1. As ciências sociais contra a zika

    A contribuição do campo das ciências humanas para o combate à zika foi o tema de um seminário na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) que reuniu cientistas de instituições internacionais no último dia 30 de março. Esse foi o primeiro encontro dos pesquisadores da área de ciências sociais do ZIKAlliance, um consórcio multinacional e multidisciplinar que reúne dezenas de parceiros pelo mundo coordenado pelo INSERM, o instituto nacional francês de saúde e pesquisa médica. Nísia Trindade Lima, presidente da Fiocruz e coordenadora do Grupo de Pesquisa em Ciências Sociais do ZIKAlliance, disse que é um desafio importante trabalhar com os aspectos humanos e sociais diante de uma epidemia cujos esforços se voltam principalmente para o diagnóstico, o tratamento e um grande foco no mosquito. “Não se trata de uma guerra de um mosquito contra a humanidade, e sim de processos sociais que explicam essa proliferação. Mas o fato é que na mídia e no imaginário essa associação com o mosquito é a mais forte e muitas vezes dificulta o olhar para outras causas”, ressaltou.

  2. Conheça as medidas em andamento para garantir uma vacina segura e eficaz contra o vírus zika

    Uma série de medidas deve ser tomada para garantir que as vacinas contra qualquer doença sejam seguras e eficazes. No caso do vírus zika, a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) tem monitorado o processo de pesquisa e desenvolvimento, verificado as bases de dados dos ensaios clínicos em curso e estudos publicados, bem como dialogado com desenvolvedores. Em janeiro de 2017, cerca de 40 vacinas candidatas estavam em processo de pesquisa e desenvolvimento.

  3. Agência da ONU apoia evento em PE sobre políticas públicas de combate ao zika

    A Procuradoria Geral dos Direitos do Cidadão do estado de Pernambuco realizará uma audiência pública em Recife, no dia 10 de fevereiro, para tratar do surto do vírus zika no país. A atividade tem o apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), da ONU Mulheres e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). O encontro “Políticas Públicas e Epidemia do Vírus Zika: Informação, Controle e Assistência aos Cidadãos” tem como objetivo fomentar o debate acerca de direitos reprodutivos, direito à informação, controle vetorial e assistência às pessoas afetadas pelo zika. Participarão das discussões especialistas no tema, organizações da sociedade civil e mulheres que já foram contaminadas.

  4. ENSP e secretarias municipais realizam seminário sobre o combate ao 'Aedes'

    Foi realizado, na manhã da quarta-feira, 31 de janeiro de 2017, o Seminário de Prevenção e Combate às Arboviroses, conjunto de doenças que incluem dengue, zika e chikungunya e têm vitimado e causado sofrimento em boa parte da população brasileira, sobretudo entre os mais pobres, nos últimos anos.  O evento faz parte da elaboração do plano conjunto de combate ao mosquito Aedes aegypt, que será lançado em quinze dias, por uma parceria entre a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) a e as Secretarias Municipais de Saúde, Educação e a de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro. Com campanhas educacionais nas escolas e na mídia, trazendo por slogan a frase "Aqui, mosquito não se cria", a intenção é que seja feita uma grande mobilização de diversos setores do saber e da sociedade para juntos combaterem o Aedes aegypti.

  5. ENSP e secretarias municipais realizam seminário sobre o combate ao 'Aedes'

    Foi realizado, na manhã da quarta-feira, 31 de janeiro de 2017, o Seminário de Prevenção e Combate às Arboviroses, conjunto de doenças que incluem dengue, zika e chikungunya e têm vitimado e causado sofrimento em boa parte da população brasileira, sobretudo entre os mais pobres, nos últimos anos.  O evento faz parte da elaboração do plano conjunto de combate ao mosquito Aedes aegypt, que será lançado em quinze dias, por uma parceria entre a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) a e as Secretarias Municipais de Saúde, Educação e a de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro. Com campanhas educacionais nas escolas e na mídia, trazendo por slogan a frase "Aqui, mosquito não se cria", a intenção é que seja feita uma grande mobilização de diversos setores do saber e da sociedade para juntos combaterem o Aedes aegypti.

  6. Desafios da tríplice epidemia marcam abertura de seminário sobre dengue, chikungunya e zika

    Foi realizado, na Escola Nacional de Saúde Pública, entre os dias 1º e 2 de dezembro, o 2º Seminário Dengue, Chikungunya e Zika: Desafios na Atenção à Saúde na Chikungunya. O evento, que nesta edição destacou a preocupação dos especialistas com as dimensões que a epidemia de chikungunya pode apresentar no próximo verão no Brasil, teve como objetivo discutir uma proposta para capacitação de profissionais da área de Saúde na abordagem das três doenças. A mesa de abertura do encontro contou com representantes da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), do Ministério da Saúde, da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Estado (Consems/RJ), e da Fiocruz. 

  7. Fiocruz e Servier anunciam prêmio para pesquisa sobre zika

    Está aberta a chamada para o Prêmio Internacional Fiocruz/Servier, resultado de parceria entre a Fundação e o grupo farmacêutico francês independente. A premiação vai contemplar pesquisadores que desenvolvam linhas de estudo na área de neurociências no Brasil pelos próximos três anos, particularmente, no campo do tratamento de doenças neurológicas e neuro-inflamatórias. Poderão se candidatar pessoas físicas que sejam pesquisadores, cientistas ou médicos reconhecidos internacionalmente. “Queremos firmar parcerias que tenham amplitude: não tratem só do processo de pesquisa, inovação e produção, mas também identifiquem os campos onde, do ponto de vista da demanda brasileira, essa atuação se faz mais necessária“, ressaltou o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha.

  8. Saúde amplia acesso a diagnóstico e cuidado das gestantes e bebês

    A partir de agora, os bebês cujas mães foram infectadas pelo vírus Zika durante a gestação passam a ser acompanhados até os três anos de idade. Além da medida da cabeça, principal critério para notificação de microcefalia, outras malformações decorrentes do vírus serão investigadas. O cuidado com as gestantes também será ampliado. O Ministério da Saúde recomenda uma segunda ultrassonografia no pré-natal para identificar alterações neurológicas durante a gestação. Assim, o exame deverá ser realizado no primeiro trimestre, como já era previsto, e repetido por volta do sétimo mês de gravidez. Os repasses federais para esse atendimento serão de R$ 52,6 milhões por ano.

  9. OMS declara fim de Emergência de Saúde Pública Internacional, mas diz que resposta ao zika e suas consequências deve continuar

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou na sexta-feira (18/11) que o vírus zika e suas consequências associadas continuam a ser um desafio significativo para a saúde pública, que exigem uma ação intensa, mas não representam mais uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional tal como definida no Regulamento Sanitário Internacional.