1. Artigo do 'Cadernos de Saúde Pública' aborda relação entre acidentes de trabalho e os religadores automáticos no setor elétrico

    "O setor elétrico brasileiro registra elevados índices de mortalidade por acidentes de trabalho que vêm sendo associados à terceirização, introduzida como forma de rebaixamento de custos. Para diminuir o tempo de interrupção do fornecimento de energia aos consumidores, o setor adotou, como solução tecnológica, o religador automático. Essa medida apresenta características perversas para os trabalhadores de manutenção". Essa é a conclusão do estudo Acidentes de trabalho e os religadores automáticos no setor elétrico: para além das causas imediatas, que visa analisar origens e consequências de acidentes de trabalho em sistemas elétricos dotados de religador automático utilizando o Modelo de Análise e Prevenção de Acidentes (MAPA). O estudo mostra que a introdução dessa inovação traz para o cenário da segurança a possibilidade de acidentes em que a vítima, que não participa das decisões de programação e/ou de ativação ou não do artefato, recebe uma série de choques elétricos com chances de agravamento dos desfechos. "A essas situações de risco são acrescentadas outras, como problemas relacionados à manutenção e confiabilidade dos dispositivos", observam os pesquisadores.

  2. Artigo do 'Cadernos de Saúde Pública' aborda relação entre acidentes de trabalho e os religadores automáticos no setor elétrico

    "O setor elétrico brasileiro registra elevados índices de mortalidade por acidentes de trabalho que vêm sendo associados à terceirização, introduzida como forma de rebaixamento de custos. Para diminuir o tempo de interrupção do fornecimento de energia aos consumidores, o setor adotou, como solução tecnológica, o religador automático. Essa medida apresenta características perversas para os trabalhadores de manutenção". Essa é a conclusão do estudo Acidentes de trabalho e os religadores automáticos no setor elétrico: para além das causas imediatas, que visa analisar origens e consequências de acidentes de trabalho em sistemas elétricos dotados de religador automático utilizando o Modelo de Análise e Prevenção de Acidentes (MAPA). O estudo mostra que a introdução dessa inovação traz para o cenário da segurança a possibilidade de acidentes em que a vítima, que não participa das decisões de programação e/ou de ativação ou não do artefato, recebe uma série de choques elétricos com chances de agravamento dos desfechos. "A essas situações de risco são acrescentadas outras, como problemas relacionados à manutenção e confiabilidade dos dispositivos", observam os pesquisadores.

  3. Pesquisadoras do Claves organizam publicação sobre as novas e velhas faces da violência

    O livro Novas e Velhas Faces da Violência no Século XXI: visão da literatura brasileira do campo da saúde, uma publicação da Editora Fiocruz, é uma extensa revisão bibliográfica de 2.477 textos que tratam dos impactos da violência sobre a saúde. Ele foi organizado pela pesquisadoras do Departamento de Estudos sobre Violência e Saúde Jorge Careli (Claves/ENSP) Cecília Minayo e Simone Gonçalves de Assis. 

  4. Informação é estratégia para redução de número de suicídios, recomenda a OMS

    Cerca de 11 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no país. De acordo com o primeiro Boletim Epidemiológico de Tentativas e Óbitos por Suicídio no Brasil, divulgado em 2017 pelo Ministério da Saúde (MS), entre 2011 e 2016, 62.804 pessoas tiraram suas próprias vidas no país, 79% delas são homens e 21% mulheres. Um dos alertas é a alta taxa de suicídio entre idosos com mais de 70 anos. Nessa faixa etária, foram registradas uma média de 8,9 mortes por 100 mil nos últimos seis anos. As taxas mundiais também são preocupantes. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio representa 1,4% de todas as mortes em todo o mundo, tornando-se, em 2012, a 15ª causa de mortalidade na população geral; entre os jovens de 15 a 29 anos, é a segunda principal causa de morte. A Índia e a China são os países com as maiores taxas. Para a OMS, este é um grave problema de saúde pública  com sérias consequências emocionais, sociais e econômicas, mas pode ser prevenido. Vários estudos vêm abordando o problema e a informação é estratégica, tanto para quem precisa de ajuda, quanto para acionamento das redes de atenção, recomenda a OMS. 

  5. 'Violência por parceiro íntimo' é tema de artigo publicado pelo Cadernos de Saúde Pública

    O estudo Violência por parceiro íntimo: perfil dos atendimentos em serviços de urgência e emergência nas capitais dos estados brasileiros, das pesquisadoras Leila Posenato Garcia, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, e Gabriela Drummond Marques da Silva, da Universidade de Brasília, descreveu o perfil dos atendimentos a vítimas de violência por parceiro íntimo em serviços de urgência e emergência vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS) e investigou diferenças entre os sexos. Para elas, trata-se de um problema de saúde pública que apresenta grande magnitude e com importantes consequências sobre a saúde dos indivíduos, das famílias e da comunidade, embora seja prevenível. "Além das lesões físicas, esse tipo de violência pode causar transtornos mentais, prejudicar o desempenho educacional ou econômico, propiciar a adoção de práticas sexuais não seguras, reduzir as habilidades de vinculação parental, e aumentar comportamentos de risco à saúde, como o abuso de drogas e álcool, entre outros", alertaram.

  6. 'Violência por parceiro íntimo' é tema de artigo publicado pelo Cadernos de Saúde Pública

    O estudo Violência por parceiro íntimo: perfil dos atendimentos em serviços de urgência e emergência nas capitais dos estados brasileiros, das pesquisadoras Leila Posenato Garcia, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, e Gabriela Drummond Marques da Silva, da Universidade de Brasília, descreveu o perfil dos atendimentos a vítimas de violência por parceiro íntimo em serviços de urgência e emergência vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS) e investigou diferenças entre os sexos. Para elas, trata-se de um problema de saúde pública que apresenta grande magnitude e com importantes consequências sobre a saúde dos indivíduos, das famílias e da comunidade, embora seja prevenível. "Além das lesões físicas, esse tipo de violência pode causar transtornos mentais, prejudicar o desempenho educacional ou econômico, propiciar a adoção de práticas sexuais não seguras, reduzir as habilidades de vinculação parental, e aumentar comportamentos de risco à saúde, como o abuso de drogas e álcool, entre outros", alertaram.