1. Mestrado aborda debate político-ideológico no campo da saúde global

    No dia 30 de outubro, apresentação da dissertação de mestrado profissional em Saúde Pública UHC - Universal Health Coverage - Avanço ou retrocesso na luta pelo direito humano à saúde? Uma contribuição ao debate político-ideológico da guerra de posições entre comunidades epistêmicas no campo da saúde global, por Armando Antonio De Negri Filho, na sala 901 do prédio da Expansão da Fiocruz, a partir das 14 horas.

  2. Desigualdade no acesso a transplantes de medula óssea persiste no Brasil

    O transplante de medula óssea é uma terapia eficaz bem estabelecida para o tratamento de dezenas de doenças do sangue em âmbito global, inclusive no Brasil. Todavia, conforme observou o aluno de doutorado em Bioética, Ética aplicada e Saúde Coletiva João Batistiolle, garantir o acesso a esse tratamento não é tarefa fácil de realizar em contextos como o latino-americano, nos quais os recursos escassos conflitam com as imensas demandas na área da Saúde. De acordo com ele, a dificuldade para muitos indivíduos e grupos populacionais brasileiros já começa na tentativa de acesso à porta de entrada do sistema de Saúde, razão pela qual muitos que poderiam ser indicados para receber o benefício da terapia sequer chegam às consultas iniciais, aos exames especializados e, portanto, ao diagnóstico.

  3. Tese aborda exposição de trabalhadores rurais a agrotóxicos

    No dia 9 de outubro, defesa da tese de doutorado em Saúde Pública e Meio Ambiente Exposição a agrotóxicos e distúrbios reprodutivos: estudo em trabalhadores rurais, seus familiares e jovens do município de Farroupilha - RS, por Cleber Cremonese, às 14h30, na sala 1 do salão internacional da ENSP (4º andar).

  4. Pesquisa aborda a saúde na agenda da política externa

    Por que os governos dos presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva consideraram importante formalizar o tratamento do tema da saúde na agenda da política externa brasileira? Essa questão conduziu a pesquisa da aluna de mestrado profissional em Saúde Pública da ENSP Tayná Marques Torres Barboza. De acordo com os dados do estudo, o país, nesse espaço, apresentou sua experiência no tratamento do HIV/Aids, contribuiu para a regulação internacional do tabaco, defendeu o acesso a medicamentos, apoiou melhorias nos sistemas de saúde dos países em desenvolvimento e confirmou os esforços referentes aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, aumentando sua influência no cenário internacional. "Na busca estratégica por credibilidade e autonomia, o país assumiria uma espécie de 'dever global', que seria realizado por meio de diversas parcerias internacionais e pela participação nas instituições globais", afirmou a aluna.