1. Estudo aborda qualidade da informação em acidente de trabalho

    Uma proposta de articulação de setores da saúde pública do Sistema Único de Saúde (SUS) com objetivo de melhorar a casuística (estudo de caso) e a qualidade das informações sobre mortalidade nos dois principais sistemas de informação de saúde do agravo em acidente de trabalho: Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) e SIM (Sistema de Informação sobre Mortalidade). Essa é a finalidade da dissertação do aluno de mestrado em Saúde Pública da ENSP, Frederico Ricardo de Souza Leão. Ela pretende auxiliar a orientação do fluxo de trabalho entre os setores de vigilância e atenção da rede SUS nos níveis municipal e estadual no estado do Tocantins. "Os acidentes de trabalho configuram o mais visível e impactante fenômeno de intervenção para as áreas de Saúde do Trabalhador a diversos segmentos públicos ou privados. Eles afetam socioeconomicamente a realidade em nível loco-regional, chegando até a interferir na realidade nacional e mundial."

  2. Tese de doutorado avalia saúde de idosos com câncer de próstata

    No dia 24 de fevereiro, defesa de tese de doutorado em Saúde Pública e Meio Ambiente Avaliação multidimensional da saúde de idosos com câncer de próstata e o 'The Vulnerable Elders Survey 13' (VES-13) como instrumento de triagem em oncogeriatria, por Laércio Lima Luz, a partir das 9h30, na sala 406 do prédio da ENSP. 

  3. Pesquisa analisa o brincar como promotor de saúde

    Qual a importância do brincar como mecanismo promotor de saúde para as crianças internadas? Para responder a essa questão, a aluna do mestrado em Saúde Pública da ENSP, Ligia Maria Rocha Rodrigues buscou entender como o brincar auxilia no bem-estar dessas crianças identificando resultados e mudanças que permitem à criança mais autonomia e participação durante a hospitalização, além de compreender como age sobre as interações sociais ocorridas entre elas, os profissionais de saúde e os acompanhantes, e analisar como pode vir a contribuir para uma ampliação do cuidado em saúde. Sob orientação da pesquisadora da Escola Regina Cele de Andrade Bodstein, foi acompanhado pela aluna, durante três meses, o Programa Saúde e Brincar, do hospital Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz). Os resultados obtidos mostraram que o brincar, enquanto recurso terapêutico, possibilita a criança ocupar um papel mais ativo, com bem-estar, autonomia e participação, agindo também sobre o fortalecimento das relações ocorridas entre os stakeholders e contribuindo para um tratamento que perpassa os limites físicos do adoecimento, fazendo com que a criança modifique suas percepções acerca das experiências vivenciadas dentro do hospital.