1. Ciclo de Debates discutiu violência nos territórios

    "Como se promove saúde num lugar em que de 180 dias só 9 não tiveram tiroteio?" A pergunta sem resposta, provocação que nos faz refletir - ainda que por breve momento - sobre a tragédia social que nos cerca, foi feita por um dos integrantes da mesa "Movimentos Sociais e garantias dos direitos", do XII Ciclo de Debates - conversando sobre a  Estratégia de Saúde da Família. Realizado no dia 17 de maio, o debate contou com a participação de Rafael Calazans, ex-aluno da Escola Politécnica e integrante do coletivo Papo Reto; André Lima, do Conselho Gestor Intersetorial de Manguinhos e do projeto Teias; e Franciele Campos, também integrante do CGI. A coordenação ficou por conta de Teresa Neves, pesquisadora da ENSP. Em tempos de aumento da violência e crise da democracia, foi uma oportunidade para se escutar aqueles que cresceram nos territórios de exclusão e trilharam seus caminhos  na intersecção dos campos da saúde e dos movimentos sociais. 

  2. Fiocruz faz ato contra a violência em Manguinhos

    Estudantes, trabalhadores da Fiocruz e lideranças comunitárias fizeram um grande ato contra a violência crescente em Manguinhos, decorrente, principalmente, das incursões policiais nas favelas do território. Nas últimas semanas, morreram ou ficaram feridos moradores, policiais, jovens, estudantes. Confirmando a triste estatística, em sua maioria, as vítimas eram negros e pobres. Um tiro atingiu uma janela da Escola Politécnica em Saúde Joaquim Venâncio e as aulas foram suspensas no Politécnico e na ENSP. Com cartazes, perfomances de teatro e falas cheias de indignação, o protesto chamou a atenção da grande mídia, presente no ato, e serviu para reafirmar o compromisso da ENSP e da Fiocruz com as comunidades do território de Manguinhos, do qual orgulhosamente fazem parte.

  3. Fiocruz faz ato contra a violência em Manguinhos

    Estudantes, trabalhadores da Fiocruz e lideranças comunitárias fizeram um grande ato contra a violência crescente em Manguinhos, decorrente, principalmente, das incursões policiais nas favelas do território. Nas últimas semanas, morreram ou ficaram feridos moradores, policiais, jovens, estudantes. Confirmando a triste estatística, em sua maioria, as vítimas eram negros e pobres. Um tiro atingiu uma janela da Escola Politécnica em Saúde Joaquim Venâncio e as aulas foram suspensas no Politécnico e na ENSP. Com cartazes, perfomances de teatro e falas cheias de indignação, o protesto chamou a atenção da grande mídia, presente no ato, e serviu para reafirmar o compromisso da ENSP e da Fiocruz com as comunidades do território de Manguinhos, do qual orgulhosamente fazem parte.

  4. ENSP suspende aulas por causa da violência; Fiocruz convoca ato

    Trabalhadores, estudantes, pesquisadores, moradores de Manguinhos e usuários do Centro de Saúde da ENSP estiveram reunidos na tarde de quarta-feira, 19 de abril, para discutir o aumento da violência na região. As incursões policiais nas favelas ao redor da Fiocruz têm trazido, como consequência, a morte de inocentes, além de alterar drasticamente o cotidiano da instituição. Na manhã do mesmo dia, um jovem de 19 anos, filho de uma liderança de Manguinhos - que é ex-bolsista de um projeto da ENSP -, foi baleado pelas costas. Diante da vulnerabilidade de todos, a assembleia extraordinária decidiu suspender as aulas até terça-feira, dia 25, quando será realizado grande ato, puxado pela Fiocruz e pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio - alvejada na semana passada e que também paralisou as atividades acadêmicas. A proposta é realizar ações ao longo desses dias e mobilizar toda a comunidade da Fiocruz, dos territórios ao redor e a mídia para chamar atenção das diversas formas de violência que atingem não só o campus da Fundação e seu entorno, mas a sociedade brasileira como um todo. 

  5. Às vítimas da violência no Rio de Janeiro

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP) está indignada e entristecida com as mortes da adolescente Maria Eduarda, alvejada dentro da escola em que estudava e dos dois homens que aparecem em um vídeo sendo executados por policiais, dentro da mesma escola, além da morte de um morador de Manguinhos nesta segunda e de tantas outras que se multiplicam diariamente, entre civis, bandidos, policiais, crianças. Os sanitaristas, profissionais que atuam nos territórios de exclusão dentro e fora das cidades, sabem calcular populações, bacilos, quantidades de vacinas, mas se rendem diante do incalculável: não há numero que dê conta do tamanho da fratura em uma sociedade que permite que os mais jovens morram em uma guerra estúpida. É por isso que expressamos nossos sentimentos e oferecemos todo nosso apoio às famílias de todas as vítimas das violências.  

  6. Subcomitê discute ações de combate às violências em Manguinhos

    Criado por decisão do Conselho Deliberativo Ampliado realizado no dia 4 de abril, na ENSP, o "Subcomitê de enfrentamento à violência - ENSP" se reuniu pela primeira vez no dia 6. Estiveram presentes o diretor Hermano Castro e os vice-diretores Alexandre Molinaro e Tatiana Wargas, Eliane Vianna, chefe do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria, Norma Maria, moradora de Manguinhos, entre outros representantes dos moradores, pesquisadores e trabalhadores da Escola. Na ocasião, foram discutidas não só ações contingenciais para os momentos de violência aguda, que têm se multiplicado nas últimas semanas, mas também a proposição de políticas públicas e ações de apoio psicológico para as vítimas indiretas da violência, estejam elas dentro ou fora dos muros da escola.

  7. Às vítimas da violência no Rio de Janeiro

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP) está indignada e entristecida com as mortes da adolescente Maria Eduarda, alvejada dentro da escola em que estudava e dos dois homens que aparecem em um vídeo sendo executados por policiais, dentro da mesma escola, além da morte de um morador de Manguinhos nesta segunda e de tantas outras que se multiplicam diariamente, entre civis, bandidos, policiais, crianças. Os sanitaristas, profissionais que atuam nos territórios de exclusão dentro e fora das cidades, sabem calcular populações, bacilos, quantidades de vacinas, mas se rendem diante do incalculável: não há numero que dê conta do tamanho da fratura em uma sociedade que permite que os mais jovens morram em uma guerra estúpida. É por isso que expressamos nossos sentimentos e oferecemos todo nosso apoio às famílias de todas as vítimas das violências.  

  8. Com participação da comunidade, CD ampliado discutiu violência em Manguinhos

    Pesquisadores, alunos, servidores da Fiocruz e lideranças comunitárias de Manguinhos lotaram o Salão Internacional da ENSP na terça-feira, 04 de abril, para debater o aumento da violência no entorno do campus e em toda a cidade do Rio de Janeiro. Para além de discutir medidas que protejam a comunidade da Fiocruz nos momentos mais agudos de conflito, o evento promoveu uma discussão ampla sobre as bases sociais da violência. Depois do CD, foi eleito um subcomitê para tratar do tema, que se reunirá ainda essa semana.

  9. ENSP debate as diversas formas de violência contra a mulher

    Durante o mês de março a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP) promoveu diversas atividades de luta e mobilização pelos direitos das mulheres. O debate Violência contra a mulher, realizado em 28 de março, buscou falar sobre as diversas formas de violências as quais as mulheres estão submetidas cotidianamente. Mediado por Amalyn Nascimento, servidora da CCI/ENSP, o debate contou com a participação da vereadora Marielle Franco, do PSOL-RJ, da militante feminista da Saúde Tatyanny Araujo, da ativista de Manguinhos Patrícia Evangelista e da assistente social da Fiocruz Mônica Olivar. Confira abaixo a reportagem produzida pela ‘ENSP TV’ durante o evento.

  10. Com participação da comunidade, CD ampliado discutiu violência em Manguinhos

    Pesquisadores, alunos, servidores da Fiocruz e lideranças comunitárias de Manguinhos lotaram o Salão Internacional da ENSP na terça-feira, 04 de abril, para debater o aumento da violência no entorno do campus e em toda a cidade do Rio de Janeiro. Para além de discutir medidas que protejam a comunidade da Fiocruz nos momentos mais agudos de conflito, o evento promoveu uma discussão ampla sobre as bases sociais da violência. Depois do CD, foi eleito um subcomitê para tratar do tema, que se reunirá ainda essa semana.