1. Ceensp discute epidemia do zika vírus na perspectiva da ética em pesquisa

    A complexidade em torno das epidemias de dengue, zika e chikungunya requer esforços do campo da ciência, além de ações do poder público, da sociedade civil e individuais a fim de aprimorar as ações de prevenção e combate. O governo brasileiro, por sua vez, trata como prioridade o investimento em novas tecnologias que contribuam para a investigação do vírus zika, mas até que ponto a eticidade dos projetos de pesquisa, especificamente em grávidas (um dos principais focos de preocupação), é discutida ou até mesmo considerada? É aceitável que se façam pesquisas sem os níveis primordiais de segurança? É a respeito desse tema que o Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcelos se debruçará na próxima segunda-feira (4/4), ocasião em que receberá o coordenador da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), Jorge Venâncio, e a pesquisadora da Universidade de Brasília Débora Diniz para o debate Zika: a ética em pesquisas e em questões de gênero. O Ceensp, coordenado pelo pesquisador da ENSP Sergio Rego, está marcado para as 14 horas, no auditório térreo da ENSP.

  2. Ministério da Saúde lança série educativa 'Crianças contra Zika'

    A educação e a música são importantes aliadas no desafio de mobilizar a população para o combate ao Aedes aegypti e aos vírus Zika, da dengue e da chikungunya. Pensando nisso, o Ministério da Saúde lançou na quarta-feira (30/3) o projeto Crianças contra Zika, usando a música para ampliar os conhecimentos sobre as doenças e formas de prevenção. A ação faz parte do eixo Mobilização e Combate ao Mosquito do Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes aegypti e à Microcefalia.

  3. Ceensp discute epidemia do zika vírus na perspectiva da ética em pesquisa

    A complexidade em torno das epidemias de dengue, zika e chikungunya requer esforços do campo da ciência, além de ações do poder público, da sociedade civil e individuais a fim de aprimorar as ações de prevenção e combate. O governo brasileiro, por sua vez, trata como prioridade o investimento em novas tecnologias que contribuam para a investigação do vírus zika, mas até que ponto a eticidade dos projetos de pesquisa, especificamente em grávidas (um dos principais focos de preocupação), é discutida ou até mesmo considerada? É aceitável que se façam pesquisas sem os níveis primordiais de segurança? É a respeito desse tema que o Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcelos se debruçará na próxima segunda-feira (4/4), ocasião em que receberá o coordenador da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), Jorge Venâncio, e a pesquisadora da Universidade de Brasília Débora Diniz para o debate Zika: a ética em pesquisas e em questões de gênero. O Ceensp, coordenado pelo pesquisador da ENSP Sergio Rego, está marcado para as 14 horas, no auditório térreo da ENSP.

  4. Vigilância: saúde seleciona boas experiências de combate ao Aedes Aegypti

    O Brasil está mobilizado para o combate ao Aedes aegypti. Diferentes ações são desenvolvidas diariamente para envolver toda a população no controle do mosquito, que transmite a dengue, a chikungunya, além do vírus Zika, relacionado ao aumento de casos de microcefalia. O Ministério da Saúde quer reunir e divulgar essas experiências para que possam ser replicadas em todo o país. Para isso, lançou chamada para premiar as melhores iniciativas desenvolvidas por profissionais de saúde, prefeituras e pela sociedade civil. As inscrições dos relatos devem ser feitas até 3 de abril, no portal da Comunidade de Práticas (CdP).

  5. 'Sala de Convidados' trata da zika e a assistência à gestante no dia 22/3

    A principal preocupação em relação à epidemia de zika no país é relacionada às grávidas. Segundo o último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, 4.268 casos suspeitos de microcefalia seguem sob investigação e 863 foram confirmados. Dos 2.212 casos investigados, 1.349 foram descartados. Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Universidade da Califórnia, publicado pelo The New England Journal of Medicine, apontou que o zika vírus pode prejudicar o feto em qualquer fase da gravidez e não apenas nas primeiras semanas da gestação, como se pensava inicialmente. Com todas as preocupações que rondam as grávidas nesse momento, o Sala de Convidados da próxima terça-feira (22/3) debate como está a zika e a assistência à gestante, ao vivo, às 11h, no Canal Saúde.

     

  6. Epidemia do Zika Vírus: o que ainda precisamos saber?

    Nesta terça-feira (15/3), a primeira edição do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcelos da ENSP propõe esclarecer os principais aspectos que tangenciam a epidemia do Zika Vírus no país. O papel da Fiocruz, os desafios para compor uma rede de atenção às famílias vítimas da zika congênita e as previsões para mais dois ou três anos de intensidade razoável da epidemia serão os principais temas debatidos pelos pesquisadores Rivaldo Venâncio da Cunha, diretor da Fiocruz Mato Grosso do Sul, Maria Elizabeth Lopes Moreira, do Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), e Patricia Carvalho de Serqueira, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). "Apesar de existir há mais de meio século, por que somente agora o zika espalhou-se de forma ampla? Queremos elucidar questões contraditórias, responder às lacunas identificadas e promover o debate científico acerca da infecção pelo zika", garantiu a pesquisadora Letícia Cardoso, coordenadora do evento. O Ceensp "Estado da arte sobre a epidemia do zika vírus: o que já sabemos e o que ainda precisamos saber" está marcado para 14 horas, no auditório térreo da ENSP. A sessão é aberta ao público.

  7. Governo investe R$ 10 milhões na Fiocruz para combate ao zika

    A presidenta Dilma Rousseff visitou o campus de Manguinhos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Rio de Janeiro na tarde de quinta-feira (10/3), acompanhada do ministro da Saúde, Marcelo Castro. Dilma elogiou as atividades desenvolvidas na Fiocruz e reiterou que a instituição é essencial frente ao atual cenário. Em reunião, a presidente destacou que sem ciência básica e sem tecnologia não se pode avançar no enfrentamento do vírus zika.

  8. Brasil adota parâmetro da OMS e reduz medida para microcefalia

    O Ministério da Saúde passa a adotar, a partir desta quarta-feira (09), novos parâmetros para medir o perímetro cefálico e identificar casos suspeitos de bebês com microcefalia. Para menino, a medida será igual ou inferior a 31,9 cm e, para menina, igual ou inferior a 31,5 cm. A mudança está de acordo com a recomendação anunciada recentemente pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e tem como objetivo padronizar as referências para todos os países, valendo para bebês nascidos com 37 ou mais semanas de gestação.

  9. Opas/OMS e laboratórios adotam diretrizes comuns para aprimorar identificação de casos de zika

    A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) e a Rede de Laboratórios de Diagnóstico de Arbovírus (Relda) das Américas anunciaram um acordo no final de fevereiro, em Porto Rico, sobre novas diretrizes comuns para o processo de identificação e confirmação de casos de suspeita de zika. A OMS, junto com a comunidade científica, busca desenvolver exames mais precisos para detectar o vírus. “Com a dengue e a chikungunya circulando na região, diagnosticar o zika é um grande desafio”, afirmou María Guadalupe Guzmán, presidente da Relda, em encontro organizado pela OMS na capital de Porto Rico, San Juan.

  10. Saúde investiga 4.222 casos suspeitos de microcefalia no país

    O Ministério da Saúde (MS) e os estados investigam 4.222 casos suspeitos de microcefalia em todo o país. Isso representa 71,5% dos casos notificados. O novo boletim divulgado na terça-feira (1º/3) aponta, também, que 1.046 notificações já foram descartadas e 641 confirmadas para microcefalia e outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita. Ao todo, 5.909 casos suspeitos de microcefalia foram registrados até 27 de fevereiro.