1. OPAS/OMS divulga alerta epidemiológico sobre febre amarela para as Américas

    A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) divulgou na tarde de segunda-feira (9/1) uma atualização de alerta epidemiológico sobre febre amarela para a Região das Américas. O documento informa que, desde 2016, Brasil, Colômbia e Peru reportaram casos confirmados da doença. A febre amarela é uma enfermidade hemorrágica viral aguda transmitida por mosquitos infectados. Pode ser prevenida por uma vacina eficaz, segura e acessível.

  2. OPAS/OMS divulga alerta epidemiológico sobre febre amarela para as Américas

    A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) divulgou na tarde de segunda-feira (9/1) uma atualização de alerta epidemiológico sobre febre amarela para a Região das Américas. O documento informa que, desde 2016, Brasil, Colômbia e Peru reportaram casos confirmados da doença. A febre amarela é uma enfermidade hemorrágica viral aguda transmitida por mosquitos infectados. Pode ser prevenida por uma vacina eficaz, segura e acessível.

  3. Nota pública contra a retirada de indicadores da Tuberculose nas pactuações do SUS

    A Resolução Tripartite, Nº 08, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2016, que dispõe sobre o processo de pactuação interfederativa de indicadores para o período 2017-2021, relacionados às prioridades nacionais em saúde com os Municípios e os Estados, a Tuberculose não aparece mais como um dos indicadores. Portanto, o coletivo de entidades governamentais e não-governamentais envolvidas no enfrentamento e controle da tuberculose no Brasil, por meio dos seus diversos atores: gestores, pesquisadores, profissionais de saúde, ativistas, redes nacionais e internacionais, e representantes do setor comunitário engajados em parceria com o Programa Nacional de Controle da Tuberculose – PNCT/DEVIT/SVS/MS, no cumprimento da Meta Global pelo fim da tuberculose, até 2035 (OMS), manifesta sua extrema preocupação com o que considera um perigoso retrocesso e que vem a ameaçar e colocar em risco, importantes avanços obtidos pelo país no controle da tuberculose na última década. Leia a nota na íntegra. 
     
     

  4. Nota pública contra a retirada de indicadores da Tuberculose nas pactuações do SUS

    A Resolução Tripartite, Nº 08, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2016, que dispõe sobre o processo de pactuação interfederativa de indicadores para o período 2017-2021, relacionados às prioridades nacionais em saúde com os Municípios e os Estados, a Tuberculose não aparece mais como um dos indicadores. Portanto, o coletivo de entidades governamentais e não-governamentais envolvidas no enfrentamento e controle da tuberculose no Brasil, por meio dos seus diversos atores: gestores, pesquisadores, profissionais de saúde, ativistas, redes nacionais e internacionais, e representantes do setor comunitário engajados em parceria com o Programa Nacional de Controle da Tuberculose – PNCT/DEVIT/SVS/MS, no cumprimento da Meta Global pelo fim da tuberculose, até 2035 (OMS), manifesta sua extrema preocupação com o que considera um perigoso retrocesso e que vem a ameaçar e colocar em risco, importantes avanços obtidos pelo país no controle da tuberculose na última década. Leia a nota na íntegra. 
     
     

  5. Ajude a construir a Agenda Regulatória da Anvisa

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu início a etapa de participação social na construção da Agenda Regulatória da Agência. Seu objetivo é conhecer melhor os problemas de relevância social na área de vigilância sanitária e priorizar os assuntos que serão tratados pela Anvisa nos próximos quatro anos.

  6. Seminário e publicação lançam olhar para as desigualdades em saúde no Brasil

    No dia 7/12 acontecerá o lançamento do suplemento A Panorama of Health Inequalities in Brazil, do International Journal for Equity in Health, cuja publicação traz a contribuição das pesquisadoras da ENSP Mariza Theme, Maria do Carmo Leal, Elaine de Oliveira, Ana Paula Esteves-Pereira e Silvana Granado. O lançamento acontecerá durante o Seminário Um panorama das desigualdades em saúde no Brasil: resultados da Pesquisa Nacional de Saúde, 2013, organizado pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), a partir das 9h, no salão de Leitura da Biblioteca de Manguinhos. Para participar do evento é preciso realizar inscrição.

  7. Dia Mundial de Luta contra Aids 2016: avanços, desafios e retrocessos

    O 1º de dezembro é marcado como o Dia Mundial de Luta contra Aids, desde 1987 quando foi instituído pela Organização Mundial da Saúde (OMS). De lá para cá muitos desafios foram enfrentados e muitos ainda estão pela frente. De acordo com dados do último Boletim Epidemiológico de HIV/Aids do Ministério da Saúde, de 2007 até junho de 2016, foram notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) 136.945 casos de infecção pelo HIV no Brasil. O país que já esteve na posição de modelo para o mundo na resposta à epidemia do HIV e da Aids, atualmente, na opinião de alguns especialistas, perdeu a capacidade de construir uma resposta à epidemia utilizando o seu maior trunfo: a experiência dos movimentos sociais. Para a Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), o Brasil deixou de lado a expertise para o amplo diálogo intersetorial, a articulação da saúde com os direitos humanos e a capacidade de atenção aos princípios da universalidade, da justiça e da participação social.

  8. Brasil precisa avançar na prevenção à violência contra a mulher, dizem especialistas

    No Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, lembrado em 25 de novembro, o Brasil não tem muito a comemorar: é um dos países com os maiores índices de assassinatos de mulheres do mundo. Apesar de avanços legislativos recentes e políticas públicas de proteção, muito resta a ser feito em relação à prevenção, de acordo com especialistas. Para elas, enquanto o machismo continuar dominando diferentes esferas da sociedade brasileira e o tema da igualdade de gênero não fizer parte do currículo escolar, o ciclo de violência tende a se prolongar ao longo das próximas gerações.

  9. Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva promoverá festival de cinema

    O Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva (Nesc), da Universidade Federal do Paraná e o Observatório do Uso de Agrotóxicos e Consequências para a Saúde Humana e Ambiental, está, até o dia 4 de dezembro de 2016, com inscrições abertas para o I Festival de Cinema 5 Minutos de Saúde Coletiva. O evento visa a seleção e a premiação de vídeos de até 5 (cinco) minutos de duração, com o intuito de incentivar a reflexão sobre as questões da Saúde Coletiva, através da produção audiovisual, em vídeo.