1. Pesquisadoras do Claves/ENSP falam sobre segurança pública no Brasil

    "Segurança pública num país violento" é o tema que as pesquisadoras do Departamento de Estudos sobre Violência e Saúde Jorge Careli (Claves/ENSP) Edinilsa Ramos de Souza e Maria Cecília de Souza Minayo trazem para o debate na seção Perspectivas da última edição da revista Cadernos de Saúde Pública, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz). No artigo, as autoras refletem a respeito da (in)segurança pública no Brasil a partir da turbulência social provocada pela greve geral da Polícia Militar do Estado do Espírito Santo (ES), que ocorreu em fevereiro de 2017. O episódio expõe, mais uma vez, um problema grave e crônico no país, o que fica patente quando as autoras lembram de greves anteriores (Pernambuco, em 2016; e Bahia, em 2014 e 2012), além do “efeito-imitação” da paralisação do ES provocado no Rio de Janeiro, ainda em fevereiro de 2017.

  2. Pesquisadora da ENSP organiza livro sobre políticas sociais brasileiras e europeias

    Disponível na versão impressa e e-book, o livro Políticas e riscos sociais no Brasil e na Europa: convergências e divergências reúne autores nacionais e internacionais e objetiva discutir as estratégias europeia e brasileira de políticas sociais. Lançada durante o 3º Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão em Saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), a publicação é organizada por Paulo Henrique Rodrigues e Isabela Santos, pesquisadora da ENSP e diretora executiva do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes). Em breve, haverá lançamento da versão em inglês do livro digital. 

  3. 'O fenômeno da terceirização', por Luiz Carlos Fadel

    O fenômeno da terceirização vem ganhando corpo nas últimas quatro décadas no mundo globalizado. Já no início da década de 1990, especialmente no Brasil, chamava-se a atenção para o desvirtuamento do vocábulo. O termo inglês original outsourcing - busca de suprimentos (fornecimento vindo de fora) - contemplava uma estratégia relacional para aumentar a produtividade e a qualidade do produto final, de modo a garantir maior competitividade no mercado, baseada no conceito de parceria (partnership) com o próprio mercado e com os trabalhadores. Pouco a pouco, a estratégia se mostrou como um novo formato de acumulação de curto prazo, especialmente pela redução de custos em cima da redução de mão de obra e desobrigação de encargos trabalhistas. 

  4. Estudantes, moradores e instituições divulgam nota de repúdio contra a violência armada nas favelas

    Nós, moradores da favela, profissionais da educação e da saúde, estudantes, igrejas, trabalhadores (as), organizações, instituições e movimentos de Manguinhos, Jacarezinho, Maré, Rocinha e Cerro-Corá manifestamos por meio desta nota nossa profunda preocupação e indignação com os seguidos confrontos armados e ações violentas que resultaram em mortes, lesões por armas de fogo e agressões físicas no território. As ações efetuadas por agentes de segurança pública e grupos armados na região este ano vem acontecendo quase todos os dias e em diferentes horários de circulação intensa de moradores e de funcionamento de equipamentos públicos. São ações que têm vitimado, de forma grave, principalmente os trabalhadores e trabalhadoras que moram na favela, como também profissionais que não moram e os próprios agentes de segurança pública- os servidores públicos que mais matam e mais morrem no mundo.

  5. 'Vamos, sim, conversar sobre a depressão' por Paulo Amarante e Fernando Freitas

    A Organização Mundial da Saúde - OMS, dedica este 7 de abril, Dia mundial da Saúde, à depressão. Estima-se que o número total de pessoas vivendo no mundo com depressão aumentou 18,4 % entre 2005 e 2015. De acordo com a OMS, a depressão é a principal causa de incapacidade em todo o mundo e contribui de forma muito importante para a carga global de doenças. É a terceira principal causa de anos de vida perdidos por doença. No mundo, 322 milhões de pessoas apresentam o quadro. Cerca de 11,5 milhões de brasileiros sofrem de depressão. A queda da produtividade e doenças vinculadas à depressão têm um alto custo global, que a OMS calcula em um trilhão de dólares por ano.

  6. 'Vamos, sim, conversar sobre a depressão' por Paulo Amarante e Fernando Freitas

    A Organização Mundial da Saúde - OMS, dedica este 7 de abril, Dia mundial da Saúde, à depressão. Estima-se que o número total de pessoas vivendo no mundo com depressão aumentou 18,4 % entre 2005 e 2015. De acordo com a OMS, a depressão é a principal causa de incapacidade em todo o mundo e contribui de forma muito importante para a carga global de doenças. É a terceira principal causa de anos de vida perdidos por doença. No mundo, 322 milhões de pessoas apresentam o quadro. Cerca de 11,5 milhões de brasileiros sofrem de depressão. A queda da produtividade e doenças vinculadas à depressão têm um alto custo global, que a OMS calcula em um trilhão de dólares por ano.

  7. Artigo sobre transmissão da malária em RO é destaque na Plos One

    A Revista científica Plos One publicou, na terça-feira (21/2), o artigo The role of spatial mobility in malaria transmission in the Brazilian Porto Velho municipality, Rondônia, Brazil (2010-2012), de autoria da pesquisadora Jussara Rafael Angelo, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fiocruz. O trabalho, orientado pelo pesquisador Carlos Afonso Nobre, é resultado da tese de doutorado Modelagem Espacial Dinâmica dos Determinantes Sociais e Ambientais da Malária e Simulação de Cenários 2020 para Município de Porto Velho - RO, desenvolvida no Centro de Ciência do Sistema Terrestre (PGCST/INPE), com colaboração da ENSP/Fiocruz e Fiocruz-RO. A Plos One é uma revista científica de acesso livre, disponível on-line, publicada pela Public Library of Science.

  8. Artigo sobre transmissão da malária em RO é destaque na Plos One

    A Revista científica Plos One publicou, na terça-feira (21/2), o artigo The role of spatial mobility in malaria transmission in the Brazilian Porto Velho municipality, Rondônia, Brazil (2010-2012), de autoria da pesquisadora Jussara Rafael Angelo, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fiocruz. O trabalho, orientado pelo pesquisador Carlos Afonso Nobre, é resultado da tese de doutorado Modelagem Espacial Dinâmica dos Determinantes Sociais e Ambientais da Malária e Simulação de Cenários 2020 para Município de Porto Velho - RO, desenvolvida no Centro de Ciência do Sistema Terrestre (PGCST/INPE), com colaboração da ENSP/Fiocruz e Fiocruz-RO. A Plos One é uma revista científica de acesso livre, disponível on-line, publicada pela Public Library of Science.

  9. Artigo analisa desafios das ações saúde mental na atenção básica

    Discutir os desafios para a implementação das ações de saúde mental na Estratégia Saúde da Família (ESF), na perspectiva da desinstitucionalização e territorialização do cuidado, foi o principal objetivo do artigo Saúde Mental e Atenção Básica: território, violência e o desafios das abordagens psicossociais, publicado no primeiro volume de 2017 da Revista Trabalho, Educação e Saúde (volume 15, número 1). Desenvolvido pela mestre em Saúde Pública pela ENSP, Renata Ruiz Calicchio, e pela doutoranda em Saúde Pública da Escola, Renata Veloso Vasconcelos, em parceria com pesquisadores da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e da Secretaria Municipal de Saúde de Duque de Caxias, o artigo aponta que é necessário o debate da inclusão das ações de saúde mental na ESF no Rio de Janeiro, em uma perspectiva da saúde mental na rede pública pensada dentro dos territórios e indissociável das condições de vida nos lugares.

  10. Artigo analisa desafios das ações saúde mental na atenção básica

    Discutir os desafios para a implementação das ações de saúde mental na Estratégia Saúde da Família (ESF), na perspectiva da desinstitucionalização e territorialização do cuidado, foi o principal objetivo do artigo Saúde Mental e Atenção Básica: território, violência e o desafios das abordagens psicossociais, publicado no primeiro volume de 2017 da Revista Trabalho, Educação e Saúde (volume 15, número 1). Desenvolvido pela mestre em Saúde Pública pela ENSP, Renata Ruiz Calicchio, e pela doutoranda em Saúde Pública da Escola, Renata Veloso Vasconcelos, em parceria com pesquisadores da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e da Secretaria Municipal de Saúde de Duque de Caxias, o artigo aponta que é necessário o debate da inclusão das ações de saúde mental na ESF no Rio de Janeiro, em uma perspectiva da saúde mental na rede pública pensada dentro dos territórios e indissociável das condições de vida nos lugares.