1. ENSP mantém conselho deliberativo permanente para discutir retrocessos democráticos e ataques ao SUS

    Em meio a ocupações, como a da sede do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro e atos que vem se fortalecendo como uma grande agenda de mobilização da sociedade civil contra o golpe jurídico e parlamentar que colocou Michel Temer interinamente na presidência da república, a Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca se reuniu em conselho deliberativo ampliado para propor ações de resistência à escalada conservadora que, em poucos dias de governo ilegítimo, vem destruindo as principais conquistas das lutas democráticas dos últimos trinta anos. Pesquisadores, professores, estudantes e trabalhadores da saúde estiveram reunidos, na tarde de quinta-feira, 9 de junho, no auditório térreo da Escola. O diretor da ENSP, Hermano Castro, abriu a discussão listando uma série de retrocessos que vem atingindo a democracia brasileira e de modo muito frontal o direito à saúde. Definiu-se, com base na ampla participação do corpo docente da Escola, que o CD ENSP será mantido em estado de reunião permanente para debater a conjuntura e reforçar a luta pela democracia e em defesa do SUS!
     

     

  2. ENSP mantém conselho deliberativo permanente para discutir retrocessos democráticos e ataques ao SUS

    Em meio a ocupações, como a da sede do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro e atos que vem se fortalecendo como uma grande agenda de mobilização da sociedade civil contra o golpe jurídico e parlamentar que colocou Michel Temer interinamente na presidência da república, a Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca se reuniu em conselho deliberativo ampliado para propor ações de resistência à escalada conservadora que, em poucos dias de governo ilegítimo, vem destruindo as principais conquistas das lutas democráticas dos últimos trinta anos. Pesquisadores, professores, estudantes e trabalhadores da saúde estiveram reunidos, na tarde de quinta-feira, 9 de junho, no auditório térreo da Escola. O diretor da ENSP, Hermano Castro, abriu a discussão listando uma série de retrocessos que vem atingindo a democracia brasileira e de modo muito frontal o direito à saúde. Definiu-se, com base na ampla participação do corpo docente da Escola, que o CD ENSP será mantido em estado de reunião permanente para debater a conjuntura e reforçar a luta pela democracia e em defesa do SUS!
     

     

  3. Conselho Deliberativo convoca reunião ampliada para discutir conjuntura política

    O Conselho Deliberativo da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP) convoca todos os trabalhadores para a reunião ampliada do CD, em caráter extraordinário, para debater proposições de enfrentamento dos ataques aos direitos sociais e das ameaças ao Sistema Único de Saúde (SUS). O evento faz parte das ações da Escola na agenda dos movimentos realizados pela Fiocruz para debater a atual conjuntura política do país.

     

  4. Conselho Deliberativo convoca reunião ampliada para discutir conjuntura política

    O Conselho Deliberativo da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP) convoca todos os trabalhadores para a reunião ampliada do CD, em caráter extraordinário, para debater proposições de enfrentamento dos ataques aos direitos sociais e das ameaças ao Sistema Único de Saúde (SUS). O evento faz parte das ações da Escola na agenda dos movimentos realizados pela Fiocruz para debater a atual conjuntura política do país.

     

  5. Marcha dos agentes comunitários e discussão sobre papel do sanitarista marcam 1° OcupaENSP

    Pequenos caixões de papel para representar perdas reais, enormes. Na portaria da ENSP, durante a primeira ocupação promovida pelo Fórum dos Estudantes da Escola, o SUS, a previdência e as lutas das minorias foram enterrados simbolicamente. Como guardião desse cemitério de direitos, o rosto do presidente interino Michel Temer, estampado em um pano de chão onde se lia a palavra golpista. Os panos, obra do artista plástico Roosevelt Avelino Trindade, os cartazes, confeccionados pelos alunos da ENSP, as palavras de ordem, os debates e, principalmente, o desejo de resistência foram a tônica do evento. O OcupaENSP contou ainda com intervenções culturais e com uma marcha dos Agentes Comunitários de Saúde. Eles querem a revogação das portarias que retiram a obrigatoriedade deles na composição das equipes da estratégia de saúde da família. 

  6. 'OcupaENSP': estudantes promovem dia de mobilização pela democracia

    Ocupar, debater e resistir. O Fórum dos Estudantes da ENSP promoverá, nesta quarta-feira, 1º de junho, o primeiro OcupaENSP. O evento tem por proposta discutir a atual conjuntura política, protestando contra a perda de direitos e os ataques ao SUS. Com intervenções culturais e debates, o evento ocorrerá ao longo de todo o dia e contará também com uma marcha dos Agentes Comunitários de Saúde (recentemente, os ACS se viram ameaçados em sua profissão com a publicação das portarias que extinguem a obrigatoriedade de sua contratação nas equipes de saúde da família).

  7. OcupaENSP: estudantes promoverão dia de debates sobre a crise

    O Fórum dos Estudantes da ENSP promoverá, na quarta-feira, dia 1º de junho, uma série de eventos dedicados a discutir a atual crise política e o cenário de ameaça aos direitos dos cidadãos brasileiros. Com o nome OcupaENSP, a programação prevê um "Aulão pela democracia", na parte da manhã. À tarde, será realizado um debate com o tema "Qual o papel do sanitarista no momento político atual?", e prevista, ainda, uma assembleia de estudantes e atividades culturais.

  8. GT da Abrasco: Em defesa da democracia, dos direitos sociais e o SUS

    O Grupo de Trabalho em Saúde e Ambiente da Associação Brasileira de Saúde Coletica (Abrasco) divulgou um documento em que critica a ascensão de Michel Temer à Presidência da República e condena as primeiras ações do governo interino. Segundo a carta, trata-se de uma "agenda golpista" que tem por objetivo beneficiar o avanço do capital sobre direitos conquistados, precarizando o Sistema Único de Saúde, criminalizando movimentos sociais e retirando a soberania do povo brasileiro quanto à gestão dos recursos naturais do país. Veja, neste link, a íntegra do texto lançado durante a 22ª Conferência Mundial de Promoção da Saúde.

  9. LTM entrega relatório sobre o PAC Manguinhos à Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro

    No final de abril, membros do Laboratório Territorial de Manguinhos (LTM), da ENSP/Fiocruz, e do Projeto Arquitetando Intersubjetividades entregaram aos representantes do Núcleo de Terras e Habitação (NUTH), da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, o Relatório PAC Manguinhos: problemas não resolvidos e recomendações. Elaborado em diálogo com os moradores da região, no período de dezembro de 2015 a março de 2016, o documento sistematiza os problemas enfrentados no que diz respeito às urgências da localidade no campo da habitação, saneamento, mobilidade e lazer, além de apontar recomendações que possam subsidiar ações da Defensoria Pública e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.