1. Pesquisadoras do Claves organizam publicação sobre as novas e velhas faces da violência

    O livro Novas e Velhas Faces da Violência no Século XXI: visão da literatura brasileira do campo da saúde, uma publicação da Editora Fiocruz, é uma extensa revisão bibliográfica de 2.477 textos que tratam dos impactos da violência sobre a saúde. Ele foi organizado pela pesquisadoras do Departamento de Estudos sobre Violência e Saúde Jorge Careli (Claves/ENSP) Cecília Minayo e Simone Gonçalves de Assis. 

  2. Informação é estratégia para redução de número de suicídios, recomenda a OMS

    Cerca de 11 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no país. De acordo com o primeiro Boletim Epidemiológico de Tentativas e Óbitos por Suicídio no Brasil, divulgado em 2017 pelo Ministério da Saúde (MS), entre 2011 e 2016, 62.804 pessoas tiraram suas próprias vidas no país, 79% delas são homens e 21% mulheres. Um dos alertas é a alta taxa de suicídio entre idosos com mais de 70 anos. Nessa faixa etária, foram registradas uma média de 8,9 mortes por 100 mil nos últimos seis anos. As taxas mundiais também são preocupantes. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio representa 1,4% de todas as mortes em todo o mundo, tornando-se, em 2012, a 15ª causa de mortalidade na população geral; entre os jovens de 15 a 29 anos, é a segunda principal causa de morte. A Índia e a China são os países com as maiores taxas. Para a OMS, este é um grave problema de saúde pública  com sérias consequências emocionais, sociais e econômicas, mas pode ser prevenido. Vários estudos vêm abordando o problema e a informação é estratégica, tanto para quem precisa de ajuda, quanto para acionamento das redes de atenção, recomenda a OMS. 

  3. 'Violência por parceiro íntimo' é tema de artigo publicado pelo Cadernos de Saúde Pública

    O estudo Violência por parceiro íntimo: perfil dos atendimentos em serviços de urgência e emergência nas capitais dos estados brasileiros, das pesquisadoras Leila Posenato Garcia, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, e Gabriela Drummond Marques da Silva, da Universidade de Brasília, descreveu o perfil dos atendimentos a vítimas de violência por parceiro íntimo em serviços de urgência e emergência vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS) e investigou diferenças entre os sexos. Para elas, trata-se de um problema de saúde pública que apresenta grande magnitude e com importantes consequências sobre a saúde dos indivíduos, das famílias e da comunidade, embora seja prevenível. "Além das lesões físicas, esse tipo de violência pode causar transtornos mentais, prejudicar o desempenho educacional ou econômico, propiciar a adoção de práticas sexuais não seguras, reduzir as habilidades de vinculação parental, e aumentar comportamentos de risco à saúde, como o abuso de drogas e álcool, entre outros", alertaram.

  4. 'Violência por parceiro íntimo' é tema de artigo publicado pelo Cadernos de Saúde Pública

    O estudo Violência por parceiro íntimo: perfil dos atendimentos em serviços de urgência e emergência nas capitais dos estados brasileiros, das pesquisadoras Leila Posenato Garcia, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, e Gabriela Drummond Marques da Silva, da Universidade de Brasília, descreveu o perfil dos atendimentos a vítimas de violência por parceiro íntimo em serviços de urgência e emergência vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS) e investigou diferenças entre os sexos. Para elas, trata-se de um problema de saúde pública que apresenta grande magnitude e com importantes consequências sobre a saúde dos indivíduos, das famílias e da comunidade, embora seja prevenível. "Além das lesões físicas, esse tipo de violência pode causar transtornos mentais, prejudicar o desempenho educacional ou econômico, propiciar a adoção de práticas sexuais não seguras, reduzir as habilidades de vinculação parental, e aumentar comportamentos de risco à saúde, como o abuso de drogas e álcool, entre outros", alertaram.

  5. ENSP ratifica nota de repúdio do Cebes contra o “Novo Sistema Nacional de Saúde”

    O Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (Cebes) repudia veementemente a proposta apresentada por uma Federação Brasileira de Planos de Saúde (Febraplan) para construir sistema de saúde em substituição do Sistema Único de Saúde (SUS). O SUS foi criado na mesma época histórica da Constituição Federal. Afirma essencialmente que a saúde é direito de todos e dever do Estado. Segue tendências de países que oferecem um sistema universal, garantindo bem estar a toda sua população, como o Canadá e o Reino Unido.

  6. ENSP ratifica nota de repúdio do Cebes contra o “Novo Sistema Nacional de Saúde”

    O Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (Cebes) repudia veementemente a proposta apresentada por uma Federação Brasileira de Planos de Saúde (Febraplan) para construir sistema de saúde em substituição do Sistema Único de Saúde (SUS). O SUS foi criado na mesma época histórica da Constituição Federal. Afirma essencialmente que a saúde é direito de todos e dever do Estado. Segue tendências de países que oferecem um sistema universal, garantindo bem estar a toda sua população, como o Canadá e o Reino Unido.

  7. Edição de março da revista 'Ciência e Saúde Coletiva' está disponível on-line

    Na edição de março da revista Ciência e Saúde Coletiva (vol. 23 n.3), da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), os editores-chefe Maria Cecília de Souza Minayo e Romeu Gomes  apresentam uma revisão interna do ano de 2017 aos colaboradores da publicação. A conclusão a ser tirada é que mesmo em um ano tão difícil e cheio de pessimismo, a Ciência & Saúde Coletiva superou todas as expectativas e pode ser considerada vitoriosa (...), contribuindo para o progresso da ciência e para a implementação do SUS.” O ponto mais relevante, segundo os editores, é o conteúdo: 3.331 originais foram recebidos; 389 foram aprovados (13,1%), 1.767 foram rejeitados (66,5%) e o restante ainda está sendo avaliado. Foram publicados 368 textos, dos quais 77% foram traduzidos para o inglês; se somarmos os artigos em espanhol, esse percentual subirá para 86%. O ano também contou com a colaboração de 93 pesquisadores de outros países. Oito das edições temáticas foram baseadas em uma chamada pública de artigos; três a convite dos autores, e um composto de artigos de interesse geral, organizados pelos editores-chefes. 

  8. Edição de março da revista 'Ciência e Saúde Coletiva' está disponível on-line

    Na edição de março da revista Ciência e Saúde Coletiva (vol. 23 n.3), da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), os editores-chefe Maria Cecília de Souza Minayo e Romeu Gomes  apresentam uma revisão interna do ano de 2017 aos colaboradores da publicação. A conclusão a ser tirada é que mesmo em um ano tão difícil e cheio de pessimismo, a Ciência & Saúde Coletiva superou todas as expectativas e pode ser considerada vitoriosa (...), contribuindo para o progresso da ciência e para a implementação do SUS.” O ponto mais relevante, segundo os editores, é o conteúdo: 3.331 originais foram recebidos; 389 foram aprovados (13,1%), 1.767 foram rejeitados (66,5%) e o restante ainda está sendo avaliado. Foram publicados 368 textos, dos quais 77% foram traduzidos para o inglês; se somarmos os artigos em espanhol, esse percentual subirá para 86%. O ano também contou com a colaboração de 93 pesquisadores de outros países. Oito das edições temáticas foram baseadas em uma chamada pública de artigos; três a convite dos autores, e um composto de artigos de interesse geral, organizados pelos editores-chefes. 

  9. 'Dia Mundial da Água' mobiliza a comunidade científica e a sociedade

    No próximo dia 22 comemora-se o Dia Mundial da Água. Em Brasília, até 23/3, ocorrem o 8° Fórum Mundial da Água, maior evento global sobre o tema  organizado pelo Conselho Mundial da Água, e o Fórum Alternativo Mundial da Água, promovido pela sociedade civil, que visam contribuir para o diálogo do processo decisório sobre o tema em nível global, e para o uso racional e sustentável desse recurso hídrico. A preocupação com a água vem de longe e afeta a saúde, além do clima, saneamento, desenvolvimento sustentável, entre outros problemas. De acordo com a pesquisa de autoria de Roberta Fernanda da Paz de Souza Paiva, da  Universidade Federal Fluminense; e Marcela Fernanda da Paz de Souza, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, “a contaminação hídrica é um dos principais problemas ambientais enfrentados pela população, estando diretamente ligada a perda das condições de saúde dos indivíduos, especialmente nos grupos mais vulneráveis e regiões mais pobres.” Várias ações acontecem em alusão à data comemorativa.