1. Marcha dos agentes comunitários e discussão sobre papel do sanitarista marcam 1° OcupaENSP

    Pequenos caixões de papel para representar perdas reais, enormes. Na portaria da ENSP, durante a primeira ocupação promovida pelo Fórum dos Estudantes da Escola, o SUS, a previdência e as lutas das minorias foram enterrados simbolicamente. Como guardião desse cemitério de direitos, o rosto do presidente interino Michel Temer, estampado em um pano de chão onde se lia a palavra golpista. Os panos, obra do artista plástico Roosevelt Avelino Trindade, os cartazes, confeccionados pelos alunos da ENSP, as palavras de ordem, os debates e, principalmente, o desejo de resistência foram a tônica do evento. O OcupaENSP contou ainda com intervenções culturais e com uma marcha dos Agentes Comunitários de Saúde. Eles querem a revogação das portarias que retiram a obrigatoriedade deles na composição das equipes da estratégia de saúde da família. 

  2. 'OcupaENSP': estudantes promovem dia de mobilização pela democracia

    Ocupar, debater e resistir. O Fórum dos Estudantes da ENSP promoverá, nesta quarta-feira, 1º de junho, o primeiro OcupaENSP. O evento tem por proposta discutir a atual conjuntura política, protestando contra a perda de direitos e os ataques ao SUS. Com intervenções culturais e debates, o evento ocorrerá ao longo de todo o dia e contará também com uma marcha dos Agentes Comunitários de Saúde (recentemente, os ACS se viram ameaçados em sua profissão com a publicação das portarias que extinguem a obrigatoriedade de sua contratação nas equipes de saúde da família).

  3. OcupaENSP: estudantes promoverão dia de debates sobre a crise

    O Fórum dos Estudantes da ENSP promoverá, na quarta-feira, dia 1º de junho, uma série de eventos dedicados a discutir a atual crise política e o cenário de ameaça aos direitos dos cidadãos brasileiros. Com o nome OcupaENSP, a programação prevê um "Aulão pela democracia", na parte da manhã. À tarde, será realizado um debate com o tema "Qual o papel do sanitarista no momento político atual?", e prevista, ainda, uma assembleia de estudantes e atividades culturais.

  4. GT da Abrasco: Em defesa da democracia, dos direitos sociais e o SUS

    O Grupo de Trabalho em Saúde e Ambiente da Associação Brasileira de Saúde Coletica (Abrasco) divulgou um documento em que critica a ascensão de Michel Temer à Presidência da República e condena as primeiras ações do governo interino. Segundo a carta, trata-se de uma "agenda golpista" que tem por objetivo beneficiar o avanço do capital sobre direitos conquistados, precarizando o Sistema Único de Saúde, criminalizando movimentos sociais e retirando a soberania do povo brasileiro quanto à gestão dos recursos naturais do país. Veja, neste link, a íntegra do texto lançado durante a 22ª Conferência Mundial de Promoção da Saúde.

  5. LTM entrega relatório sobre o PAC Manguinhos à Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro

    No final de abril, membros do Laboratório Territorial de Manguinhos (LTM), da ENSP/Fiocruz, e do Projeto Arquitetando Intersubjetividades entregaram aos representantes do Núcleo de Terras e Habitação (NUTH), da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, o Relatório PAC Manguinhos: problemas não resolvidos e recomendações. Elaborado em diálogo com os moradores da região, no período de dezembro de 2015 a março de 2016, o documento sistematiza os problemas enfrentados no que diz respeito às urgências da localidade no campo da habitação, saneamento, mobilidade e lazer, além de apontar recomendações que possam subsidiar ações da Defensoria Pública e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. 

  6. Alunos de escola ocupada em Manguinhos colocam a mão na massa para solucionar problemas

    O nome é de sambista: Colégio Estadual Compositor Luís Carlos da Vila. Mas, na manhã da sexta-feira, 15 de abril, não era o samba, e sim o rock que tomava de assalto os ouvidos de quem atravessava seu portão principal. A escola da comunidade de Manguinhos é uma das 36 instituições estaduais de ensino ocupadas por alunos nas últimas semanas, no Rio de Janeiro. Era ao som das guitarras que alunos pintavam cartazes, capinavam grama e limpavam o banheiro. O movimento de ocupação pede mais de participação nas decisões da vida escolar, apoia a greve dos professores e coloca a mão na massa para solucionar problemas enfrentados em seu dia a dia. Para conhecer de perto a ocupação, o diretor da ENSP, Hermano Castro, e o vice-diretor de Ambulatório e Laboratórios (VDAL/ENSP), Marcos Menezes, fizeram uma visita ao colégio, acompanhados da pesquisadora Mercês Navarro Vasconcellos, que desenvolve trabalhos no território de Manguinhos.

  7. Caravana denunciará e apontará alternativas ao desenvolvimento predatório

    Meses após o maior crime ambiental da história do país, que lamentavelmente continua sem perspectiva de julgamento, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), em parceria com a Articulação Nacional da Agroecologia (ANA), a Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB), além de outras 40 entidades e movimentos sociais, realiza a Caravana Territorial da Bacia do Rio Doce, de 11 a 16 de abril. Segundo o pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública e coordenador do Grupo Temático Saúde e Ambiente (GTSA/Abrasco), Marcelo Firpo, a ideia de Caravana reflete um caminho que vem sendo trilhado há algum tempo e que reúne diferentes organizações e movimentos sociais ligados por diversos aspectos aos campos da agroecologia e da agricultura familiar e camponesa. Além de Firpo, os pesquisadores Ary Miranda (ENSP/Fiocruz) e André Búrigo (EPSJV/Fiocruz) integram a Caravana.

  8. Tribuna Livre lota auditório da ENSP em defesa da democracia e contra retrocessos

    Pesquisadores, parlamentares, estudantes, moradores da periferia, militantes de movimentos sociais e entidades que lutam por direitos no Brasil marcaram presença na manhã de quarta-feira, 30 de março, no debate Tribuna livre: em defesa da democracia e dos direitos sociais, organizado pela ENSP. Como o próprio nome aponta, o evento foi uma oportunidade de dar voz aos que estão preocupados com a atual conjuntura política e econômica do país e arregaçam as mangas em defesa do estado democrático de direito. As vozes, ouvidas no auditório térreo lotado, trouxeram opiniões e experiências diferentes sobre a crise que estamos vivendo, mas todas convergiam para um ponto: a necessidade de a sociedade civil se manter vigilante quanto aos riscos de retrocesso no que diz respeito aos direitos sociais conquistados. Nomes como o do advogado Antônio Modesto da Silveira, que defendeu presos políticos durante a ditadura, o ex-ministro da Saúde, José Gomes Temporão, Roberto Lehrer, reitor da UFRJ e Darcília Alves, liderança do território de Manguinhos, foram alguns dos destaques do evento.

  9. Tribuna Livre lota auditório da ENSP em defesa da democracia e contra retrocessos

    Pesquisadores, parlamentares, estudantes, moradores da periferia, militantes de movimentos sociais e entidades que lutam por direitos no Brasil marcaram presença na manhã de quarta-feira, 30 de março, no debate Tribuna livre: em defesa da democracia e dos direitos sociais, organizado pela ENSP. Como o próprio nome aponta, o evento foi uma oportunidade de dar voz aos que estão preocupados com a atual conjuntura política e econômica do país e arregaçam as mangas em defesa do estado democrático de direito. As vozes, ouvidas no auditório térreo lotado, trouxeram opiniões e experiências diferentes sobre a crise que estamos vivendo, mas todas convergiam para um ponto: a necessidade de a sociedade civil se manter vigilante quanto aos riscos de retrocesso no que diz respeito aos direitos sociais conquistados. Nomes como o do advogado Antônio Modesto da Silveira, que defendeu presos políticos durante a ditadura, o ex-ministro da Saúde, José Gomes Temporão, Roberto Lehrer, reitor da UFRJ e Darcília Alves, liderança do território de Manguinhos, foram alguns dos destaques do evento.