1. Homenagens marcam encerramento de congresso da Abrasco

    Mais de 1600 pessoas circularam pela UERJ ao longo do VI Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde da Abrasco.  Em cinco dias de congresso, houve 38 Mesas Redondas, 23 palestras, 6 Grandes Debates, além de Cursos, Oficinas, reuniões e atividades culturais. Quase todos os estados brasileiros foram representados em trabalhos aprovados, numa circulação genuína de diálogos e saberes, como refletia o tema do evento.

  2. Diálogos na pauta da solenidade de abertura do Congresso da Abrasco

    A solenidade de abertura do VI Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde aconteceu no dia 14/11, no Teatro Odylo Costa Filho da UERJ. Na cerimônia, o presidente do Congresso, Kenneth Camargo ressaltou a importância da participação dos GTs pelo Brasil na definição dos temas em discussão no evento. Madel Luz proferiu conferência, encerrando a noite.

  3. Conflitos de interesses entre o público e o privado

    A mesa redonda 'Produção do conhecimento e interesses conflitantes na relação entre público e privado na Saúde Coletiva' teve a coordenação de Inês Rugani e contou com as presenças de José Antonio Sestelo, Luciene Burlandy e Ligia Bahia. Luciene Burlandy apresentou a perspectiva das “Confluências” para observar o macro das relações entre o Público e o Privado e pensar as práticas individuais. “A Saúde Coletiva sempre relacionou as questões da sociedade e as relações de valores entre o público e o privado. Isso é interessante perceber. São apenas dois caminhos para o que chamo de ‘mudanças confluentes’”, disse.

  4. Assista aos vídeos do Congresso de Ciências Sociais da Abrasco

    A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) possui um canal de vídeos do VI Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, ocorrido de 14 a 17/11, no Rio de Janeiro, e do VI Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária/II Simpósio Pan-Americano de Vigilância Sanitária (Simbravisa), realizado de 27 a 30/10, em Porto Alegre.  No canal, estão disponíveis palestras proferidas durante os eventos, como a de Luis Eugênio Portela, presidente da Abrasco, que falou sobre desenvolvimento, ciência, tecnologia e inovação na área da saúde em geral e as perspectivas para a vigilância sanitária. Outros nomes como Paulo Buss, José Gomes Temporão, Jean Willys, Kenneth R. Camargo Jr., também estão neste ambiente.

  5. Vida, saúde e ambiente em debate no VI CBCSHS

    O grande debate Vida, Saúde e Ambiente, realizado no dia 16 de novembro durante o VI Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde (VI CBCSHS), promovido pela Abrasco, reuniu os pesquisadores Raul Borges Guimarães (Unesp-SP), Dina Czeresnia (ENSP/Fiocruz) e Raquel Rigotto (UFC), sob a coordenação do também pesquisador Ary Miranda (ENSP/Fiocruz). Os expositores buscaram apresentar como os três elementos em debate se articulam dentro do capitalismo contemporâneo, que os apregoa como objetos para serem consumidos, mercantilizados e monetarizados.

  6. Congresso de ciências sociais e humanas ocorre no RJ

    Circulação e diálogo entre saberes e práticas no campo da saúde coletiva é o tema central do VI Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde (CBCSHS), promovido pela Abrasco de 15 a 17 de novembro, no Rio de Janeiro. A atividade reunirá cerca de 3 mil pessoas, e a ENSP/Fiocruz terá participação maciça no congresso com seus pesquisadores e alunos nas mais diversas atividades, tais como grandes debates, mesas-redondas, comunicações orais, entre outras. Um dos destaques será o lançamento da Comissão da Verdade da Reforma Sanitária Abrasco-Cebes, que ocorre no dia 16/11 e conta com apoio irrestrito da Escola Nacional de Saúde Pública.

  7. Movimento da Reforma Sanitária na plenária final da Abrasco

    Uma convocação à luta e a novos avanços da pauta política da reforma sanitária em nosso país. Essa foi a mensagem final do 2º Congresso de Política, Planejamento e Gestão em Saúde, promovido pela Abrasco, de 1º a 3 de outubro no Minascentro, em Belo Horizonte. Após uma manhã de mesas-redondas, apresentações orais e painéis de congressistas, os participantes se reuniram no auditório principal para iniciar uma revisão da Agenda Estratégica 2011 em busca da atualização de suas bandeiras.

  8. Sistemas universais e equitativos de saúde em debate

    Durante o 2º Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão em Saúde, promovido pela Abrasco, o painel Construindo sistemas universais e equitativos de saúde trouxe relatos de experiências de três países. A pesquisadora da ENSP Eliana Labra, Asa Cristina Laurell, do México, e Alexandro Saco, do Peru, falaram, respectivamente,  fazendo uma análise comparativa sobre o que ocorre em cada país, e os elementos comuns e diferentes entre eles.

  9. Gestão e formação em saúde são abordadas em painel

    O painel Gestão e Formação em Saúde, realizado na tarde do segundo dia (2/10) de atividades do 2º Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão em Saúde, trouxe diferentes experiências do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. O painel foi composto de três trabalhos: As práticas de gestão na perspectiva do cuidado: desafios para os trabalhadores de nível médio da área da gestão; Telenfermagem: impactos da educação a distância; e Territorialização e ensino em saúde: experiências de construção do mapa de abrangência de uma unidade de Atenção Primária em Saúde. A coordenação da atividade esteve a cargo da socióloga, sanitarista e membro da Associação Brasileira Rede Unida, Maria Luiza Jaeger.

  10. Regionalização é estratégia para operacionalizar a saúde

    No terceiro de atividades (3/10) do 2º Congresso Brasileiro de Planejamento, Política e Gestão em Saúde, promovido pela Abrasco, o tema Redes de Atenção à Saúde e regionalização foi destaque de mesa-redonda. Coordenada pela representante da Secretaria Estadual de Saúde do Mato Grosso do Sul, Beatriz Dobash, a atividade teve participação da pesquisadora da ENSP Rosana Kuschnir, do secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro, e do professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) José Ângelo Machado. Os palestrantes afirmaram, em consenso, que a regionalização é um grande desafio, pois a saúde precisa operar nesta lógica.