1. Editora Fiocruz promove lançamento coletivo na quinta-feira (21/7).

    A Editora Fiocruz, autores e organizadores convidam para o lançamento coletivo de sua recente produção editorial. Ao todo, sete livros serão lançados no dia 21 de julho, às 19h, na Blooks Livraria. Os título novos são Civilizando as Artes de Curar: Chernoviz e os manuais de medicina popular do Império; O (Des)Aprendizado de Si: transexualidades, interação e cuidado em saúde; A Erradicação do Aedes aegypti: febre amarela, Fred Soper e saúde pública nas Américas (1918-1968); Gestão e Políticas Públicas no Cenário Contemporâneo: tendências nacionais e internacionais; A Linha Curva: o espaço e o tempo da desinstitucionalização; Meu Encontro com os Outros: memórias de José de Albuquerque, pioneiro da sexologia no Brasil; e Saúde e Políticas Sociais no Rio de Janeiro, cuja organização é da pesquisadora da ENSP,Silvia Gerschman em parceria com Angela Moulin S. Penalva Santos. 

  2. Editora Fiocruz promove lançamento coletivo na quinta-feira (21/7).

    A Editora Fiocruz, autores e organizadores convidam para o lançamento coletivo de sua recente produção editorial. Ao todo, sete livros serão lançados no dia 21 de julho, às 19h, na Blooks Livraria. Os título novos são Civilizando as Artes de Curar: Chernoviz e os manuais de medicina popular do Império; O (Des)Aprendizado de Si: transexualidades, interação e cuidado em saúde; A Erradicação do Aedes aegypti: febre amarela, Fred Soper e saúde pública nas Américas (1918-1968); Gestão e Políticas Públicas no Cenário Contemporâneo: tendências nacionais e internacionais; A Linha Curva: o espaço e o tempo da desinstitucionalização; Meu Encontro com os Outros: memórias de José de Albuquerque, pioneiro da sexologia no Brasil; e Saúde e Políticas Sociais no Rio de Janeiro, cuja organização é da pesquisadora da ENSP,Silvia Gerschman em parceria com Angela Moulin S. Penalva Santos. 

  3. 'Saúde aviltada': José Gomes Temporão, ex-ministro da saúde, assina artigo em defesa do SUS

    A edição de terça-feira, 12 de junho, do jornal O Globo, traz artigo assinado pelo ex-ministro da Saúde, José Gomes Temporão, intitulado 'Saúde aviltada'. No texto, Temporão, que também é pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), ressalta a fragilização do Sistema Unico de Saúde (SUS). O artigo refere-se às recentes declarações do atual ministro da Saúde, Ricardo Barros, que disse ser minstro da Saúde, e não apenas do SUS, e que também sugeriu a criação de planos de saúde populares para reduzir a demanda pelo SUS e, assim, aliviar a pressão sobre o orçamento do ministério. Para Temporão, "reduzir direitos através de gambiarras enganosas, definitivamente, não deveria constar das atribuições de um ministro de Estado".

  4. Gestão de Acervos Bibliográficos do Icict disponibiliza nova base de dados

    O Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), através da Gestão de Acervos Bibliográficos, disponibiliza a Base de Dados Ulrich’s™,  uma ferramenta que oferece dados correntes e históricos, completos, precisos e corretos de revistas científicas e também de instituições mundiais acadêmicas e de pesquisa. Sua interface de busca disponibiliza além de recursos de filtragem dos resultados, recursos de interligação da UlrichsWeb™ com bases de dados de artigos, facilitando ainda mais a localização do conteúdo de interesse por parte do usuário final. 

  5. Pós-Graduação ENSP discute critérios de avaliação da Capes

    A ENSP, dando continuidade ao debate acerca do sistema de avaliação da Pós-Graduação praticado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), realizará encontro a fim de tratar de seus avanços, limites e possibilidades. Para tanto, receberá os professores Maurício Barreto e Guilherme Werneck, ambos pesquisadores da área da saúde coletiva e críticos do atual sistema de avaliação. O evento, proposto pelos Programas de Pós-Graduação em Saúde Pública e de Epidemiologia em Saúde Pública, em parceria com a Vice-Direção de Ensino da Escola, tem por objetivo ampliar a discussão dos processos de avaliação da Capes, com foco no credenciamento do próximo quadriênio 2017-2020. Vale ressaltar que a ENSP e seus pesquisadores, há algum tempo, vêm propondo debates do modelo de avaliação, participando ativamente de reuniões e construindo documentos conjuntos na busca por um modelo de avaliação mais comprometido com a diversidade, o diálogo interdisciplinar e a qualidade do ensino em saúde. O encontro, marcado para 12/7, às 9h no auditório térreo da ENSP, será aberto ao público e especialmente voltado para alunos e professores da Pós-Graduação. 

  6. Pesquisadoras reforçam necessidade de ações de combate à poluição sonora

    A poluição sonora e seus efeitos na saúde, na qualidade de vida e ambiente requerem atenção e vigilância dos profissionais de saúde, do poder público e da sociedade. O assunto, que pautou o artigo Cidade dos grandes eventos e erros, elaborado pela pesquisadora da ENSP Suely Rosenfeld e publicado no jornal O Globo desta segunda-feira (4/7), é também objeto de estudos e pesquisas da ENSP por meio do Serviço de Audiologia do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh). Para exemplificar tal questão, no final de abril deste ano, a Escola mobilizou instituições públicas que combatem o ruído ambiental, como o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), o Inmetro e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Smac) a fim de discutir a multidisciplinaridade do tema e alertar para seus impactos na fauna e flora.
     
     

  7. GT que articula educação emancipatória e tecnologias digitais de informação e comunicação recebe propostas

    O GT Pensamento crítico e a educação emancipatória na formAÇÃO dos trabalhadores de saúde mediada pelas Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) - criado no âmbito do VII Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde ( VII CBCSHS/Abrasco) - está recebendo propostas. A ideia com esse espaço é compartilhar experiências e projetos educativos mediados pelas TDIC, buscando mobilizar diferentes sujeitos e espaços de pensamento e ação, para o diálogo em torno das distintas possibilidades de expressão da formAÇÃO dos trabalhadores da saúde, na perspectiva emancipatória. Interessados em participar podem enviar resumos até o dia 30 de maio, às 21h (horário de Brasília), exclusivamente pelo formulário eletrônico do Congresso.

  8. GT da Abrasco: Em defesa da democracia, dos direitos sociais e o SUS

    O Grupo de Trabalho em Saúde e Ambiente da Associação Brasileira de Saúde Coletica (Abrasco) divulgou um documento em que critica a ascensão de Michel Temer à Presidência da República e condena as primeiras ações do governo interino. Segundo a carta, trata-se de uma "agenda golpista" que tem por objetivo beneficiar o avanço do capital sobre direitos conquistados, precarizando o Sistema Único de Saúde, criminalizando movimentos sociais e retirando a soberania do povo brasileiro quanto à gestão dos recursos naturais do país. Veja, neste link, a íntegra do texto lançado durante a 22ª Conferência Mundial de Promoção da Saúde.

  9. 'Alternativa ao SUS é a barbárie sanitária'

    Em artigo publicado nesta terça-feira, 24 de maio, no jornal O Globo, Gastão Wagner e Luis Eugenio Souza, presidente e ex-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), respectivamente, reforçam a importância do Sistema Único de Saúde para o bem-estar da sociedade e classificam como "barbárie sanitária" qualquer alternativa ao SUS. Segundo eles, "todos sabem que o SUS apresenta muitas deficiências, com serviços superlotados e de má qualidade. E todos sabem que, entre as causas dessas deficiências, está o baixo investimento. Qualquer ministro comprometido com a Saúde não pode se furtar a reconhecer essa realidade."

  10. O SUS não pertence ao governo Temer e não morrerá

    Em meio à polêmica causada pelo novo ministro da Saúde, Ricardo Barros, em rever o tamanho do Sistema Único de Saúde, o ex-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) entre os anos 2012 e 2015 e pesquisador e professor do Instituto de Saúde Coletiva (ISC/UFBA), Luis Eugenio de Souza redigiu artigo no qual defende o SUS, reitera a necessidade de melhor distribuição de recursos para a saúde, de se manter as conquistas e buscar ainda mais o desenvolvimento de um sistema público e universal, além de ressaltar o fato de que "a sociedade brasileira não aceitará passivamente que um governo ilegítimo retire seus direitos apenas para satisfazer a sanha de acumulação do grande capital". Confira, em anexo, a integra do texto de Luis Eugenio de Souza.