casos da doença a cada ano no país, no período entre 2020 e 2022. A publicação “Estimativa 2020 – Incidência do Câncer no Brasil”, lançada dia 4 de fevereiro, registra a obesidade como um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de 11 dos 19 tipos mais frequentes na população brasileira. Os números, que auxiliarão gestores e profissionais de saúde a planejarem ações de prevenção e assistência na área do câncer, também servem de alerta para a necessidade de qualificação dos profissionais da atenção básica para suspeição de novos casos.

  8. Números crescentes de câncer destacam perigo da obesidade e importância do diagnóstico precoce

    Em reportagem de Adriano de Lavor, da revista Radis, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou estimativa que prevê 625 mil novos casos da doença a cada ano no país, no período entre 2020 e 2022. A publicação “Estimativa 2020 – Incidência do Câncer no Brasil”, lançada dia 4 de fevereiro, registra a obesidade como um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de 11 dos 19 tipos mais frequentes na população brasileira. Os números, que auxiliarão gestores e profissionais de saúde a planejarem ações de prevenção e assistência na área do câncer, também servem de alerta para a necessidade de qualificação dos profissionais da atenção básica para suspeição de novos casos.

  9. Números crescentes de câncer destacam perigo da obesidade e importância do diagnóstico precoce

    Em reportagem de Adriano de Lavor, da revista Radis, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou estimativa que prevê 625 mil novos casos da doença a cada ano no país, no período entre 2020 e 2022. A publicação “Estimativa 2020 – Incidência do Câncer no Brasil”, lançada dia 4 de fevereiro, registra a obesidade como um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de 11 dos 19 tipos mais frequentes na população brasileira. Os números, que auxiliarão gestores e profissionais de saúde a planejarem ações de prevenção e assistência na área do câncer, também servem de alerta para a necessidade de qualificação dos profissionais da atenção básica para suspeição de novos casos.