1. Assista a palestra de Anita Prestes realizada em 12 de março na ENSP

    Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, a Escola Nacional de Saúde Pública recebeu a historiadora brasileira Anita Leocádia Prestes, na quinta-feira (12/3), para a palestra Leocádia e Olga Benário Prestes - exemplos de rebeldia feminina. Na ocasião, Anita retratou a trajetória de vida dessas duas mulheres marcadas pela indignação com as injustiças sociais e de apoio às posições revolucionárias de Luiz Carlos Prestes. A apresentação já está disponível on-line e pode ser assistida na íntegra no Canal da ENSP no YouTube.

  2. Curso de Antropometria Aplicada promove aula inaugural na quarta (18/3)

    Na quarta-feira (18/3), o curso de Aperfeiçoamento em Antropometria Aplicada à Avaliação Nutricional em Serviços de Saúde realizará, a partir das 9 horas, na sala M do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSEGSF/ENSP), sua aula inaugural. Com o tema Introdução à Antropometria: conceitos, histórico e aplicações, a palestra será proferida pela professora da Universidade Federal Fluminense (UFF) Vivian Wahrlich. O curso tem o objetivo de capacitar e treinar profissionais de saúde para aferir medidas antropométricas, com qualidade, em indivíduos das diversas etapas da vida. 

  3. ENSP abre ano letivo 2015 com palestra de Marilena Chauí no dia 18/3

    A filósofa Marilena Chauí é a convidada para a abertura do ano letivo da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) em 2015. A aula magna terá como tema Contra a Universidade Operacional e está marcada para o dia 18 de março, às 14 horas, no auditório do Museu da Vida/Fiocruz. Segundo a expositora, o assunto aborda o processo por meio do qual a universidade pública brasileira vem sendo transformada e descaracterizada, desde os anos 1970, quando deixa de ser uma instituição social para se tornar uma organização, ou seja, 'uma entidade isolada cujo sucesso e cuja eficácia se medem em termos da gestão de recursos e estratégias de desempenho e cuja articulação com as demais se dá por meio da competição'. A atividade é aberta a todos os interessados e não é necessária inscrição prévia.

  4. A maior dor do mundo

    "Ela chega sozinha. Diante de um balcão, uma mulher de uniforme pede que entregue brincos, pulseiras, a bolsa. Já curvada sobre o próprio ventre, é conduzida por um corredor até uma sala isolada onde passa a ser examinada, a intervalos regulares, por homens e mulheres que entram sem bater na porta, tocam em seu corpo, medem-lhe a pressão e saem. Dentro de uma hora, é levada para uma sala maior. Passa por uma sequência de camas e consegue ver, no caminho o rosto de mulheres: negras, brancas, muitas jovens e algumas já vividas. Poucas dormem. No final do corredor, entre a cama e a parede, uma cadeira azul. É para ela que apontam as duas mulheres que a conduzem". A cena, ainda que traga aqui e ali elementos de ficção, não é preâmbulo de um conto policial. Nasceu do testemunho da enfermeira Maria de Fátima Santos durante a mesa Violência Obstétrica e o Nascer no Brasil, Seminário Diálogos entre a Academia e Movimentos Sociais, promovido pelo Grupo Direitos Humanos e Saúde (Dihs/ENSP). Maria de Fátima narrou a chegada de uma mulher em trabalho de parto a uma maternidade pública brasileira. Os elementos de ficção acrescentados para o parágrafo que abre esta reportagem são a bolsa, a pulseira e a fila de rostos de mulheres na enfermaria; o resto, é tudo verdade: a cadeira, a solidão, a violência.

  5. Escola comemora Dia Internacional da Mulher com palestra de Anita Prestes

    Todos os anos, no dia 8 de março, o mundo reflete sobre as conquistas femininas ao longo dos séculos. As mulheres estão superando o preconceito e o machismo que existem na sociedade. Para celebrar a data, a ENSP promoverá uma palestra com a historiadora brasileira Anita Leocádia Prestes. Com o tema Leocádia e Olga Benário Prestes - exemplos de rebeldia feminina, a atividade pretende retratar a trajetória de vida dessas duas mulheres marcadas pela indignação com as injustiças sociais e de apoio às posições revolucionárias de Luiz Carlos Prestes. O evento está marcado para o dia 12 de março, às 10 horas, no salão internacional e é aberto a todos os interessados.

  6. A maior dor do mundo

    "Ela chega sozinha. Diante de um balcão, uma mulher de uniforme pede que entregue brincos, pulseiras, a bolsa. Já curvada sobre o próprio ventre, é conduzida por um corredor até uma sala isolada onde passa a ser examinada, a intervalos regulares, por homens e mulheres que entram sem bater na porta, tocam em seu corpo, medem-lhe a pressão e saem. Dentro de uma hora, é levada para uma sala maior. Passa por uma sequência de camas e consegue ver, no caminho o rosto de mulheres: negras, brancas, muitas jovens e algumas já vividas. Poucas dormem. No final do corredor, entre a cama e a parede, uma cadeira azul. É para ela que apontam as duas mulheres que a conduzem". A cena, ainda que traga aqui e ali elementos de ficção, não é preâmbulo de um conto policial. Nasceu do testemunho da enfermeira Maria de Fátima Santos durante a mesa Violência Obstétrica e o Nascer no Brasil, Seminário Diálogos entre a Academia e Movimentos Sociais, promovido pelo Grupo Direitos Humanos e Saúde (Dihs/ENSP). Maria de Fátima narrou a chegada de uma mulher em trabalho de parto a uma maternidade pública brasileira. Os elementos de ficção acrescentados para o parágrafo que abre esta reportagem são a bolsa, a pulseira e a fila de rostos de mulheres na enfermaria; o resto, é tudo verdade: a cadeira, a solidão, a violência.

  7. Sobre Alessandras e Indianaras

    É um artifício clássico da divulgação de pesquisas: divide-se um resultado encontrado por um determinado número de horas para saber a periodicidade de um acontecimento. É desse jeito, por exemplo, que o Grupo Gay da Bahia, um dos mais antigos movimentos a se organizar em torno dos direitos dos homossexuais e trans no Brasil, concluiu, em 2013, que a cada 28 horas a homofobia mata uma pessoa em nosso país. O modelo ajuda a dar visibilidade a essa situação alarmante, mas na letra fria de um artigo ou reportagem, pode soar como mera abstração. Só que a vida, como nos canta Caetano Veloso, é real e de viés. Foi essa realidade que invadiu uma das mesas do seminário Diálogos entre a Academia e Movimentos Sociais, promovido pelo Grupo Direitos Humanos e Saúde (Dihs/ENSP), no dia 2 de março. Quem estava com a palavra era a advogada e mestre em Saúde Pública pela ENSP Sandra Besso, que falava das dificuldades que os transgêneros encontram no mercado de trabalho. De repente, uma das palestrantes recebeu em seu celular a informação de que uma companheira de movimento LGBT havia sido assassinada em Curitiba. Passado o susto inicial, o evento seguiu seu rumo, sob o peso da notícia e dos duros testemunhos de quem sofre violência pelo simples fato de tentar ser o que é.

  8. História do Centro de Referência Hélio Fraga foi tema de debate

    A primeira sessão científica de 2015 realizada no Centro de Referência Professor Hélio Fraga destacou a criação da unidade e sua história até os dias atuais. Com o tema Centro de Referência Professor Hélio Fraga: do sonho à realidade, a atividade contou com a particicipação do ex-chefe da unidade Miguel Auib Hijjar que ficou responsável por contar parte da história do Centro, criado em 30 de janeiro de 1984.

     

     

  9. ENSP abre ano letivo 2015 com palestra de Marilena Chauí no dia 18/3

    A filósofa Marilena Chauí é a convidada para a abertura do ano letivo da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) em 2015. A aula magna terá como tema Contra a Universidade Operacional e está marcada para o dia 18 de março, às 14 horas, no auditório do Museu da Vida/Fiocruz. Segundo a expositora, o assunto aborda o processo por meio do qual a universidade pública brasileira vem sendo transformada e descaracterizada, desde os anos 1970, quando deixa de ser uma instituição social para se tornar uma organização, ou seja, 'uma entidade isolada cujo sucesso e cuja eficácia se medem em termos da gestão de recursos e estratégias de desempenho e cuja articulação com as demais se dá por meio da competição'. A atividade é aberta a todos os interessados e não é necessária inscrição prévia.

  10. Escola comemora Dia Internacional da Mulher com palestra de Anita Prestes

    Todos os anos, no dia 8 de março, o mundo reflete sobre as conquistas femininas ao longo dos séculos. As mulheres estão superando o preconceito e o machismo que existem na sociedade. Para celebrar a data, a ENSP promoverá uma palestra com a historiadora brasileira Anita Leocádia Prestes. Com o tema Leocádia e Olga Benário Prestes - exemplos de rebeldia feminina, a atividade pretende retratar a trajetória de vida dessas duas mulheres marcadas pela indignação com as injustiças sociais e de apoio às posições revolucionárias de Luiz Carlos Prestes. O evento está marcado para o dia 12 de março, às 10 horas, no salão internacional e é aberto a todos os interessados.