1. Educação popular e SUS: pela defesa do direito à saúde

    A última mesa da nona edição do Ciclo de Debates - Conversando sobre a Estratégia de Saúde da Família recebeu os pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública Eduardo Stotz e Carla Moura para um debate sobre os sentidos e as possibilidades da educação popular em saúde, na sexta-feira (9/5). Durante o encontro, os palestrantes destacaram os princípios da educação popular de base freireana presentes na Política Nacional de Educação Popular em Saúde (PNEPS), "apesar de insuficientemente desenvolvidos", segundo Stotz, e o Programa de Qualificação em Educação Popular em Saúde (EdPopSUS). A pesquisadora do Departamento de Ciências Biológicas, Teresa Neves, coordenou a mesa.

  2. Cobertura de saúde mental no RJ é insuficiente

    "O Rio de Janeiro ainda é o segundo maior parque manicomial do Brasil, apesar do processo de desinstitucionalização que vem sendo feito". A afirmação foi feita pela professora do Instituto de Psiquiatria (Ipub/UFRJ) Paula Cerqueira durante a palestra Rede de Saúde Mental em foco: saberes e práticas na atenção aos usuários de álcool e outras drogas, tema da quarta mesa do IX Ciclo de Debates - Conversando sobre a Estratégia de Saúde da Família, ocorrida no dia 8/5. De acordo com a professora, não há uma rede voltada a essa área no Rio. "Numericamente, a quantidade de Centros de Atenção Psicossocial (Caps) não atende às necessidades da população, sobretudo na perspectiva de cuidado intensivo e extensivo. A cobertura é insuficiente".

  3. Atenção básica: é preciso equilibrar gastos em saúde

    Atualmente, o Brasil gasta cerca de 65% do seu orçamento com atenção hospitalar de média e alta complexidade. A informação foi destacada pelo subsecretário de Atenção Primária, Vigilância e Promoção da Saúde do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, durante sua palestra noIX Ciclo de Debates - Conversando sobre a Estratégia de Saúde da Família. Segundo Soranz, não é possível sustentar um sistema com este tipo de gasto. "Isso é danoso para o país. Se não nos preocuparmos em buscar equilíbrio nos gastos com atenção primária, a possibilidade de alcançar um sistema mais justo se reduz consideravelmente. Não há incentivo ou programa de melhoria de qualidade que se faça e se mantenha se não tivermos financiamento", apontou. O debate da terceira mesa do encontro, realizado em 7/5, teve como foco as políticas e programas de avaliação da atenção básica.

  4. O papel da APS na construção de sistemas de saúde

    Como a atenção primária à saúde (APS) pode contribuir para a construção de sistemas universais? A pergunta é o mote da conferência proferida pelo especialista espanhol José-Manuel Freire e promovida pelo Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde (ISAGS) no dia 13 de maio, às 11 horas. A pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública, Ligia Giovanella, que coordena um mapeamento da APS nos 12 países da América do Sul participará da atividade. O evento terá transmissão on-line em espanhol, inglês e português pelo site do Isags.
     

  5. O capitalismo e sua influência na questão agrária do país

    Membro da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stedile esteve na Escola Nacional de Saúde Pública, na terça-feira (6/5), para a aula inaugural do mestrado profissional em Trabalho, Saúde, Ambiente e Movimentos Sociais. Durante o encontro, que lotou o salão internacional da ENSP, o ativista expôs como foram desenvolvidas a posse, a propriedade, o uso da terra e a organização da atividade agrícola no Brasil. Stedile discorreu sobre o processo de acumulação e dominação do capital - hegemonizado pelo capital financeiro e suas empresas transnacionais - e afirmou: "Tudo o que envolve a organização da produção agrícola é determinado pelo modo de produção geral da sociedade: o capitalismo".

  6. O capitalismo e sua influência na questão agrária do país

    Membro da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stedile esteve na Escola Nacional de Saúde Pública, na terça-feira (6/5), para a aula inaugural do mestrado profissional em Trabalho, Saúde, Ambiente e Movimentos Sociais. Durante o encontro, que lotou o salão internacional da ENSP, o ativista expôs como foram desenvolvidas a posse, a propriedade, o uso da terra e a organização da atividade agrícola no Brasil. Stedile discorreu sobre o processo de acumulação e dominação do capital - hegemonizado pelo capital financeiro e suas empresas transnacionais - e afirmou: "Tudo o que envolve a organização da produção agrícola é determinado pelo modo de produção geral da sociedade: o capitalismo".

  7. Debate sobre educação popular e formatura encerram Ciclo na ENSP

    A última mesa do IX Ciclo de Debates - Conversando sobre a Estratégia de Saúde da Família discutirá o tema Política Nacional de Educação Popular e Saúde: novos sentidos e possibilidades da educação e saúde, em palestra proferida pela pesquisadora da ENSP Carla Moura. O pesquisador do Departamento de Endemias da Escola Eduardo Stotz, será o debatedor da atividade coordenada por Teresa Neves, do Departamento de Ciências Biológicas. O encontro acontecerá no auditório térreo, a partir das 9 horas, e é aberto ao público. A semana de atividades, que começou no dia 5 de maio, será encerrada com a formatura da turma de 2012 do curso de Residência Profissional em Saúde da Família, às 13 horas.

  8. Saúde privada prejudica universalidade do SUS

    A segunda atividade do Ciclo de Debates - Conversando sobre a Estratégia de Saúde da Família abordou o tema Universalidade como princípio ou utopia? Limites e possibilidades da atenção básica. De acordo com o debatedor da mesa, José Carvalho de Noronha, do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), a universalidade implica garantir às pessoas os cuidados de saúde necessários, sem restrições por razões de ordem financeira. Além disso, Noronha apontou que, em 2012, o SUS gastou em média mil reais por internação, enquanto, no mercado de planos de saúde, foram gastos aproximadamente cinco mil reais, o que comprova o atendimento diferencial. A atividade, ocorrida no dia 6/5, contou ainda com a participação de Carlos Octávio Ocké-Reis, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), e Roberta Gondim, pesquisadora da ENSP, como coordenadora da sessão.

  9. Rede de Saúde Mental em pauta no Ciclo de Debates

    O quarto e penúltimo dia do Ciclo de Debates - Conversando sobre a Estratégia de Saúde da Família discutirá o tema Rede de Saúde Mental em foco: saberes e práticas na atenção aos usuários de álcool e outras drogas. O encontro acontecerá quinta-feira (8/5) e terá como expositor o pesquisador do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), Francisco Inácio. Participa como debatedora a professora do Instituto de Psiquiatria da UFRJ, Paula Cerqueira, enquanto a pesquisadora da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), Nina Isabel Soalheiro, coordenará a mesa. A atividade é aberta ao público, no auditório térreo da Escola, a partir das 9 horas.

  10. Cesteh promove palestra sobre perspectivas da formação humana

    Raízes e perspectivas democráticas da formação humana será o tema da sessão científica que o Colegiado de Ensino e Pesquisa do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP) promoverá na quinta-feira (8/5). A atividade contará com a exposição da professora titular de filosofia da educação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro Lilian Valle e está marcada para às 10 horas, na sala 40 do prédio do Cesteh. A sessão é aberta aos interessados e não necessita de inscrição prévia.