1. OMS declara fim de Emergência de Saúde Pública Internacional, mas diz que resposta ao zika e suas consequências deve continuar

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou na sexta-feira (18/11) que o vírus zika e suas consequências associadas continuam a ser um desafio significativo para a saúde pública, que exigem uma ação intensa, mas não representam mais uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional tal como definida no Regulamento Sanitário Internacional.

  2. Zika - 1 ano depois é o tema do Sala de Convidados Terça-feira (22/11)

    Na sexta-feira (18/11), o ministro da Saúde, Ricardo Barros, anunciou que o Brasil decidiu manter a situação de emergência nacional em saúde pública declarada há um ano devido ao aumento dos casos de microcefalia associados ao vírus Zika. Na ocasião, o Ministério da Saúde apresentou um balanço das ações realizadas nesse período. Segundo dados da pasta, foram mais de 10 mil notificações de microcefalia, a maior parte delas no Nordeste. De um total de 2.143 casos confirmados, 78% estão na região. Apesar de a incidência ter caído ao longo de 2016, especialistas alertam que é preciso reforçar medidas de prevenção agora que está chegando o período de chuvas e calor em que a proliferação do mosquito Aedes Aegypti é maior. 

  3. A vida com microcefalia

    Joselito Alves, 27 anos, técnico de informática. Maria Carolina Flor, 21 anos, estudante de Nutrição. Juntos há quatro anos, os filhos de agricultores analfabetos da cidadezinha de Esperança, na Paraíba, são pais de Gabriel, de dois anos, e de Maria Gabriela, de nove meses. O diagnóstico de microcefalia da caçula surpreendeu os pais e a equipe médica, logo após o parto, em janeiro de 2016. Os olhares enviesados dos profissionais de saúde, a ausência do diagnóstico precoce, os direitos violados e o preconceito enfrentado pelo casal, das ruas aos espaços de decisão da cidade, motivaram a criação do blog Somos Todos Maria Gabriela. 'A vida com microcefalia', matéria que integra o número 170 da Revista Radis traz depoimento de pais de bebê afetada pelo Zika virus que criam blog para relatar negligências e combater desinformação. A página, que já tem mais de 15 mil acessos, traz detalhes do pré-parto, parto e pós-parto, relatos de negligência, a luta da família por direitos, o andamento da formação da associação de familiares de crianças como Gaby, o apoio (e a falta dele) por parte de pesquisadores e profissionais de saúde, curiosidades sobre as sessões de fisioterapia, batizado, visitas recebidas e encontros de que o casal participa para falar do tema. 

  4. Fiocruz recruta pessoas para testar vacina contra dengue

    A Fiocruz Pernambuco iniciou o recrutamento de pessoas para participar da fase III dos testes da vacina da dengue, produzida pelo Butantan, no estado. O trabalho está sendo realizado no Engenho do Meio, na zona Oeste do Recife. Uma equipe formada por enfermeira e pesquisadora está visitando casas em áreas do bairro escolhidas por sorteio, das 17h às 21h, horário no qual todos os membros das famílias estão em casa. Na visita, os moradores recebem informações sobre os testes e são convidados a participar. A proposta é recrutar 1.200 pessoas.

  5. Emergência sanitária: evento internacional discute a síndrome da zika

    Desde que o aumento de casos de microcefalia foi declarado pelo Ministério da Saúde como emergência nacional de saúde pública no Brasil, em 11/11/2015, o avanço do conhecimento científico permitiu confirmar que o vírus zika está associado não apenas a esse quadro, mas a diversas malformações que, atualmente, caracterizam a síndrome da zika congênita. Também se tornou clara a associação do patógeno com manifestações neurológicas em adultos, como a síndrome de Guillain Barré, e os mecanismos por meio dos quais a doença danifica os neurônios são cada vez mais compreendidos. Para responder essas e outras questões e reafirmar seu compromisso com o avanço das pesquisas em prol da saúde pública, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) promoveu, de 7 a 10 de novembro, em parceria com a Academia Nacional de Medicina (ANM) e Academia Brasileira de Ciências (ABC), o evento internacional Zika. O pesquisador da ENSP, Gustavo Matta, foi um dos palestrantes e apresentou uma rede de pesquisa na área. 

  6. MEC desenvolve aplicativo para combater mosquito Aedes

    O combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya ganhou mais uma valiosa ferramenta com o lançamento do aplicativo Desafio Aedes pelo Ministério da Educação. Trata-se de um jogo que exige dos usuários o cumprimento de tarefas que previnem a proliferação do mosquito. Os estudantes vencedores do concurso Pesquisar e Conhecer: Para combater o Aedes aegypti testaram e aprovaram o aplicativo. Desenvolvido pelo Departamento de Tecnologia da Informação (DTI) do MEC, o aplicativo estará disponível nas plataformas iOS e Android já no final de novembro. O jogo desafia os participantes a destruir virtualmente os focos do mosquito, seguindo critérios que já conhecemos na prática: a eliminação de água parada e a limpeza de locais com entulhos e lixo.

  7. Tuberculose, Zika, bioética e dignidade humana foram tema de debate na ENSP

    Debatendo o tema Dignidade humana e os Direitos Humanos, o Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos da ENSP celebrou o Bioethics Day. O encontro, organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva (PPGBIOS), também homenageou dois grandes nomes que se destacam no campo da bioética: os professores Fermin Roland Schramm, da ENSP, e Olinto Pegoraro, da UFRJ, Uerj e PPGBIOS. Os palestrantes do encontro foram a professora da Universidade de Brasília (UnB), Débora Diniz, e o pesquisador do Centro de Referência Professor Hélio Fraga (CRPHF), Pablo Dias Fortes. Confira as apresentações, que estão disponíveis, na íntegra, no canal da ENSP, no youtube. 

  8. Evento internacional marca um ano da crise de zika no Brasil

    Brasil, 11 de novembro de 2015. O Ministério da Saúde declarava que o país estava diante de uma emergência em saúde pública de importância nacional: o aumento dos casos de microcefalia assolava principalmente os estados da Região Nordeste. As causas da malformação congênita eram ainda desconhecidas. A principal suspeita recaiu sobre um vírus que emergia em território nacional, o zika. Simultaneamente, complicações neurológicas em adultos começavam a ser diagnosticadas em elevados índices, incluindo a Síndrome de Guillain-Barré, uma doença de natureza autoimune que ataca os nervos e músculos. Pouco tempo depois, em 1º de fevereiro de 2016, foi a vez da Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar a microcefalia associada ao zika uma emergência de saúde pública de importância internacional. Agora, um ano após o primeiro alerta, quais os avanços alcançados e quais desafios persistem em torno desse vírus que continua se espalhando pelo mundo?

  9. Ministério lança Rede de Especialistas em Zika

    No início de 2015, foi identificada a epidemia do vírus Zika no Brasil, a qual atingiu, no início, a Região Nordeste, espalhando-se posteriormente para as demais regiões do país. Em outubro de 2015, foi evidenciado aumento importante nos casos de microcefalia fetal, mais tarde associados à infecção pelo vírus Zika. Antes mesmo da formalização da Rede, o Ministério da Saúde contou com a colaboração de especialistas e instituições no enfrentamento da epidemia. Em maio de 2015, a Rede foi formalizada por meio da Portaria n. 1046, de 20/05/2016. Agora, em outubro de 2016, foi lançado o site da Rede Nacional de Especialistas em Zika e Doenças Correlatas (Renezika), composta de mais de cem especialistas. A rede busca integrar gestores, pesquisadores e sociedade civil no enfrentamento do vírus e suas consequências.

  10. Ministério lança Rede de Especialistas em Zika

    No início de 2015, foi identificada a epidemia do vírus Zika no Brasil, a qual atingiu, no início, a Região Nordeste, espalhando-se posteriormente para as demais regiões do país. Em outubro de 2015, foi evidenciado aumento importante nos casos de microcefalia fetal, mais tarde associados à infecção pelo vírus Zika. Antes mesmo da formalização da Rede, o Ministério da Saúde contou com a colaboração de especialistas e instituições no enfrentamento da epidemia. Em maio de 2015, a Rede foi formalizada por meio da Portaria n. 1046, de 20/05/2016. Agora, em outubro de 2016, foi lançado o site da Rede Nacional de Especialistas em Zika e Doenças Correlatas (Renezika), composta de mais de cem especialistas. A rede busca integrar gestores, pesquisadores e sociedade civil no enfrentamento do vírus e suas consequências.