1. UFRJ se solidariza com Fiocruz, em meio a ataques

    Nesta quinta-feira, 14/5, o Conselho Universitário (Consuni), órgão máximo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), manifestou solidariedade à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em meio aos ataques à ciência desenvolvida pela instituição que completa 120 anos em 2020. A nota refere-se às ameaças que cientistas ligados à Fiocruz de Manaus, entre outros, têm sofrido por conta das pesquisas que conduzem sobre a Covid-19. Em entrevista recente, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, afirmou que “a ciência só pode existir com liberdade e ética”. Não quer dizer que os cientistas podem fazer tudo o que querem, completou Nísia, por isso, 'temos comitês de ética que se fortaleceram muito no Brasil'.

  2. Covid-19 avança rumo às terras indígenas

    Como tem sido sistematicamente noticiado pela imprensa nacional e internacional, a epidemia de covid19 está se alastrando a passos largos em todo o planeta. No Brasil, a situação não é diferente. Embora os primeiros casos tenham sido notificados em São Paulo e Rio de Janeiro, hoje todos as unidades da federação têm casos confirmados e o número de óbitos cresce a cada dia, inclusive nos nove estados que compõe a Amazônia Legal. Na Amazônia brasileira, os estados mais afetados são Amazonas, Pará e Roraima, locais onde vive parte expressiva dos grupos indígenas no Brasil. Tomando por base o último censo nacional, realizado em 2010, podemos afirmar com segurança que hoje temos mais de 1.000.000 de indígenas vivendo no país, representando mais de 300 grupos étnicos, falantes de mais de 200 línguas e vivendo em diferentes estágios de contato com a sociedade envolvente.

  3. Covid-19 avança rumo às terras indígenas

    Como tem sido sistematicamente noticiado pela imprensa nacional e internacional, a epidemia de covid19 está se alastrando a passos largos em todo o planeta. No Brasil, a situação não é diferente. Embora os primeiros casos tenham sido notificados em São Paulo e Rio de Janeiro, hoje todos as unidades da federação têm casos confirmados e o número de óbitos cresce a cada dia, inclusive nos nove estados que compõe a Amazônia Legal. Na Amazônia brasileira, os estados mais afetados são Amazonas, Pará e Roraima, locais onde vive parte expressiva dos grupos indígenas no Brasil. Tomando por base o último censo nacional, realizado em 2010, podemos afirmar com segurança que hoje temos mais de 1.000.000 de indígenas vivendo no país, representando mais de 300 grupos étnicos, falantes de mais de 200 línguas e vivendo em diferentes estágios de contato com a sociedade envolvente.

  4. Dia Mundial de Combate à Tuberculose: desafios para o controle frente à pandemia de Coronavírus

    No marco do Dia Mundial da Tuberculose, celebrado em 24 de março, a pandemia do coronavírus Covid-19 assusta o mundo, com o grande número de infectados e mortes em escalas globais. Profissionais de saúde e entidades da sociedade civil da tuberculose (TB) têm se preocupado como a pandemia do Covid-19 afetará os serviços de saúde que prestam atendimentos à população adoecida por TB. Antes mesmo da pandemia do Covid-19, nos últimos anos, a TB tinha um triste recorde de ser a doença infecciosa que mais matava no mundo, superando até mesmo o HIV/AIDS. Segundo a OMS, a TB matou aproximadamente 4000 pessoas por dia e 1,5 milhão de pessoas no ano de 2018. Além disso,  em torno de 10 milhões de pessoas desenvolveram TB em 2018 e quase meio milhão de pessoas desenvolveram TB resistente a medicamentos (TBDR).
     

  5. País gasta R$1,8 bilhão com remédios para HIV

    Peso, despesa e problema estão entre os termos que foram utilizados pelo Presidente da República do nosso país para descrever os cidadãos brasileiros que vivem com HIV (pessoas vivendo com HIV (PVHIV), em declaração dada recentemente a jornalistas, em Brasília. Para defender uma nova política de governo, o presidente reforçou o estigma da sociedade com essas pessoas. É importante dizer que, segundo dados do Portal da Transparência, em 2019, o governo gastou R$1,8 bilhão na compra de remédios para pacientes com HIV, o que representa 0,06% de todos os gastos públicos do ano.

  6. 25 de janeiro: um ano de mais uma tragédia da mineração

    Dia 25 de janeiro completa-se um ano do desastre da Barragem I da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho. Ao lado do que ocorreu em Fundão, em 2015, está entre os maiores desastres em barragens de mineração do mundo, em extensão, danos ambientais e mortes imediatas. Embora as imagens da destruição, do resgate e dos mortos marquem a memória sobre esses eventos, os impactos sobre a saúde das populações vão além, estendendo-se para todos os que vivem e trabalham nas bacias dos rios Paraopeba e Rio Doce ao longo de anos.
     

  7. 25 de janeiro: um ano de mais uma tragédia da mineração

    Dia 25 de janeiro completa-se um ano do desastre da Barragem I da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho. Ao lado do que ocorreu em Fundão, em 2015, está entre os maiores desastres em barragens de mineração do mundo, em extensão, danos ambientais e mortes imediatas. Embora as imagens da destruição, do resgate e dos mortos marquem a memória sobre esses eventos, os impactos sobre a saúde das populações vão além, estendendo-se para todos os que vivem e trabalham nas bacias dos rios Paraopeba e Rio Doce ao longo de anos.
     

  8. ENSP reforça importância da Atenção Primária em Saúde para o SUS

    A ENSP ratifica os argumentos trazidos ao debate pela Rede de Pesquisa Atenção Primária à Saúde e a importância ímpar do modelo de atenção fundada na Estratégia de Saúde da Família para a consolidação e avanço do Sistema Único de Saúde. Ainda que todas as políticas sejam passíveis de revisão dos seus rumos, é necessário refletir sobre o desalinhamento estratégico entre as esferas de governo e a sociedade.

  9. Pesquisadora da ENSP comenta o debate da Cobertura Universal de Saúde promovido pela ONU

    Em artigo, a pesquisadora da ENSP Maria Helena Mendonça, fala sobre o debate da Cobertura Universal de Saúde, realizado na Assembleia Geral da ONU – que acontece até o dia 4 de outubro, em Nova York. Segundo ela no texto, “o atual cenário político internacional apresenta tensões e divergências em torno de projetos diferenciados para a universalização do acesso a bens comuns e irá influenciar as políticas públicas encaminhadas na próxima década”. Confira o texto publicado pelo Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes).