1. Pesquisadora da ENSP comenta o debate da Cobertura Universal de Saúde promovido pela ONU

    Em artigo, a pesquisadora da ENSP Maria Helena Mendonça, fala sobre o debate da Cobertura Universal de Saúde, realizado na Assembleia Geral da ONU – que acontece até o dia 4 de outubro, em Nova York. Segundo ela no texto, “o atual cenário político internacional apresenta tensões e divergências em torno de projetos diferenciados para a universalização do acesso a bens comuns e irá influenciar as políticas públicas encaminhadas na próxima década”. Confira o texto publicado pelo Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes). 
     
     

  2. 'Cadernos' de setembro aborda doenças raras no sistema de saúde público

    A revista Cadernos de Saúde Pública de setembro destaca o debate sobre o impacto orçamentário nos sistemas de saúde de caráter público e suplementar ao incorporar os medicamentos para as doenças raras, que já são mais de 7 mil identificadas, e representam de 6 a 10% de todas as enfermidades no mundo. “Por necessitarem de elevado investimento na pesquisa tecnológica para o seu desenvolvimento, são pouco lucrativos para as indústrias farmacêuticas.”
     

  3. Nascer no Brasil: artigo científico avalia satisfação com a assistência hospitalar no parto

    O estudo Nascer no Brasil elaborou um artigo, publicado no Cadernos de Saúde Pública, que analisa as propriedades psicométricas da escala de satisfação com a assistência hospitalar no parto. Essa pesquisa, com a  coordenação geral da pesquisadora da ENSP, Maria do Carmo Leal, teve como objetivo compreender os determinantes, a magnitude e os efeitos adversos das cesarianas desnecessárias no Brasil.

  4. Crise financeira afeta segurança alimentar dos mais pobres, afirma artigo publicado no CSP

    Os resultados da pesquisa sugerem que, durante a crise, o percentual de domicílios com segurança alimentar diminuiu de 76%, em 2013, para 49%, em 2017, enquanto a insegurança alimentar grave triplicou (de 4%, em 2013, para 12%, em 2017). Antes da crise (2013), 44% dos domicílios apresentavam segurança alimentar, mas, até 2017, essa proporção havia diminuído para 26%.