1. ENSP suspende aulas por causa da violência; Fiocruz convoca ato

    Trabalhadores, estudantes, pesquisadores, moradores de Manguinhos e usuários do Centro de Saúde da ENSP estiveram reunidos na tarde de quarta-feira, 19 de abril, para discutir o aumento da violência na região. As incursões policiais nas favelas ao redor da Fiocruz têm trazido, como consequência, a morte de inocentes, além de alterar drasticamente o cotidiano da instituição. Na manhã do mesmo dia, um jovem de 19 anos, filho de uma liderança de Manguinhos - que é ex-bolsista de um projeto da ENSP -, foi baleado pelas costas. Diante da vulnerabilidade de todos, a assembleia extraordinária decidiu suspender as aulas até terça-feira, dia 25, quando será realizado grande ato, puxado pela Fiocruz e pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio - alvejada na semana passada e que também paralisou as atividades acadêmicas. A proposta é realizar ações ao longo desses dias e mobilizar toda a comunidade da Fiocruz, dos territórios ao redor e a mídia para chamar atenção das diversas formas de violência que atingem não só o campus da Fundação e seu entorno, mas a sociedade brasileira como um todo. 

  2. Às vítimas da violência no Rio de Janeiro

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP) está indignada e entristecida com as mortes da adolescente Maria Eduarda, alvejada dentro da escola em que estudava e dos dois homens que aparecem em um vídeo sendo executados por policiais, dentro da mesma escola, além da morte de um morador de Manguinhos nesta segunda e de tantas outras que se multiplicam diariamente, entre civis, bandidos, policiais, crianças. Os sanitaristas, profissionais que atuam nos territórios de exclusão dentro e fora das cidades, sabem calcular populações, bacilos, quantidades de vacinas, mas se rendem diante do incalculável: não há numero que dê conta do tamanho da fratura em uma sociedade que permite que os mais jovens morram em uma guerra estúpida. É por isso que expressamos nossos sentimentos e oferecemos todo nosso apoio às famílias de todas as vítimas das violências.  

  3. Subcomitê discute ações de combate às violências em Manguinhos

    Criado por decisão do Conselho Deliberativo Ampliado realizado no dia 4 de abril, na ENSP, o "Subcomitê de enfrentamento à violência - ENSP" se reuniu pela primeira vez no dia 6. Estiveram presentes o diretor Hermano Castro e os vice-diretores Alexandre Molinaro e Tatiana Wargas, Eliane Vianna, chefe do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria, Norma Maria, moradora de Manguinhos, entre outros representantes dos moradores, pesquisadores e trabalhadores da Escola. Na ocasião, foram discutidas não só ações contingenciais para os momentos de violência aguda, que têm se multiplicado nas últimas semanas, mas também a proposição de políticas públicas e ações de apoio psicológico para as vítimas indiretas da violência, estejam elas dentro ou fora dos muros da escola.

  4. Às vítimas da violência no Rio de Janeiro

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP) está indignada e entristecida com as mortes da adolescente Maria Eduarda, alvejada dentro da escola em que estudava e dos dois homens que aparecem em um vídeo sendo executados por policiais, dentro da mesma escola, além da morte de um morador de Manguinhos nesta segunda e de tantas outras que se multiplicam diariamente, entre civis, bandidos, policiais, crianças. Os sanitaristas, profissionais que atuam nos territórios de exclusão dentro e fora das cidades, sabem calcular populações, bacilos, quantidades de vacinas, mas se rendem diante do incalculável: não há numero que dê conta do tamanho da fratura em uma sociedade que permite que os mais jovens morram em uma guerra estúpida. É por isso que expressamos nossos sentimentos e oferecemos todo nosso apoio às famílias de todas as vítimas das violências.  

  5. Com participação da comunidade, CD ampliado discutiu violência em Manguinhos

    Pesquisadores, alunos, servidores da Fiocruz e lideranças comunitárias de Manguinhos lotaram o Salão Internacional da ENSP na terça-feira, 04 de abril, para debater o aumento da violência no entorno do campus e em toda a cidade do Rio de Janeiro. Para além de discutir medidas que protejam a comunidade da Fiocruz nos momentos mais agudos de conflito, o evento promoveu uma discussão ampla sobre as bases sociais da violência. Depois do CD, foi eleito um subcomitê para tratar do tema, que se reunirá ainda essa semana.

  6. ENSP debate as diversas formas de violência contra a mulher

    Durante o mês de março a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP) promoveu diversas atividades de luta e mobilização pelos direitos das mulheres. O debate Violência contra a mulher, realizado em 28 de março, buscou falar sobre as diversas formas de violências as quais as mulheres estão submetidas cotidianamente. Mediado por Amalyn Nascimento, servidora da CCI/ENSP, o debate contou com a participação da vereadora Marielle Franco, do PSOL-RJ, da militante feminista da Saúde Tatyanny Araujo, da ativista de Manguinhos Patrícia Evangelista e da assistente social da Fiocruz Mônica Olivar. Confira abaixo a reportagem produzida pela ‘ENSP TV’ durante o evento.

  7. Com participação da comunidade, CD ampliado discutiu violência em Manguinhos

    Pesquisadores, alunos, servidores da Fiocruz e lideranças comunitárias de Manguinhos lotaram o Salão Internacional da ENSP na terça-feira, 04 de abril, para debater o aumento da violência no entorno do campus e em toda a cidade do Rio de Janeiro. Para além de discutir medidas que protejam a comunidade da Fiocruz nos momentos mais agudos de conflito, o evento promoveu uma discussão ampla sobre as bases sociais da violência. Depois do CD, foi eleito um subcomitê para tratar do tema, que se reunirá ainda essa semana.

  8. Às vítimas da violência no Rio de Janeiro

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP) está indignada e entristecida com as mortes da adolescente Maria Eduarda, alvejada dentro da escola em que estudava e dos dois homens que aparecem em um vídeo sendo executados por policiais, dentro da mesma escola, além da morte de um morador de Manguinhos nesta segunda e de tantas outras que se multiplicam diariamente, entre civis, bandidos, policiais, crianças. Os sanitaristas, profissionais que atuam nos territórios de exclusão dentro e fora das cidades, sabem calcular populações, bacilos, quantidades de vacinas, mas se rendem diante do incalculável: não há numero que dê conta do tamanho da fratura em uma sociedade que permite que os mais jovens morram em uma guerra estúpida. É por isso que expressamos nossos sentimentos e oferecemos todo nosso apoio às famílias de todas as vítimas das violências.  

  9. Pesquisadora da ENSP comenta lançamento da plataforma #ChegaDeAgrotóxicos

    Foi lançada no Brasil, durante o mês de março, a plataforma #ChegaDeAgrotóxicos. A ferramenta é uma estratégia de mobilização da sociedade na luta contra os retrocessos que podem colocar mais venenos nas mesas das famílias brasileiras. Preocupadas com o chamado 'Pacote do Veneno' - uma série de medidas que visam liberar ainda mais o uso de agrotóxicos no Brasil -, diversas organizações da sociedade se juntaram para construir essa plataforma. O site recolhe assinaturas contrárias ao Projeto de Lei 6.299/2002, do atual ministro da Agricultura Blairo Maggi, e divulga informações sobre os riscos dos agrotóxicos. Ouça o podcast da pesquisadora do Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh), Karen Friederich, em que são abordadas questões que envolvem o uso de agrotóxicos, as experiências efetivas de produção orgânica e egroecológica, além de destacar a importância do projeto de lei que apoia a Política Nacional de Redução de Agrotóxicos (PNaRA). Até esta segunda-feira, 38,099 pessoas já disseram "chega de agrotóxicos!" Ouça, leia sobre o tema e assine!

  10. Artistas fazem show em defesa da UERJ

    A "Concha Acústica da UERJ", importante palco do Rio de Janeiro, onde já se apresentaram grandes nomes da cultura brasileira, abre seu espaço, nesta terça-feira, dia 14, para um show especial: artistas de diferentes estilos e gerações faram um espetáculo em defesa da própria universidade, que vem passando dificuldades com o processo de falência do Estado do Rio de Janeiro. Professores e servidores estão com os salários atrasados e faltam ítens básicos para o funcionamento da UERJ e de suas unidades da área da saúde.