1. Chikungunya entrou no Brasil um ano antes do previsto

    Segundo pesquisas científicas, o vírus da chikungunya chegou ao Brasil pelo menos um ano antes do que foi detectado pelos sistemas de vigilância em saúde pública. A descoberta é de pesquisadores da Escola de Saúde Pública Mailman, da Universidade de Columbia, e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em artigo publicado pelo periódico acadêmico Scientific Reports, do Grupo Nature. A intenção da pesquisa é auxiliar nas tomadas de decisões em saúde pública baseada em evidências, uma vez que o resultado leva a crer que pacientes foram diagnosticados erroneamente no país, sobretudo, no Rio de Janeiro, por todo esse período de não identificação do novo vírus. 

  2. Sala de Convidados discute o movimento antivacina e suas ameaças

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu este ano o movimento antivacina entre as dez maiores ameaças à saúde global. Ele passou a figurar numa lista ao lado de riscos como o ebola, o HIV, a dengue e a influenza, mais conhecida no Brasil como gripe. Segundo a OMS, os movimentos antivacina são tão perigosos quanto os vírus que aparecem nesta lista porque ameaçam reverter o progresso alcançado no combate a doenças evitáveis por vacinação, como o sarampo e a poliomielite. 

  3. Sala de Convidados discute Telemedicina e Telessaúde nesta terça-feira (19/2)

    A Telemedicina e a Telessaúde voltaram à pauta com a regulamentação pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para os atendimentos online por médicos brasileiros. Com a nova resolução, eles poderão realizar consultas online, telecirurgias e telediagnósticos, entre outras formas de atendimento a distância. As regras para isso foram detalhadas na Resolução 2.227/18 do CFM, que começa a valer a partir de maio deste ano. 

  4. Evento celebra Dia Internacional das Mulheres na Ciência

    Apesar de serem cerca de metade da população, as mulheres ainda são minoria na ciência. Elas são apenas 30% das cientistas do mundo e receberam apenas 3% das indicações do Nobel nas áreas científicas. No Brasil, apenas 14% dos membros da Academia Brasileira de Ciências são mulheres. Pensando nisso, a Organização das Nações Unidas estabeleceu, em 2015, o dia 11 de fevereiro como o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, em consonância com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.

  5. IFF/Fiocruz publica posicionamento oficial sobre Resolução 293/2019 do Cremerj e respectiva exposição de motivos

    Como instituição que tem a missão de promover a saúde da mulher, da criança e do adolescente por meio de ações articuladas de pesquisa, ensino, atenção integral à saúde e avaliação de tecnologias, o Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz) vem manifestar, publicamente, seu posicionamento com relação à Resolução 293/2019 do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj).

  6. Brumadinho: Pesquisadores avaliam impactos sobre a saúde após desastre

    Os pesquisadores do Observatório Nacional de Clima e Saúde do Icict/Fiocruz, Cristovam Barcellos e Diego Xavier, em parceria com o pesquisador do Cepedes/ENSP/Fiocruz, Mariano Andrade, conversaram com o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz após o evento Desastre da Vale S. A. em Brumadinho - Impactos sobre a Saúde e desafios para a Gestão de Riscos. Na ocasião, eles analisaram os principais impactos que o desastre da Vale pode causar a população e a área atingida

  7. Reunião discute cooperações internacionais da Fiocruz

    O diretor da Agência Brasileira de Cooperação, embaixador Ruy Pereira, esteve na Fiocruz na sexta-feira (8/2) para discutir os próximos passos da parceria entre as duas instituições, que foi consolidada em um Protocolo de Intenções assinado em novembro. O embaixador reuniu-se com a presidente da Fundação, Nísia Trindade Lima, e outros representantes da instituição para tratar temas como a cooperação para prevenção e preparação de desastres, a rede de Bancos de Leite Humano, entre outros assuntos. 

  8. Fiocruz propõe ações de redução de impactos do desastre da Vale

    A Fiocruz divulgou, na terça-feira (5/2), um estudo que alerta para os impactos, causados à população, do desastre da mineradora Vale do Rio Doce em Brumadinho (MG). O estudo foi divulgado em um debate que contou com a presença dos pesquisadores responsáveis pelo trabalho. Entre os riscos estão a possibilidade de surtos de enfermidades, mudanças no bioma e agravamento de problemas crônicos de saúde, como hipertensão, diabetes e doenças mentais.

  9. Fiocruz investe em campanha pelo reconhecimento das diferenças

    O ano é 2018. O ser humano já viajou ao espaço, já pode se comunicar com qualquer lugar do mundo em tempo real, fabrica robôs, produz vacinas, desvendou o genoma humano, erradicou doenças. Fez o inimaginável, aprendeu o incompreensível. O ano é 2018. O homem voou alto, mas ainda precisa pôr em prática um dos mais básicos princípios da humanidade: o respeito à diversidade.