1. Fiocruz apresenta estudos sobre os impactos imediatos do desastre em Brumadinhos

    Estudo realizado pela Fiocruz, que avaliou os impactos imediatos do desastre da mineradora Vale em Brumadinho, alerta para a possibilidade de surtos de doenças infecciosas - dengue, febre amarela e esquistossomose - mudanças no bioma e agravamento de problemas crônicos de saúde, como hipertensão, diabetes e doenças mentais. Mapas construídos pela Instituição permitiram identificar residências e unidades de saúde afetadas, comunidades potencialmente isoladas e as áreas soterradas pela lama. Os resultados serão apresentados nesta terça-feira, 5/02. 

  2. Fiocruz instala sala de situação para apoiar saúde em Brumadinho

    Com o propósito de instalar uma sala de situação em saúde para planejar ações de apoio a todos os afetados pelo rompimento da barragem de Brumadinho, MG, e coordenar as respostas dos serviços de saúde nesse contexto emergencial, a Fiocruz articulou uma reunião com dirigentes, gestores e pesquisadores da instituição no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Entre as várias iniciativas destacadas, o encontro também apontou a necessidade de maior articulação com os movimentos sociais e comunitários da região. 

  3. Fiocruz apresenta estudos sobre os impactos imediatos do desastre em Brumadinhos

    Estudo realizado pela Fiocruz, que avaliou os impactos imediatos do desastre da mineradora Vale em Brumadinho, alerta para a possibilidade de surtos de doenças infecciosas - dengue, febre amarela e esquistossomose - mudanças no bioma e agravamento de problemas crônicos de saúde, como hipertensão, diabetes e doenças mentais. Mapas construídos pela Instituição permitiram identificar residências e unidades de saúde afetadas, comunidades potencialmente isoladas e as áreas soterradas pela lama. Os resultados serão apresentados nesta terça-feira, 5/02. 

  4. Presidente da Fiocruz se reúne com representante da Opas

    A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade de Lima, reuniu-se com a nova representante da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) no Brasil, Socorro Gross, na última quinta-feira (24/1), na sede da Opas em Brasília. Na ocasião, elas conversaram sobre as várias parcerias que suas instituições possuem. A Fiocruz abriga cinco Centros Colaboradores da Opas, além de colaborar com o organismo internacional na produção de vacinas, em programas de vigilância, em pesquisa e na formação profissional.

  5. Bolsa Família colabora com a redução de homicídios em municípios

    Um estudo desenvolvido pelo Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde da Fiocruz Bahia, aponta que o número de assassinatos e de pessoas internadas por atos violentos recua em cidades com maior e mais prolongada cobertura do programa de transferência de renda. Dados encontrados pela pesquisa mostram que a proteção social pode ser o caminho para a redução da brutal violência nos países de baixa ou média renda e revelam que o corte ou redução do Bolsa Família poderia aumentar a taxa de homicídios no Brasil. 

  6. Presidente da Fiocruz se reúne com representante da Opas

    A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade de Lima, reuniu-se com a nova representante da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) no Brasil, Socorro Gross, na última quinta-feira (24/1), na sede da Opas em Brasília. Na ocasião, elas conversaram sobre as várias parcerias que suas instituições possuem. A Fiocruz abriga cinco Centros Colaboradores da Opas, além de colaborar com o organismo internacional na produção de vacinas, em programas de vigilância, em pesquisa e na formação profissional.

  7. Fiocruz recebe visita da Cônsul Geral do Canadá

    A Cônsul Geral do Canadá, Evelyne Coulumbe, visitou a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta terça-feira (21/1), onde reuniu-se com representantes da instituição e com a presidente, Nísia Trindade de Lima. A Vice-Cônsul Marie-Hèlène Béland, especialista no tema Ciência, Tecnologia e Inovação também participou da visita, que teve como objetivo de fortalecer a cooperação em saúde entre os dois países.

  8. Colabore com a campanha Volta para Casa do IFF/Fiocruz

    Muitas crianças vivem no hospital por dependerem de tecnologia médica para sobreviver. Viver em um hospital é uma experiência difícil, não apenas para as crianças como também para toda a família. Portanto, o Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) e a Vice-Presidência de Gestão e Desenvolvimento Institucional da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio de seu Escritório de Captação, lançam a campanha Volta para casa.
     

  9. Em busca de novas estratégias de vigilância para dengue, Zika e chikungunya

    Desafios para a saúde pública, o controle e a vigilância das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti são prioridades do Projeto ArboAlvo, liderado pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e pelo Programa de Computação Científica da Fiocruz (PROCC). A iniciativa busca o desenvolvimento de uma metodologia para estratificação do território em áreas de risco de transmissão dos vírus dengue, Zika e chikungunya, com base em parâmetros epidemiológicos, entomológicos, ambientais e sociodemográficos em cidades endêmicas para essas arboviroses. 
     

  10. Como e Por que as Desigualdades Fazem Mal à Saúde

    Aliando praticidade a novos formatos literários, a Editora Fiocruz lançou seu segundo e-book interativo: Como e Por Que as Desigualdades Sociais Fazem Mal à Saúde. O livro de autoria de Rita Barradas Barata, que teve sua primeira edição impressa em 2009, apresenta breves considerações teóricas sobre a temáticadas desigualdades sociais em saúde, apontando correntes e tendências existentes na pesquisa epidemiológica sobre o assunto.