1. Construção compartilhada de conhecimentos envolve academia e sociedade

    A academia vem se aproximando cada vez mais do conhecimento popular para enfrentar os reais desafios vividos pela nossa sociedade. Esse foi um dos aspectos abordados no segundo eixo de debates do 2º Congresso Brasileiro de Saúde e Ambiente, que abordou a construção do conhecimento compartilhado. Para buscar compreender melhor essa questão, a ENSP TV conversou com professores formados em universidade e na vida sobre como se constrói, verdadeiramente, este conhecimento comum a todos

  2. Confira aqui todas as matérias publicadas pela ENSP sobre o 2º Sibsa

    A equipe de jornalismo do Informe ENSP e da ENSP TV está cobrindo a segunda edição do Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente (Sibsa), que acontece em Belo Horizonte (MG) de 19 a 22 de outubro. O encontro, organizado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), por intermédio do Grupo Temático de Saúde e Ambiente, tem como tema Desenvolvimento, Conflitos Territoriais e Saúde: Ciência e Movimentos Sociais para a Justiça Ambiental nas Políticas Públicas.

  3. Pesquisa analisa o impacto de grandes empreendimentos na saúde

    Doenças respiratórias, cardiovasculares, infecciosas e parasitárias, ausência de fornecimento de água potável para consumo humano, estresse, exposição à substâncias perigosas e intoxicação por hidrocarbonetos: esses são alguns dos impactos socioambientais e riscos à saúde humana que a construção de grandes empreendimentos pode causar à saúde da população e ao meio ambiente. Os agravos foram apresentados pela aluna de doutorado do Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente da ENSP Marcela de Abreu Muniz durante o 2º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente, em Belo Horizonte. 

  4. Por uma epistemologia da visão: debate envolve academia e indígenas

    "Existem dois eixos que regem a saúde, o espiritual e o carnal. O carnal é oriundo do espaço. Quando nós expulsamos das nossas terras os grandes fazendeiros e caçadores, caiu a mortalidade infantil, a desnutrição e nenhum jovem menor de 50 anos morreu na aldeia". Essa é visão de saúde de Rosivaldo Ferreira da Silva, mais conhecido como Cacique Babau, da tribo dos Tupinambás. A fala dele foi a mais aplaudida da mesa redonda A função social da ciência, ecologia de saberes e outras experiências de produção, apresentada durante o 2º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente. Falando ao lado do pesquisador da ENSP Marcelo Firpo e de Tadeu Melo, da Universidade Federal do Acre, a experiência de vê-lo de cocar dividindo o microfone com os cientistas ofereceu ao público, na prática, aquilo que os organizadores vem propagando como a grande novidade deste simpósio: a interação entre o saber popular e o acadêmico.

  5. Involução da espécie é abordada durante debate no 2º Sibsa

    Tirante um desmaio que levou Charles Darwin a pernoitar, em 1972, numa de suas pensões, a cidade de Macaé não registrou, até 1974, grandes incidentes. Semelhante a milhares de outros municípios pequenos e médios do litoral brasileiro, vivia-se da pesca e da terra. Mas o que nem o naturalista inglês seria capaz de prever era que sob suas águas estaria uma reserva de petróleo que se tornaria responsável por mais de 80% de da produção nacional. A descoberta do campo de exploração, no entanto, não trouxe o futuro a uma cidade atrasada, mas antes, a expectativa concreta da sua extinção. É o que se conclui do estudo Conflitos ambientais entre a pesca artesanal e a indústria petrolífera em Macaé: os impactos do desenvolvimento econômico regional sobre a organização social e a situação de saúde dos pescadores, de Diogo Ferreira da Rocha, doutorando do programa de Saúde Pública da ENSP.

  6. Mesa destaca ineditismo da formação para os movimentos sociais

    "Rompemos com a lógica da ciência clássica e começamos a pensar na produção de conhecimentos em articulação com os movimentos sociais", disse o pesquisador da ENSP Ary Carvalho de Miranda, durante a mesa sobre experiências de formação para o SUS. Na ocasião, ele expôs detalhes do processo de elaboração e realização do curso de mestrado profissional em Trabalho, Saúde, Ambiente e Movimentos Sociais da ENSP. O debate aconteceu no terceiro dia do 2º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente e fez parte do eixo estruturante A função social da ciência, ecologia de saberes, e outras experiências de produção compartilhada de conhecimento

  7. Confira aqui todas as matérias publicadas pela ENSP sobre o 2º Sibsa

    A equipe de jornalismo do Informe ENSP e da ENSP TV está cobrindo a segunda edição do Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente (Sibsa), que acontece em Belo Horizonte (MG) de 19 a 22 de outubro. O encontro, organizado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), por intermédio do Grupo Temático de Saúde e Ambiente, tem como tema Desenvolvimento, Conflitos Territoriais e Saúde: Ciência e Movimentos Sociais para a Justiça Ambiental nas Políticas Públicas.

  8. Tornar visível: mapa auxilia na busca por injustiças ambientais

    Os mapas estão, hoje, ao alcance de quase todos: basta um celular conectado à internet para que a pessoa consiga saber onde está ou descobrir imediatamente a distância entre dois pontos em qualquer lugar do planeta. Mas se o Google MAPS, GPS e companhia podem ajudar nas pequenas tarefas do dia a dia, como achar um restaurante ou posto de gasolina, a potência do encontro entre a cartografia e o mundo digital aumenta quando falamos de seu uso no combate às injustiças. Utilizar desse encontro para mapear os conflitos ambientais que se espalham por todo o Brasil tem sido a tarefa de um projeto do pesquisador da ENSP Marcelo Firpo. O trabalho foi apresentado na mesa-redonda Desenvolvimento e Conflitos Territoriais: experiências dos mapas e diálogos de saberes para a justiça ambiental, realizada em 20/10 durante o 2º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente.

  9. Confira aqui todas as matérias publicadas pela ENSP sobre o 2º Sibsa

    A equipe de jornalismo do Informe ENSP e da ENSP TV está cobrindo a segunda edição do Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente (Sibsa), que acontece em Belo Horizonte (MG) de 19 a 22 de outubro. O encontro, organizado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), por intermédio do Grupo Temático de Saúde e Ambiente, tem como tema Desenvolvimento, Conflitos Territoriais e Saúde: Ciência e Movimentos Sociais para a Justiça Ambiental nas Políticas Públicas.

  10. Meio ambiente deve ser parte da vida para um futuro sustentável

    O filósofo francês Jean Pierre Leroy foi o grande destaque da noite de abertura do 2º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente, que está acontecendo na capital mineira, Belo Horizonte.  No contexto atual, no qual vivemos a expansão cada vez mais intensa da agricultura industrial e dos latifúndios monocultores no país, Leroy defende a resistência aos processos de desterritorialização e desapropriação dos territórios tradicionais, que, em nossa sociedade, são respaldadas pelos interesses governamentais e pela política do crescimento econômico. Segundo ele, nesse sentido, os saberes e competências associados ao local passam a ser desqualificados. O filósofo alerta, no entanto, que são nestes territórios que podem ser encontradas pistas para um futuro sustentável.