1. Ministério da Saúde atualiza casos suspeitos de microcefalia

    O Ministério da Saúde divulgou na terça-feira (5/1) o primeiro informe epidemiológico de 2016 sobre os casos suspeitos de microcefalia relacionada ao vírus Zika. As informações são referentes aos dados até o dia 2 de janeiro. Desde o início das investigações, foram notificados 3.174 casos suspeitos da doença em recém-nascidos de 684 municípios de 21 unidades da federação. Pela primeira vez,  está sendo investigado um caso no estado do Amazonas. Também estão em investigação 38 óbitos de bebês com microcefalia possivelmente relacionados ao vírus Zika.

  2. Pesquisadores defendem ações de saneamento contra a microcefalia

    "Manter as ações centradas no mosquito, conduzir uma narrativa de guerra com uso de arma química é não resolver o problema. É dar uma falsa ideia de solução. A história nos aponta os erros. O pior é que esses gastos poderiam ter sido revertidos em saneamento. Ao se adicionar veneno em água potável, se está despotabilizando essa água, e o pior é que os padrões de potabilidade da água para consumo humano são definidos pelo Ministério da Saúde", defendem os pesquisadores da Fiocruz Pernambuco (Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães) Lia Giraldo e André Monteiro, em artigo publicado no jornal Diário de Pernambuco

  3. Mutirão contra o Aedes aegypti em Manguinhos será nesta quarta-feira (6/1)

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, representada pelo Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSEGSF/ENSP), e com a colaboração da Cooperação Social da Fiocruz, do Instituto Oswaldo Cruz, de Bio-Manguinhos, da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, da Divisão de Vigilância em Saúde e do Conselho Comunitário de Manguinhos estarão reunidos no dia 6 de janeiro para combater o mosquito Aedes aegypti e as doenças transmitidas por ele na região da AP 3.1. A mobilização do "Dia D" (6/1) atuará nas áreas do Parque Carlos Chagas (PCC), por apresentar o maior número de casos, Mandela I, Mandela II e Varginha, bem como Parque João Goulart e CHP2. "Os locais foram escolhidos a partir do levantamento das notificações em grávidas e na população em geral. A proposta é começar neste dia e dar prosseguimento em todas as áreas do território, em datas a serem definidas posteriormente", afirmou Eliane Vianna, chefe do CSEGSF/ENSP.

  4. Diretor da Fiocruz MS alerta sobre o risco de novas epidemias no país

    "O zika hoje, depois da violência, é talvez um dos mais graves problemas de saúde pública no Brasil". A afirmativa é do diretor da Fiocruz Mato Grosso do Sul, Rivaldo Venâncio, que concedeu entrevista ao veículo Gazeta Online, no domingo (3/1). O pesquisador estima que até dezembro tenhamos 15 mil casos de microcefalia e 40 mil de outros tipos de malformações. Confira a entrevista completa no link abaixo.

  5. Microcefalia: MS divulga último boletim epidemiológico do ano

    O Ministério da Saúde divulgou, nesta terça-feira (29/12), o último boletim epidemiológico do ano sobre microcefalia. Os dados foram copilados até o dia 26 de dezembro. Até o momento, foram notificados 2.975 casos suspeitos da doença em recém-nascidos de 656 municípios de 20 unidades da federação. Também estão sendo investigados 40 óbitos suspeitos de microcefalia relacionados ao vírus zika.

  6. Fiocruz cria gabinete de crise para emergência epidemiológica

    Com o objetivo de enfrentar o quadro epidemiológico referente à ocorrência da dengue, chikungunya e zika no país, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) criou o Gabinete para o Enfrentamento à Emergência Epidemiológica em Saúde Pública. Os casos de microcefalia estão entre as questões que serão aprofundadas pela iniciativa.

  7. Mutirão contra o Aedes aegypti em Manguinhos será nesta quarta-feira (6/1)

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, representada pelo Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSEGSF/ENSP), e com a colaboração da Cooperação Social da Fiocruz, do Instituto Oswaldo Cruz, de Bio-Manguinhos, da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, da Divisão de Vigilância em Saúde e do Conselho Comunitário de Manguinhos estarão reunidos no dia 6 de janeiro para combater o mosquito Aedes aegypti e as doenças transmitidas por ele na região da AP 3.1. A mobilização do "Dia D" (6/1) atuará nas áreas do Parque Carlos Chagas (PCC), por apresentar o maior número de casos, Mandela I, Mandela II e Varginha, bem como Parque João Goulart e CHP2. "Os locais foram escolhidos a partir do levantamento das notificações em grávidas e na população em geral. A proposta é começar neste dia e dar prosseguimento em todas as áreas do território, em datas a serem definidas posteriormente", afirmou Eliane Vianna, chefe do CSEGSF/ENSP.

  8. Edital fomenta pesquisa sobre zika, chicungunya e dengue

    Com o objetivo de somar esforços a outras iniciativas já em andamento, anunciadas pelo governo do estado, a Fundação, divulgou o edital que visa fomentar pesquisas sobre as doenças disseminadas pelo mosquito Aedes aegypti. Intitulado Programa Pesquisa em Zika, Chikungunya e Dengue no Estado do Rio de Janeiro - 2015, a iniciativa poderá ser ampliada com esforços e apoio financeiro de outros órgãos públicos, do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Ministério da Saúde (MS) e/ou do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap). O montante inicial de recursos alocados no edital é de R$ 10 milhões, a serem repassados ao longo de dois anos.

  9. Governo alerta viajantes para eliminação de criadouros

    As medidas de combate ao Aedes aegypti devem ser reforçadas nas férias e festas de fim de ano, período marcado por chuvas em muitos estados do país e com maior circulação de pessoas. Para reforçar a importância de eliminar os focos do mosquito, o Ministério da Saúde recomenda aos viajantes que, antes de saírem de suas casas, façam uma vistoria para eliminar os recipientes que possam acumular água parada e servir como criadouro do mosquito.