1. Radis de agosto apresenta um raio x sobre o câncer

    A edição de agosto de 2015 da revista Radis já está disponível on-line. Na matéria da capa, veja por que o câncer já não deve ser considerado uma sentença de morte, mesmo tendo dados alarmantes, podendo chegar a 24 milhões de casos no mundo até 2035. "Essa é uma doença ingrata, muito difícil, mas não achei que fosse morrer em nenhum momento", disse à publicação Maria Isabel Teixeira, diagnosticada com um carcinoma. Este número traz ainda, entre outros destaques, um panorama de como o país já vem debatendo a 15ª Conferência Nacional de Saúde, através de suas etapas municipais.

  2. Helio Fraga participa de seminário estadual sobre tuberculose

    O seminário Articulando os diferentes atores – O papel do governo, academia, conselhos e da sociedade civil no enfrentamento da tuberculose reuniu, em 6/8, profissionais de saúde, gestores, pesquisadores, conselhos e membros da sociedade civil e teve como objetivo discutir os problema e marcar o dia de luta. O encontro foi organizado em uma parceria da Secretaria de Saúde de Estado do Rio de Janeiro com o Fórum ONGs TB RJ e o Observatório Tuberculose Brasil, que faz parte do Centro de Referência professor Hélio Fraga (CRPHF/ENSP/Fiocruz). O chefe do Centro, Otávio Porto, e o pesquisador Pablo Dias Fortes estiveram presentes no debate e levaram suas contribuições.

  3. ONU reconhece avanços do Brasil no controle do HIV/Aids

    O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids) reconhece o Brasil como referência mundial nas ações de controle da epidemia. O documento, divulgado na terça-feira (14/7), destaca que o objetivo de alcançar 15 milhões de pessoas em tratamento para o HIV no mundo foi alcançado nove meses antes do prazo. O relatório traz várias menções positivas ao Brasil, mostrando o importante papel do país na história global de combate à doença.

  4. Saneamento básico é direito de todos, destaca Radis de julho

    A Radis de julho já está online. Na capa, entenda por que a falta de acesso a esgotamento sanitário, abastecimento de água, manejo de resíduos sólidos e drenagem de águas pluviais urbanas são um reflexo das desigualdades no país. No editorial desta edição, escrito por Rogério Lannes, a publicação lembra que o saneamento básico é uma condição indispensável à promoção da saúde. Dados brasileiros, segundo o IBGE, mostram que 41,9 milhões de domicílios (64%) têm acesso à rede coletora de esgoto e somente 5,2% dos domicílios rurais possuem coleta de esgoto ligada à rede geral e 28,3%, fossa séptica. Confira os demais destaques deste número.

  5. 'Maconha: usos, políticas, saúde e direitos' é o tema do Sala de Convidados

    O Sala de Convidados desta semana vai abordar o tema Maconha: usos, políticas, saúde e direitos, na terça-feira (14/7), às 11 horas, ao vivo, no Canal Saúde. O programa vai ampliar para os telespectadores as discussões que aconteceram no seminário internacional "Maconha: usos, políticas e interfaces com a saúde e direitos", realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Escola de Magistratura do Rio de Janeiro (Emerj), entre os dias 1 e 3 de julho, com o objetivo de promover um amplo debate sobre o tema.

  6. OMS deve restabelecer seu papel na saúde pública global após atrasos na resposta ao ebola

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) saudou o relatório divulgado na terça-feira (7/7) por um painel de especialistas encarregado de analisar a resposta da agência ao surto do ebola de 2014, que afirma que a Organização precisa restabelecer seu papel como guardiã da saúde pública mundial. A recomendação diz que para alcançar este objetivo a agência da ONU deve fazer mudanças significativas e contar com um forte apoio político e financeiro dos Estados-membros.

  7. Alunos de escola pública colaboram na produção de conceitos de saúde e violência

    Como você percebe a saúde? Essa foi a pergunta norteadora da pesquisa Interdisciplinaridade e intersetorialidade na construção do conhecimento em saúde em escolas públicas do território de Manguinhos, no RJ, coordenada pela pesquisadora do Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da ENSP Marta Velloso. A metodologia, desenvolvida em 2011, foi adaptada, ajustada e replicada em 2014 em uma escola de ensino fundamental localizada no Complexo de Manguinhos, por meio de uma parceria com o Teias-Escola Manguinhos e o financiamento da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec). A pesquisa-ação foi dividida em duas etapas e contou com uma série de encontros. No primeiro momento, os alunos demonstraram uma visão assistencialista e higienista sobre a saúde. Na segunda fase, quando participaram de uma oficina de audiovisual em saúde coletiva e discutiram o tema com diversos profissionais, expressaram uma visão crítica da realidade que vivem e, como um bom resultado, demonstraram ampliação de seu conhecimento sobre saúde.

  8. Lançado o Relatório da OMS sobre a Epidemia Global de Tabagismo 2015

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou no dia 7 de julho de 2015, em Manila nas Filipinas, seu Relatório sobre a Epidemia Global de Tabagismo 2015. Esse relatório é centrado na questão sobre aumento de impostos sobre os produtos de tabaco, mas também traz o nível de implementação das seis medidas mais efetivas para o controle de tabaco no âmbito nacional em todos os Estados Membros da OMS, que inclui os países da Região das Américas e Brasil.

  9. Projeto pioneiro analisa iniquidades em saúde no município de Itaboraí

    O Centro de Estudos Políticas e Informação sobre Determinantes Sociais da Saúde (CEPI-DSS) e o Laboratório de Monitoramento de Grandes Empreendimentos (LabMep), ambos da ENSP, promoveram em 9 de junho o evento Iniquidades em saúde e populações vulneráveis para apresentar a metodologia para análise das iniquidades em saúde relacionadas às populações vulneráveis na área do município de Itaboraí, desenvolvida pelo pesquisador Pedro Alves Filho. O projeto, iniciado em 2014, consiste na realização de um estudo de campo que se baseia na análise dos quadros de vulnerabilidade social através de dados de órgãos oficiais que informam renda, escolaridade e local de moradia e permitem a geração de uma base de informações sobre condições sociais. A ideia foi a de configurar um sistema de métricas, que tornasse possível identificar de forma detalhada onde determinados agravos de saúde se estabelecem em maioria e quais fatores sociais estão ligados a eles.