1. Indígenas: censos aprimoram descrição da população e expõem desafios

    Com um contingente populacional de 896 mil indígenas (0,4% da população total), 505 terras (12,5% do território brasileiro), 305 etnias e 274 línguas, segundo o Censo Demográfico 2010, é inegável reconhecer o aprimoramento dos instrumentos de coleta nas pesquisas que envolvem a população indígena. No entanto, conforme debateram os palestrantes do Centro de Estudos Miguel Murat, realizado na ENSP, em 8/4, que abordou os Indígenas nas estatísticas nacionais de saúde, ampliar o olhar sobre as questões indígenas também significa expor as iniquidades, os principais problemas de saúde e as vulnerabilidades que acometem essa população. "Nós, demógrafos e pesquisadores, de modo geral, ainda temos muitas perguntas a serem respondidas", admitiu a pesquisadora do IBGE Nilza Pereira, que conduziu o Ceensp na companhia dos pesquisadores da ENSP Andrey Moreira Cardoso, Ricardo Ventura e Carlos Coimbra.

  2. Ceensp debaterá índigenas nas estatísticas de saúde brasileira

    Apesar de contar com uma população muito diversificada e com um crescimento importante nos últimos anos, segundos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os indígenas no Brasil ainda sofrem com desigualdades sociais que acabam afetando a saúde dessa sociedade. É com este foco que a ENSP promoverá a terceira atividade do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos, no dia 8 de abril, com o tema Indígenas nas estatísticas nacionais de saúde. Para debater a questão foram convidados os pesquisadores da Escola Andrey Moreira Cardoso e Carlos Coimbra Jr. e a pesquisadora do IBGE Nilza Pereira. O encontro está marcado para 13h30, no salão internacional da ENSP e é aberto a todos os interessados.

  3. Ceensp debate acesso a medicamentos para doenças raras

    Números, equações, fórmulas: basta olhar um prédio bem construído, uma ponte, uma ferrovia, para nos darmos conta da inegável contribuição da matemática em nosso dia a dia. Mas ainda que ela dê conta de boa parte das atividades humanas, a vida se espalha por pontos cegos, buracos negros, regiões fronteiriças em que a lógica tradicional não penetra. Um desses casos é o tratamento medicamentoso para pacientes com doenças raras. Pelo fato delas atingirem, como o próprio nome sugere, um número pequeno de pessoas, os cálculos para que o fornecimento remédios seja incluído no Sistema Único de Saúde não podem seguir os mesmos modelos de outras doenças. Possíveis soluções, avanços legais e científicos, entre outras variáveis desse tema complexo, foram discutidos durante o segundo Ceensp de 2015, no dia 25 de março, que teve por título Medicamentos para doenças raras: eficiência econômica versus equidade social.

  4. Ceensp debaterá índigenas nas estatísticas de saúde brasileira

    Apesar de contar com uma população muito diversificada e com um crescimento importante nos últimos anos, segundos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os indígenas no Brasil ainda sofrem com desigualdades sociais que acabam afetando a saúde dessa sociedade. É com este foco que a ENSP promoverá a terceira atividade do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos, no dia 8 de abril, com o tema Indígenas nas estatísticas nacionais de saúde. Para debater a questão foram convidados os pesquisadores da Escola Andrey Moreira Cardoso e Carlos Coimbra Jr. e a pesquisadora do IBGE Nilza Pereira. O encontro está marcado para 13h30, no salão internacional da ENSP e é aberto a todos os interessados.

  5. Ceensp debaterá medicamentos para doenças raras (alteração de local)

    O Centro de Estudos da ENSP de 25/3 terá como tema Medicamentos para doenças raras, eficiência econômica versus equidade social. São consideradas raras doenças crônicas sérias, degenerativas e que normalmente colocam a vida em risco; doenças incapacitantes, que comprometem a qualidade de vida devido à falta de autonomia; doenças em que o nível de dor e de sofrimento do indivíduo e da sua família é elevado; e doenças para as quais não existe uma cura efetiva, mas os sintomas podem ser tratados para melhorar a qualidade de vida e a esperança de vida. A atividade será coordenada pelo pesquisador da ENSP Claudio Cordovil que recentemente assinou artigo sobre o assunto. Marcado para 13h30, na sala 410 da Escola, o Ceensp contará com a participação dos professores da Faculdade de Medicina da Uerj Denizar Vianna e Fernando Aith e da representante do Instituto Canguru Marlene Sturm. O encontro é aberto a todos os interessados e não necessita inscrição prévia. 

  6. Ceensp debaterá medicamentos para doenças raras (alteração de local)

    O Centro de Estudos da ENSP de 25/3 terá como tema Medicamentos para doenças raras, eficiência econômica versus equidade social. São consideradas raras doenças crônicas sérias, degenerativas e que normalmente colocam a vida em risco; doenças incapacitantes, que comprometem a qualidade de vida devido à falta de autonomia; doenças em que o nível de dor e de sofrimento do indivíduo e da sua família é elevado; e doenças para as quais não existe uma cura efetiva, mas os sintomas podem ser tratados para melhorar a qualidade de vida e a esperança de vida. A atividade será coordenada pelo pesquisador da ENSP Claudio Cordovil que recentemente assinou artigo sobre o assunto. Marcado para 13h30, na sala 410 da Escola, o Ceensp contará com a participação dos professores da Faculdade de Medicina da Uerj Denizar Vianna e Fernando Aith e da representante do Instituto Canguru Marlene Sturm. O encontro é aberto a todos os interessados e não necessita inscrição prévia. 

  7. Assista ao Centro de Estudos sobre crise no abastecimento de água

    No dia 4 de março, a ENSP promoveu o seu primeiro Centro de Estudos (Ceensp) em 2015. Em debate: Ceensp: Crise no abastecimento de água: problema ambiental ou de gestão?. A atividade contou com a participação da pesquisadora do Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da ENSP, Bianca Dieile, da professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Ana Lucia Nogueira de Paula Britto e do representando do Conselho Estadual de Recursos Hídricos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Décio Tubbs Filho. Assista aos vídeos.

  8. Controle social deve gerir políticas hídricas

    Desde que afetou a região economicamente mais desenvolvida do país, a crise da água vem sendo tema de diversas discussões não só entre a sociedade civil em geral, como também por parte do governo. No intuito de compreender o assunto, o primeiro Centro de Estudos da ENSP de 2015 discutiu se a crise no abastecimento de água é um problema ambiental ou de gestão. Para isso, a atividade reuniu três especialistas na área, que trouxeram para o debate questões como a governança da água, a intermitência de água nos Planos Municipais de Saneamento Básico, além da origem da crise. Na ocasião, a pesquisadora do Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental (DSSA/ENSP), Bianca Dieile, enfatizou que a gestão da água precisa e deve passar por controle social. "Decisões sérias precisam ser tomadas e a população deve estar inserida nelas". A atividade, realizada no salão internacional da Escola, no dia 4 de março, foi coordenada pela pesquisadora do DSSA Rosália Maria de Oliveira.

  9. Controle social deve gerir políticas hídricas

    Desde que afetou a região economicamente mais desenvolvida do país, a crise da água vem sendo tema de diversas discussões não só entre a sociedade civil em geral, como também por parte do governo. No intuito de compreender o assunto, o primeiro Centro de Estudos da ENSP de 2015 discutiu se a crise no abastecimento de água é um problema ambiental ou de gestão. Para isso, a atividade reuniu três especialistas na área, que trouxeram para o debate questões como a governança da água, a intermitência de água nos Planos Municipais de Saneamento Básico, além da origem da crise. Na ocasião, a pesquisadora do Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental (DSSA/ENSP), Bianca Dieile, enfatizou que a gestão da água precisa e deve passar por controle social. "Decisões sérias precisam ser tomadas e a população deve estar inserida nelas". A atividade, realizada no salão internacional da Escola, no dia 4 de março, foi coordenada pela pesquisadora do DSSA Rosália Maria de Oliveira.

  10. Primeiro Ceensp de 2015 debaterá a crise no abastecimento de água

    A falta de água em algumas regiões brasileiras é um problema real e antigo, o nordeste do país, por exemplo, sofre com ela há muitos anos. Atualmente, a crise hídrica vem assombrando também a região sudeste do país. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro são os três estados mais atingidos pela crise no abastecimento de água. Em São Paulo, a situação é ainda pior, desde que o nível do Sistema Cantareira - que abastece cerca de 6,5 milhões de pessoas na capital - começou a baixar gradativamente. Mas será que a crise no abastecimento de água é um problema ambiental ou de gestão? Para entender a questão, o primeiro Centro de Estudos da ENSP em 2015 debaterá a crise no abastecimento de água. A atividade está marcada para o dia 4 de março, a partir das 13h30, no salão Internacional da Escola e é aberta a todos os interessados.