1. Pobreza encurta a vida mais que obesidade, álcool e hipertensão

    A evidência científica é robusta: a pobreza e a desigualdade social prejudicam seriamente a saúde. No entanto, as autoridades de saúde não dão a esses fatores sociais a mesma atenção que dedicam a outros quando tentam melhorar a saúde dos cidadãos. Um estudo sobre 1,7 milhão de pessoas, publicado pela revista médica The Lancet, traz de volta esse problema negligenciado: a pobreza encurta a vida quase tanto quanto o sedentarismo e muito mais do que a obesidade, a hipertensão e o consumo excessivo de álcool. O estudo é uma crítica às políticas da Organização Mundial da Saúde (OMS), que não incluiu em sua agenda este fator determinante da saúde - tão importante ou mais do que outros que fazem parte de seus objetivos e recomendações.

  2. 'Febre amarela preocupa, mas ainda não é o momento de pensar no pior'

    Na opinião do pesquisador Paulo Chagastelles Sabroza, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, o quadro é preocupante quando o assunto é febre amarela (FA), mas o cenário poderá ser muito pior se "ocorrer a urbanização da febre amarela e a epizootia dos macacos se alastrar pelas matas de galeria dos estados de São Paulo ou Espírito Santo e chegar às matas de litoral dos estados da Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, onde vivem milhões de pessoas, e grandes grupos populacionais de macacos". Ainda assim, ele afirma que ainda não é o momento de pensar nesse "cenário caótico".

  3. Ministério da Saúde tira dúvidas sobre a Febre Amarela

    Os casos de febre amarela em Minas Gerais despertaram na população uma série de dúvidas sobre a doença. O Sistema Único de Saúde oferta uma vacina contra a Febre Amarela altamente segura e eficaz e é essa a melhor forma de prevenção. Para saber se você precisa tomar a vacina ou não, confira as orientações dadas pelo Ministério da Saúde, nos últimos dias, nas redes sociais. Preciso tomar a vacina? Gestantes podem ser vacinadas? E idosos? Crianças devem receber a vacina a partir de que idade? Acesse:

  4. OPAS/OMS divulga alerta epidemiológico sobre febre amarela para as Américas

    A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) divulgou na tarde de segunda-feira (9/1) uma atualização de alerta epidemiológico sobre febre amarela para a Região das Américas. O documento informa que, desde 2016, Brasil, Colômbia e Peru reportaram casos confirmados da doença. A febre amarela é uma enfermidade hemorrágica viral aguda transmitida por mosquitos infectados. Pode ser prevenida por uma vacina eficaz, segura e acessível.

  5. OPAS/OMS divulga alerta epidemiológico sobre febre amarela para as Américas

    A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) divulgou na tarde de segunda-feira (9/1) uma atualização de alerta epidemiológico sobre febre amarela para a Região das Américas. O documento informa que, desde 2016, Brasil, Colômbia e Peru reportaram casos confirmados da doença. A febre amarela é uma enfermidade hemorrágica viral aguda transmitida por mosquitos infectados. Pode ser prevenida por uma vacina eficaz, segura e acessível.

  6. Nota pública contra a retirada de indicadores da Tuberculose nas pactuações do SUS

    A Resolução Tripartite, Nº 08, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2016, que dispõe sobre o processo de pactuação interfederativa de indicadores para o período 2017-2021, relacionados às prioridades nacionais em saúde com os Municípios e os Estados, a Tuberculose não aparece mais como um dos indicadores. Portanto, o coletivo de entidades governamentais e não-governamentais envolvidas no enfrentamento e controle da tuberculose no Brasil, por meio dos seus diversos atores: gestores, pesquisadores, profissionais de saúde, ativistas, redes nacionais e internacionais, e representantes do setor comunitário engajados em parceria com o Programa Nacional de Controle da Tuberculose – PNCT/DEVIT/SVS/MS, no cumprimento da Meta Global pelo fim da tuberculose, até 2035 (OMS), manifesta sua extrema preocupação com o que considera um perigoso retrocesso e que vem a ameaçar e colocar em risco, importantes avanços obtidos pelo país no controle da tuberculose na última década. Leia a nota na íntegra. 
     
     

  7. Nota pública contra a retirada de indicadores da Tuberculose nas pactuações do SUS

    A Resolução Tripartite, Nº 08, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2016, que dispõe sobre o processo de pactuação interfederativa de indicadores para o período 2017-2021, relacionados às prioridades nacionais em saúde com os Municípios e os Estados, a Tuberculose não aparece mais como um dos indicadores. Portanto, o coletivo de entidades governamentais e não-governamentais envolvidas no enfrentamento e controle da tuberculose no Brasil, por meio dos seus diversos atores: gestores, pesquisadores, profissionais de saúde, ativistas, redes nacionais e internacionais, e representantes do setor comunitário engajados em parceria com o Programa Nacional de Controle da Tuberculose – PNCT/DEVIT/SVS/MS, no cumprimento da Meta Global pelo fim da tuberculose, até 2035 (OMS), manifesta sua extrema preocupação com o que considera um perigoso retrocesso e que vem a ameaçar e colocar em risco, importantes avanços obtidos pelo país no controle da tuberculose na última década. Leia a nota na íntegra. 
     
     

  8. Ajude a construir a Agenda Regulatória da Anvisa

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu início a etapa de participação social na construção da Agenda Regulatória da Agência. Seu objetivo é conhecer melhor os problemas de relevância social na área de vigilância sanitária e priorizar os assuntos que serão tratados pela Anvisa nos próximos quatro anos.

  9. Seminário e publicação lançam olhar para as desigualdades em saúde no Brasil

    No dia 7/12 acontecerá o lançamento do suplemento A Panorama of Health Inequalities in Brazil, do International Journal for Equity in Health, cuja publicação traz a contribuição das pesquisadoras da ENSP Mariza Theme, Maria do Carmo Leal, Elaine de Oliveira, Ana Paula Esteves-Pereira e Silvana Granado. O lançamento acontecerá durante o Seminário Um panorama das desigualdades em saúde no Brasil: resultados da Pesquisa Nacional de Saúde, 2013, organizado pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), a partir das 9h, no salão de Leitura da Biblioteca de Manguinhos. Para participar do evento é preciso realizar inscrição.