1. Pesquisa da ENSP analisa assistência de saúde às gestantes presidiárias de Maputo, Moçambique

    A realidade das  gestantes e puérperas presidiárias e das crianças de 0 a 5 anos que coabitam com as mães no Estabelecimento Penitenciário Especial para Mulheres de Ndlavela em Maputo, Moçambique, em África, está distante do que é preconizado nos acordos internacionais sobre a assistência sanitária às crianças e à vivência da gestação durante o cumprimento das penas privativas de liberdade. A conclusão é da pesquisa do aluno de mestrado em Saúde Pública da ENSP, Edgar Luís Arinde, orientado pelos pesquisadores Alexandra Augusta Margarida Maria Roma Sánchez, Marly Marques da Cruz e Maria Helena Magalhães de Mendonça. De acordo com Ministério da Saúde de Moçambique, a atenção pré-natal das gestantes presidiárias consiste na matriz dos exames laboratoriais de rotina, prescrição de sal ferroso com ácido fólico, exame físico e obstétrico, auscultação dos batimentos cardíacos fetais, palpação e verificação da altura uterina. Os relatos das entrevistadas informam que, em caso de doença, as preocupações delas são desqualificadas, principalmente no período noturno, por parte dos profissionais de segurança penitenciária.

  2. Pesquisa da ENSP analisa assistência de saúde às gestantes presidiárias de Maputo, Moçambique

    A realidade das  gestantes e puérperas presidiárias e das crianças de 0 a 5 anos que coabitam com as mães no Estabelecimento Penitenciário Especial para Mulheres de Ndlavela em Maputo, Moçambique, em África, está distante do que é preconizado nos acordos internacionais sobre a assistência sanitária às crianças e à vivência da gestação durante o cumprimento das penas privativas de liberdade. A conclusão é da pesquisa do aluno de mestrado em Saúde Pública da ENSP, Edgar Luís Arinde, orientado pelos pesquisadores Alexandra Augusta Margarida Maria Roma Sánchez, Marly Marques da Cruz e Maria Helena Magalhães de Mendonça. De acordo com Ministério da Saúde de Moçambique, a atenção pré-natal das gestantes presidiárias consiste na matriz dos exames laboratoriais de rotina, prescrição de sal ferroso com ácido fólico, exame físico e obstétrico, auscultação dos batimentos cardíacos fetais, palpação e verificação da altura uterina. Os relatos das entrevistadas informam que, em caso de doença, as preocupações delas são desqualificadas, principalmente no período noturno, por parte dos profissionais de segurança penitenciária.

  3. Pesquisa da ENSP analisa assistência de saúde às gestantes presidiárias de Maputo, Moçambique

    A realidade das  gestantes e puérperas presidiárias e das crianças de 0 a 5 anos que coabitam com as mães no Estabelecimento Penitenciário Especial para Mulheres de Ndlavela em Maputo, Moçambique, em África, está distante do que é preconizado nos acordos internacionais sobre a assistência sanitária às crianças e à vivência da gestação durante o cumprimento das penas privativas de liberdade. A conclusão é da pesquisa do aluno de mestrado em Saúde Pública da ENSP, Edgar Luís Arinde, orientado pelos pesquisadores Alexandra Augusta Margarida Maria Roma Sánchez, Marly Marques da Cruz e Maria Helena Magalhães de Mendonça. De acordo com Ministério da Saúde de Moçambique, a atenção pré-natal das gestantes presidiárias consiste na matriz dos exames laboratoriais de rotina, prescrição de sal ferroso com ácido fólico, exame físico e obstétrico, auscultação dos batimentos cardíacos fetais, palpação e verificação da altura uterina. Os relatos das entrevistadas informam que, em caso de doença, as preocupações delas são desqualificadas, principalmente no período noturno, por parte dos profissionais de segurança penitenciária.

  4. Pesquisa sobre tuberculose recebe menção honrosa no Prêmio de Incentivo em C&T

    A pós-graduanda do programa de Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP/Fiocruz Laís Picinini Freitas recebeu Menção Honrosa no Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS - 2016, na categoria mestrado. A dissertação "Atenção aos pacientes indígenas com tuberculose do Distrito Sanitário Especial Indígena Mato Grosso do Sul (DSEI-MS)" teve o objetivo de analisar a atenção ao paciente indígena com TB e explorar fatores associados ao relato de reação adversa ao medicamento e ao abandono do tratamento no DSEI do MS. O Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS completou 15 anos em 2016. Nesta edição, foram inscritos 89 trabalhos na categoria doutorado, 111 em mestrado, 36 monografias de especialização ou residência e 109 artigos publicados.