1. Seminário e publicação lançam olhar para as desigualdades em saúde no Brasil

    No dia 7/12 acontecerá o lançamento do suplemento A Panorama of Health Inequalities in Brazil, do International Journal for Equity in Health, cuja publicação traz a contribuição das pesquisadoras da ENSP Mariza Theme, Maria do Carmo Leal, Elaine de Oliveira, Ana Paula Esteves-Pereira e Silvana Granado. O lançamento acontecerá durante o Seminário Um panorama das desigualdades em saúde no Brasil: resultados da Pesquisa Nacional de Saúde, 2013, organizado pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), a partir das 9h, no salão de Leitura da Biblioteca de Manguinhos. Para participar do evento é preciso realizar inscrição.

  2. Dia Mundial de Luta contra Aids 2016: avanços, desafios e retrocessos

    O 1º de dezembro é marcado como o Dia Mundial de Luta contra Aids, desde 1987 quando foi instituído pela Organização Mundial da Saúde (OMS). De lá para cá muitos desafios foram enfrentados e muitos ainda estão pela frente. De acordo com dados do último Boletim Epidemiológico de HIV/Aids do Ministério da Saúde, de 2007 até junho de 2016, foram notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) 136.945 casos de infecção pelo HIV no Brasil. O país que já esteve na posição de modelo para o mundo na resposta à epidemia do HIV e da Aids, atualmente, na opinião de alguns especialistas, perdeu a capacidade de construir uma resposta à epidemia utilizando o seu maior trunfo: a experiência dos movimentos sociais. Para a Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), o Brasil deixou de lado a expertise para o amplo diálogo intersetorial, a articulação da saúde com os direitos humanos e a capacidade de atenção aos princípios da universalidade, da justiça e da participação social.

  3. Brasil precisa avançar na prevenção à violência contra a mulher, dizem especialistas

    No Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, lembrado em 25 de novembro, o Brasil não tem muito a comemorar: é um dos países com os maiores índices de assassinatos de mulheres do mundo. Apesar de avanços legislativos recentes e políticas públicas de proteção, muito resta a ser feito em relação à prevenção, de acordo com especialistas. Para elas, enquanto o machismo continuar dominando diferentes esferas da sociedade brasileira e o tema da igualdade de gênero não fizer parte do currículo escolar, o ciclo de violência tende a se prolongar ao longo das próximas gerações.

  4. Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva promoverá festival de cinema

    O Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva (Nesc), da Universidade Federal do Paraná e o Observatório do Uso de Agrotóxicos e Consequências para a Saúde Humana e Ambiental, está, até o dia 4 de dezembro de 2016, com inscrições abertas para o I Festival de Cinema 5 Minutos de Saúde Coletiva. O evento visa a seleção e a premiação de vídeos de até 5 (cinco) minutos de duração, com o intuito de incentivar a reflexão sobre as questões da Saúde Coletiva, através da produção audiovisual, em vídeo.

  5. Fundação Oswaldo Cruz integra campanha da ONU sobre zika

    Um ano depois do início da epidemia do vírus zika no Brasil, foi lançada a campanha nacional Mais Direitos, Menos Zika, que coloca as pessoas no centro da resposta ao vírus, com um enfoque de direitos humanos. A campanha promove o acesso à informações, insumos e serviços de qualidade, visando diminuir os riscos de infecção e, consequentemente, microcefalia e outras doenças neurológicas associadas ao zika.

  6. Evento na Emerj relata experiências internacionais na extinção de manicômios

    Experiência Italiana na Extinção do Manicômio Judiciário será o tema de mais uma atividade do Fórum Permanente de Direito e Saúde da Emerj, a ser realizada no dia 25 de novembro, às 9h30. O evento terá participação do coordenador do Laboratório de Saúde Mental e Atenção Psicossocial da ENSP, Paulo Amarante, e da professora da Universidade de Sassari, na Itália, Maria da Graça Giannichedda. A conferência de abertura será proferida pela juíza de direito do TJERJ Isabel Coelho. As inscrições devem ser feitas no site da Emerj.

  7. Número de pessoas com pressão arterial elevada no mundo quase dobrou desde 1975

    De acordo com uma nova pesquisa publicada na The Lancet, o número de pessoas no mundo com pressão arterial alta já chega a 1,13 bilhão, quase o dobro do número de casos registrados em 1975. Maior estudo sobre o assunto, a pesquisa envolveu a Organização Mundial da Saúde (OMS) e centenas de cientistas de todo o mundo, além de medidas incorporadas de pressão arterial de cerca de 20 milhões de pessoas. A pressão arterial elevada (ou alta) já não é uma doença de países ricos. Atualmente, os países mais afetados são os da África Subsaariana - os mesmos que continuam lutando contra a mortalidade infantil e materna, bem como HIV/Aids.

  8. Fórum de Pós-graduação divulga Carta de Brasília

    O Fórum de Coordenadores de Pós-graduação em Saúde Coletiva da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) se reuniu, nos dias 8 e 9 de novembro, na Fiocruz Brasília, para discutir quais as prioridades na avaliação de programas em Saúde Coletiva. Críticas e sugestões de mudança ao atual sistema de avaliação praticado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), foi um ponto de debate importante durante o encontro, faltando dois meses para o final do quadriênio desta avaliação. O Fórum renovou parte da coordenação, elegendo Mônica Angelim Gomes de Lima, do Programa de Pós-graduação em Saúde Ambiente e trabalho da Faculdade de Medicina da Bahia (UFBA), como nova integrante da coordenação do Fórum, juntamente com Silvana Granado, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz) e Adauto Emmerich, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Diante do contexto nacional de ameaça aos direitos constitucionais, à seguridade social, à educação e ao Sistema Único de Saúde (SUS), O Fórum de posicionou publicamente através da Carta de Brasília, documento que reafirma o compromisso histórico da Saúde Coletiva com a construção de uma sociedade solidária, justa e democrática.

  9. MEC desenvolve aplicativo para combater mosquito Aedes

    O combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya ganhou mais uma valiosa ferramenta com o lançamento do aplicativo Desafio Aedes pelo Ministério da Educação. Trata-se de um jogo que exige dos usuários o cumprimento de tarefas que previnem a proliferação do mosquito. Os estudantes vencedores do concurso Pesquisar e Conhecer: Para combater o Aedes aegypti testaram e aprovaram o aplicativo. Desenvolvido pelo Departamento de Tecnologia da Informação (DTI) do MEC, o aplicativo estará disponível nas plataformas iOS e Android já no final de novembro. O jogo desafia os participantes a destruir virtualmente os focos do mosquito, seguindo critérios que já conhecemos na prática: a eliminação de água parada e a limpeza de locais com entulhos e lixo.

  10. Definida composição das vacinas contra gripe para 2017

    A atualização das vacinas contra gripe faz parte das recomendações feitas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para garantir a eficácia do produto. Todo o ano a Anvisa aprova uma nova composição da vacina Influenza que considera novos vírus circulantes no país e no mundo. A resolução RDC 119/16 que dispõe sobre atualização das vacinas Influenza foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).