1. Seminário sobre direito à saúde encerra curso direcionado ao MP

    Com o propósito de intensificar o diálogo entre os campos da Saúde Coletiva e da Justiça e, assim, contribuir para a efetivação do direito à saúde, a ENSP realizou - por meio de parceria entre a Comissão Permanente de Defesa da Saúde, do Grupo Nacional de Direitos Humanos, do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União e o Ministério da Saúde -, o curso de aperfeiçoamento em Política e Gestão da Saúde Pública para o Ministério Público, oferecido na modalidade a distância e envolvendo cerca de 140 alunos. Para marcar o fim desse ciclo, nos dias 30 e 31 de maio, será realizado o último encontro presencial do curso com o seminário A sustentabilidade do direito à saúde e do Sistema Único de Saúde. O encontro, fechado ao público, conta com a presença de representantes dos diversos órgãos envolvidos na parceria. 

  2. Sistema previdenciário brasileiro em debate na ENSP na segunda-feira (23/5)

    No dia 23 de maio, a ENSP recebe a docente da Escola de Serviço Social (ESS/UFRJ) e investigadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas Marxistas da UFRJ Sara Granemann para a palestra Previdência em pauta: a reforma do sistema brasileiro e seu impacto para a classe trabalhadora. A atividade, aberta a todos os interessados, dá início aocurso de especialização em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da Escola e está marcada para 9 horas, no salão internacional.

  3. Política de residência multiprofissional encerra XI Ciclo de Debates

    O último dia do XI Ciclo de debates - Conversando sobre a Estratégia de Saúde da Família, realizado na ENSP entre os dias 2 e 6 de maio, foi dedicado ao tema da residência multiprofissional. A proposta era debater a Política Nacional de Residências, a formação dos profissionais e a necessidade de se enfrentar o uso da residência como um substitutivo de mão de obra no sistema de saúde. Na mesa coordenada pela pesquisadora da ENSP Maria Alice Pessanha, estiveram presentes Laura Camargo Feuerwecker, da USP, no papel de conferencista, e Alice Mariz, da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, como debatedora. A tarde ocorreu a formatura da turma 2014/2016 da Residência Multiprofissional da ENSP.

  4. Sistema previdenciário brasileiro em debate na ENSP na segunda-feira (23/5)

    No dia 23 de maio, a ENSP recebe a docente da Escola de Serviço Social (ESS/UFRJ) e investigadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas Marxistas da UFRJ Sara Granemann para a palestra Previdência em pauta: a reforma do sistema brasileiro e seu impacto para a classe trabalhadora. A atividade, aberta a todos os interessados, dá início aocurso de especialização em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da Escola e está marcada para 9 horas, no salão internacional.

  5. O que está em xeque: a saúde mental ou a democracia?

    No momento em que o país está passando por uma crise democrática, o XI Ciclo de Debates - Conversando sobre a Estratégia de Saúde da Família debate se a saúde mental está em xeque ou em choque. Mas essa questão não serve apenas para aqueles envolvidos pela luta antimanicomial, uma vez que estamos vivendo um momento delicado, no qual a presidente eleita, Dilma Rousseff, foi afastada de suas funções, sendo chamado por muitos de "golpe de Estado". Essa foi uma das tônicas apresentadas por Hugo Fagundes, superintendente de Saúde Mental da Secretária Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, durante sua exposição. Para o palestrante, o SUS é o principal instrumento democrático e de justiça social do nosso país pós-Constituição de 1988. Entretanto, no novo cenário que se desenha com a mudança de gestão do Ministério da Saúde, as políticas de Saúde caminham sem o apoio necessário para a garantia de direitos à nossa população.

  6. Cesteh debate saúde do trabalhador e ação sindical nesta quarta-feira (18/5)

    Na quarta-feira, 18 de maio, o Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP) realizará o debate Saúde do Trabalhador e Ação Sindical: debate conceitual e troca de experiências - Brasil e Turquia. A atividade, que faz parte de mais um dos Encontros do Cesteh, consistirá na recepção de uma comitiva composta por sindicalistas paulistas e turcos com o objetivo de apresentar as experiências do Cesteh na área. Marcado para às 9 horas, na sala 32 do Centro, o evento contará com a participação do ex-presidente da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro) e consultor da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Nilton Freitas e dos pesquisadores do Cesteh Fadel Vasconcellos e Augusto Pina. A moderação da atividade será do chefe do Laboratório de Toxicologia do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador, Leandro Vargas. A programação inclui também recepção e abertura, às 9 horas, com a chefe do Cesteh, Kátia Reis. O debate é aberto a todos os interessados e não necessita inscrição prévia. 

  7. Saúde da Família: modelo avança, mas ainda é permeado de contradições

    Contrastes, divergências e paradoxos marcaram as apresentações do XI Ciclo de Debates - Conversando sobre a Estratégia de Saúde da Família, que abordou o tema Contradições entre a expansão da Estratégia de Saúde da Família e o modelo assistencial. Para tanto, recebeu o secretário municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, e o pesquisador do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal Fluminense Aluísio Gomes. Segundo ressaltou Daniel, vivemos um tempo de debate bem menos intenso no que se refere ao modelo assistencial adotado. Conforme apontado por Aluísio, o fortalecimento da Atenção Primária como solução para a reordenação dos sistemas de saúde apresenta contradições na medida em que os discursos de universalização são, na realidade, dirigidos a uma atenção primária pouco resolutiva, voltada para pobres e fragmentada, ou seja, “a manifestação prática desse discurso é um contrassenso. Por isso, deve-se pensar sempre sobre qual atenção primária se está falando”, comentou.

  8. Efetivação das políticas de saneamento requer ação conjunta da sociedade

    "A universalização do saneamento básico apresenta grandes desafios de mudança cultural, que cabem a cada um de nós, como trabalhadores, técnicos, políticos, legisladores e operadores da lei, dirigentes e gestores, mas, sobretudo, como cidadãos, enfrentá-los". A convocação do professor titular em saneamento e participante especial da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Luiz Roberto Santos Moraes, no segundo dia (3/5) do XI Ciclo de Debates, dimensiona o quão árdua é a tarefa de assegurar um direito já reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) e presente na legislação brasileira, mas pouco valorizado por sua população.

  9. XI Ciclo de Debates reflete sobre a atual conjuntura brasileira

     A Residência Multiprofissional em Saúde da Família realizou, de 2 a 6 de maio, a 11ª edição do Ciclo de Debates - Conversando sobre a Estratégia de Saúde da Família. Ao longo de uma semana de intensas discussões, estiveram em pauta a atual conjuntura do país, a Política de Saneamento no Brasil, as contradições entre a expansão da Estratégia de Saúde da Família e o modelo assistencial, a Política de Saúde Mental e a Política Nacional de Residência, além da tradicional formatura do curso. No primeiro dia de atividades, o debate contou com a participação do deputado federal Chico Alencar e da historiadora Virginia Fontes. Sob a coordenação da pesquisadora da ENSP Sandra Venâncio, os palestrantes refletiram acerca do momento pelo qual passa o país. Segundo "Chico", estamos vivendo uma crise de destino na sociedade, uma crise civilizatória. Sobre o dia de votação na Câmara dos Deputados, em 17 abril, na opinião do deputado, aquele momento expressou a política dominante no Brasil, que, infelizmente, é a política da família como elemento de amálgama para a reprodução de mandatos, e não das Estratégias de Saúde da Família.

  10. Experiências distintas, objetivos iguais: fórum luta por justiça ambiental

    O momento político e social que vivemos no país afeta diretamente o direito democrático, impactando na população que sofre com a ausência de políticas públicas e ambientais que garantam um bem viver para todos. Essa foi a tônica do Encontro Estadual do Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social no Rio, realizado na ENSP e que reuniu pesquisadores, estudantes, moradores da periferia, militantes de movimentos sociais e entidades que lutam por direitos no Brasil, trazendo uma diversidade de pensamentos, entre revelações, reflexões e dados científicos. Organizado pelo Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social, o encontro buscou congregar iniciativas comuns para o desenvolvimento de redes de pessoas ou governos na busca por políticas ambientais, além de preparar uma agenda prévia para os fóruns regionais e nacional de mudanças climáticas que acontecerão ainda em 2016.