1. Saúde investiga 4.222 casos suspeitos de microcefalia no país

    O Ministério da Saúde (MS) e os estados investigam 4.222 casos suspeitos de microcefalia em todo o país. Isso representa 71,5% dos casos notificados. O novo boletim divulgado na terça-feira (1º/3) aponta, também, que 1.046 notificações já foram descartadas e 641 confirmadas para microcefalia e outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita. Ao todo, 5.909 casos suspeitos de microcefalia foram registrados até 27 de fevereiro.

  2. OMS: Chuvas acima da média causadas pelo El Niño aumentarão risco de proliferação do Aedes

    Até maio, nas Américas Central e do Sul, volumes de chuva acima da média associados ao El Niño poderão provocar enchentes e aumentar os riscos de proliferação de mosquitos como o Aedes aegypti, a espécie transmissora do vírus zika, da dengue, da chikungunya e da febre amarela. A previsão é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que publicou um relatório onde avalia as consequências do El Niño para a saúde da população.

  3. OMS divulga guia para profissionais de saúde e boletim sobre zika e síndromes associadas

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou na sexta-feira (26/2) um novo boletim sobre zika, microcefalia e Síndrome de Guillain-Barré. O documento aponta que, entre 1o de janeiro de 2007 e 25 de fevereiro de 2016, um total de 52 países e territórios relataram circulação autóctone (local) do vírus zika, incluindo aqueles onde o surto já terminou e os que forneceram evidências indiretas de transmissão local.

  4. Saúde faz mapeamento de assistência a bebês com microcefalia

    O Ministério da Saúde está mapeando as condições de atendimento dos bebês nascidos com microcefalia em todo o Brasil. O serviço começou no dia 22 de fevereiro e é feito por meio de ligações telefônicas aos familiares cadastrados de cada criança, com o objetivo de identificar os exames já realizados, o efetivo acompanhamento nas redes de Atenção Básica e Especializada, além do início da estimulação precoce e da reabilitação.

  5. Diretora-geral da OMS elogia mobilização nacional contra zika

    A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, visitou nesta quarta-feira (25/2) o campus da Fundação Oswaldo Cruz em Manguinhos, no Rio de Janeiro, e elogiou os esforços do governo brasileiro e da Fiocruz no enfrentamento do vírus zika. Acompanhada do ministro da Saúde, Marcelo Castro, da diretora da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Carissa Etienne, e do diretor-executivo do Departamento de Surtos e Emergências em Saúde da OMS, Bruce Aylward, Chan foi recebida pelo presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, e participou de entrevista coletiva com a imprensa brasileira e internacional.

  6. Pesquisadora alerta: inseticidas e larvicidas deixam mosquito mais resistente

    Diante do atual contexto do país, no qual o Aedes aegypti se tornou o maior vilão por ser o transmissor da dengue, zika e chicungunya, muitas estratégias vêm sendo adotadas a fim de eliminar o mosquito. O uso de larvicidas e inseticidas é uma delas. Pensando em se proteger desse inseto, algumas pessoas fazem uso indiscriminado de inseticidas domésticos, e muitos condomínios têm contratado empresas especializadas para aplicação do fumacê - prática que deixou de ser adotada pelo governo por causar resistência ao mosquito. Segundo a pesquisadora do Laboratório de Toxicologia do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP) Ana Cristina Simões Rosa, no primeiro momento, no local em que houve aplicação, existe a sensação de ter diminuído o número de mosquitos, de certo conforto, o que faz com que a prática seja preferida e defendida. Mas ela só faz agravar a possibilidade de controle do vetor a longo prazo. Além disso, a quantidade de inseticida para acabar com os mosquitos será cada vez maior, e o raciocínio se aplica aos inseticidas domésticos.

  7. Notificação de casos pelo vírus Zika passa a ser obrigatória no Brasil

    A partir de agora a notificação dos casos suspeitos de Zika é obrigatória para todos os estados do país. A medida foi publicada no Diário Oficial da União por meio da portaria 204, de 17 de fevereiro de 2016. A mudança significa que todos os casos suspeitos de Zika deverão ser comunicados pelos médicos, profissionais de saúde ou responsáveis pelos estabelecimentos de saúde, públicos ou privados, às autoridades de saúde, semanalmente. Nos casos de gestantes com suspeita de infecção pelo vírus ou de óbito suspeito, a notificação será imediata, ou seja, deverá ser feita em até 24 horas.

  8. OMS lança plano global de combate ao zika e a síndromes associadas ao vírus

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou, na terça-feira (16/2), uma estratégia global para orientar as respostas dos Estados-membros para a disseminação do vírus zika e aos casos de malformações congênitas e de síndromes neurológicas associadas ao vírus. Em pronunciamento no Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), a diretora executiva da agência, Natela Menabde, informou que 34 países já registraram infecções pelo zika. Desse conjunto, sete relataram aumentos nas ocorrências de microcefalia.