1. Artigo sobre transmissão da malária em RO é destaque na Plos One

    A Revista científica Plos One publica, nesta terça-feira (21/2), o artigo The role of spatial mobility in malaria transmission in the Brazilian Porto Velho municipality, Rondônia, Brazil (2010-2012), de autoria da pesquisadora Jussara Rafael Angelo, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fiocruz. O trabalho, orientado pelo pesquisador Carlos Afonso Nobre, é resultado da tese de doutorado Modelagem Espacial Dinâmica dos Determinantes Sociais e Ambientais da Malária e Simulação de Cenários 2020 para Município de Porto Velho - RO, desenvolvida no Centro de Ciência do Sistema Terrestre (PGCST/INPE), com colaboração da ENSP/Fiocruz e Fiocruz-RO. A Plos One é uma revista científica de acesso livre, disponível on-line, publicada pela Public Library of Science.

  2. Opas/OMS atualiza alerta epidemiológico sobre febre amarela no Brasil e Bolívia

    A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) divulgou na sexta-feira (17/2) uma atualização de alerta epidemiológico sobre a febre amarela nas Américas. Neste ano, Colômbia, Bolívia, Peru e Brasil têm notificado casos da doença. O Ministério da Saúde da Bolívia notificou um caso de febre amarela com resultado positivo para IgM pela técnica ELISA. O paciente - turista do sexo masculino, 28 anos e não vacinado - chegou ao país em 8 de janeiro de 2017 e em 9 de janeiro seguiu para o município de Caranavi, onde provavelmente adquiriu a infecção. Em 28 de janeiro ele foi tratado em um hospital local e mais tarde transferido para cuidados particulares no Chile, recebendo alta em 13 de fevereiro. Durante o período provável de infecção, o caso permaneceu na Bolívia. A doença é endêmica no país, mas desde de 2013 foram notificados apenas casos isolados.

  3. Condições insalubres e de abandono favorecem rebeliões nos presídios

    A pesquisadora Cecília Minayo, do Departamento de Estudos sobre Violência e Saúde (Claves) da ENSP, concedeu entrevista ao jornal Folha de Pernambuco, em reportagem que comentou a situação de violência nos presídios, nas grandes metrópoles e as más condições de vida e trabalho dos policiais nesses locais. Na opinião da pesquisadora, as rebeliões nos presídios mostram uma revolta dos detentos contra as condições insalubres e de abandono a que estão submetidos. Além disso, segundo ela, a ausência do Estado possibilita ao crime organizado transformar cadeias em fortalezas, criando centrais de comando dentro e fora das grades.

  4. ENSP discute seu Projeto Político Pedagógico

    Buscando cada vez mais estreitar laços entre docentes e discentes, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) reformulou, entre os anos de 2014 e 2015, seu Projeto Político Pedagógico (PPP), no qual estão presentes valores e princípios que orientam a formação institucional. O documento - que teve seus valores e princípios pactuados - encontra-se aberto à discussão e aceita contribuições. Segundo a Vice-diretora de Ensino da ENSP, Tatiana Wargas, o Projeto Político Pedagógico de uma Escola sela o compromisso entre a instituição, professores e alunos em relação aos objetivos dos cursos ofertados por ela. "A ideia é que o PPP expresse aquilo que a instituição de ensino tem como premissa. A ENSP, enquanto Escola de Pós-graduação em Saúde Pública, precisa delimitar seu papel dentro da Pós, saber de que formação em Saúde Pública está-se falando e, principalmente, saber que tipo de formação estamos oferecendo aos nossos alunos", explicou Tatiana.