1. Desafios das políticas públicas de saúde na Amazônia é foco do ‘Cadernos de Saúde Pública’ de dezembro

    “As repercussões nacionais e internacionais decorrentes do incremento de queimadas na Amazônia reafirmam a ideia de que, embora aconteçam em territórios específicos, tais eventos são fenômenos que transcendem o plano local, tornando complexa sua apreensão e exigindo abordagens inovadoras.” O exemplo, segundo a pesquisadora  Luiza Garnelo, que assina o editorial do Cadernos de Saúde Pública, exprime características do espaço amazônico, tendo implicações relevantes na implementação de políticas de saúde.
     

  2. CSP debate saúde indígena em oficina de divulgação científica

    Pensar a saúde indígena, para além da academia, de forma a atingir os agentes de saúde e a sociedade em geral. Esse foi o principal objetivo da oficina realizada pela revista Cadernos de Saúde Pública no dia 10 de dezembro. O evento contou com a presença de jornalistas, pesquisadores indígenas e estudiosos da área, que debateram o tema "Avaliação pré-natal ofertada às mulheres indígenas no Brasil".
     

  3. 'Não existe limite seguro para exposição ao benzeno', aponta parecer técnico

    A ENSP acaba de instituir um grupo de trabalho para acompanhamento e assessoria científica em casos de exposição ocupacional ou ambiental ao benzeno. A decisão, publicada em portaria nesta sexta-feira, 13/12, surgiu a partir de uma demanda da Câmara Municipal do Rio de Janeiro sobre a tentativa de instalação de um posto de gasolina ao lado de uma escola na Barra da Tijuca, que concentra aproximadamente 400 crianças e adolescentes, além de 150 funcionários. O parecer técnico elaborado pelo grupo de trabalho recomenda, de maneira veemente, que postos de revenda de combustível construídos em centro urbanos atendam a uma distância mínima de 300 metros de qualquer edificação.

  4. ‘Dispositivos eletrônicos para fumar também matam’, alerta Inca

    O Inca acaba de publicar um alerta sobre os riscos do uso dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEF), também conhecidos como cigarros eletrônicos. Com a nota, o Inca reafirma seu total apoio à manutenção da RDC, da Anvisa, nº 46 de 2009, que proíbe a comercialização, importação e propaganda de quaisquer DEF para fumar. A cada dia, mais países registram mortes relacionadas ao uso do cigarro eletrônico. O Observatório sobre as Estratégias da Indústria do Tabaco, do Cetab/ENSP, adverte, ainda, que os DEF são um engano das indústrias, uma tática para manter seus produtos no mercado, em especial porque eles são diferentes, coloridos e com vários aditivos que mascaram o sabor e o odor da fumaça, sendo porta de entrada para um público jovens e infantil. Confira a publicação do Inca e algumas pesquisas da ENSP sobre o tema.

  5. 'Não existe limite seguro para exposição ao benzeno', aponta parecer técnico

    A ENSP acaba de instituir um grupo de trabalho para acompanhamento e assessoria científica em casos de exposição ocupacional ou ambiental ao benzeno. A decisão, publicada em portaria nesta sexta-feira, 13/12, surgiu a partir de uma demanda da Câmara Municipal do Rio de Janeiro sobre a tentativa de instalação de um posto de gasolina ao lado de uma escola na Barra da Tijuca, que concentra aproximadamente 400 crianças e adolescentes, além de 150 funcionários. O parecer técnico elaborado pelo grupo de trabalho recomenda, de maneira veemente, que postos de revenda de combustível construídos em centro urbanos atendam a uma distância mínima de 300 metros de qualquer edificação.

  6. 'Não existe limite seguro para exposição ao benzeno', aponta parecer técnico

    A ENSP acaba de instituir um grupo de trabalho para acompanhamento e assessoria científica em casos de exposição ocupacional ou ambiental ao benzeno. A decisão, publicada em portaria nesta sexta-feira, 13/12, surgiu a partir de uma demanda da Câmara Municipal do Rio de Janeiro sobre a tentativa de instalação de um posto de gasolina ao lado de uma escola na Barra da Tijuca, que concentra aproximadamente 400 crianças e adolescentes, além de 150 funcionários. O parecer técnico elaborado pelo grupo de trabalho recomenda, de maneira veemente, que postos de revenda de combustível construídos em centro urbanos atendam a uma distância mínima de 300 metros de qualquer edificação.