1. Parceria que dá certo: academia e movimentos sociais se unem para formação em Saúde Pública voltada para o meio ambiente

    Os diretores da ENSP/Fiocruz e da EPSJV/Fiocruz, na companhia dos coordenadores do Mestrado Profissional em Trabalho, Saúde, Ambiente e Movimentos Sociais e do coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, falam sobre experiência exitosa de unir a academia aos movimentos sociais na formatura da primeira turma do curso. 

  2. Stédile encerra mestrado com foco nos movimentos sociais

    Na quinta-feira, 14 de julho, mais um ciclo se fecha na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Trata-se do encerramento da turma Primavera da Luta, do curso de Mestrado Profissional em Trabalho, Saúde, Ambiente e Movimentos Sociais, organizado pela ENSP, que faz parte da estratégia de implementação da Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta (PNSIPCF), com ativa participação dos movimentos sociais. Para encerrar o ciclo, a Escola receberá o membro da Coordenação Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, que proferirá a palestra Educação, Ciência e Lutas Sociais: os desafios da atual conjuntura. Na ocasião, a turma participará da tradicional Feira Agroecológica Josué de Castro, com a exposição de produtos da Reforma Agrária e, também, das fotográfias Nos caminhos dos movimentos sociais - trabalho, saúde e ambiente. A atividade, marcada para as 9h30 no salão internacional da ENSP, será aberta aos interessados e não necessita de inscrição prévia.

  3. #OcupaSUS promove grande ato em defesa do direito universal à saúde

    Debates, aulas abertas e reuniões se misturam a colchonetes, barracas e cobertores na ocupação que acontece na sede do Ministério da Saúde no centro do Rio de Janeiro, em favor da democracia, contra as ameaças e retrocessos nas políticas sociais e em defesa do Sistema Único de Saúde. Como mais uma ação do #OcupaSUS RJ, o movimento realizará nesta sexta-feira, 24/6, um grande Ato político-cultural em defesa do SUS, na Cinelândia, às 18h. No MS RJ, localizado na Rua México, 128, as atividades terão início às 13h, com um papo aberto sobre a saúde e os direitos da população em situação de rua. Já às 15h, começará a concentração para o ato, em defesa do direito universal à saúde e do SUS, contra as privatizações. Alunos, pesquisadores e professores da ENSP participam de forma ativa fortalecendo a resistência com aulas e debates na ocupação, que acontece desde 7 de junho.

  4. Feira agroecológica, campanhas de doação e filme nesta quinta-feira (9/6) no Mês do Meio Ambiente na ENSP

    As atividades do Mês do Ambiente seguem a toda na ENSP. Nesta quinta-feira, 9 de junho, a programação terá mais uma edição da Feira Agroecológica Josué de Castro e do projeto de doação de livros Livro em Movimento. Além disso, haverá também a divulgação de uma nova campanha da Escola, que promove a arrecadação de miniaturas de itens de higiene e a Oficina do Imaginário. A programação, aberta a todos os interessados, será realizada ao longo do dia (das 9 às 17 horas), no Pátio da ENSP. 

     

     

  5. ENSP repudia ações violentas e mortes em Manguinhos

    Negro, pobre, favela, polícia armada, confronto e morte. Esses poderiam ser elementos de uma cena de filme, mas é a vida real. A tragédia nossa de cada dia que acontece na porta do cidadão brasileiro. Na terça-feira, 8/9, mais uma criança foi assassinada durante ação policial enquanto se divertia. Cristian tinha apenas 13 anos e jogava bola na comunidade onde morava, no Complexo de Manguinhos; vizinho da Fiocruz - uma instituição que tem em sua missão o compromisso de promover a saúde e o desenvolvimento social da população no mais amplo sentido da palavra. A ENSP/Fiocruz, sempre presente e atuante no território, mais uma vez se entristece e presta sua solidariedade à família de Cristian e a toda a comunidade. A Escola afirma que é preciso buscar soluções e repudia a violação brutal dos direitos humanos pela polícia armada do Estado. Confira a carta aberta publicada pelo Fórum Social de Manguinhos (FSM), um espaço de debates entre moradores, instituições e trabalhadores que atua na região.

  6. ENSP repudia ações violentas e mortes em Manguinhos

    Negro, pobre, favela, polícia armada, confronto e morte. Esses poderiam ser elementos de uma cena de filme, mas é a vida real. A tragédia nossa de cada dia que acontece na porta do cidadão brasileiro. Na terça-feira, 8/9, mais uma criança foi assassinada durante ação policial enquanto se divertia. Cristian tinha apenas 13 anos e jogava bola na comunidade onde morava, no Complexo de Manguinhos; vizinho da Fiocruz - uma instituição que tem em sua missão o compromisso de promover a saúde e o desenvolvimento social da população no mais amplo sentido da palavra. A ENSP/Fiocruz, sempre presente e atuante no território, mais uma vez se entristece e presta sua solidariedade à família de Cristian e a toda a comunidade. A Escola afirma que é preciso buscar soluções e repudia a violação brutal dos direitos humanos pela polícia armada do Estado. Confira a carta aberta publicada pelo Fórum Social de Manguinhos (FSM), um espaço de debates entre moradores, instituições e trabalhadores que atua na região.

  7. ENSP condena a criminalização dos movimentos sociais

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP) condena a criminalização dos movimentos sociais, expressa na (ordem de) prisão arbitrária e na perseguição de ativistas no estado do Rio de Janeiro - Igor Mendes (preso), Elisa Quadros e Karlayne. A nota, elaborada pelo Fórum de Articulação da ENSP com os Movimentos Sociais, ressalta que essas ações representam concretamente uma ameaça à integridade física e psíquica, à saúde dos ativistas, familiares e amigos e, principalmente, um atentado à liberdade de organização e manifestação política em nosso país.

  8. Nota da ENSP em solidariedade aos presos políticos

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP) junta-se à Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV) e à Associação de Servidores da Fiocruz (Asfoc-SN) na condenação das prisões arbitrárias ocorridas recentemente no Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza, Goiânia e em outras cidades. A nota, elaborada pelo Fórum de Articulação da ENSP com os Movimentos Sociais, destaca que tais prisões representam uma ameaça à integridade física e à saúde dos presos, familiares e amigos e, principalmente, um atentado à liberdade de organização e manifestação política em nosso país. Confira o texto na íntegra.