1. ENSP cobra solução de assassinatos e segue firme na luta pelos direitos humanos

    Já faz 1 mês que a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Pedro Gomes foram brutalmente assassinados nas ruas do Rio de Janeiro. Até agora, a polícia não tem solução para o caso. Também em março, o trabalhador da Fiocruz Matheus Melo de Castro, de 23 anos, foi morto saindo da igreja, na favela do Jacarezinho. A família acusa policiais militares de terem feito os disparos. A ENSP reafirma seu compromisso: não se calará diante de tal arbitrariedade e cobrará do poder público a investigação dessas execuções e a punição dos assassinos. 

  2. Rio de Janeiro clama por cidadania e democracia

    O Rio vem sendo objeto de uma liquidação de políticas públicas, direitos sociais, afronta aos direitos básicos, seja da cidadania, seja de servidores públicos, com salários em atraso, configurando a vitrine de um projeto ultra neoliberal do golpe de 2016 contra a democracia, a soberania e os direitos sociais.

  3. Rio de Janeiro clama por cidadania e democracia

    O Rio vem sendo objeto de uma liquidação de políticas públicas, direitos sociais, afronta aos direitos básicos, seja da cidadania, seja de servidores públicos, com salários em atraso, configurando a vitrine de um projeto ultra neoliberal do golpe de 2016 contra a democracia, a soberania e os direitos sociais.

  4. Pesquisador da ENSP assina artigo sobre a contradição do capitalismo

    Ary Miranda, pesquisador do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Cesteh/ENSP/Fiocruz), integrante do Grupo Temático Saúde e Ambiente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (GTSA/Abrasco) e da Comissão Científica do 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva ( Abrascão 2018) assina o artigo O Brasil e a segunda contradição do capitalismo. Segundo ele, no Brasil, a partir dos anos 1980, a política agrária acentua significativamente os domínios do agronegócio, marcado por intensa concentração fundiária por grupos transnacionais. Este fenômeno fez com que, em 2003, 112 mil propriedades concentrassem 215 milhões de hectares de terra e, sete anos depois, mais 100 milhões de hectares passaram ao controle de grandes empresas. O que, de acordo com ele aprofunda a concentração de terras e acentua a expulsão de trabalhadores para área de expansão da fronteira agrícola e para os grandes centros urbanos, intensificando grandes conflitos socioambientais. Leia o artigo publicado na Abrasco na íntegra. 

  5. Cebes publica Moção de Repúdio pelo adiamento da 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde

    Os membros do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) reunidos em seu V Simpósio Nacional repudiam o adiamento da 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (CNVS) informado no dia 24/11/17 em nota conjunta emitida pelo Ministério da Saúde e Conselho Nacional de Saúde que surpreendeu os milhares de participantes que já haviam se organizado em suas bases com destino à Brasília-DF. A Conferência que estava prevista para ser realizada no período de 28/11 a 1/12/2017 foi adiada sem previsão de nova data com a justificativa de não haver prazo legal para a conclusão do processo licitatório devido a recursos impetrados por empresas concorrentes. Tal fato incorreu em enormes transtornos e perdas econômicas do recurso público e de participantes oriundos de diferentes espaços de representação que tem investido no aprofundamento do debate no tema vigilância em saúde.

  6. 50 anos do Centro de Saúde promove Ato em Defesa da Paz e da Garantia de Direitos nas favelas

    O CSEGSF convoca trabalhadores, moradores de Manguinhos e estudantes para o Ato em Defesa da Paz e da Garantia de Direitos nas favelas, a ser realizado no dia 28/08, às 12h30, no Pátio da ENSP. O ato antecederá a abertura solene do Aniversário de 50 anos do CSEGSF. Venham de branco e tragam suas faixas, cartazes em nome da vida e dos direitos!

  7. Parceria que dá certo: academia e movimentos sociais se unem para formação em Saúde Pública voltada para o meio ambiente

    Os diretores da ENSP/Fiocruz e da EPSJV/Fiocruz, na companhia dos coordenadores do Mestrado Profissional em Trabalho, Saúde, Ambiente e Movimentos Sociais e do coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, falam sobre experiência exitosa de unir a academia aos movimentos sociais na formatura da primeira turma do curso. 

  8. Stédile encerra mestrado com foco nos movimentos sociais

    Na quinta-feira, 14 de julho, mais um ciclo se fecha na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Trata-se do encerramento da turma Primavera da Luta, do curso de Mestrado Profissional em Trabalho, Saúde, Ambiente e Movimentos Sociais, organizado pela ENSP, que faz parte da estratégia de implementação da Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta (PNSIPCF), com ativa participação dos movimentos sociais. Para encerrar o ciclo, a Escola receberá o membro da Coordenação Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, que proferirá a palestra Educação, Ciência e Lutas Sociais: os desafios da atual conjuntura. Na ocasião, a turma participará da tradicional Feira Agroecológica Josué de Castro, com a exposição de produtos da Reforma Agrária e, também, das fotográfias Nos caminhos dos movimentos sociais - trabalho, saúde e ambiente. A atividade, marcada para as 9h30 no salão internacional da ENSP, será aberta aos interessados e não necessita de inscrição prévia.

  9. #OcupaSUS promove grande ato em defesa do direito universal à saúde

    Debates, aulas abertas e reuniões se misturam a colchonetes, barracas e cobertores na ocupação que acontece na sede do Ministério da Saúde no centro do Rio de Janeiro, em favor da democracia, contra as ameaças e retrocessos nas políticas sociais e em defesa do Sistema Único de Saúde. Como mais uma ação do #OcupaSUS RJ, o movimento realizará nesta sexta-feira, 24/6, um grande Ato político-cultural em defesa do SUS, na Cinelândia, às 18h. No MS RJ, localizado na Rua México, 128, as atividades terão início às 13h, com um papo aberto sobre a saúde e os direitos da população em situação de rua. Já às 15h, começará a concentração para o ato, em defesa do direito universal à saúde e do SUS, contra as privatizações. Alunos, pesquisadores e professores da ENSP participam de forma ativa fortalecendo a resistência com aulas e debates na ocupação, que acontece desde 7 de junho.