1. Ato homenageará trabalhadores vítimas das obras das Olimpíadas Rio 2016

    A construção civil é, atualmente, o segundo segmento da economia brasileira com maior número e proporção de lesões no trabalho. Desde que tiveram início as obras dos Jogos Olímpicos Rio 2016, 11 trabalhadores perderam a vida e 3 foram vítimas de acidentes graves. O Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador (Cesteh/ENSP/Fiocruz), em parceria com outras instituições, promoverá o ato Vidas perdidas nas obras das Olimpíadas do Rio de Janeiro: uma homenagem aos trabalhadores, no dia 28 de julho, às 11 horas, cobrando das empresas e da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, assim como de outros órgãos públicos, mudança nas condições e organização do trabalho, além de garantia efetiva da vida e da saúde dos trabalhadores.

  2. Ato homenageará trabalhadores vítimas das obras das Olimpíadas Rio 2016

    A construção civil é, atualmente, o segundo segmento da economia brasileira com maior número e proporção de lesões no trabalho. Desde que tiveram início as obras dos Jogos Olímpicos Rio 2016, 11 trabalhadores perderam a vida e 3 foram vítimas de acidentes graves. O Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador (Cesteh/ENSP/Fiocruz), em parceria com outras instituições, promoverá o ato Vidas perdidas nas obras das Olimpíadas do Rio de Janeiro: uma homenagem aos trabalhadores, no dia 28 de julho, às 11 horas, cobrando das empresas e da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, assim como de outros órgãos públicos, mudança nas condições e organização do trabalho, além de garantia efetiva da vida e da saúde dos trabalhadores.

  3. Abraço coletivo a colégio depredado em Manguinhos é convocado para esta sexta, 22

    "Aqui tudo parece que é ainda construção e já é ruína". A frase de Caetano Veloso, que abre a canção "Fora da Ordem", é do início dos anos 90, uma época marcada pela extrema violência, pobreza e desesperança no Brasil. Como um eterno retorno, é a essa atmosfera que voltamos, hoje, ao saber de notícias como a da depredação da escola Compositor Luíz Carlos da Vila, em Manguinhos. Inaugurada como um símbolo do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a piscina da escola ao redor da qual Lula, Dilma, Sérgio Cabral e Eduardo Paes exibiram sorrisos satisfeitos, em 2009, é hoje um criadouro de mosquitos. Chuveiros, lâmpadas e até mesmo janelas e tampas de panela já foram roubadas da escola, que tem mais de mil alunos. Com a intenção de sensibilizar a sociedade para a situação, será dado, nesta sexta-feira, 22 de julho, um abraço coletivo no colégio. O ato está marcado para às 12 horas. O Colégio Compositor Luíz Carlos da Vila fica em frente a Biblioteca Parque de Manguinhos e à Clínica Victor Valla. Um ponto de encontro está previsto para às 11:40 em frente a portaria da ENSP. 

  4. Protesto silencioso em defesa do SUS

    Funcionários, pesquisadores e alunos da ENSP fizeram hoje um protesto silencioso, utilizando cartazes, contra a declaração de Ricardo Barros, que disse: "sou o ministro da Saúde, não sou só o ministro do SUS". A afirmação foi dada à Folha de São Paulo logo depois de Barros defender a criação de um plano de saúde popular, mas com menor oferta de serviços para, segundo ele, "contribuir com o financiamento do SUS". #SouMinistériodaSaúde #SouSUS 

  5. O que vem depois da ocupação

    "Se Barros pensa que saúde é plano, saúde não é plano não. Saúde é para todo mundo e plano toma um dinheirão! O Temer quer tirar tudo da gente: saúde, cultura, habitação. O Barros quer cortar o SUS metendo privatização", cantavam os integrantes da ocupação feita no prédio do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro. Foi com irreverência e alegria que trabalhadores e estudantes que já estavam no local há 20 dias deixaram o prédio na manhã da última segunda-feira (27). A desocupação foi decidida no fim de semana em resposta ao mandado de reintegração de posse expedido pela Justiça Federal na sexta-feira (24). A avaliação geral, no entanto, é de que o movimento continua, pois os integrantes prometem dar continuidade ao OcupaSUS com a construção de uma agenda de lutas.

  6. Comunidade científica rechaça lei que permite pulverização aérea em zonas urbanas

    Na segunda-feira, 27 de junho, o presidente interino Michel Temer sancionou a Lei nº13.301/2016 que dispõe sobre medidas de controle do mosquito Aedes aegypti. Em seu conteúdo a lei permite a incorporação de mecanismos de controle vetorial, por meio de dispersão por aeronaves, mediante aprovação das autoridades sanitárias e da comprovação científica da eficácia da medida. Mesmo diante da negativa da comprovação científica da eficácia da medida pela Fiocruz, pela Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida, pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), pelo Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) e pelo Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), e pelo próprio Ministério da Saúde, a lei foi sancionada. Pesquisadores da ENSP alertam para o quão prejudicial a medida pode ser para a saúde humana e para o meio ambiente e reforçam a importância de se posicionar contra a medida participando do abaixo assinado eletrônico para marcar posição contrária. 

  7. Laboratório Territorial de Manguinhos manifesta-se contra o genocídio nas favelas

    O Laboratorio Territorial de Manguinhos (LTM), espaço composto de pesquisadores da Fiocruz, moradores de Manguinhos, bolsistas e alunos de ensino médio, produz e divulga conhecimento sobre saúde, ambiente e políticas públicas desse território. O LTM nasceu do interesse de juntar ciência e cidadania para transformar as realidades urbanas complexas, repletas de injustiça social e ambiental. Diante do contexto de violência sofrido cotidianamente pelos moradores de territórios vulnerabilizados, o LTM se manifestou em apoio à luta dos moradores de favelas contra a violência dos aparatos de segurança do estado. Em nota, os membros do laboratório destacam: "Como trabalhadores da saúde coletiva e de uma instituição pública como a Fiocruz, temos o dever de nos posicionar solidariamente frente à permanência e agravamento da violência praticada pelos aparatos de segurança do estado nas favelas." O texto alerta para o genocídio praticado de forma contínua nas favelas do Rio de Janeiro e convida para o debate Segurança para quem?, com participação da sociedade civil, em especial moradores de favelas, autoridades governamentais, parlamentares e representantes de justiça, sobre violência e o modelo de segurança nas comunidades, na quinta-feira, 23 de junho, a partir das 13 horas. 

  8. #OcupaSUS promove debate sobre a eficiência do gasto público

    No dia 21 de junho acontecerá um encontro para celebrar 10 anos do Programa de Qualificação da Incorporação de Tecnologias em Saúde. A ideia é reunir todos os profissionais que já passaram pela formação oferecida pela ENSP e promover um grande debate sobre a eficiência do gasto público. O início do evento, que está marcado para as 13h, faz parte de uma das atividades do #OcupaSUS RJ e será realizado na sede do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro. O Programa de Qualificação abrange os cursos de Gestão de Recursos Físicos e Tecnológicos (Refit) e Gestão de Projetos de Investimentos em Saúde (Investidores). Com esta ação, a coordenadora do Programa e pesquisadora da ENSP, Luisa Pessôa, pretende reunir todos os ex-alunos e conversar sobre como a aprendizagem do Investidores e Refit contribuiu em seus processos de trabalho. Ela contou também que propôs a mesma estratégia para os ex-alunos de todo o Brasil. "A ideia é que se encontrem no mesmo dia e horário para debaterem o tema". 

  9. ENSP mantém conselho deliberativo permanente para discutir retrocessos democráticos e ataques ao SUS

    Em meio a ocupações, como a da sede do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro e atos que vem se fortalecendo como uma grande agenda de mobilização da sociedade civil contra o golpe jurídico e parlamentar que colocou Michel Temer interinamente na presidência da república, a Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca se reuniu em conselho deliberativo ampliado para propor ações de resistência à escalada conservadora que, em poucos dias de governo ilegítimo, vem destruindo as principais conquistas das lutas democráticas dos últimos trinta anos. Pesquisadores, professores, estudantes e trabalhadores da saúde estiveram reunidos, na tarde de quinta-feira, 9 de junho, no auditório térreo da Escola. O diretor da ENSP, Hermano Castro, abriu a discussão listando uma série de retrocessos que vem atingindo a democracia brasileira e de modo muito frontal o direito à saúde. Definiu-se, com base na ampla participação do corpo docente da Escola, que o CD ENSP será mantido em estado de reunião permanente para debater a conjuntura e reforçar a luta pela democracia e em defesa do SUS!
     

     

  10. ENSP mantém conselho deliberativo permanente para discutir retrocessos democráticos e ataques ao SUS

    Em meio a ocupações, como a da sede do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro e atos que vem se fortalecendo como uma grande agenda de mobilização da sociedade civil contra o golpe jurídico e parlamentar que colocou Michel Temer interinamente na presidência da república, a Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca se reuniu em conselho deliberativo ampliado para propor ações de resistência à escalada conservadora que, em poucos dias de governo ilegítimo, vem destruindo as principais conquistas das lutas democráticas dos últimos trinta anos. Pesquisadores, professores, estudantes e trabalhadores da saúde estiveram reunidos, na tarde de quinta-feira, 9 de junho, no auditório térreo da Escola. O diretor da ENSP, Hermano Castro, abriu a discussão listando uma série de retrocessos que vem atingindo a democracia brasileira e de modo muito frontal o direito à saúde. Definiu-se, com base na ampla participação do corpo docente da Escola, que o CD ENSP será mantido em estado de reunião permanente para debater a conjuntura e reforçar a luta pela democracia e em defesa do SUS!