1. Covid-19: pesquisadora comenta suspensão dos testes da vacina de Oxford

    A pesquisadora Margareth Dalcolmo, da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, comentou a suspensão dos ensaios clínicos dos estudos de Fase 3 da vacina da Universidade de Oxford, desenvolvida em parceria com o laboratório AstraZeneca. De acordo com a pneumologista, trata-se de um procedimento que "não tira a confiança" dos pesquisadores sobre a continuidade das pesquisas. A Organização Mundial da Saúde também se manifestou sobre a importância do rigor científico dos testes. Para a OMS, que elogiou a medida, a segurança é o fator mais importante na avaliação dos resultados de ensaios clínicos de vacinas. 

  2. Investimento no sistema econômico industrial da saúde como estratégia de desenvolvimento nacional

    O pesquisador da ENSP e coordenador das Ações de Prospecção da Fiocruz, Carlos Gadelha, em entrevista ao blog O Cafezinho, fala sobre investimento no sistema econômico industrial da saúde como estratégia de desenvolvimento nacional. Segundo ele, foi absolutamente inovador à época o que se propunha, uma visão diferente da saúde, como um sistema produtivo e de inovação que mobiliza 9% do PIB e gera 7 milhões de empregos diretos e 14 milhões de empregos indiretos. 

  3. Nota Pública da ENSP sobre ataque sofrido por hackers em live

    O Conselho Deliberativo da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) se manisfesta sobre o ataque sofrido por hackers na última sexta-feira, dia 10 de julho de 2020, às 16h30, durante a live de lançamento, pela Editora Hucitec, da segunda edição do livro "Ambiente de Trabalho: A luta dos trabalhadores pela saúde”.

  4. UFRJ se solidariza com Fiocruz, em meio a ataques

    Nesta quinta-feira, 14/5, o Conselho Universitário (Consuni), órgão máximo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), manifestou solidariedade à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em meio aos ataques à ciência desenvolvida pela instituição que completa 120 anos em 2020. A nota refere-se às ameaças que cientistas ligados à Fiocruz de Manaus, entre outros, têm sofrido por conta das pesquisas que conduzem sobre a Covid-19. Em entrevista recente, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, afirmou que “a ciência só pode existir com liberdade e ética”. Não quer dizer que os cientistas podem fazer tudo o que querem, completou Nísia, por isso, 'temos comitês de ética que se fortaleceram muito no Brasil'.

  5. Covid-19 avança rumo às terras indígenas

    Como tem sido sistematicamente noticiado pela imprensa nacional e internacional, a epidemia de covid19 está se alastrando a passos largos em todo o planeta. No Brasil, a situação não é diferente. Embora os primeiros casos tenham sido notificados em São Paulo e Rio de Janeiro, hoje todos as unidades da federação têm casos confirmados e o número de óbitos cresce a cada dia, inclusive nos nove estados que compõe a Amazônia Legal. Na Amazônia brasileira, os estados mais afetados são Amazonas, Pará e Roraima, locais onde vive parte expressiva dos grupos indígenas no Brasil. Tomando por base o último censo nacional, realizado em 2010, podemos afirmar com segurança que hoje temos mais de 1.000.000 de indígenas vivendo no país, representando mais de 300 grupos étnicos, falantes de mais de 200 línguas e vivendo em diferentes estágios de contato com a sociedade envolvente.

  6. Covid-19 avança rumo às terras indígenas

    Como tem sido sistematicamente noticiado pela imprensa nacional e internacional, a epidemia de covid19 está se alastrando a passos largos em todo o planeta. No Brasil, a situação não é diferente. Embora os primeiros casos tenham sido notificados em São Paulo e Rio de Janeiro, hoje todos as unidades da federação têm casos confirmados e o número de óbitos cresce a cada dia, inclusive nos nove estados que compõe a Amazônia Legal. Na Amazônia brasileira, os estados mais afetados são Amazonas, Pará e Roraima, locais onde vive parte expressiva dos grupos indígenas no Brasil. Tomando por base o último censo nacional, realizado em 2010, podemos afirmar com segurança que hoje temos mais de 1.000.000 de indígenas vivendo no país, representando mais de 300 grupos étnicos, falantes de mais de 200 línguas e vivendo em diferentes estágios de contato com a sociedade envolvente.

  7. Dia Mundial de Combate à Tuberculose: desafios para o controle frente à pandemia de Coronavírus

    No marco do Dia Mundial da Tuberculose, celebrado em 24 de março, a pandemia do coronavírus Covid-19 assusta o mundo, com o grande número de infectados e mortes em escalas globais. Profissionais de saúde e entidades da sociedade civil da tuberculose (TB) têm se preocupado como a pandemia do Covid-19 afetará os serviços de saúde que prestam atendimentos à população adoecida por TB. Antes mesmo da pandemia do Covid-19, nos últimos anos, a TB tinha um triste recorde de ser a doença infecciosa que mais matava no mundo, superando até mesmo o HIV/AIDS. Segundo a OMS, a TB matou aproximadamente 4000 pessoas por dia e 1,5 milhão de pessoas no ano de 2018. Além disso,  em torno de 10 milhões de pessoas desenvolveram TB em 2018 e quase meio milhão de pessoas desenvolveram TB resistente a medicamentos (TBDR).
     

  8. País gasta R$1,8 bilhão com remédios para HIV

    Peso, despesa e problema estão entre os termos que foram utilizados pelo Presidente da República do nosso país para descrever os cidadãos brasileiros que vivem com HIV (pessoas vivendo com HIV (PVHIV), em declaração dada recentemente a jornalistas, em Brasília. Para defender uma nova política de governo, o presidente reforçou o estigma da sociedade com essas pessoas. É importante dizer que, segundo dados do Portal da Transparência, em 2019, o governo gastou R$1,8 bilhão na compra de remédios para pacientes com HIV, o que representa 0,06% de todos os gastos públicos do ano.