1. ENSP e Secretaria de Saúde do Espirito Santo fecham parceria para criação de mestrado profissional

    O secretário de Estado da Saúde do Espírito Santo Ricardo Oliveira e o chefe do Núcleo de Educação e Formação em Saúde da Secretaria de Saúde (Sesa), Andrey Luiz Mozzer, estiveram na Fiocruz, na sexta-feira, 11 de agosto, acompanhados pela presidente da fundação, Nísia Trindade Lima, e pelo diretor da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), Hermano Castro, buscando ideias para a implantação da Escola de Saúde Pública do Espírito Santo e a implantação do mestrado profissional em Vigilância em Saúde no Estado. A previsão para o início da turma e a elaboração do Termo de Cooperação Técnica entre a Sesa, o Instituto Federal do Espírito Santo (IFES) e a ENSP, visando subsidiar o projeto de criação da ESP-ES, é até o final do ano. Hermano Castro, comenta a importância da cooperação na formação de quadros para o sistema único de saúde do Espírito Santo.

  2. ENSP apoia carta aberta ao STF para banimento do amianto

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) diz sim a vida, e não ao amianto, e apoia a carta aberta da Associação Brasileira de Saúde do Trabalhador e Tratabalhadora (ABRASTT) aos excelentíssimos senhor ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que votam nesta quinta-feira, 17 de agosto, a favor ou contra o banimento definitivo do amianto crisotila, em todo o território nacional. A carta, assinada também pela Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto (Abrea) e Associação Nacional de Medicina do Traabalho (ANAMT), conclama aos Ministros do STF a se posicionarem e votarem em defesa da vida e do meio ambiente. Leia a carta na íntegra.  

  3. Serviço da Fiocruz orienta futuros viajantes

    O Ambulatório de Medicina do Viajante, do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, oferece informações sobre prevenção e tratamento de doenças para maiores de 16 anos, com viagens marcadas para outras regiões do país ou para o exterior. Nas consultas, especialistas oferecem orientação de acordo com o estado de saúde do usuário, seu destino e duração da viagem. "Nosso objetivo é tornar a viagem o mais segura possível do ponto de vista sanitário. Não podemos prever tudo, mas preparamos o viajante para que corra o menor risco possível", afirma Marcellus Dias da Costa, médico do serviço.

  4. Relatório revela aumento de políticas de controle do tabaco que podem salvar vidas

    O último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a epidemia mundial de tabagismo, publicado na quarta-feira, 19 de julho de 2017, revela um aumento no número de países que implementaram políticas de controle do tabaco, que vão desde proibições de publicidade até áreas livres do fumo. Aproximadamente 4,7 bilhões de pessoas - 63% da população mundial - estão protegidas por ao menos uma medida integral de controle do tabaco, número que quadruplicou desde 2007, quando só um bilhão de pessoas (15% da população mundial) estavam protegidas. As estratégias para aplicar essas ações têm salvado milhões de pessoas de uma morte prematura. No entanto, a indústria do tabaco continua prejudicando os esforços dos governos para implementar plenamente as intervenções de vida e de economia de custos, de acordo com o novo relatório da OMS sobre a epidemia mundial de tabaco 2017.

  5. Indústria do tabaco prejudica esforços dos governos para combater fumo, denuncia OMS

    Cerca de 4,7 bilhões de pessoas - 63% da população mundial - estão protegidas por pelo menos uma medida de controle do tabaco, número que quadruplicou desde 2007, quando apenas 1 bilhão de indivíduos estavam resguardados do cigarro por políticas integrais. O avanço é destaque do novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a epidemia de tabagismo, divulgado na quarta-feira (19). Apesar dos progressos, a agência da ONU alerta: a indústria do tabaco continua prejudicando os esforços dos governos para implementar plenamente intervenções que são capazes de salvar vidas e reduzir os custos trazidos pelo consumo de cigarros.

  6. Ministério da Saúde lança concurso para mudar visual de preservativos masculinos

    As camisinhas masculinas distribuídas gratuitamente pelo Ministério da Saúde terão nova embalagem até o final deste ano. Nesta segunda-feira (17), a Pasta, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) lançou um concurso público direcionado aos estudantes de design gráfico, desenho industrial, arquitetura e publicidade. O objetivo é escolher uma nova identidade visual para os preservativos. As inscrições deverão ser feitas pelo site http://embalagemcamisinha.aids.gov.br, até 11 de setembro.

  7. Hipóteses, absurdos e incoerências orientam reforma trabalhista aprovada no Senado

    "Uma desconstrução de todos os direitos trabalhistas adquiridos ao longo de setenta e quatro anos." Foi dessa forma que os pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca reagiram à aprovação do texto da Reforma Trabalhista, por 50 votos sim, 26 não e 1 abstenção, nesta terça-feira (11/7/2017), no Senado Federal. A reforma não moderniza nem cria empregos, não retirará os trabalhadores da informalidade, engessará o movimento sindical e promoverá maior precariedade do trabalho, concluem os especialistas. "A argumentação para aprovação do texto da reforma não é baseada em evidências ou fatos reais. Todas as justificativas são baseadas em hipóteses", alega o pesquisador Luiz Carlos Fadel.
     

  8. Hipóteses, absurdos e incoerências orientam reforma trabalhista aprovada no Senado

    "Uma desconstrução de todos os direitos trabalhistas adquiridos ao longo de setenta e quatro anos." Foi dessa forma que os pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca reagiram à aprovação do texto da Reforma Trabalhista, por 50 votos sim, 26 não e 1 abstenção, nesta terça-feira (11/7/2017), no Senado Federal. A reforma não moderniza nem cria empregos, não retirará os trabalhadores da informalidade, engessará o movimento sindical e promoverá maior precariedade do trabalho, concluem os especialistas. "A argumentação para aprovação do texto da reforma não é baseada em evidências ou fatos reais. Todas as justificativas são baseadas em hipóteses", alega o pesquisador Luiz Carlos Fadel.
     

  9. Hipóteses, absurdos e incoerências orientam reforma trabalhista aprovada no Senado

    "Uma desconstrução de todos os direitos trabalhistas adquiridos ao longo de setenta e quatro anos." Foi dessa forma que os pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca reagiram à aprovação do texto da Reforma Trabalhista, por 50 votos sim, 26 não e 1 abstenção, nesta terça-feira (11/7/2017), no Senado Federal. A reforma não moderniza nem cria empregos, não retirará os trabalhadores da informalidade, engessará o movimento sindical e promoverá maior precariedade do trabalho, concluem os especialistas. "A argumentação para aprovação do texto da reforma não é baseada em evidências ou fatos reais. Todas as justificativas são baseadas em hipóteses", alega o pesquisador Luiz Carlos Fadel.