1. Tese da ENSP ganha menção honrosa em premiação do SUS

    A tese O arranjo público-privado no Brasil e a qualidade da assistência hospitalar em São Paulo e no Rio Grande do Sul, da aluna de doutorado em Saúde Pública da ENSP Juliana Pires Machado, ganhou menção honrosa na categoria 'doutorado' do Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS do Ministério da Saúde 2014. A pesquisa, orientada pelos pesquisadores Mônica Martins e Iuri da Costa Leite, tem como pressuposto que os indicadores de resultado, mensurado pela mortalidade hospitalar ajustada, variam conforme fonte de pagamento das internações e arranjo de financiamento adotado por cada hospital. O estudo observou maior chance de morte entre pacientes internados em hospitais de natureza pública, de arranjo de financiamento somente SUS e de maior porte.

  2. Financiamento em saúde pela ABC é tema de mestrado na Escola

    No dia 28 de novembro, apresentação da dissertação de mestrado profissional em Saúde Pública O financiamento da Cooperação Técnica em Saúde pela Agência Brasileira de Cooperação: tendências no período 2003-2013, por Isaac José Barbosa Vergne, na Fiocruz Brasília, a partir das 10 horas.

  3. Mestrado aborda negociação internacional sobre mudanças climáticas

    No dia 25 de novembro, apresentação da dissertação de mestrado profissional em Saúde Pública As negociações internacionais no âmbito da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima: inserção do Ministério da Saúde e implicações para a política externa brasileira, por Rodolfo Milhomem de Sousa, na Fiocruz Brasília, a partir das 10 horas.

  4. Exposição a agrotóxicos pode causar distúrbios reprodutivos

    Um estudo elaborado pelo aluno de doutorado em Saúde Pública e Meio Ambiente da ENSP Cleber Cremonese observou que grande parte dos agrotóxicos apresenta capacidade de desregulação do sistema endócrino humano, o que altera os níveis de hormônios sexuais e causa efeitos adversos, principalmente sobre o sistema reprodutor. Câncer de mama e ovário, desregulação de ciclo menstrual, câncer de testículo e próstata, infertilidade, declínio da qualidade seminal e malformação de órgãos reprodutivos são alguns dos exemplos dessas complicações. Segundo Cleber, com o aumento do consumo nacional de agrotóxicos, tanto no agronegócio como na agricultura familiar, crescem as evidências de que a utilização destas substâncias não está apenas relacionada especificamente à produção agrícola, mas se transforma em um problema de saúde pública.