1. Sala de Convidados debate: Mais planos de saúde pra quê?

    O ministro da Saúde interino, Ricardo Barros, defendeu a criação de planos de saúde populares, mais baratos e com menos coberturas do que o mínimo obrigatório hoje pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), como forma de desafogar o Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta provocou forte reação e uma enxurrada de críticas de entidades ligadas à Saúde e à defesa do SUS como o Conselho Nacional de Saúde (CNS), a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) e o Conselho Federal de Medicina (CFM). Em meio à polêmica, o Sala de Convidados discute: mais planos de saúde pra quê? O programa vai ao ar, ao vivo, nesta terça-feira (30/8), às 11h, no Canal Saúde.

  2. Concurso de vídeos em vigilância Sanitária: inscrições prorrogadas até 10/9

    Aberto a estudantes, maiores de 18 anos, o concurso Curta Visa pretende estimular a produção audiovisual sobre Vigilância Sanitária. A iniciativa pretende ainda contribuir para maior visibilidade desse tema tão importante da agenda de ações do SUS. Os trabalhos devem ter duração máxima de cinco minutos. O prazo para envio do vídeo é 10 de setembro. Os melhores vídeos serão exibidos no 7º Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária (7º Simbravisa), que será realizado no período de 26 a 30 de novembro de 2016, em Salvador. Os estudantes escolhidos receberão passagem aérea e diárias para participarem do encontro. 
     
     

  3. Fiocruz se mobiliza para promover inclusão e acessibilidade da pessoa com deficiência

    A Fundação Oswaldo Cruz e a Universidade Federal de Goiás (UFG) promoverão, na próxima segunda-feira (29/8), o seminário Inclusão e Acessibilidade da Pessoa com Deficiência e os Desafios para o Trabalho Digno, que reunirá diversas unidades da Fiocruz com o intuito de discutir a formulação de políticas institucionais de inclusão e acessibilidade. A abertura do evento está marcada para as 9 horas, no salão internacional da ENSP/Fiocruz, e terá participação do vice-presidente de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS), Valcler Rangel, do diretor de Recursos Humanos da Fiocruz, Juliano de Carvalho Lima, e do pesquisador da UFG e pós-doutorando da ENSP Eguimar Chaveiro. A atividade é aberta a todos os interessados.

  4. É falso o discurso único de que não há alternativas ao corte de gastos públicos para conter a crise, afirmam pesquisadoras

    O estabelecimento de um teto fiscal para os gastos com políticas sociais é um "remédio amargo", do qual o governo interino está lançando mão indevidamente, modificando o modelo constitucional vigente. A comparação é da procuradora do Ministério Público de Contas de São Paulo Élida Graziane Pinto, no debate Estado de sítio fiscal no SUS, da série Futuros do Brasil, realizado pelo Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz, em parceria com o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), em 16/8, no Rio de Janeiro, do qual participou, ao lado da assessora política do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) e conselheira do Cebes Graziele Custódio David.

  5. Fiocruz se mobiliza para promover inclusão e acessibilidade da pessoa com deficiência

    A Fundação Oswaldo Cruz e a Universidade Federal de Goiás (UFG) promoverão, na próxima segunda-feira (29/8), o seminário Inclusão e Acessibilidade da Pessoa com Deficiência e os Desafios para o Trabalho Digno, que reunirá diversas unidades da Fiocruz com o intuito de discutir a formulação de políticas institucionais de inclusão e acessibilidade. A abertura do evento está marcada para as 9 horas, no salão internacional da ENSP/Fiocruz, e terá participação do vice-presidente de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS), Valcler Rangel, do diretor de Recursos Humanos da Fiocruz, Juliano de Carvalho Lima, e do pesquisador da UFG e pós-doutorando da ENSP Eguimar Chaveiro. A atividade é aberta a todos os interessados.

  6. Revista elaborada em parceria com a Fiocruz destaca desafios da saúde nos países em desenvolvimento

    A Agenda 2030 das Nações Unidas inclui 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que devem ser alcançados por todos os países do mundo até 2030. O ODS número 3 busca assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos. De fato, esse objetivo reconhece a interdependência entre desenvolvimento e saúde e inclui metas como acabar com a epidemia de AIDS, tuberculose, malária e doenças tropicais negligenciadas, assim como combater hepatite, doenças transmitidas pela água e outras doenças transmissíveis. O ODS número 3 também prevê alcançar a cobertura universal de saúde, incluindo proteção financeira de risco, o acesso aos serviços de saúde essenciais de qualidade e acesso seguro, eficaz, de qualidade e a preços acessíveis a medicamentos essenciais e a vacinas para todos.

  7. Livro aborda desinstitucionalização na saúde mental

    Disse certa vez o célebre arquiteto Oscar Niemeyer: "O que me atrai não é o ângulo reto, nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem. Me atrai a curva livre e sensual, a curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos rios, na onda do mar, no corpo da mulher preferida. De curvas é feito o universo inteiro, o universo curvo de Einstein". Palavras que inspiraram o título do novo livro da Editora Fiocruz, A Linha Curva: o espaço e o tempo da desinstitucionalização, de Ernesto Venturini, psiquiatra que contribuiu ativamente para a reforma psiquiátrica na Itália. “Com efeito, a desinstitucionalização é como a linha curva de que fala Niemeyer, uma linha oposta à rigidez do pensamento manicomial”, afirma Venturini, que acompanhou a reforma psiquiátrica brasileira. Ele também é colaborador do curso de especialização em Saúde Mental e Atenção Psicossocial e possui trabalhos em parceria com o pesquisador Paulo Amarante, da ENSP.

  8. O plano B ao SUS

    A intenção já vinha sendo anunciada - e provocando barulho - há algumas semanas, mas foi só na sexta-feira (5/8) que o ministro interino da Saúde, Ricardo Barros, deu o passo inicial para sua concretização. O titular da pasta escolheu uma data, o Dia Nacional da Saúde, para editar portaria que define que, em até 120 dias, uma proposta de plano de saúde “acessível”, novo nome para o que até então era chamado plano “popular”, será apresentada ao país. Independentemente do adjetivo escolhido, a ideia é alterar exigências mínimas de cobertura hoje vigentes para estimular as empresas operadoras de planos a oferecer produtos mais baratos para a população. O governo provisório argumenta que a medida vai desafogar os serviços públicos e gerar economia de recursos para o Sistema Único de Saúde.