1. Pesquisadoras debatem o Sistema Nacional de Visa

    Durante o último dia (30/10) de atividades do VI Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária/II Simpósio Pan-Americano de Vigilância Sanitária, foi realizada a mesa Sistema Nacional de Vigilância Sanitária: avanços e desafios. A atividade contou com a participação da pesquisadora da ENSP Marismary Horst de Seta e da professora da UFBA Ediná Alves Costa. Ambas falaram sobre a evolução obtida com a implementação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária e apontaram alguns desafios nos âmbitos da participação, gestão, financiamento e recursos humanos. A mesa foi coordenada pelo professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

  2. Conferência aborda saúde e proteção social no Brasil

    O grande encontro promovido no último dia (30/10) de atividades do VI Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária/II Simpósio Pan-Americano de Vigilância Sanitária abordou o desenvolvimento das políticas sociais no Brasil pós-constituinte. Para falar sobre o tema, esteve presente o professor do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA) Jairnilson Paim, que ressaltou que não podemos pensar em sistemas de saúde destacados dos sistemas de proteção social, assim como também não podemos olhar a vigilância sanitária separada de um sistema de saúde robusto, universal, igualitário e equânime. A atividade foi coordenada pela pesquisadora da ENSP Marismary Horsth de Seta.

  3. Abrasco lança site com vídeos de eventos

    A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) lançou um hotsite com notícias sobre o VI Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária/II Simpósio Pan-Americano de Vigilância Sanitária (Simbravisa), ocorrido de 27 a 30/10, em Porto Alegre.  No canal, estão disponíveis palestras proferidas durante o evento, como a de Luis Eugênio Portela, presidente da Abrasco, que falou sobre desenvolvimento, ciência, tecnologia e inovação na área da saúde em geral e as perspectivas para a vigilância sanitária. Outros nomes como Paulo Buss e José Gomes Temporão também estão no canal.

  4. Conceitos de riscofobia apresentados no VI SImbravisa

    O pesquisador da ENSP Luis Davi Castiel trouxe para as discussões do VI Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária/II Simpósio Pan-Americano de Vigilância Sanitária o tema Riscofobia. Em conferência realizada no terceiro dia (29/10) de atividades do simpósio, o pesquisador tratou do conceito de risco presente em todas as atividades cotidianas da vida humana. Ele citou que vivemos um contexto de certo mal-estar na sociedade, e as pessoas, como consequência, passam a desenvolver técnicas de gestão do estresse. Levando a discussão para a visão da vigilância sanitária, Castiel apontou algumas questões da autovigilância.

  5. Ex-ministros debatem vigilância sanitária na América

    A mesa Desafios e perspectivas para a vigilância sanitária na América do Sul contou com a presença de ex-ministros da Saúde de dois países que compõem a região: Brasil e Uruguai. José Gomes Temporão, ex-ministro da Saúde do Brasil e atual diretor executivo do Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde (Isags/Unasur), e Jorge Venegas, ex-ministro da Saúde do Uruguai e professor da Universidad de la República (UdelaR), falaram sobre a situação de saúde de seus países e suas interfaces com a vigilância sanitária. O encontro, realizado no terceiro dia (29/10) de atividades do VI Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária/II Simpósio Pan-Americano de Vigilância Sanitária, foi coordenado pelo ex-diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, José Agenor Alvarez da Silva.

  6. Regulação deve ser instrumento de desenvolvimento

    A mesa-redonda Regulação Sanitária: dilemas para inclusão e a proteção da saúde, realizada no dia 28/10, no VI Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária/II Simpósio Pan-Americano de Vigilância Sanitária, contou com a participação da pesquisadora do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos Saúde da ENSP, Suely Rozenfeld, e do diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Barbano. Coordenado pelo presidente da Abrasco, Luis Eugenio Portela, o debate levantou questões como os impactos econômicos da regulação e seu planejamento, além dos interesses envolvidos no processo de regulação.

  7. Tabaco e regulação: interesses e desafios em questão

    Durante o VI Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária/II Simpósio Pan-Americano de Vigilância Sanitária, foi realizada a Roda VISA Tabaco, tabagismo e vigilância sanitária: dilemas para a regulação e proteção da saúde. A atividade, desenvolvida com base na dinâmica de rodas de perguntas e respostas, contou com a participação do ex-diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Silva, da diretora executiva da Aliança de Controle do Tabagismo (ACT), Paula Jonhs e do representante da Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo), Carlos Galant. O coordenador do Radis/ENSP, Rogerio Lannes, foi responsável por moderar a roda e propor questões aos participantes.

  8. Vigilância Sanitária na América Latina é tema de debate

    Modelos de desenvolvimento e desigualdade na América Latina, com ênfase na proteção social, foi o tema apresentado pela coordenadora da Divisão de Desenvolvimento Social da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), Ana Sojo, durante a conferência realizada no segundo dia (28/10) de atividades do VI Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária/II Simpósio Pan-Americano de Vigilância Sanitária. A atividade teve coordenação do presidente do Simbravisa, Geraldo Lucchese, que ressaltou a importância da inserção da vigilância sanitária não apenas em serviços de saúde, mas também no âmbito do contexto social em que vivemos.

  9. VI Simbravisa tem início na cidade de Porto Alegre

    O VI Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária/II Simpósio Pan-Americano de Vigilância Sanitária teve início no domingo (27/10), com uma grande mesa de abertura. Participaram da atividade representantes de governos e de instituições parceiras para debater os grandes temas que giram em torno da vigilância sanitária no Brasil. Na ocasião, o presidente do evento e coordenador do Grupo Temático de Vigilância Sanitária da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Geraldo Lucchese, comentou que o modelo de desenvolvimento que adotamos não foi capaz de distribuir riqueza de forma justa e questionou a maneira como a vigilância sanitária contribui para essa desigualdade. O simpósio, organizado pela Abrasco, contou também com a tradicional apresentação cultural, que ficou a cargo da Camerata de Porto Alegre.

  10. 'Vigilância sanitária é saúde pública', afirma Buss

    Saúde e Vigilância Sanitária na Agenda do Desenvolvimento foi o tema da conferência de abertura do VI Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária/II Simpósio Pan-Americano de Vigilância Sanitária, que teve início no domingo (27/10), em Porto Alegre. Para falar sobre o tema, o diretor do Centro de Relações Internacionais da Fiocruz, Paulo Buss, recordou como surgiu o conceito na Fundação e sua evolução até os dias atuais. Na ocasião, Paulo frisou que a vigilância sanitária não é apenas uma função da saúde, ela é saúde pública. Buss dividiu sua apresentação em alguns tópicos, nos quais levantou a situação política e econômica global, a determinação social da saúde, a agenda de desenvolvimento pós-2015, o lugar da saúde na agenda e o papel da vigilância sanitária e seus desafios globais e nacionais.