1. Boletim do Cecovisa destaca registro do primeiro medicamento à base de Cannabis

    A nova edição do Boletim do Centro Colaborador em Vigilância Sanitária da ENSP destaca o registro do primeiro medicamento à base de Cannabis sativa pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A atual edição também informa a sobre o novo medicamento para tratamento de câncer de ovário e uma entrevista com a Dra. Gisélia Santana Souza, presidente do 7º Simbravisa. Confira o Boletim.

  2. ‘Radis’ completa 35 anos reforçando a defesa do direito à saúde e da democracia

    Um dos destaques da edição n°172 de janeiro de 2017 da Revista Radis, disponível on-line, é o próprio Programa Radis, que, ao ser criado em 1982, tinha o desafio de manter vivo o ideário da Reforma Sanitária e os princípios do SUS. "O horizonte ainda era incerto: o país engatinhava para superar mais de duas décadas de ditadura militar e retornar à democracia. A esperança estava depositada na Constituinte, que deveria elaborar uma nova Constituição para o país, e nela se refletiam as disputas entre diferentes setores e grupos políticos da sociedade brasileira. Para o campo da Saúde, era a oportunidade de fazer valer uma utopia que vinha sendo discutida desde os anos 1970 com o Movimento Sanitário e havia tomado corpo na 8ª Conferência Nacional de Saúde, em 1986: a noção de que a saúde é um direito de todos." Para o presidente da Fiocruz à época, o sanitarista Sergio Arouca, a Reforma Sanitária começava a se implantar de uma forma irreversível no país, "não como algo criado em gabinetes, mas como um projeto nacional, democrático, construído, pensado e executado pelo conjunto da nossa sociedade", afirmou no primeiro editorial da publicação. Na visão dos jornalistas Álvaro Nascimento, pesquisador aposentado da  ENSP, que coordenou o programa de 1992 a 2001, e Rogério Lannes, atual coordenador e integrante da equipe desde 1987, nas origens do Radis estava a defesa do direito à saúde e da democracia. "Mais do que uma iniciativa que ficou registrada no passado e fez parte da história do SUS e da redemocratização brasileira, o Radis tem pela frente, ao completar três décadas e meia de existência, o desafio de dialogar com as diferentes realidades sociais brasileiras e 'trazer os valores do Movimento Sanitário' para situações concretas vividas nos dias de hoje."

  3. Fiocruz lança cartilha sobre dengue, zika e chikungunya com participação de pesquisadores da ENSP

    As aventuras dos Pequenos Mosqueteiros contra dengue, zika e chikungunya acaba de ser lançada pela Fiocruz. Seu objetivo é apresentar de maneira lúdica as características e curiosidades sobre o mosquito Aedes aegypti para o público infantil. Para tanto, o Núcleo Operacional Sentinela de Mosquitos Vetores (Nosmove), responsável pela publicação, contou com a colaboração dos pesquisadores da ENSP Paulo Sabroza e Paulo Roberto de Abreu Bruno, respectivamente dos departamentos de Endemias Samuel Pessoa e de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola. A cartilha visa apresentar às crianças o comportamento e hábitos do mosquito na intenção de prevenir que o vetor se espalhe. Seus organizadores foram Nildimar Alves Honório, Gerusa Belo Gibson dos Santos e o cartunista Manoel Caetano Mayrink. Ela está disponível gratuitamente para download

  4. OPAS/OMS divulga alerta epidemiológico sobre febre amarela para as Américas

    A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) divulgou na tarde de segunda-feira (9/1) uma atualização de alerta epidemiológico sobre febre amarela para a Região das Américas. O documento informa que, desde 2016, Brasil, Colômbia e Peru reportaram casos confirmados da doença. A febre amarela é uma enfermidade hemorrágica viral aguda transmitida por mosquitos infectados. Pode ser prevenida por uma vacina eficaz, segura e acessível.

  5. OPAS/OMS divulga alerta epidemiológico sobre febre amarela para as Américas

    A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) divulgou na tarde de segunda-feira (9/1) uma atualização de alerta epidemiológico sobre febre amarela para a Região das Américas. O documento informa que, desde 2016, Brasil, Colômbia e Peru reportaram casos confirmados da doença. A febre amarela é uma enfermidade hemorrágica viral aguda transmitida por mosquitos infectados. Pode ser prevenida por uma vacina eficaz, segura e acessível.

  6. O que você faz para obter informação sobre saúde?

    Foi com esse questionamento que o pesquisador da ENSP e coordenador do Laboratório Internet, Saúde e Sociedade (Laiss), André Pereira, iniciou a apresentação do Selo Sergio Arouca de Qualidade da Informação em Saúde na Internet, conferido ao blog Tuberculose: Circulando a Informação, vinculado ao Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT), do Ministério da Saúde. Em todas as vertentes, a resposta obtida foi a mesma, seja nas pesquisas realizadas, conversas informais e até mesmo da plateia presente ao encontro: utilizar um buscador de informações na internet. Segundo ele, isso confere ao usuário da rede grande empoderamento. No entanto, a enorme quantidade de informações também pode representar um risco. Afinal, como saber qual é confiável? Durante o evento, também foi lançado o livro Qualidade da Informação em Sites de Tuberculose: Análise da Segunda Experiência Inovadora, uma iniciativa do Laiss/CSEGSF/ENSP, disponível para download. Assista, na íntegra, as apresentações desse encontro no canal da ENSP, no youtube. 

  7. Novo boletim do Cecovisa está disponível on-line

    Já está disponivel on-line a nova versão do boletim do Centro Colaborador em Vigilância Sanitária da ENSP. A publicação traz como destaque o novo produto aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para esclerose múltipla. O boletim destaca ainda a mudança na orientação sobre alegação de propriedades e o novo tratamento para hemofilia. Confira o boletim do Cecovisa na íntegra. 

     

  8. Mães no cárcere sofrem com graves ameaças ao cotidiano, à sua saúde e à de seus filhos

    Cinco filhos. O mais novo, com pouco mais de um mês, está com ela na Unidade Materno Infantil (UMI), na Penitenciária Talavera Bruce, em Bangu, Rio de Janeiro. Preso. Com a mãe. Noventa gramas de maconha que ela transportava para o ex-companheiro na cadeia foram o crime. Quatro anos e um mês em regime fechado é a sentença. Pediu para não ser identificada na reportagem de Radis mas quis contar a sua história. Disse que se arrepende. Que nunca traficou nem roubou. Que fez o que fez porque, na época, era ameaçada pelo pai dos dois primeiros filhos. E que espera sair dali dentro de cinco meses com seu bebê nos braços e voltar para o emprego que tinha em um restaurante japonês — como já cumpriu boa parte da pena antes do julgamento como presa provisória, ela acredita que a Justiça lhe será favorável e que vai conseguir a condicional.

  9. Regionalização e conformação de Redes pautaram seminário na ENSP

    Ao final de 2016, o Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública (Daps/ENSP) organizou o seminário Desafios da Regionalização e Conformação de Redes de Atenção em Contexto de Desigualdades Territoriais. A atividade reuniu pesquisadores da ENSP e outras instituições de ensino e pesquisa que debateram, entre outros assuntos, desigualdade e fragmentação de políticas e sistemas de saúde, desigualdade e diversidade territorial, desafios de governança regional no SUS, além de desafios da integração na atenção básica. O primeiro dia do evento, 12 de dezembro, contou com a participação de Asa Cristina Laurell, umas das pesquisadoras mais representativas da corrente da medicina social latino-americana, que apresentou uma reflexão sobre as redes de atenção nos sistemas de saúde latino-americanos. 

  10. Mães no cárcere sofrem com graves ameaças ao cotidiano, à sua saúde e à de seus filhos

    Cinco filhos. O mais novo, com pouco mais de um mês, está com ela na Unidade Materno Infantil (UMI), na Penitenciária Talavera Bruce, em Bangu, Rio de Janeiro. Preso. Com a mãe. Noventa gramas de maconha que ela transportava para o ex-companheiro na cadeia foram o crime. Quatro anos e um mês em regime fechado é a sentença. Pediu para não ser identificada na reportagem de Radis mas quis contar a sua história. Disse que se arrepende. Que nunca traficou nem roubou. Que fez o que fez porque, na época, era ameaçada pelo pai dos dois primeiros filhos. E que espera sair dali dentro de cinco meses com seu bebê nos braços e voltar para o emprego que tinha em um restaurante japonês — como já cumpriu boa parte da pena antes do julgamento como presa provisória, ela acredita que a Justiça lhe será favorável e que vai conseguir a condicional.