1. PAC Favelas: problemas não resolvidos pautam audiência pública

    Na quarta-feira, dia 31 de agosto, ocorrerá a Audiência Pública "PAC Manguinhos, Alemão e Jacarezinho: questões habitacionais não resolvidas... Qual a solução?". Convocada pelo Núcleo de Terras e Habitação da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (Nuth), a audiência foi articulada pelos movimentos sociais das favelas de Manguinhos, Alemão e Jacarezinho, a partir de suas ações com o Nuth. Estima-se que mais de 4 mil famílias ainda vivam em aluguel social, a maioria há mais de cinco anos, por terem suas casas removidas em razão de obras do plano de Aceleração do Crescimento. A Fundação Oswaldo Cruz, por meio do Laboratório Territorial de Manguinhos da ENSP, atua na região com o interesse de juntar ciência e cidadania para transformar as realidades urbanas complexas, repletas de injustiça social e ambiental, produzindo e divulgando conhecimento sobre saúde, ambiente e políticas públicas do território. A audiência será às 14 horas no auditório da Fesudeperj, Rua Marechal Câmara nº 314 - 4º andar, Centro. 

  2. Audiência pública debaterá situação do PAC Manguinhos, Alemão e Jacarezinho

    No dia 31 de agosto, acontecerá a Audiência Pública PAC Manguinhos, Alemão e Jacarezinho: questões habitacionais não resolvidas... Qual a solução?, às 14h, no auditório da Fesudeperj. Essa audiência, convocada pelo Núcleo de Terras e Habitação da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (Nuth), foi articulada pelos movimentos sociais das favelas de Manguinhos, Alemão e Jacarezinho, com base em suas ações com o Nuth. Os integrantes do Laboratório Territorial de Manguinhos (LTM), mediante os projetos da Unisuam e da Uerj, colaboram com os moradores das referidas favelas, em conjunto com a Defensoria Pública para resolver os problemas deixados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

  3. Em defesa do SUS, 54 entidades assinam carta a Temer, Maia e Renan

    A defesa pelo financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS) ganhou força na terça-feira (9/8) durante audiência pública na Ordem dos Advogados do Brasil. Uma carta assinada por 54 instituições e entidades de representatividade nacional pede a autoridades a priorização orçamentária federal para a saúde pública. De acordo com o documento, que será encaminhado ao presidente interino Michel Temer e aos presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e do Senado, Renan Calheiros, o objetivo do pedido de prioridade é garantir o preceito constitucional da universalidade, gratuidade e integralidade das ações e serviços de saúde, por meio do SUS.

  4. ENSP fortalece parceria institucional com visita à Escola Nacional Florestan Fernandes

    A Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz) e a Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF) estabeleceram, em 2012, uma parceria institucional por meio da criação do Mestrado Profissional em Trabalho, Saúde, Ambiente e Movimentos Sociais. Desde então, as Escolas seguem unidas para a formação dos alunos. A parceria exitosa rendeu belos frutos: 100% de aprovação nas 27 dissertações de mestrado apresentadas pela turma Primavera de Luta. No intuito de estreitar ainda mais essa relação, a ENSP fará uma visita à ENFF no dia 20 de agosto. Para o coordenador do mestrado, Ary Miranda, as Escolas compartilham da mesma visão do conceito inclusivo de saúde, totalmente relacionado às condições de vida, trabalho, moradia e distribuição de riqueza. "A ENFF tem como razão da sua existência o fortalecimento da luta dos trabalhadores pela situação da exploração, pela reafirmação democrática e, consequentemente, pela saúde. Justo por isso, nossa parceria inaugurada com o mestrado foi extremamente exitosa, e buscamos com essa visita a reafirmação desse relacionamento", destacou.

  5. Vítimas das obras dos Jogos Olímpicos Rio 2016 recebem homenagens da Fiocruz

    O Centro de Estudo da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP), em parceria com outras instituições, homenageou os 11 trabalhadores que perderam a vida nas obras das Olimpíadas Rio 2016. Além de saudar as vítimas e prestar solidariedade às famílias, o evento também alertou a sociedade a respeito das mortes e acidentes graves ocorridos nas obras dos grandes eventos, como também exigir a criação de instrumentos que proporcionem condições de segurança e saúde aos trabalhadores por parte das autoridades. O ato contou com a participação de representantes do Cesteh e de centrais sindicais que contribuíram para a realização da homenagem. Na ocasião, a 'ENSP TV' conversou com familiares das vítimas e representantes da saúde do trabalhador acerca da importância de evitar riscos à saúde dos trabalhadores e, principalmente, sobre o que é preciso ser feito para que não hajam mais mortes nas obras dos grandes eventos.

  6. Vítimas das obras dos Jogos Olímpicos Rio 2016 recebem homenagens da Fiocruz

    O Centro de Estudo da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP), em parceria com outras instituições, homenageou os 11 trabalhadores que perderam a vida nas obras das Olimpíadas Rio 2016. Além de saudar as vítimas e prestar solidariedade às famílias, o evento também alertou a sociedade a respeito das mortes e acidentes graves ocorridos nas obras dos grandes eventos, como também exigir a criação de instrumentos que proporcionem condições de segurança e saúde aos trabalhadores por parte das autoridades. O ato contou com a participação de representantes do Cesteh e de centrais sindicais que contribuíram para a realização da homenagem. Na ocasião, a 'ENSP TV' conversou com familiares das vítimas e representantes da saúde do trabalhador acerca da importância de evitar riscos à saúde dos trabalhadores e, principalmente, sobre o que é preciso ser feito para que não hajam mais mortes nas obras dos grandes eventos.

  7. Conselho deliberativo ampliado debate conjuntura política

    Diante do cenário político atual, em que a cada semana se tem notícia de novos ataques a direitos conquistados da população brasileira, muitos deles com graves consequências ao Sistema Único de Saúde, a ENSP convoca, para esta quinta-feira, dia 11 de agosto, um Conselho Deliberativo Ampliado. O evento será realizado às 10hs, no salão internacional da Escola, e tem por proposta debater a atual crise política e seus desdobramentos na saúde e na vida dos cidadãos brasileiros."Precisamos abrir este canal de diálogo para chegar a encaminhamentos que busquem barrar esse avanço acelerado de políticas que retiram direitos da população, principalmente daqueles que vivem em situação mais vulnerável", disse o diretor da ENSP, Hermano Castro. 

  8. ENSP fortalece parceria institucional com visita à Escola Nacional Florestan Fernandes

    A Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz) e a Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF) estabeleceram, em 2012, uma parceria institucional por meio da criação do Mestrado Profissional em Trabalho, Saúde, Ambiente e Movimentos Sociais. Desde então, as Escolas seguem unidas para a formação dos alunos. A parceria exitosa rendeu belos frutos: 100% de aprovação nas 27 dissertações de mestrado apresentadas pela turma Primavera de Luta. No intuito de estreitar ainda mais essa relação, a ENSP fará uma visita à ENFF no dia 20 de agosto. Para o coordenador do mestrado, Ary Miranda, as Escolas compartilham da mesma visão do conceito inclusivo de saúde, totalmente relacionado às condições de vida, trabalho, moradia e distribuição de riqueza. "A ENFF tem como razão da sua existência o fortalecimento da luta dos trabalhadores pela situação da exploração, pela reafirmação democrática e, consequentemente, pela saúde. Justo por isso, nossa parceria inaugurada com o mestrado foi extremamente exitosa, e buscamos com essa visita a reafirmação desse relacionamento", destacou.

  9. Para diretor da ENSP, aceitar criação de planos baratos é abandonar o SUS

    Na véspera da abertura das Olimpíadas, dia 4 de agosto, o Ministério da Saúde publicou uma portaria que cria um grupo de trabalho para discutir a formatação de planos de saúde baratos e com cobertura reduzida. Os defensores da proposta, que já vinha sendo ventilada pelo ministro interino da Saúde, Ricardo Barros, argumentam que esses planos ajudariam a desafogar o Sistema Único de Saúde. Entidades médicas, da saúde pública e de defesa do consumidor criticam a proposta, vista como lesiva aos usuários, que terão uma cobertura precária, necessitando recorrer ao SUS em casos de maior complexidade. Aqueles que defendem os princípios da Reforma Sanitária, movimento que nasce na redemocratização do país, nos anos 1980 e não só lançou as bases do SUS, mas garantiu no texto constitucional a saúde como direito de todos e dever do Estado, veem no projeto de criação de planos de saúde baratos mais um passo para o desmonte do já fragilizado Sistema de Saúde brasileiro.