1. 'Violência por parceiro íntimo' é tema de artigo publicado pelo Cadernos de Saúde Pública

    O estudo Violência por parceiro íntimo: perfil dos atendimentos em serviços de urgência e emergência nas capitais dos estados brasileiros, das pesquisadoras Leila Posenato Garcia, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, e Gabriela Drummond Marques da Silva, da Universidade de Brasília, descreveu o perfil dos atendimentos a vítimas de violência por parceiro íntimo em serviços de urgência e emergência vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS) e investigou diferenças entre os sexos. Para elas, trata-se de um problema de saúde pública que apresenta grande magnitude e com importantes consequências sobre a saúde dos indivíduos, das famílias e da comunidade, embora seja prevenível. "Além das lesões físicas, esse tipo de violência pode causar transtornos mentais, prejudicar o desempenho educacional ou econômico, propiciar a adoção de práticas sexuais não seguras, reduzir as habilidades de vinculação parental, e aumentar comportamentos de risco à saúde, como o abuso de drogas e álcool, entre outros", alertaram.

  2. ENSP ratifica nota de repúdio do Cebes contra o “Novo Sistema Nacional de Saúde”

    O Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (Cebes) repudia veementemente a proposta apresentada por uma Federação Brasileira de Planos de Saúde (Febraplan) para construir sistema de saúde em substituição do Sistema Único de Saúde (SUS). O SUS foi criado na mesma época histórica da Constituição Federal. Afirma essencialmente que a saúde é direito de todos e dever do Estado. Segue tendências de países que oferecem um sistema universal, garantindo bem estar a toda sua população, como o Canadá e o Reino Unido.

  3. ENSP ratifica nota de repúdio do Cebes contra o “Novo Sistema Nacional de Saúde”

    O Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (Cebes) repudia veementemente a proposta apresentada por uma Federação Brasileira de Planos de Saúde (Febraplan) para construir sistema de saúde em substituição do Sistema Único de Saúde (SUS). O SUS foi criado na mesma época histórica da Constituição Federal. Afirma essencialmente que a saúde é direito de todos e dever do Estado. Segue tendências de países que oferecem um sistema universal, garantindo bem estar a toda sua população, como o Canadá e o Reino Unido.

  4. Edição de março da revista 'Ciência e Saúde Coletiva' está disponível on-line

    Na edição de março da revista Ciência e Saúde Coletiva (vol. 23 n.3), da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), os editores-chefe Maria Cecília de Souza Minayo e Romeu Gomes  apresentam uma revisão interna do ano de 2017 aos colaboradores da publicação. A conclusão a ser tirada é que mesmo em um ano tão difícil e cheio de pessimismo, a Ciência & Saúde Coletiva superou todas as expectativas e pode ser considerada vitoriosa (...), contribuindo para o progresso da ciência e para a implementação do SUS.” O ponto mais relevante, segundo os editores, é o conteúdo: 3.331 originais foram recebidos; 389 foram aprovados (13,1%), 1.767 foram rejeitados (66,5%) e o restante ainda está sendo avaliado. Foram publicados 368 textos, dos quais 77% foram traduzidos para o inglês; se somarmos os artigos em espanhol, esse percentual subirá para 86%. O ano também contou com a colaboração de 93 pesquisadores de outros países. Oito das edições temáticas foram baseadas em uma chamada pública de artigos; três a convite dos autores, e um composto de artigos de interesse geral, organizados pelos editores-chefes. 

  5. Edição de março da revista 'Ciência e Saúde Coletiva' está disponível on-line

    Na edição de março da revista Ciência e Saúde Coletiva (vol. 23 n.3), da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), os editores-chefe Maria Cecília de Souza Minayo e Romeu Gomes  apresentam uma revisão interna do ano de 2017 aos colaboradores da publicação. A conclusão a ser tirada é que mesmo em um ano tão difícil e cheio de pessimismo, a Ciência & Saúde Coletiva superou todas as expectativas e pode ser considerada vitoriosa (...), contribuindo para o progresso da ciência e para a implementação do SUS.” O ponto mais relevante, segundo os editores, é o conteúdo: 3.331 originais foram recebidos; 389 foram aprovados (13,1%), 1.767 foram rejeitados (66,5%) e o restante ainda está sendo avaliado. Foram publicados 368 textos, dos quais 77% foram traduzidos para o inglês; se somarmos os artigos em espanhol, esse percentual subirá para 86%. O ano também contou com a colaboração de 93 pesquisadores de outros países. Oito das edições temáticas foram baseadas em uma chamada pública de artigos; três a convite dos autores, e um composto de artigos de interesse geral, organizados pelos editores-chefes. 

  6. 'Dia Mundial da Água' mobiliza a comunidade científica e a sociedade

    No próximo dia 22 comemora-se o Dia Mundial da Água. Em Brasília, até 23/3, ocorrem o 8° Fórum Mundial da Água, maior evento global sobre o tema  organizado pelo Conselho Mundial da Água, e o Fórum Alternativo Mundial da Água, promovido pela sociedade civil, que visam contribuir para o diálogo do processo decisório sobre o tema em nível global, e para o uso racional e sustentável desse recurso hídrico. A preocupação com a água vem de longe e afeta a saúde, além do clima, saneamento, desenvolvimento sustentável, entre outros problemas. De acordo com a pesquisa de autoria de Roberta Fernanda da Paz de Souza Paiva, da  Universidade Federal Fluminense; e Marcela Fernanda da Paz de Souza, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, “a contaminação hídrica é um dos principais problemas ambientais enfrentados pela população, estando diretamente ligada a perda das condições de saúde dos indivíduos, especialmente nos grupos mais vulneráveis e regiões mais pobres.” Várias ações acontecem em alusão à data comemorativa. 

  7. Reforma Trabalhista: acesse o banner no Portal ENSP e acompanhe as notícias

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) criou um site para divulgar notícias sobre a reforma trabalhista. O espaço virtual disponibiliza uma série de artigos acadêmicos, legislação, notas e orientações sobre a Lei n. 13.467/2017, assinada em julho de 2017 e em vigor desde 11 de novembro de 2017. O site Reforma Trabalhista tem por objetivo disseminar informações a respeito dos impactos desta reforma na proteção social, saúde e organização dos trabalhadores. Acesse o banner na página principal do Portal ENSP e saiba mais.

  8. O desafio de incluir 3,5 bilhões de pessoas no acesso a medicamentos

    Artigo assinado pelos pesquisadores Jorge Bermudez, da Escola Nacional de Saude Pública Sergio Arouca da Fiocruz (ENSP/Fiocruz), e Viroj Tangcharoensathien, ministro da Saúde Pública da Tailândia, publicado no âmbito da 142ª Sessão do Conselho Executivo Organização Mundial de Saúde (OMS), realizado em Genebra no período de 22 a 27/01/2018, conclama líderes políticos e especialistas da área da Saúde a enfrentar os desafios relacionados ao acesso a medicamentos. No texto, Desafios globais em acesso a medicamentos para 2018 (Desafios globales en materia de acceso a medicamentos para el año 2018, em espanhol, e Heading off Global Action on Access to Medicines in 2018), os pesquisadores destacam que os serviços de saúde são inacessíveis a mais da metade da população mundial e que 3,5 bilhões de pessoas estão excluídas do acesso aos medicamentos essenciais.

  9. O desafio de incluir 3,5 bilhões de pessoas no acesso a medicamentos

    Artigo assinado pelos pesquisadores Jorge Bermudez, da Escola Nacional de Saude Pública Sergio Arouca da Fiocruz (ENSP/Fiocruz), e Viroj Tangcharoensathien, ministro da Saúde Pública da Tailândia, publicado no âmbito da 142ª Sessão do Conselho Executivo Organização Mundial de Saúde (OMS), realizado em Genebra no período de 22 a 27/01/2018, conclama líderes políticos e especialistas da área da Saúde a enfrentar os desafios relacionados ao acesso a medicamentos. No texto, Desafios globais em acesso a medicamentos para 2018 (Desafios globales en materia de acceso a medicamentos para el año 2018, em espanhol, e Heading off Global Action on Access to Medicines in 2018), os pesquisadores destacam que os serviços de saúde são inacessíveis a mais da metade da população mundial e que 3,5 bilhões de pessoas estão excluídas do acesso aos medicamentos essenciais.

  10. Para usuários do SUS, profissionais de saúde não sabem lidar com moradores de favela

    Para os moradores de Rio das Pedras, comunidade da zona oeste do Rio de Janeiro, o acesso à rede pública de saúde é permeado por diferentes barreiras e experiências negativas. Os moradores apontaram a incapacidade dos profissionais de saúde de lidar de forma compassiva com a população como um dos principais problemas. Esse e outros dados, coletados em entrevistas qualitativas conduzidas durante investigação da ENSP, foram publicados em janeiro no periódico Qualitative Health Research. A pesquisadora da ENSP Débora Castiglione, a epidemiologista Gina Lovasi, da Drexel University (EUA), e a pesquisadora do Procc/Fiocruz Marília Sá Carvalho analisaram informações obtidas a partir de entrevistas semiestruturadas realizadas com 14 adultos da comunidade carioca. O objetivo da investigação foi caracterizar o acesso aos serviços de saúde e entender como os participantes eram atendidos nas unidades e quais as percepções deles sobre esse atendimento.