1. Mesas de debate dos 59 anos da ENSP disponíveis em vídeo

    Já estão disponíveis, no canal da ENSP, no YouTube, as quatro mesas de debate que integraram os dois primeiros dias (3 e 4/9) da Semana Sergio Arouca – atividade que marcou os 59 anos da Escola. Além da solenidade de abertura, com as homenagens ao Cebes e a Abrasco, é possível assistir a outros três debates realizados no auditório térreo: A 8ª Conferência Nacional de Saúde e o SUS: a Reforma Sanitária acabou?; Para onde vai o SUS?; e Os movimentos sociais participam das políticas de saúde?.

  2. ENSP forma 196 novos mestres e doutores

    A celebração de formatura de 196 alunos de doutorado e mestrado dos programas de Saúde Pública, Saúde Pública e Meio Ambiente, Epidemiologia em Saúde Pública e Bioética foi marcada pela emoção entre professores, egressos e a Direção da Escola. A cerimônia fez parte do último dia (6/9) de comemorações do 59º aniversário da ENSP. Foram homenageados Fernando Telles, como paraninfo, Maria Cristina Rodrigues Guilam, como patronesse, além de pesquisadores renomados da Escola (in memoriam) como Victor Valla, Antenor Amâncio e Miguel Murat.

  3. Número de vítimas jovens negras aumenta 24%

    Na tarde do terceiro dia (5/9) da Semana Sergio Arouca, que comemora os 59 anos da ENSP, foi realizada a roda de conversas Violência e racismo, promovida pela Articulação do Fórum da ENSP com os Movimentos Sociais. Carla Moura Lima, doutoranda da Fiocruz, abriu a conversa com dados sobre a violência contra a população de jovens negros, divulgados pelo livro Mapa da violência 2013 - Homicídios e juventude no Brasil, de Julio Jacobo Waiselfisz. De acordo com a publicação, as vítimas negras entre jovens cresceram de 11.321 (2002) para 13.405 (2011), isto é, um aumento de 24,1%. A atividade contou com a participação do historiador Fransérgio Goulart de Oliveira Silva, que trabalha há mais de dez anos em projetos voltados para jovens moradores de favelas do Rio de Janeiro, além de pesquisadores da ENSP e representantes de movimentos e entidades civis organizadas.

  4. Roda de estudantes discute rumos da saúde no país

    No estilo freiriano, o terceiro dia (5/9) das comemorações dos 59 anos da ENSP reuniu pesquisadores, alunos e convidados para uma roda de conversas. A atividade, proposta pelo Fórum de Articulação com os Movimentos Sociais e coordenada pelo Fórum de Estudantes da Escola, reuniu dezenas de pessoas que formaram um grande círculo na Tenda da Saúde e debateram temas como serviço civil obrigatório na saúde, Programa Mais Médicos, formação em saúde, desafios do SUS, interiorização da medicina, entre outros. A dinâmica participativa desenvolvida possibilitou uma ampla discussão com divergência de opiniões e estimulou o encaminhamento de algumas proposições, entre as quais a estruturação de uma agenda permanente de debates.

  5. Formatura encerra semana de aniversário da Escola

    Na sexta-feira (6/9), às 9 horas, a ENSP promoverá a solenidade de formatura das turmas de doutorado, mestrados acadêmico e profissional do Programa de Saúde Pública, de mestrado acadêmico do Programa de Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva, de doutorado e mestrado acadêmico do Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente, e de doutorado e mestrado acadêmico do Programa de Epidemiologia em Saúde Pública de 2013. A cerimônia será realizada no auditório térreo da Escola.

  6. Controle de Estado brasileiro inibe participação na saúde

    O "fordismo tardio brasileiro" impulsionado pelo governo Lula, a partir de 2005, promoveu a inclusão social pelo consumo, não pelo direito ou pela ação política, segundo o sociólogo Rudá Ricci. Em sua análise, esse modelo de estrutura estatal reduz os espaços de oposição - o que remete ao controle das mobilizações e resistências sociais, assim como das articulações sociais para ampliar direitos. Tal estratégia, de acordo com ele, que integrou a mesa Os movimentos sociais participam das políticas de saúde?, durante a semana comemorativa dos 59 anos da ENSP, na quarta-feira (4/9), pode justificar a resposta negativa ao tema proposto pelo evento. A atividade foi coordenada pelo pesquisador Eduardo Stotz e contou com o psicólogo e ativista social Carlos Basília.

  7. Questionamentos permeiam debate sobre futuro do SUS

    "Cadê vocês mentores e intelectuais do SUS, academia, Ministério Público e Judiciário? Passamos muito tempo discutindo teorias e estamos carentes de respostas práticas. Este é o desafio. Precisamos trabalhar juntos para alcançar o Sistema de Saúde que queremos", disse o médico pediatra e de saúde pública Gilson Carvalho incitando a plateia que assistia ao debate Para onde vai o SUS?. A mesa-redonda, que também contou com a presença da pesquisadora de economia da saúde do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Iesc/UFRJ) Ligia Bahia, foi realizada no âmbito das comemorações dos 59 anos da ENSP e teve o ex-diretor da ENSP e da Abrasco, Arlindo Fábio Gómez Sousa, como coordenador do debate. Em breve, o debate estará disponível em vídeo na Biblioteca Multimídia da ENSP.

  8. 59 anos da ENSP reúne sanitaristas históricos

    A primeira mesa-redonda comemorativa dos 59 anos da ENSP teve um significado importante. O pesquisador Ary Miranda, coordenador da mesa, apresentou os dois palestrantes, Sônia Fleury e Nelson Rodrigues dos Santos, como duas "fontes primárias" da Reforma Sanitária brasileira. Sônia defendeu o Sistema Único de Saúde (SUS), mas criticou a administração da precariedade. "Parte dos gestores da saúde assume a conivência com o mercado por meio das organizações sociais, organizações da sociedade civil de interesse público, parcerias público-privada." No início do evento, foi exibido o vídeo História das conferências de saúde, produzido pelo Canal Saúde. A oitava edição desses eventos, ocorrida em 1986, foi a mais representativa, com a participação de cerca de 4 mil pessoas, e lançou as bases do SUS.
     

  9. Homenagem a Arouca marca aniversário da ENSP

    A emoção tomou conta do auditório da Escola Nacional de Saúde Pública na abertura da semana comemorativa dos 59 anos da ENSP. A Semana Sergio Arouca teve início com uma bela homenagem a um dos maiores ícones da saúde pública brasileira: o sanitarista Sergio Arouca. A ocasião foi marcada por muitos agradecimentos e admiração de diversos pesquisadores da área que conviveram e ajudaram Arouca a construir o Sistema Único de Saúde. A cerimônia contou com a participação do presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, do diretor da ENSP, Hermano Castro, e do presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Fiocruz (Asfoc-SN), Paulo Garrido. Além de Sergio Arouca, foram homenageados a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e o Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (Cebes) pelo importante papel no movimento sanitário brasileiro.