1. Pesquisa aborda a saúde na agenda da política externa

    Por que os governos dos presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva consideraram importante formalizar o tratamento do tema da saúde na agenda da política externa brasileira? Essa questão conduziu a pesquisa da aluna de mestrado profissional em Saúde Pública da ENSP Tayná Marques Torres Barboza. De acordo com os dados do estudo, o país, nesse espaço, apresentou sua experiência no tratamento do HIV/Aids, contribuiu para a regulação internacional do tabaco, defendeu o acesso a medicamentos, apoiou melhorias nos sistemas de saúde dos países em desenvolvimento e confirmou os esforços referentes aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, aumentando sua influência no cenário internacional. "Na busca estratégica por credibilidade e autonomia, o país assumiria uma espécie de 'dever global', que seria realizado por meio de diversas parcerias internacionais e pela participação nas instituições globais", afirmou a aluna.

  2. Tese analisa óbitos por agressão em Alagoas

    No dia 3 de outubro, defesa da tese de doutorado em Saúde Pública Análise da ocorrência dos óbitos por agressão a partir do relacionamento das bases de dados do Ministério da Saúde e da Defesa Social em Maceió, Alagoas, no início do século XXI, por Waneska Alexandra Alves, às 9 horas, na sala 1 do Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães (CPqAM/Fiocruz-PE).

  3. Helmintos intestinais de Tayassuidae e Suidae (Mammalia: Artiodactyla) no Pantanal: um estudo sobre a circulação de espécies...

    No dia 29/9, apresentação da dissertação de mestrado acadêmico em Saúde Pública Helmintos intestinais de Tayassuidae e Suidae (Mammalia: Artiodactyla) no Pantanal: um estudo sobre a circulação de espécies na Reserva Particular do Patrimônio Nacional SESC Pantanal e seu entorno, Barão de Melgaço, Mato Grosso, Brasil, por Hugo Costa de Souza, às 9 horas na sala 602 da ENSP.
     

  4. Grande pra quem?

    Um mundaréu de água, concreto e aço; cidades inteiras alagadas; motores que giram vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. Tudo numa usina hidrelétrica é monumental. Mas nessa terra de gigantes, quando o assunto é o direito dos trabalhadores, vale o dito popular de que tamanho não é documento. É o que se conclui da leitura da dissertação de mestrado de Ana Flora Camargo Gerhardt, orientada pela pesquisadora do Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da ENSP Ana Maria Cheble Braga.

  5. Estudo trata de sistemas de informação do SUS

    "Um Sistema de Informação em Saúde (SIS) do Sistema Único de Saúde (SUS) é sociotécnico com predominância de processos interpessoais e constituído, de forma indissociável, pelas dimensões dos marcos da institucionalidade do SUS, do Modelo de Atenção à Saúde, das opções da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) em Saúde, do contexto da organização local de seu uso e da dinâmica estabelecida pelos atores sociais envolvidos". É o que aponta a tese do aluno de doutorado em Saúde Pública da ENSP José Muniz da Costa Vargens. Segundo ele, esse sistema possui propriedades que o caracterizam como complexo, pelo seu aspecto de instabilidade, irredutibilidade, adaptabilidade e emergência, e cuja fronteira não se limita a um artefato de software. Em redes sociotécnicas, como os SIS do SUS, os artefatos de software interagem com humanos, organizações e sociedade, influenciando e sendo influenciadas por essas relações.

  6. Mortalidade infantil prevalece no norte e nordeste

    Analisando os fatores de risco para a mortalidade infantil em municípios do norte e nordeste do Brasil e no Vale do Jequitinhonha (MG), onde as taxas de mortalidade infantil são as maiores do Brasil, a aluna do mestrado acadêmico em Epidemiologia em Saúde Pública Barbara Ayres observou que as variáveis que apresentaram associação de maior magnitude com a mortalidade neonatal e pós-neonatal nesse estudo foram as sociodemográficas. "A melhoria da atenção à saúde tem grande destaque na redução da mortalidade infantil, como a literatura já vem destacando com o passar dos anos, no entanto, não devemos desvalorizar a contribuição de outros fatores que não pertencem a esse âmbito na ocorrência da mortalidade infantil", pontuou.

  7. Pesquisa avalia competência moral do enfermeiro

    A pesquisa feita pela aluna do doutorado em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva da ENSP Márcia Silva Oliveira teve como objetivo avaliar o desenvolvimento da competência moral na formação do enfermeiro. Segundo ela, esse estudo se alinha com a perspectiva de um novo paradigma para a educação nas sociedades, trazendo a competência moral como elemento central para a sustentação da democracia, buscando contribuir com métodos que promovam agentes morais competentes, a mola propulsora do estado democrático. Nos resultados, a aluna evidencia a emergência de se dar o devido lugar do ensino da Bioética laica nos currículos, com ênfase nos temas como direitos humanos, justiça e autonomia. Essa pesquisa insere-se no rol dos estudos em educação moral como o primeiro na América Latina acerca da formação de enfermeiros com a utilização do método de discussão de dilemas.