1. O Dihs da ENSP promove evento com assinatura de convênio entre Fiocruz e AJD

    Na próxima segunda-feira, 5/11, às 13 h30min, ocorrerá a assinatura do convênio de cooperação entre a Fiocruz e a Associação Juízes para a Democracia (AJD), com as presenças das presidentas Nísia Trindade (Fiocruz) e Laura Benda (AJD). Logo após, haverá a palestra da Doutora em Direito do Trabalho pela USP, Valdete Souto Severo, com o tema Trabalho, Saúde e Cidadania, no Salão Internacional da ENSP. 

  2. Cuidados paliativos: uma questão de direitos humanos, saúde e cidadania

    O Núcleo de Estudo e Pesquisa em Cuidados Paliativos do INI realizou, no dia 7 de agosto, sua primeira Oficina Itinerante de Cuidados Paliativos, com o apoio do Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz). O encontro, que lotou o auditório do Pavilhão de Ensino e mais três salas de aula do Instituto, discutiu os cuidados paliativos e seus processos através de uma visão multidisciplinar, refletindo sobre a vida, a morte e o ato de morrer.

  3. Cuidados paliativos: uma questão de direitos humanos, saúde e cidadania

    O Núcleo de Estudo e Pesquisa em Cuidados Paliativos do INI realizou, no dia 7 de agosto, sua primeira Oficina Itinerante de Cuidados Paliativos, com o apoio do Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz). O encontro, que lotou o auditório do Pavilhão de Ensino e mais três salas de aula do Instituto, discutiu os cuidados paliativos e seus processos através de uma visão multidisciplinar, refletindo sobre a vida, a morte e o ato de morrer.

  4. Estamos vivendo retrocessos, apesar da Lei Maria da Penha

    Violência física, psicológica, sexual, moral, homicídio, violência obstétrica e institucional estão no topo do ranking de denúncias de agressões às mulheres. Essa é uma séria questão de saúde pública na medida em que viola os direitos humanos e causa graves danos à saúde física e mental da vítima e também de sua família. Apesar da Lei Maria da Penha já ter 12 anos, a média diária de denúncias de agressões às mulheres só cresce. 

  5. A letra da lei e a vida das mulheres

    A criminalização não impede que sejam provocados 55,7 milhões de abortos por ano - 160 mil por dia no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Desses, 45% são realizados em condições inseguras. No Brasil, a Pesquisa Nacional do Aborto, realizada em 2016 pela Universidade de Brasília (UnB) e pela organização Anis (Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero), registrou 500 mil abortos em 2015.

  6. A letra da lei e a vida das mulheres

    A criminalização não impede que sejam provocados 55,7 milhões de abortos por ano - 160 mil por dia no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Desses, 45% são realizados em condições inseguras. No Brasil, a Pesquisa Nacional do Aborto, realizada em 2016 pela Universidade de Brasília (UnB) e pela organização Anis (Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero), registrou 500 mil abortos em 2015.

  7. No dia internacional da mulher, ENSP debate legalidade do aborto e direito à vida

    Uma luta pelo direito à vida das mulheres em uma sociedade que tem seu ordenamento jurídico feito por e para os homens. Durante o seminário Legalidade e ilegalidade do aborto: uma reflexão sobre a vida das mulheres, realizado na ENSP no dia Internacional da Mulher, juizas, juristas e pesquisadoras de saúde pública discutiram os múltiplos aspectos desse tema que, muitas vezes, é tratato em sociedade sob as lentes da religião e do autoritarismo machista. Ao tratar da questão da legalidade do aborto a partir de uma perspectiva jurídica, de saúde e social, o evento trouxe à tona informações importantes, sobretudo em um momento em que se levantam as vozes que querem calar as lutas femininas e qualquer outra que queira se opor ao modus operandi da opressão.